1. Spirit Fanfics >
  2. Sinful angels - Jeongguk >
  3. 19. Garotos maus trazem o céu até você

História Sinful angels - Jeongguk - Capítulo 19


Escrita por: e singlarity


Notas do Autor


nada a dizer, apenas espero que gostem! 🔥
boa leitura. 💜🐰

Capítulo 19 - 19. Garotos maus trazem o céu até você


Fanfic / Fanfiction Sinful angels - Jeongguk - Capítulo 19 - 19. Garotos maus trazem o céu até você

Me apaixonar por ele foi como sair da graça. Tudo em um. Ele era tantos pecados. Teria feito qualquer coisa. Tudo por ele. E se você me perguntar, Eu faria de novo. — Julia Michaels ( Heaven )



Já tínhamos passado por uma boate, bebido todas, dançamos como nunca. Depois ficamos perambulando pela rua rindo e cantando com uma garrafa de cerveja na mão, como dois loucos. Tínhamos bebido demais, coisa que eu nunca faço e nos beijamos mais de uma vez. 


De certa forma eu sentia-me viva e acho que Jeongguk também, pois o sorriso que tínhamos no rosto era perceptível. Estávamos agora seguindo para casa, ele carregava meus chinelos baixos e eu nossa cerveja compartilhada. 


— O que aconteceu hoje? Meu Deus! — Digo animada ainda sem acreditar no que tínhamos feito. Foi uma noite de pura loucura, e agora que o sol estava se pondo eu estava mais feliz ainda 


— Você viveu por uma noite, Maddie! — Ele gritou, literalmente gritou e eu sorri com aquilo. — Porra isso é tão do caralho! 


— Sim! — Eu solto pulinhos animada, também entrando na vibe gritando animadamente. Tomei o resto da cerveja que tava na minha mão e jogo a garrafa fazendo a mesma se quebrar em vários pedaços. Jeongguk correu e eu faço o mesmo, sentindo o vento forte sobre meu rosto tão cedo de manhã. 


Eu estava me sentindo radiante. Não estava ligando para nada pela primeira vez em tanto tempo na minha vida, Jeongguk havia me mostrado como era viver.


— Venha. — Ele pegou em minha mão e nos sentamos para ver o sol subir. — Esse é o meu inferno particularmente, Maddie. Sem problemas, sem horário pra voltar pra casa, sem telefonemas… — Eu ri me lembrando de que ele tinha feito com nossos celulares. Ele simplesmente colocou dentro de um copo com bebida e vimos os celulares automaticamente pifar, por um momento havia ficado apreensiva, mas no segundo seguinte ele me levou para a pista de dança e eu esqueci tudo. — Como consegue viver tão presa? — Colocou o dedo indicador em meus lábios enquanto me olhava fixamente. 


— Eu não sei. — Sussurrando o respondi. Eu não falo mais nada apenas o beijo novamente, nessa noite descobri o quão bom era beijá-lo e não fiz questão nenhuma de esconder aquilo. Nossas línguas brincavam uma com a outra num ritmo único. Sobre aquela grama amarelada ele caiu por cima de mim e depois eu rolei por cima dele pousando minha cabeça em seus braços, olhei para o céu que agora estava azulado e sorri guardando aquele momento. 


[...]


Quando chegamos em casa não tinha ninguém ainda acordado, eu parti para meu quarto tomando um banho lavando os meus cabelos e depois cai na cama. Quando acordei era umas três horas da tarde, a casa estava silenciosa como de costume e então os flashes do que aconteceu na noite passada tomam meus pensamentos e logo um sorrisinho bobo se forma em meu rosto. Me levantei, fiz minha higiene matinal e sai do quarto, estava morrendo de fome. 


— Bom dia! — Falei animada descendo as escadas quando vejo Jeongguk no sofá. 



— Estava cansada, hum? — Ele sorriu e eu me sentei ao lado dele e em um movimento rápido seus braços dão a volta em mim trazendo-me mais para ele. 


— Nossa muito! Estou morrendo de fome… 


— Que tal a gente sair pra comer alguma coisa? Não almocei ainda, podemos ir no McDonald's, o que acha? — Eu sorri animada, me levantando do sofá e puxando ele. Entramos em seu carro e em menos de quinze minutos estávamos no drive do McDonald's. Acabei pedindo um hambúrguer gigante e ele o mesmo. 


— Por que não comemos lá dentro? — Perguntei confusa. 


— Vamos comer em um lugar mais reservado. — Ele diz acelerando o carro indo pra uma trajetória que eu já conhecia devido a ele, era o ponto mais alto de Atlanta. Nos sentamos no banquinho que tinha lá, abaixo daquela montanha tinha um pequeno parque livre, mesas para piquenique e um lago. 


— Por que me trouxe aqui? 


