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História Sinner (Baekhyun-EXO) - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente, como vocês estão?
Quase que não sai hoje, acredita?
Bendita cidade e seus apagões!
Curtam a leitura♡♥

Capítulo 17 - Chapter XVI


Narrador

 

            A mulher acordou cedo, não sabia explicar porque, mas praguejou durante todo o caminho até o banheiro, prendeu os cabelos num rabo de cavalo, lavou o rosto e escovou os dentes, com apenas uma blusa larga que alcançara antes de cair no sono ela desceu e foi preparar algo para o café. Every nunca se considerou uma pessoa romântica, longe disso, se lembrava de seus amigos e ex-namorados pelo menos em uma ocasião terem reclamado da falta de carinho e afeto demonstrados pela mulher, isso nunca a afetara efetivamente, mas de fato sempre trabalhara suas atitudes para que fossem o mais transparentes possíveis e revelassem nem que minimamente seus sentimentos.

            Desta forma, simplesmente não entendia o prazer que sentia ao preparar o café da manhã para seu menino, talvez estivesse se apegando demais a ele, se questionava frequentemente se tudo estava correndo na ordem natural das coisas, ou se estava pronta para o que estava por vir. Entendia de todo modo que gostava do que estava se metendo, acima disso tudo sabia que gostava do menino manhoso que dormi na sua cama. Assim que terminou de preparar tudo que havia planejado em poucos minutos pôs tudo sobre uma bandejinha e caminhou até o quarto.

            Baekhyun que havia acordado a pouco mais de dez minutos encontrava-se novamente adormecido, quando acordara apenas lavou o rosto e escovou os dentes, a preguiça se fez no vãmente presente, e ele dado por vencido simplesmente se deitou novamente. Ela por sua vez apoiou a bandeja na cômoda vazia e deitou-se junto a ele, beijou a testa e acariciou as bochechas do menino, sorriu para si mesma e se perguntou quando ficara tão boba com ele, com um cafuné gostoso por entre os cabelos e beijos pela face e pescoço Baek abriu os olhinhos vagarosamente.

            — Bom dia meu bem, como está se sentindo? — perguntou sorrindo ao vê-lo ainda sonolento.

            — Com sono. — respondeu com a voz embargada pelo sono recente.

            Deixando um selar carinhoso no rapaz ela se levantou, pegou a bandeja e quando se virou ele já estava sentado com o lençol quase que amarrado na cintura e uma expressão confusa no rosto.

            — Não é nada de mais. — anunciou se sentando novamente ao lado dele e passando a bandeja que continha alguns pequenos croissants, pãezinhos doces, frutas cortadas com capricho e dois copos de leite.

            — Noona, não precisava tudo isso, obrigado. — sorriu envergonhado ao ter os fios novamente afagados pela mais velha.

            — Por nada, agora vamos, coma alguma coisa. — disse pegando um dos croissants para si e o mordendo.

            Durante alguns minutos apenas comeram e compartilharam sorrisos rápidos, ela o observava, analisava milimétricamente cada pedacinho do rapaz a sua frente, a franja que mesmo amassada insistia em cair nos olhos do rapaz, as bochechas gordinhas, o biquinho fofo que se formava todas as vezes que enchia demais a boca, os ombros encolhidos enquanto segurava o pãozinho, Baekhyun era de certa forma perfeito demais para esse mundo.

            — Você trabalha ou estuda hoje? — perguntou assim que terminou de comer.

            — Eu trabalho de tarde, que horas são? — perguntou tomando o resto de leite que havia em seu copo.

           — São quase nove horas, tenho uma audiência às onze, podemos aproveitar mais um pouquinho? — perguntou vendo o menino assentir com um bigode engraçado de leite, o qual foi limpo pela mulher.

            Every pôs novamente a bandeja na cômoda e se cobriu com o lençol assim como fazia o rapaz, abraçou o corpo magro e traçou beijinhos desde seu maxilar até seus lábios, os arfares vindos do outro lado eram audíveis até mesmo durante o beijo, as mãos dela desciam até as costas do dele onde deixavam carícias. Logo as línguas iam de encontro uma com a outra, roçando num carinho quase malicioso, as mãos do de Baekhyun agora repousadas no quadril da mulher faziam desenhos abstratos no local, já as delas apertavam com possessão as coxas e bunda do menino, arrancando dele grunhidos baixinhos.

            Rapidamente a mais velha mudou as posições, sentando-se sobre o quadril alheio ela acariciava agora os biquinhos rijos do rapaz claramente excitado, beijava o pescoço e desta vez deixou outro chupão, próximo ao da noite passada. Com reboladas leves ele já se encontrava ansiando pelo contato, segurando a cintura da mulher a empurrando para baixo tentava prolongar o prazer que sentia por ter ela sobre si. Se aproximando da orelha dele, onde chupou e mordeu o lóbulo, ela sussurrou:

            — Os tapas de ontem não foram suficientes para mostrar quem manda aqui? Solte minha cintura. — sentiu os apertos deixarem o local citado e as mãos alheias caírem sobre a cama.

            — Noona, por favor? — ela sorriu convencida abaixando a única peça que o rapaz vestia vendo o membro rosado bater contra o abdômen dele.

            Como de praxe passou o indicador pela fenda e desta vez o levou a boca, com um meio sorriso ela começou seu trabalho, descia e subia a mão pelo pênis latejante, arrastava as unhas pela coxa marcada e então retornava a mão aos testículos onde massageava. Os olhinhos espremidos pareciam demonstrar o quanto estava gostando daquela estimulação matinal, o suspirar descompassado dava a certeza e o retesar do corpo vinha apenas para a confirmação de todo o resto.

