História Sinners - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Horror, Kim Taehyung, Long Imagine, Min Yoongi, Sobrenatural, Terror, Você
Visualizações 255
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeei meu raios de sol!! Me desculpem a demora, mas além do.bloqueio de criatividade, eu estava trabalhando numa melhor escrita e num melhor enredo para Sinners, então me perdoem e não desistam de mim plsss
Tenham uma boa leitura ❤❤

Capítulo 8 - Taehyung scares me.


Fanfic / Fanfiction Sinners - Capítulo 8 - Taehyung scares me.

— Desculpa vir aqui sem trazer nada. — eu estava sentada entre os túmulos dos meus pais. Haviam alguns buquês de flores secas e mortas por cima da terra, já fazia tempo desde a última vez que eu tinha vindo.

O céu estava nublado e o frio predominava o cemitério. Um vento forte bateu e as árvores sacudiram, enquanto eu abraçava a mim mesma na tentativa de aquecer-me. Meus olhos caminharam pelo lugar e eu procurei palavras para dizer, mas não as encontrei, embora eu quisesse dizer muitas coisas. Parte de mim queria se desculpar, desculpar por não ser a menina perfeita que eles queriam que eu fosse, desculpar por sempre falhar em tudo e principalmente com Matt. Mas outra parte só queria gritar e gritar o quanto eu estava fraca e despedaçada, o quanto eu sentia falta do calor do colo deles, o quanto eu sentia falta da nossa família.

— Eu… — respirei fundo e dei uma breve pausa. — Amamos vocês.

Engoli o nó na garganta, e com um suspiro me despedi. Minhas botas passaram a enterrar na lama que formou-se com a chuva que havia começado. Caminhei mais rápido e quando me encontrei na calçada do cemitério, meu celular tocou, e eu atendi um pouco atrapalhada.

— Alô? — minha voz saiu ofegante.

— Alô. Desejo falar com a aluna (S/n). — uma voz fina e feminina falou do outro lado da linha. Avistei o ponto de ônibus e corri até ele, onde me escondi das grossas gotas de água e pude falar mais calmamente.

— Sou eu. O que deseja?

— Estamos contatando todos os alunos para informar a volta das aulas amanhã. Não toleraremos faltas, senhorita. — a moça, que eu deduzi que fosse uma senhora de idade, explicou-me.

— Ah, sim. Está bem. — falei embora eu tampouco estivesse com vontade de voltar para o hospício. — É só isso?

— Sim. Tenha um bom dia. — a ligação foi encerrada antes que eu pudesse retribuir por educação.

Foi então que eu guardei o celular e notei que nenhum carro nem ônibus transitavam por ali, éramos apenas eu e a bruta chuva de inverno chegando com toda força no chão.


(...)


Já estava no fim da tarde quando Minah bateu na minha porta logo que saiu do aeroporto.

— Ahhh, eu estava com tanta saudade! — ela falou abraçando-me forte, seu agasalho de pluma aqueceu-me por um instante. Sorri alegre quando nos separamos, embora deva ter parecido mais um sorriso cansado.

Nós conversamos até certa hora da noite, até que seu pai, o Sr. Kang, apareceu para buscá-la. Eles iriam numa pizzaria, onde a Sra. Kang os esperava. O convite me foi feito mas eu neguei um pouco sem graça, eu estava muito cansada e sentia um resfriado se aproximando. Meu plano era colocar roupas mais quentes e dormir até o meu limite, e foi isso que eu fiz. Mas bastou eu fechar os olhos que eu nem notei as horas passarem, e acordei prontamente com um cheiro de café da manhã inundando meu quarto.

Um pouco sem entender, caminhei até a porta do meu quarto coçando os olhos, e em seguida fui até a escadaria. A voz de vovó se fez presente e eu desci as escadas imediatamente. Matt estava sentado num banco do balcão, e minha vó estava no fogão, fritando o que parecia bacons.

— A bela adormecida acordou. — meu irmão debochou sorrindo e eu lhe mostrei a língua enquanto caminhava até vovó. A abracei forte e senti o cheirinho de sabonete de morango entrar pelas minhas narinas.

— Ah, querida, você parecia tão cansada que resolvi te deixar dormir até preparar o café da manhã. — falou sorrindo docemente enquanto segurava minhas duas mãos. Notei em seus olhos que alguma hora teríamos que conversar sobre a morte de Ben, mas aquela hora não precisava ser agora.

— O cheiro está ótimo, vó. — ela voltou a dar atenção ao fogão e eu falei desviando meus olhos, enquanto me sentava ao lado de Matt, que comia um cereal de chocolate numa tigela média.

