História Sinners - Capítulo 38


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Categorias The Thundermans
Personagens Max Thunderman, Personagens Originais, Phoebe Thunderman
Tags Mabe, Max Thunderman, Phoebe Thunderman
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Palavras 2.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - .bondade.


Fanfic / Fanfiction Sinners - Capítulo 38 - .bondade.

Narrado por Max Thunderman

Depois de quatro dias, a dor acabou ficando mais anestesiada. Nas primeiras duas noites Phoebe teve pesadelos, e eu fui obrigado a me trancar no banheiro para que ela não me ouvisse chorando.

Mas na terceira noite, ela dormiu serenamente e o meu choro simplesmente cessou. Tudo pareceu mais distante, e então não era mais insuportável aquela dor. Se tornou tolerável.

Eu sentia falta dos meus irmãos. Sentia saudades dos meus pais. Morria de vontade de conversar com Colosso ou Oyster.

Mas aquilo não estava mais ao meu alcance. 

Mas foi minha escolha afinal.

Suspirei olhando pela janela. Sentado naquela mesa pequena, naquele motel caótico de beira de estrada. Phoebe estava lá embaixo, ajudando Trixie com o dever de casa, como tinha feito nos últimos três dias.

Era um alívio que ela tivesse com quem conversar, assim não tinha tempo de refletir sobre como nos isolamos do mundo que conhecíamos. De como estávamos sozinhos.

Olhei para a mesa. 

O dinheiro estava acabando

Comida e a diária do motel estavam acabando com todas as nossas reservas, e esse era o motivo de eu não ter dormido a noite toda. 

Não tinha outra saída, Phoebe e eu precisávamos partie dali e encontrar um lugar onde eu pudesse achar emprego. 

Mas não tinha como. Não tínhamos como sair dali. Bufei enterrando a cabeça entre as mãos. Até ouvir a porta abrir bruscamente.

– Max, você se importa se eu... – ela parou e me olhou. Vi em seus olhos que meu estado deveria ser péssimo. Falta de sono e não ter conseguido comer nada tinham me afetado fisicamente, com certeza – O que aconteceu?

Ela se aproximou e se sentou na minha frente. Phoebe olhou o dinheiro sobre a mesa e engoliu seco, compreendendo de cara o que estava se passando. Ela me olhou preocupada e talvez assustada.

– Temos que ir embora – falei – Aqui no meio do nada não tem o que eu possa fazer pra conseguir dinheiro.

– E como vamos embora? – perguntou ela – Você abandonou o carro, lembra?

– É claro que eu me lembro! – falei talvez ríspido demais. Fechei os olhos me amaldiçoando mentalmente por descontar nela. Esfreguei os olhos. Precisava tomar algo pra dor de cabeça – Eu tô tentando pensar em alguma coisa.

Olhei para ela, Phoebe ainda estava me olhando, talvez um pouco ofendida por eu ter gritado com ela. 

– Eu acho que podemos ficar sem almoço hoje. O café da manhã foi suficiente – disse ela.

– Não – falei – Você precisa se alimentar direito.

– Max...

– Você está grávida, caso não se lembre! – ralhei. Talvez estivesse irritado demais pra conversar com ela – Eu preciso...só preciso pensar.

– Podemos ir ao vilarejo procurar trabalho – disse Phoebe agora parecendo completamente impaciente comigo – Ou vai dizer que eu não posso porque estou grávida

Perfeito. Maravilha. Agora eu ia precisar pedir desculpas.

– Não é isso que eu...

– Você faz parecer que me tornei uma inútil, por causa disso. Eu não virei um...cristal delicado e frágil que vai quebrar com o mínimo esforço – ela me xingou – Eu posso trabalhar tão bem quanto você!

– Olha, é só...eu não disse que você é inútil – tentei ser o mais paciente e carinhoso possível. Não estava com cabeça pra lidar com os distúrbios hormonais dela – Só não quero que fique sem almoçar. Será que é tão difícil entender o que eu digo?

Ela estreitou os olhos e cruzou os braços com raiva.

– Está me chamando de burra? – perguntou.

Bufei enterrando a cabeça entre as mãos exausto. O que eu tinha que dizer pra ela não ficar irritada? Era impossível agradar aquela garota!

– Phoebe eu...

Ela formou uma linha com os lábios e desviou o olhar. Os olhos dela lacrimejaram e Phoebe se levantou correndo para o banheiro. Trancou a porta e começou a chorar.