            A palma da mão quente da mulher dava sensações indescritíveis ao mais novo todas as vezes que ia de encontro a cabecinha melada, com a mão fechada em volta do falo duro ela sussurrou para que ele fodesse sua mão como bem entendesse. Baekhyun era todo gemidos manhosos, investidas incertas, olhos marejados e o rubor na face. Rebolava desajeitado contra a mão dela, gemia pedindo por mais, e mordia os lábios já vermelhos, sentia o clímax perto e ansiava para que chegasse logo, a mente nublada e focada em apenas uma coisa, gozar.

            Ela deitada ao seu lado tratava de estimular as zonas que percebeu serem mais sensíveis, de certo os mamilos do moreno, a bunda já marcada pelos apertos e o abdômen que apresentava algumas marcas das unhas na pele branquinha. Os sussurros obscenos só faziam com que ele se descontrolasse mais rápido. Já quase gritando e sem forças para continuar ele jorrou jatos quentes que foram certeiramente no lençol, o corpo tremeu um pouquinho logo antes de ser abraçado pela mulher, a boquinha entreaberta que logo fora tomada num beijo rápido e o peito que subia e descia rapidamente, uma bagunça.

            — Vem meu bem, vamos tomar um banho.  — ela disse rente aos lábios dele.

            — E você, Noona? — perguntou ainda desnorteado.

            — E eu? Eu vou com você, seu bobo! — sorriu se levantando e puxando o rapaz. Não era aquilo que ele tinha perguntado, mas de qualquer forma, estava feliz por saber.

 

[...]

 

            Baekhyun por pouco não chegou atrasado na loja de eletrônicos, seu chefe acompanhou todo o seu trajeto até o balcão com olhares feios, talvez ele realmente não gostasse do menino, e Chanyeol o esperava sorrindo largamente. Sentou-se na cadeira giratória quase que desabando, sob os olhares minuciosos do amigo ele soube que não só gostaria como deveria desembuchar tudo sobre ele e Every logo.

            — E esse chupão aí Baekhyunee? — perguntou sorrindo malicioso.

            — Eu tenho é muita coisa para te contar. — disse passando os dedos pelo pescoço marcado em roxo.

            E então desatou a falar, contando tudo com riqueza de detalhes, isto que fora pedido elo amigo curioso, tudo o que lhe ocorrera junto a mulher, desde o dia que fora jantar na casa dela, de suas incertezas, do dia dos namorados até hoje pela manhã, Chanyeol era todo ouvidos e expressões de surpresa engraçadas.

            — Então ela é uma dominatrix mesmo? — quase gritou animado.

       — Fala baixo pelo amor de Deus! — pediu com os olhos arregalados. — E você não presta atenção em nada, não é? É dominadora, d-o-m-i-n-a-d-o-r-a, é diferente. — soletrou para o, até então, azulado.

            — ‘Tá, ‘tá, da próxima vez pode me engolir, grosso! — quase teve uma crise de risos ao ouvir da boca alheia “Vou nem te dizer o que é grosso” — O que essa mulher fez com você?! — exclamou assustado.

            — Aish, você fica me irritando e depois não quer que eu te responda do jeito que merece. — cruzou os braços pondo um bico nos lábios.

            — Credo, nem parece a mesma pessoa. Mas me conta as coisas direito Baekhyun! — empurrou-o pelos ombros. — Como está sendo o primeiro dia despois de perder a virgindade, hein? Vendo novas cores? O mundo brilha ao seu favor, não é?

            — Deixa de ser bobo Chany, é normal, que nem os outros dias.

            — Ah mas você não é nem um pouquinho alegre, credo, não sei como ela te suporta! — refutou emburrado.

            — Eu não sou alegre? Você que é muito emocionado. — suspirou girando na cadeira. — Mas se você quer mesmo saber, eu ‘tô feliz, feliz demais. — soltou com um sorriso no rosto.

            — ‘Ih ala, todo apaixonadinho, sabia que isso ia acontecer. — se vangloriou rindo.

        — Para Chanyeol, se você ficar me irritando não vou deixar você usar o controle azul. — disse se referindo ao controle de videogame com botões adicionais que tinha em sua casa.

            — Mas é muito criança, viu?! Deus me livre. — respondeu balançando a cabeça em negação.

            — Certinho, acabou de perder o controle azul. — virou o rosto convencido de sua chantagem.

         — Não Hyung, por favor! Não faz isso comigo, deixa eu usar o controle azul! — implorou se pendurando nos ombros do mais velho.

            Não era costume Chanyeol chamar o amigo de “Hyung”, a menos que quisesse muito alguma coisa, como era a situação, afinal, ele não era tão mais velho assim. E assim se sucedeu o turno vespertino, os dois se chantageado mutuamente afim de conseguir o que queriam, Baekhyun que o amigo parasse de fazer perguntas constrangedoras e de o perturbar, já Chanyeol que o amigo parasse de ser chato e lhe desse o controle azul. Quando o turno chegou ao final a briguinha pelo controle se estendeu até a casa do Byun, passaram a noite e parte da madrugada comendo e jogando, coitados dos professores de cada um que teriam o trabalho de dar aulas para que eles dormissem ouvindo.


Notas Finais


E aí, o que acharam?
Comentem!

Só uma coisinha: Como tem ficado a estrutura do texto para vocês? Para mim dependendo do aparelho que eu uso a "diagramação" tem ficado arrastada para direita/esquerda e as vezes certinha, estou tentando entender o que eu faço para melhorar isso.

Espero que tenham gostado.
Um beijoo♡ ♥


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