— Foi o primeiro lugar que eu te trouxe. — Ele diz dando de ombros começando a comer seu lanche com tranquilidade. 


— Isso quer dizer que é um lugar especial ou…


— Isso quer dizer que estou com muita fome e nós deveríamos comer. — Ele diz um tanto quanto rígido e eu reviro os olhos, voltando a comer. 


[...]


— Ainda não vi meu pai hoje… 


— Isso é ruim? Bem, quer dizer… Seu pai é um tanto quanto ríspido. — Jeongguk diz tentando não ser sincero demais o que me fez rir. 


— Um tanto? Meu pai é totalmente… 


— Isso é ruim. Ele que te colocou naquela bolha, essa bolha em que você vive. — Por um momento olhei as tatuagens em seu braços que levava até seu pescoço, não ligando muito para o que ele estava falando. — Madson? Madson, está me ouvindo? 


— Hum? Claro. — Ri fraco. — Essas tatuagens tem algum tipo de significado ou você fez no "foda-se"?


— Não — Ele ri. — Bem, apenas uma que eu fiz no " Foda-se" — fez aspas com os dedos. — Essa daqui, eu fiz numa festa de aniversário de um colega meu. O maluco disse que só entrava na festa quem fizesse uma tatuagem, então eu fiz e entrei. — Diz simplista. 


— O que ela significa? — Olhei a borboleta em seu braço, era azul com algumas manchas pretas, muito linda por sinal. 


— A borboleta significa o caos que eu passei na minha vida. Não posso dizer bem que é o efeito borboleta, afinal seria o contrário, embora eu ainda ache que muitas coisas do passado estão moldando meu futuro. 


— Uau. 


— Bem… veja essa mulher. — Virou a lateral de seu braço dando-me a visão da mulher desenhada em seu braço. Ela não tinha cor assim como as outras, menos a borboleta, creio que ela tenha mais significado que as outras. 


— Essa mulher é a Amber? — Perguntei com medo de sua resposta. 


— Não, minha mãe. — Diz em um murmúrio. 


— Que bonito, deve ter um enorme significado… — Ele engoliu em seco e olhou pra frente em um breve momento. 


— Ela nunca está presente, mas eu sempre acabo a trazendo comigo… — Ele se entristeceu ao falar dela. — Não! por mais que pareça, ela não morreu. — Ele ri fraco se corrigindo. — Ela só… nunca me… — Ele se levantou e se afastou de mim, pensei em ir atrás do mesmo mas acabo ficando dando-lhe um pouco  de espaço. — Faz quase um ano que não a vejo, Madson. E ela sequer se importa comigo. 


Ele diz e eu engoli em seco deixando o falar, aquele era o momento dele. 


— Ela só se importa com os milhões que cai na conta dela todo mês. — Ri debochado. — Que merda, hum? — Virou-se me olhando. 


— Jeongguk… 


— Não, está tudo bem. Eu estou sóbrio o bastante para estar falando essas coisas para você. Você não queria saber mesmo? Então… — Vou até o mesmo encarando-o. 


— Quero que me diga caso sinta-se a vontade. Não para alimentar meus caprichos. — Ele me olhou por alguns segundos, analisou-me bem, bem até demais e depois lançou as costas e eu me afasto com dois passos para trás. 


— Vamos embora. 


Dias depois...


Saio do banheiro enrolada na toalha, ouço vozes vindo do corredor, era William e Mike conversando, logo a conversa cessou e as portas dos quartos bateram. Hoje era quarta feira, o que significa que teríamos uma live e eu teria que tomar cuidado. Embora todos os quarto estivessem instalação acústica, eu nunca poderia dar bobeira qualquer barulho mais alto que a música alguém poderia acordar e vim saber o que estava acontecendo. 


Tratei de vestir a lingerie que comprei naquele dia com Jeongguk e então uma ideia nada maliciosa passou por minha cabeça. Mordo os lábios pensativa, faria mesmo aquilo? Enquanto eu travava uma batalha mentalmente, passei hidratante pelo meu corpo e escolhi as músicas. Arrumei o cenário e por fim, estava eu batendo na porta dele três vezes seguidas. 


A porta destrancou e nos encaramos.


— Madson? O que você quer? Não deveria está se aprontando para o show? Já estava esperando. — Sorriu safado e eu reviro os olhos dando uma espiadinha para dentro do quarto. 


— Venha comigo. Quero fazer um especial hoje. — Mordo os lábios nervosa. Aquela certamente não era eu, tão ousada, mas eu estava amando. 


Especial


— Apenas venha, eu tenho certeza que você irá gostar. — Ele trancou a porta e me seguiu entrando em meu quarto. 