Fiquei perdido, com a boca aberta e completamente desnorteado na sala. Eu jamais iria entender o que disse de errado.

Eu ri de nervosismo e joguei a cabeça para trás.

– Ah – exclamei baixinho, não queria que Phoebe ouvisse mais nada – Eu vou acabar perdendo a minha sanidade.

●------■------●

Depois do chilique de Phoebe, resolvi que o melhor era deixar ela se acalmar por conta própria. Não daria muito certo se eu quisesse entrar e concertar tudo, parecia dizer uma coisa pior que a outra.

Então eu saí e fui caminhar.

Eu sabia exatamente o que ia fazer. Ia encontrar qualquer emprego que conseguisse e juntaria dinheiro pra Phoebe e eu irmos embora. Não ia permanecer o resto da vida ali.

Estava a caminho do vilarejo, perdido nos meus pensamentos quando ouvi uma coisa. Pareciam pessoas falando, eu até ignoraria se não ouvisse um choro.

Paralisei e franzi a testa. Após o choro veio uma pancada.

Olhei para o lado, havia uma estrada de terra estreita que entrava por dentro da mata. E foi quando avistei o tumulto.

Haviam dois garotos, talvez tivessem a minha idade, mas pareciam ter mais. 

Os dois estavam arrastando a garota de cabelos avermelhados para o meio da mata, enquanto ela chorava e se debatia. Um deles cobriu a boca dela. Eles sorriam se divertindo com aquilo, e a maldade em seus olhos denunciavam a intenção. Trixie gritava por socorro, sendo abafada por eles.

– Hey! – gritei andando mais rápido na direção deles. Quando percebi que não era rápido suficiente corri. Quando cheguei perto um deles me viu tarde demais, sem pensar, atingi o rosto dele com um soco que o derrubou na mesma hora.

O amigo soltou Trixie que caiu de joelhos e rastejou assustada para trás de uma árvore. 

Mesmo sem poderes, ainda era bem treinado. E agarrei a mão dele antes que me atingisse, torcendo com todas as forças até ele gritar de dor e se ajoelhar.

– Se acham bem machos pra violar uma garota? – rosnei.

– Me solta, seu otário! – gritou com dor. Torci mais ainda e ouvi um barulho doloroso, em seguida ele gritou mais alto.

– Soltou a Trixie quando ela pediu? – ironizei. Percebi alguém se aproximando e usei a mão livre pra acertar um soco novamente e derrubar o outro no chão de novo – Eu vou deixar bem claro: se aproximem dela, ou de qualquer garota de novo, e sua mão vai ser a última coisa que eu vou quebrar.

Eu o soltei. Ele se contorceu no chão, gritando e segurando a mão, e em seguida se levantou. Ajudou o amigo a levantar e correr rapidamente na direção da rodovia.

Me virei e encarei Trixie. A pequena garota encolhida atrás da árvore, tremendo e com o olhar de pânico grudado no chão.

Me aproximei devagar e ajoelhei a frente dela. Trixie se assustou e recuou.

– Hey, sou eu. O Max, eu não vou te machucar – estendi a mão de vagar. Quando toquei o braço dela, Trixie estremeceu por completo e me olhou assustada, mas aos poucos me reconheceu e baixou a guarda – Trixie, respira.

– Eles...eles...

– Já foram, eu dei um jeito – falei – Você está segura agora.

Ela ficou quieta e assentiu. Abraçou as pernas assustada, ainda em soluços mais mansos. Em seguida ela fungou.

– Eles...vão me pegar amanhã – sussurrou em um tom quase inaudível.

– Eles já te machucaram antes? – perguntei. Ela negou de forma frenética.

– Mas eles dizem coisas ruins...– ela sussurrou – E eles ameaçam...ameaçam...

– Te abusar? É isso? – perguntei. Ela assentiu e abaixou a cabeça voltando a chorar. Toquei seu ombro em forma a dar conforto. Eu estava realmente preso em um dia cheio de mulheres chorando.

●------■------●

Depois que Trixie se acalmou, ajudei ela a se levantar e acompanhei de volta ao motel. Os pais dela, os donos, haviam ido a cidade comprar coisas para o estoque e por conta disso levei a  ruiva até nosso quarto.

Abri a porta e deixei que ela fosse a frente. Phoebe estava sentada na cama e franziu a testa desligando a televisão na mesma hora.

