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História Sinful angels - Jeongguk - Capítulo 18


Escrita por: e singlarity


Notas do Autor


oi meu amores! tenham uma ótima leitura xuxus! 💜🐰

Capítulo 18 - 18. Inferno pecaminoso


Fanfic / Fanfiction Sinful angels - Jeongguk - Capítulo 18 - 18. Inferno pecaminoso

Conforme o tempo passa, nós só estragamos ainda mais. De jeito nenhum, está caindo novamente. — BTS ( House of cards )


Jeongguk 

Atlanta, EUA 22:20 PM

Devo confessar que as palavras dela haviam acertado-me em cheio. Como assim ela poderia estar apaixonada por mim? Esse tipo de coisa estava fora de questão, não tinha cabimento algum aquilo. Ou tinha? Se bem que eu estava confuso — ou melhor ainda estou, mas esse tipo de coisa passa tão rápido —, então provavelmente esteja acontecendo a mesma confusão com Madson, fim de papo. 



— V-você ouviu o que eu falei ? — Ela olhou-me tensa depois de alguns segundos e eu neguei rapidamente e vejo-a suspirar. — E-eu vou beber alguma coisa. — Ela estava completamente sem graça era tão notório aquilo não quis responder ela com um “sim” e deixá-la super confortável, afinal mesmo não querendo ela era tímida. 


Sorri torto e suspiro assim que ela deu-me as costas. Vou até um outro carro com bebidas e para minha surpresa, ou não, encontro Amber novamente.


— Que surpresa, você por aqui de novo bebê. — Ela lançou-me um olhar provocativo e eu suspirei negando com a cabeça pegando uma cerveja do baú de gelo. — Está sozinho, né ? Diz que sim. — Ela fez biquinho e eu ri com seu cinismo.


— Por quê ? 


— A gente pode se divertir muito hoje, simples. — Deu de ombros. — A última vez que você trouxe a pirralha nem comemorou sua ilustre vitória, saiu correndo igual maluco. — Amber revirou os olhos mostrando sua indignação.


— Ganhei de você. Como pode dizer isso tão simples ? — Franzi o cenho sorrindo de lado.


— Porque eu posso ser seu prêmio da noite. — Diz provocativa próximo ao meu ouvido. — Vai me dizer que não sente uma saudade daquelas loucuras que vivemos apenas em um mês? — Ela mordeu o nódulo da minha orelha fazendo-me arrepiar.


— Amber… — Tentei relutar contra ela. 


— Shiu, gatinho. — Sussurrou em meu ouvido e eu sinto sua mão adentrar por baixo da minha blusa e suas unhas passarem suavemente pelo meu tórax. Arrepiando. — Eu sei que você gosta meu bem, por que não vem comigo ? — Sussurrou no meu ouvido com uma voz arrastada, estava prestes a responder quando…



— Jeongguk ! — A voz de Madson entrou em contato com minha consciência e parece que eu volto para o mundo real. Tiro as mãos de Amber de cima de mim e viro-me encarando Madson com uma cara de “ o que você quer?” antes que ela pudesse falar alguma coisa, Amber passou por mim ficando frente a frente com Madson.


— Prazer queridinha, sou Amber ex namorada do Jeon. — Amber esticou sua mão e Madson engoliu em seco pegando na mão dela apertando e soltando logo depois.


— Madson... Madson William ! 


— É um prazer conhecer uma das amigas do Jeonzinho. — Eu reviro os olhos com tamanha audácia daquela vadia. Mentirosa e ainda sonsa. — Vocês são amigos né ? — Perguntou sonsa após notar o clima merda que ficou após ela falar. Quer dizer o clima ficou merda a partir do momento em que ela abriu a boca, mas ok, eu estava acostumado. 


— Amigos. — Madson respondeu desanimada e eu mordo o lábio superior suspirando. Amber abraçou-me de lado e Madson voltou a dizer. — Vou deixá-los a sós, com licença. — Ela estava… Triste? 


— Que merda você tem na cabeça, ein? — Me distancio dela. — Me deixa em paz garota. — Irritado eu pego uma cerveja, não queria ouvir mais nada dela então saiu dali indo atrás de Madson. Odiei vê-la sair daquele jeito principalmente depois do que disse minutos atrás.