— Sente-se na poltrona. — Ordeno. Ele me olhou espantado mas fez o que eu pedi. Vou até a cama meio sem jeito e peguei a pequena corda de cor roxa. — Falarei uma única vez e espero que me obedeça, ninguém pode ouvir nossa voz. Não toque-me, não tente nada.  — Digo autoritária e ele engoliu em seco mas logo vejo-o sorrindo safado. Vou até ele colocando uma venda em seu rosto para que ninguém o reconhecesse.  — O show vai começar, faça silêncio. 


Eu estava tão confiante, tendo controle de absolutamente tudo. Sinceramente não estava me reconhecendo daquele jeito. Aproximo-me da câmera e vejo que ela estava enquadrada, então apertei no botão vermelho com o nome “iniciar” aos poucos as pessoas foram entrando e eu apenas podia acenar, falar com eles estava fora de questão. Os comentários curiosos surgiram como: “Quem é ele? “ “Dançará para ele?” “Sortudo” “Uau, sua lingerie é muito sexy.”


Sabia que algumas pessoas não gostariam então um grande número saiu da transmissão, acabo não dando atenção para aquilo e acionei a música colocando também na transmissão para que eles pudessem ouvir melhor.  — Alone with you, música de abertura e de alguma forma aquela música me lembrava Jeongguk. Respirei fundo e me aproximo de Jeon, onde comecei a dar a volta na poltrona com alguns movimentos lentos enquanto segurava a corda. Abaixo-me e seguro suas mãos as prendendo num nó firme, voltei para seu colo sentando ali e começando a dançar, de um jeito completamente vulgar. Era incrível como naquele momento eu não sentia pudor nenhum. 


Subia e descia em seu colo com delicadeza, minha cintura era guiada pela música, meu pescoço pendia para os lados deixando tudo mais sexy. Arfei algumas vezes para provocá-lo, algumas não várias vezes. Virei meu corpo para frente da câmera onde eu conseguia agora ver todo o cenário, as visualizações agora tinham aumentado, mais do que o habitual. Hum, então eles gostam de uma sacanagem, se eles gostam, vamos dar isso. 


Ergo-me para frente no colo dele rebolando mais em seu amigo e ouço Jeongguk arfar baixinho e no mesmo tom soltar um “Filha da puta” ri baixinho com aquilo e subo meu corpo novamente. Já era possível sentir o seu sexo dar sinal de vida e aquilo me assustou, devo confessar. Mas acabo não dando a mínima, continuei dançando e as mensagens não paravam de chegar, Jeon arfava e me xingava, além de sempre querer me tocar, aquilo estava me deixando louca.


Aproximei-me de Jeongguk fitando seus lábios convidativos e mordo aquela região querendo mesmo era beijar com toda a minha vontade. Não incomodaria de ficar o resto da noite ali, sentando no pau dele mesmo que estivesse coberto pela porcaria da roupa, era gostoso provocá-lo, também devo ressaltar que aquilo estava sendo uma tortura para mim também.


Já estamos na quarta música então podem imaginar a tortura que estava sendo. Na minha vida toda acho que só transei umas três vezes e todas foram com Kim Taehyung, eu simplesmente amei o que fizemos em todas. Mas agora eu sentia falta dos toques firmes de Jeon, mesmo que nunca tivesse os sentido por tanto tempo, foi rápido dentro daquele provador.


— Não tô' mais aguentando esse caralho. — Disse baixo entre dentes. — Meu pau parece que vai estourar nessa porra, anda me tira daqui. — Pediu baixo quase manhoso, para provoca-lo mais ainda beijo seus lábios sugando-os com força, dando umas últimas reboladas em seu pau para finalizar a música. Me levanto indo até o computador e aceno para a câmera finalizando aquela tortura do diabo. Respirei fundo tirando minha máscara.


— Prontinho acabou. — Eu digo desfazendo o nó e tirando suas vendas. Em um movimento rápido Jeon levantou-se e me empurrou na poltrona rindo ironicamente.


— Acabou? Mas a festa acabou de começar, querida. 


Senti uma pressão descer em meu sexo. Ele caminhou até mim e eu vejo o demônio em seus olhos, o quão domado pelo tesão ele estava. Aquilo só podia ser um sonho, um sonho maravilhoso do qual eu não queria acordar nem tão cedo.


— Tenho carta branca para fazer o que quiser? — Ele ajoelhou-se na minha frente e sussurrou em meu ouvido me fazendo morder os lábios rachados pela centésima vez naquela noite. Não consigo falar absolutamente nada então apenas concordei com a cabeça e ele sorriu vitorioso, Jeon prendeu-me com as mãos para trás e só agora percebo que tocava — Lost the game do Two feet


Jeongguk se pôs na minha frente e sorriu safado, o moreno tatuado vem até mim colocando as vendas em meus olhos e eu sinto minha respiração pesar. Senti os dedos gélidos dele passar por minha barriga nua e arrepiar quando ele parou na barra da minha calcinha onde desenhou toda a trilha do elástico. Aquilo tirou-me o ar. Agora suas mãos desciam pelas minhas pernas e logo após, ele iniciou uma trilha de beijos pela parte interna da minha perna parando em minha virilha, onde afastou o tecido da minha calcinha e passou o dedo em minha região úmida e eu engulo em seco mordendo os lábios.