— Como foi a viagem? — questionei esticando-me para pegar meu celular que estava próximo a caixa de leite e do cereal. Notei que tinha apenas cinco por cento de bateria e o deixei de lado, mesmo percebendo cinco mensagens não lidas no Kakao Talk.

— Ocorreu tudo muito bem! — exclamou enquanto desligava o fogo e montava os pratos pra servir na mesa.

— Deixa que eu te ajudo. — falei e depois de tudo estar pronto, nos sentamos e comemos daquela deliciosa comida que há muito tempo eu não comia, chegava a ser estranho ter um café da manhã em família.

Após a refeição, eu me arrumei enquanto meu celular carregava um pouco, e esperei a alta buzina de Minah ecoar na varanda. Não demorou muito, embora o relógio mostrasse que já estávamos um pouquinho atrasadas.

Me despedi e peguei minha mochila, correndo para o banco do carona em seguida. Jin estava no banco de trás.

— Já sabem da nova? — Minah perguntou quando o semáforo indicou a cor vermelha. Eu e Jin desviamos nossos olhos dos celulares e a encaramos, curiosos. — Um dos antigos fundadores da cidade retornou e vai fazer um festival essa noite na praça. — explicou retornando a andar com o carro.

— Impossível, gatinha. Lembra do trabalho que fizemos sobre o  incêndio na mansão do fundador Choi que matou mais de oitenta pessoas, inclusive os outros fundadores também? — Jin questionou como se fosse óbvio. Eu me lembro perfeitamente do trabalho, e realmente todos haviam morrido no acidente, não tinha como isso acontecer.

— Eu não sei como, talvez ele tenha sido um sobrevivente e ninguém soube. Eu só sei que minha mãe vai me arrastar para o festival e eu tinha um encontro marcado com o Nam. — ela falou bufando irritada. Nam, ou Namjoon, era o garoto popular da nossa sala. Tanto por sua beleza quanto por sua inteligência. Minah e ele sempre tiveram um caso ali e outro aqui, mas nunca algo oficial.

Eu me encostei no banco e evitei de pensar muito, minha cabeça já estava muito cheia e não cabia lugar para mais uma loucura daquela cidade. Meu celular vibrou e eu notei ser uma mensagem da minha psicóloga.

“Você tem uma sessão marcada hoje. Não esqueça, querida.”


(...)


Ao entrarmos na sala, Minah e Jin sentaram-se nos únicos lugares vagos no fundo e eu me sentei em uma das cadeiras da frente. Meus olhos prenderam-se na janela enquanto meus pensamentos atormentavam minha cabeça, até que a porta se abriu e eu o vi entrar. Kim Taehyung, com seu cabelo diferente, agora loiro. Seus braços mostravam-se mais fortes por baixo da camisa de manga longa preta, provavelmente havia malhado nesse intervalo de tempo.

Foi então que eu encarei seus olhos e para minha surpresa, os mesmos me encaravam também, durante curtos segundos — que mais pareceram horas — até ele se virar para fechar a porta e em seguida sentar-se no lugar vago em meu lado.

Eu petrifiquei permanecendo parada olhando para frente, não conseguia sequer mover um músculo. Sua mochila bateu com força na mesa, ele havia jogado, o que me fez tremer levemente de susto. Eu ousei me levantar para ir ao banheiro, precisava sair do seu lado de pressa, nem que fosse por alguns minutos. Mas seus dedos frios tocaram meu pulso e me puxaram levemente, impedindo-me de levantar. Eu arregalei os olhos quando notei que ele havia me puxado e senti meu coração dar descargas elétricas por tamanho nervosismo. Meus olhos encararam seu rosto e eu notei um sorriso mínimo se formar em seus lábios.

— Quem você acha que é? — por um momento, uma raiva que não era minha tomou posse de mim e eu realmente estava irritada. Eu mal o conhecia, e já era a segunda vez que ele entrava no meu caminho de forma estranha.

— Querer se afastar de mim porque eu te assusto não é a melhor opção. Não é de mim que tem que ter medo. — ele falou observando minuciosamente cada parte do meu rosto. Senti um desconforto e o encarei com raiva, com muita raiva.

— Eu não tenho medo de você. — falei pausadamente, ele sorriu, um maldito sorriso irônico, como se me perguntasse “Tem certeza disso?”. E o pior é que eu não tinha certeza daquilo que eu acabara de dizer, mas eu tinha certeza que não pagaria para passar a ter.


Notas Finais


Espero que tenham gostado❤❤

essa fanfic é de uma amiga minha e estou divulgando lara ajuda-la, dêem uma passadinha lá!! https://www.spiritfanfiction.com/historia/senhor-kim-perverso-13730915

E esse daqui é o trailer que eu fiz - https://youtu.be/0OUJAb1WVBc


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