— Onde vai ? — Jimin vem pra cima de mim eufórico. Eu não respondo nada e ele saiu me puxando falando umas baboseiras. — Eu e Ryan, nós escrevemos para correr. — Paramos quando chegamos ao lado de Ryan que escolhia entre um jaguar e uma BMW. 


— Uma BMW é bom Ryan, pega logo essa porra. — Ordeno alto e ele olhou-me sério mas acabou optando pelo o que eu sugeri. E consecutivamente Jimin acabou pegando o que sobrou um Jaguar 2017 não era lá essas coisas também. Bom na corrida deles, como eles não iriam correr com seus próprios carros quem perdesse pagava o concerto de ambos os carros e quem ganhasse pegaria e grana. Essa é a graça dos rachas, alguém precisa se foder em alguma vez. Seriam ao total correndo quatro carros. 


— Cadê Madson? Ela precisa ver minha vitória. — Park diz presunçoso fazendo Ryan revirar os olhos. 


— Ela estava com o Jeon, a última vez que o vi. 


— Comigo ? Ah sim, bem… Estava mais saiu pra pegar uma bebida não a vi mais desde então. — Menti. 


— Ah, tudo bem então. Veja pelo lado bom, Park sua melhor amiga não te verá passando o maior mico de todos os tempos perdendo num racha. E ainda mais pra mim…


Reviro os olhos saindo dali. Não seria agora mesmo a corrida e eu não ficaria no meio dos dois bobões, com brincadeiras tão infantis. Vejo Madson em um canto qualquer calada bebendo sua cerveja quase sem ânimo algum. 


— Hey. — Aproximo-me dela que sorriu fraco e depois desviou o olhar para um canto qualquer. — Está tudo bem ? Parece meio abatida. 


— Estava apenas pensando em algumas coisas. 


— Você está pensativa desde que chegou aqui. Tem certeza de que não quer conversar sobre isso ? As vezes falar ajuda, né ? — Ela sorriu e negou pesadamente. 


— Vou embora. — Aquilo saiu estranho, ela disse com certa amargura e eu a olho sem entender. 


— Embora ?


— SIm. Vou chamar meu pai...— Vasculhou a bolsa e eu toco em seu ombro negando. 


— Eu levo-a em casa. 


— Não precisa, Jeon. Fique com Amber ela está com saudades, suponho. Então não precisa preocupar-se comigo. — Sorriu fraco. Espera, aquilo tudo era ciúmes ? Madson estava com ciúmes de mim ? 


 — Amber ? Não esquenta com isso, não dou muito a minima por sua chegada. — Dou de ombros. — Venha, vou levá-la para casa. 


— Mas e os meninos ? 


— Eles são adultos, Madson eles se viram. Agora vamos ! — Começo a dar os primeiros passos para seguir ao local onde deixei meu carro e ela puxou meu braço. — O quê ?


— Vou avisar aos meninos, odeio deixar as pessoas preocupadas, espere-me aqui. — Reviro os olhos, fazer o que né? Era isso ou ir com ela, e sinceramente não estava afim de andar aquilo tudo só pra ela avisar os caras que tá dando o pé daqui, coisa que ela podia fazer por mensagem.


— Já está indo, gatinho ? — Amber novamente. Essa mulher está em tudo quanto é lugar, não é possível. — Muito triste por saber que estava indo sem nem ao menos falar com sua ex namoradinha. — Riu debochada com a mentira que inventou para Madson. 


— Tá bom, Amber. Acabou a palhaçada de ex-namorada por uma noite. 


— Nossa, Jeon. — Me olhou triste. — Me agradece direito poxa. 


— Agradecer ? — Eu pergunto confuso e ela balançou a cabeça assentindo. — Por que e como ? — Ela murmura alguma coisa e puxou-me pela nuca juntando nossos lábios num beijo completamente selvagem. Nossas línguas dançavam num ritmo sincronizado, era incrível aquilo. Fazia uma eternidade que não sentia aqueles lábios, aquele beijo que deixava-me louco. — Assim que se agradece. — Diz após nos soltarmos para buscarmos fôlego. 