Sinto a língua dele me invadir e eu ergo meu corpo daquela cadeira segurando um grito em minha garganta, sua língua trabalhava com maestria. Ninguém nunca havia me tocado daquele jeito, não sabia explicar aquilo, era gostoso, lento, era o jeito dele de foder tanto psicologicamente quanto fisicamente. Sua língua parecia escavar-me com suavidade, brincando com meu ponto mais sensível. Minha perna direita estava em seu ombro o que lhe deu mais oportunidade de explorar minha intimidade arrancando-me gemidos baixos.  


Estava prestes a explodir quando ele estocou dois dedos e eu não resisti e soltei um gemido alto. Seus dedos entravam e saiam de mim em um ritmo único, molhado e barulhento, enquanto ele dizia alguns palavrões que eu nunca tinha pensado e muito menos tinha coragem de pronunciar. Tudo aquilo excitava-me muito mais. 


— Jeon... eu… — Pendi minha cabeça pra trás mordendo os lábios e apertando minhas pernas, não deu nem tempo para que eu finalizasse minha frase e já tinha gozado em seus dedos como uma vadia. Minha visão ainda estava escura pela venda, só sentia seus toques e imaginava tudo. 


— Chupa, Maddie. — Ele diz agora próximo a mim. — Veja como seu gosto é bom. — Abro a boca e com suavidade ele colocou seus dedos em minha boca e eu  suguei os mesmos engolindo os resquícios que havia ficado. — Gostoso, né? — Diz em meu ouvido. — Mas agora eu tenho outra brincadeirinha. — Ele diz enquanto me soltava. 


Ele não me deixou tirar a venda e eu não falo nada, apenas sou jogada na minha cama com certa brutalidade e não demorou muito para que eu sentisse ele novamente, beijando meu corpo. — Minha vontade é rasgar esse pedaço de pano, Maddie… Mas você não tem noção do quão gostosa você está. — Estremeço. Ele puxou meu sutiã estourando o fecho e sorriu cínico. Jeon começou a chupar meus seios revezando para dar atenção para ambos. Meus peitos estavam durinhos, ele desceu retirando minha calcinha e em um piscar de olhos vejo seu membro me assusto com aquilo e ele ri deitando-se por cima de mim, me beijando.


Eu sinto ele procurar minha entrada e logo estava ele entrando aos poucos em mim, agarrei suas costas arranhando, enquanto gemia em seu ouvido. Ele iniciou estocadas lentas e depois parte para umas mais violentas e rápidas. 



— Shiu. — Pediu colocando a mão na minha boca, assim que comecei a gemer mais alto. Nossos corpos estavam suados, estávamos ofegantes e completamente loucos. Em um movimento rápido, Jeongguk me virou. — Fica de quatro. — Ordenou e assim eu fiz, empinando bem minha bunda. Jeon, voltou a penetrar na minha intimidade novamente aumentando o ritmo das estocadas. Ele apertava minha bunda e eu gemi mais. 


— Ba-bate. — Eu peço quase num fio de voz. Bater? Em que nível de loucura eu havia chegado? Sem pensar muito ele desferiu um tapa ardido em minha bunda dando-me um solavanco para frente. Aquilo ardeu, mas eu tinha gostado, gostado apenas do tapa, é claro. 


Os movimentos estavam aumentando e não demoraria muito para eu chegar em meu ápice pela segunda vez naquela noite. Ele bateu novamente e eu sinto minhas pernas ficarem fracas, me surpreendo ao sentir que ele também havia gozado. 


Ele saiu de mim ofegante e eu sinto o líquido escorrer por minha perna. Cai de cara na cama, ofegante, buscando fôlego sabe lá como. Ele se jogou ao meu lado na cama e me puxou para si fazendo-me deitar em cima dele. Seu peito subia e descia ainda buscando fôlego, eu estava incrédula com tudo aquilo, com tudo o que havíamos feito. Não era arrependimento, em parte fosse, por ter resistido por tanto tempo. Eu sinto seus lábios tocarem minha testa e logo eu adormeci ali, em cima dele, sendo coberta apenas pelo fino lençol.


Eles dizem: Todos os garotos bons vão para o céu

Mas os garotos maus trazem o céu até você






Notas Finais


gostaram?? 🔥👺 a jiripoca piou meus amigos, uiui. comentem... Até breve. 💜🐰


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...