História Singular - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Amizade, Bts, Coréia, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kim, Romance, Taehyung
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Palavras 894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


que bom ver você aqui novamente

Capítulo 2 - Malditas redes sociais


O programa tinha sido um sucesso e os meninos pareciam extremamente empolgados em dar um passeio.

Como fora difícil convencer os caras da BigHit, meu deus!

Mesmo eu insistindo que não precisaríamos de seguranças, dois deles nos seguiriam, afastados; para que o passeio não virasse uma transferência de dinheiro em um carro-forte.

Depois de se trocarem, eu e os meninos nos encontramos na parte de trás do estúdio e todos estavam tão radiantes que aquilo aqueceu meu coração.

Yoongi parecia preferir ficar dentro do camarim até que fossem de volta pro hotel, mas Taehyung tinha prometido a ele que tudo ficaria bem e que seria divertido.

Para nossa sorte, não era um horário de pico. A maioria das pessoas estava no trabalho ou na escola, então talvez a promessa de Taehyung fosse cumprida.

Hoseok e Jeon corriam pela rua como duas crianças animadas, ameaçando chutar os "pombos-americanos" como o mais velho tinha chamado assim que avistamos o primeiro.

Decidi levá-los até um parque. Meu parque favorito. Onde as árvores verdes refletiam no lago e a luz reluzia a luz do sol e era rodeado por pequenas lojinhas e um parque de diversões.

Passaram-se horas com o garotos se divertindo em brinquedos e jogos enquanto, afastada e sentada em um banquinho de madeira, eu observava junto a Taehyung que perdera o fôlego depois de sair de uma montanha-russa.

- Fake love é muito boa! - ele comentou repentinamente quebrando o silêncio que havia entre nós.

- Ah! - aquilo me deixou sem graça a primeiro momento - Obrigada! Vocês... Deixaram ela muito boa. - o encarei levemente - Seus vocais são fantásticos.

Um pequeno sorriso se formou em seus lábios e seus olhos pareceram brilhar.

- Obrigado! - e antes que o silêncio se instalasse novamente ele prosseguiu - Você e o Jimin... Se conhecem há muito tempo?

- Deus! Mais tempo que posso imaginar! Antes deu me mudar pra cá... Acho que tenho poucas memórias em que ele não esteja. - fui obrigada a rir de como aquilo soava.

- Ele falou bastante de você antes de virmos pra cá.

- Espero que nada vergonhoso.

- Não, não. - ele suspirou - Só coisas boas. - ele coçou a nuca e respirou fundo, da mesma maneira que eu fazia quando precisava pedir algo para minha mãe e tinha medo que ela dissesse não - Er... E você é mais bonita pessoalmente, com todo respeito.

As palavras mal saíram de sua boca, mas ao compreendê-las não tive reação alguma a não ser agradecer.

Ao longe, Jimin acenou com as mãos nos chamando para irmos com eles em um trem fantasma.

Olhei para Taehyung e com um sorriso ele concordou que deveríamos ir.

- Eu espero, meu caro V, que você seja tão corajoso quanto talentoso.

Na manhã seguinte, acordei tão tarde quanto podia. A noite anterior tinha sido divertida com os meninos e, apenas tive medo de alguma represália da BigHit por levá-los em um Pub. Mas todos eram de maior, eram humanos e ninguém tinha ficado bêbado. Tudo ótimo até então.

Tomei um banho, escovei os dentes e me arrumei pra tomar um café em alguma padaria e aproveitar meu dia de folga.

Queria poder ver Jimin, antes que voltasse pra Coréia, mas àquela hora eles já deviam estar no aeroporto.

Quando cheguei na cafeteria no fim da rua, algumas meninas em uma mesa de canto começaram a me encarar.

As ignorei e fiz meu pedido para um atendente alto, com a cabeça raspada e uma tatuagem que ia do pescoço até o meio lateral da cabeça.

Sentei em uma mesa perto do balcão e esperei.

Desbloqueei o celular e nele haviam VÁRIAS notificações. Mais do que eu nunca havia recebido na vida e muito mais do que eu podia contar.

Eram do Instagram, do Twitter, Facebook, mensagens de texto, do Whatsapp... Meu coração estava na boca! Eu mal sabia o que abrir primeiro.

Corri para o Whatsapp, em minhas conversas com Jimin e haviam diversos áudios e imagens que ainda terminavam de baixar.

Aproximando o celular do ouvido ouvi minha sentença de morte na língua que conheço desde que nasci: "Algumas sasaeng parecem ter nos seguido ontem depois do programa" "Elas tiraram algumas fotos!" "A BigHit vai nos matar! As armys não param de fazer especulações! Fodeu, sun!" ele parecia desesperado e eu podia imaginar aqueles olhos brilhando a beira do choro da mesma maneira que acontecia quando éramos crianças. 

Muitas fãs podiam ser extremamente carinhosas e receptivas, mas eu sabia bem como algumas eram ingratas e mimadas - em qualquer gênero musical - e achavam que qualquer meia informação era uma verdade absoluta.

Meu coração disparou!

Eu tinha arruinado a carreira deles com um simples passeio!

Abri as fotos depois que carregaram e elas mostravam a mim e os meninos em diferentes ângulos, de uma distância bem considerável e abaixo de todas elas havia Jimin último e ENORME áudio.

"A BigHit precisa que você confirme que é como uma 'cuidadora' do grupo! Sabe, como uma personal ou sei la o quê! Pode fazer isso? Dizer que estava nos acompanhando em um passeio para não irmos com os seguranças?"

"Claro que sim! É o mínimo!" respondi e tentei respirar. Deus! Que meninas ridículas.

Em questão de segundos, recebi uma resposta de Jimin que eu NUNCA esperaria ler em toda minha vida.

"Obrigado! Mas... precisamos que vá para a Coréia com a gente! Vem pro hotel! Por favor! De preferência com as malas"


Notas Finais


é a partir daqui que a história realmente começa

que as descrições aumentam

que os sentimentos se desenvolvem


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