— Não cansa né ? 


— Passa a noite comigo, baby...— Fez biquinho e eu neguei afastando-me dela. 


— Não Amber ! Caralho, entenda de uma vez um não. — Suspiro e vejo-a bufar de raiva. 


— É por causa da Madson, não é ? A pirralha… 


— Olha tô de saco cheio desse papo. Faz o seguinte, Amber se precisar de alguma coisa me ligar, falou ? Agora me deixa em paz, por favor. — Nem era um pedido e sim uma ordem, mas Amber era teimosa, muito teimosa, me enchia a porra da paciência aquilo. Ela é rápida e antes de sair rouba-me um selinho, neguei e no minuto seguinte Madson apareceu.


— Vamos ? — Ela sorriu e eu retribui concordando. 


[...]


Chegamos em casa, Madson como sempre saiu igual um foguete do carro entrando primeiro em casa. Entrei logo depois dela e suspiro.


— Está com essa cara amarrada a noite toda, estou preocupando-me real. — Ela virou-se como se eu tivesse falado uma atrocidade. Suspiro nervoso passando a mão no cabelo.


— Não vejo porque se preocupar tanto comigo...


— Me preocupo com você, porque gosto de você Madson. — Eu disse olhando nos olhos da mesma e ela desviou olhando para o canto da sala ficando em silêncio. — O que aconteceu? 


Ela voltou a olhar-me e ficou em silêncio por um tempo, até despejar seus problemas. 


— Meu pai que me levar para outra cidade, nova faculdade, novos amigos. 


— Mas, isso é bom, Madson. — Ela riu fraco levantando-se. 


— É bom para pessoas como você. Não estou acostumada com esse tipo de coisa, Jeongguk. Eu nunca sai de Atlanta, pra você ter uma ideia não sei nem onde é a esquina mais próxima após sair deste condomínio. — Ela praticamente gritou nervosa. — Desde que eu cheguei nesta casa vivo nessa bolha maluca, faço isso, aquilo, sempre faço tudo a risca. Todo meu dia antes era programado, eu tinha uma agenda de afazeres. Hoje isso de certa forma mudou, mas… — Engoli em seco, eu realmente não sabia daquilo. 


— Madson… 


— Não me olhe com pena. Estou cansada de ser a pobre Madson, que sempre faz o que todos querem. — Ela começa a subir os primeiros degraus e eu vou até lá. — Eu vou dormir, boa noite. — Ela deu-me as costas e eu seguro em seu braço num movimento rápido trago-a para perto de mim segurando em sua cintura para que ela não caísse e juntei nossos lábios, iniciando um beijo lento e gostoso. 


Suas mãos vão de encontro com minha nuca segurando ali levando-o mais para ela. Senti saudades de beijá-la mesmo que tenha apenas acontecido uma única vez. Os lábios dela eram aveludados, carnudos, de certa forma inexplicável. 


Caminhei com ela até o sofá onde a coloquei deitada sem desgrudar ambos os lábios e fico por cima. Quando a falta de ar chegou, fiz uma trilha de beijos pelo seu pescoço descendo até seu queixo onde dou um leve mordidinha. Vejo-a arfar e eu sorri com aquilo. 


Suas mãos entraram embaixo da minha blusa e eu arrepio-me novamente assim como mais cedo do mesmo jeito que Amber fez. 


Posso fazer você conhecer o inferno apenas em uma noite. — Sussurro provocante no ouvido dela e ela olhou-me nervosa. — Não precisa ser exatamente isso aqui… — Gesticulei com as mãos sobre o que era possível acabar acontecendo ali. Sexo. — O que me diz? 


— Como assim? 


— Apenas diga sim ou não… — Ela olhou-me por um breve momento e mesmo sem entender o significado de minhas palavras disse "sim" tímida e confusa sobre sua resposta. Eu seguro sua mão levantando-a do sofá e vou até a porta com ela. Agora sim, nossa noite começaria. 




Notas Finais


deixe um comentário! Ele faz toda a diferença! até mais!! 💜🐰


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