História Singularity - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Família, Jeongguk, Jimin, Jin, Jungkook, Lalisa, Lisa, Seokjin, Singularity, Suga, Taehyung, Triângulo Amoroso, Você, Yoongi
Visualizações 90
Palavras 662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 16 - Capítulo 16


Fanfic / Fanfiction Singularity - Capítulo 16 - Capítulo 16

-Também espero. -Lalisa deu um longo suspiro. -Não quero trabalhar. 

-Eu acho que ninguém quer, mas é necessário.

-Acho que Jungkook deveria me sustentar. -Bufou.

Soltei uma risada.

-Case com ele, então.

-Bem que eu queria, mas quem tem que me pedir é ele. E o Jungkook é realmente lerdo.

-Talvez é cedo. São jovens ainda. -Tentei confortá-la.

-Com licença. -Taehyung apareceu no batente da porta. Abaixei a cabeça, lembrando-me de ontem. -S/n, posso conversar com você. -Não teria como fugir dele.

-Eu estou indo. -Disse Lisa. -Tenham um bom dia. -Ela se retirou, sorrindo para mim.

-Lalisa não presta. -Murmurei. 

Taehyung entrou para dentro da sala e fechou a porta atrás de si.

-Tudo bem? -Perguntou.

-Hurum. -Levantei a cabeça e dei um leve sorriso.

Como era estranho encará-lo agora. 

-Eu queria conversa sobre ontem. -Sorriu.

-Olha Tae, aquilo... -Seria grosseiro se eu dissese quem não significou nada?

Fiquei olhando um ponto fixo, pensando na palavra certa.

-Eu gostei muito. -Se aproximou de mim. -E você?

-Eu?

-Você. O que achou?

Engoli em seco.

Ele me olhava, passando a língua nos lábios.

-Foi bom. -Falei, olhando sua boca.

-Só isso. -Colocou as mãos em cada lado da mesa, me impossibilitando de sair. 

-Aquilo não pode acontecer novamente.

-S/n, nem uma chance? -Seu tom de voz era baixo e calmo.

-Eu não consigo te ver com outros olhos. Já pedi perdão.

-Eu pedi para tentar. -Abaixou a cabeça.

-Tae, -Peguei em seu queixo. -tem tantas mulheres bonitas no mundo. 

-Mas eu quero você. Só você. -Beijou meus lábios levemente. -Só você. A única que eu quero. -Sua boca ficou rente ao meu ouvido. - E a única que eu desejo. 

Me afastei um pouco, e olhei diretamente em seus olhos. 

O que devo fazer? Eu deveria lhe dar uma chance?


*Kim Seokjin on*


-Não se humilhe a esse nível. Eu já lhe disse que não quero mais nada com você. Não me procure, nunca mais! - Finalizei a chamada, desliguei o celular, guardando-o no bolso da calça jeans! 

-Tem certeza que não quer ir para outro lugar? -Eun-Jo perguntou.

-Já falei que não. -Coloquei meus óculos escuros.

-O que lhe chama tanta atenção em Seul?

-Eu nem lhe devo explicações, mas é capaz da curiosidade lhe matar, não é mesmo? -Esbravejei. -Por dois motivos. O primeiro é que preciso encontrar uma pessoa. E o segundo motivo é que o idiota do meu irmão está quase sendo descoberto.

-Já descobriram sobre ela?

-Não, imbecil. Eu disse "quase sendo descoberto". Afinal, se por acaso fosse, eu nem pisaria em Seul. -Passei a mão pelo cabelo. -Eu falei para Taehyung apenas ameaça-la, mas depois da merda cometida, não adianta mais.

-E quem é a pessoa do primeiro motivo?

-Não é da sua conta. Agora vamos, não vejo a hora de chegar. 

Caminhei até a saída da bela e grande casa em Daegu. Janelas escuras em um tom azul, e a parte de fora pintada de branco. O jardim era minha parte favorita, era realmente muito bem cuidado. 

-Por que não vendeu a casa? -Eun-Jo perguntou.

-Mas como é curioso. -Fechei o portão. -É um possível lugar em que poderei me refugiar caso algo não ocorra como o planejado. Agora chega de perguntas, vamos! -Chamei-o. -Seul que aguarde. -Sorri de canto.

Sentei-me no banco de trás do carro luxoso. Eun-Jo na frente, dirigindo-o.

-Seu celular. -Estendi as mãos.

-No porta-luvas. -Ele disse.

Com um pouco de dificuldade, consegui alcançar.

-Você ainda tem o número do Joon-gu, não é mesmo? -O olhei pelo retrovisor. Ele assentiu com a cabeça. -Nunca apague.

Procurei na lista de contatos, e liguei.

-Alô?

-Como vai?

-Jin?

-Claro!

-Ligou por qual motivo?

-Estou voltando para Seul?

-O quê? -Gritou do outro lado da linha.

-Eu preciso resolver uns assuntos. -Pela janela do carro, observei a avenida.

-Fiquei quieto.

-Já estou a caminho, nada que diga me fará mudar de ideia.

-Aish! Achei que estava tudo bem por lá.

-Não está. Acho bom eu lhe encontrar.

-Mas eu estou na China.

-Se vira.

-Você não tem juízo algum, e se aquele moleque lhe entregar?

-Quem? O Jungkook? -Gargalhei. -Não seja tolo.

-Confia demais nele, não?

-Eu não confio nele, porém, ele não é uma ameaça, somente um estorvo. -Revirei os olhos.

-Vai acabar com o estorvo?

-Agora não, mas em breve!


*Kim Seokjin off*







Notas Finais


Perdoem qualquer erro de português.


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