– Trixie? Meu Deus, o que aconteceu com você? – perguntou vindo rapidamente em nossa direção.

– Eu posso usar o seu banheiro – perguntou ela mostrando a mão, quando caiu acabou se cortando em uma pedra e aquilo estava horrível. Phoebe fez uma careta.

– Claro! Eu tenho um kit de primeiros socorros, depois que limpar eu faço um curativo pra você – disse Phoebe.

Trixie sorriu fraco e andou até o banheiro. Quando a porta se fechou Phoebe virou para mim preocupada.

– O que aconteceu? – sussurrou.

– Uns caras tentaram abusar dela – sussurrei fazendo Phoebe levar a mão a boca horrorizada – Eu cheguei bem na hora.

– Brigou com eles? – perguntou ela.

– Não foi bem uma briga – sussurrei.

Phoebe segurou meu rosto e começou a analisar. Em seguida começou a me analisar de cima abaixo.

– Você se machucou? – perguntou ela ainda me virando de um lado a outro.

– Não – segurei suas mãos – Precisa se preocupar com a Trixie agora. Ela disse que eles costumam ameaçar ela com frequência.

Ela assentiu.

– Ela não vai se sentir tão confortável em falar sobre isso comigo, então acho melhor você perguntar – falei. Phoebe concordou.

– Claro – disse ela – Eu falo com ela.

Assenti e me virei para sair, mas Phoebe me puxou pelo braço. Olhei para ela que estava com os olhos brilhantes. Ela parecia...arrependida?

– Me desculpa por hoje de manhã – falou ela baixo e devagar – Eu acho que passei dos limites.

– Acho que nós dois chegamos nos nossos limites – falei com um sorriso triste. Ela suspirou.

– Eu sei que você está fazendo o seu melhor, mas às vezes eu fico com muita raiva – disse ela gesticulando – Não de você. Por termos que estar passando com isso. Sinto raiva da Liga. Sinto raiva dos nossos pais. Do Mayhem. Do Link...e eu só consigo pensar em como estamos perdidos.

Ela fez uma pausa e olhou em volta.

– Vai ser muito difícil – disse ela – E eu estou ciente disso. Só peço que, por favor, não me exclua jamais. Sempre que tiver um problema me fale, se precisamos de dinheiro, vamos conseguir juntos. Mas não carregue o peso todo sozinho.

– Acho que o que o papai dizia pra mim, sobre ser um homem – falei segurando sua mão. Olhei para a mão delicada e macia, o esmalte rosa desbotando e alisei com o polegar – Que um moleque, fugiria de compromissos, jamais saberia sustentar uma casa. E nisso...pelo menos nisso, eu não queria decepcionar ele.

Meus olhos ardiam.

– Max...

Trixie saiu do banheiro naquele instante e recuei um passo. Ela olhava a mão com atenção. Phoebe se virou e andou até ela.

– Me deixa ver isso – pediu.

E com aquela deixa eu saí. Precisava pensar, e pensar muito.

●------■------●

Eu anotei mentalmente todos os meus problemas. Fiz uma extensa lista e depois os coloquei em ordem, do pior para o menos pior. Em seguida comecei a solucioná-los mentalmente, e nisso perdi muitas horas.

Bufei chutando uma pedrinha e observei enquanto ela rolava até a beira da rodovia. O sol estava se pondo e Phoebe ainda estava conversando com Trixie.

Enquanto pensava em meus problemas, tentava lembrar que para Phoebe era dez vezes pior. Talvez eu estivesse acostumado a ser a decepção dos nossos pais, mas ela não.

– Hey garoto! – me virei ao ouvir a voz do dono do motel, o pai de Trixie. Era um homem baixinho e careca, que eu tinha visto apenas algumas vezes – Qual é mesmo seu nome?

– Max – falei franzindo a testa quando ele finalmente me alcançou a beira da estrada – Max Thunderman.

Ele estendeu a mão e apertou a minha.

– Meu nome é Ulisses Belgrado – disse ele – Mas bem, eu queria te agradecer...Beatrice nos contou que você salvou a vida dela hoje. Muito obrigado por salvar minha menininha.

Franzi a testa, as horas de sono a menos estavam mexendo com minha cabeça. Pisquei algumas vezes tentando lembrar quem era Beatricie.

– Ah...a Trixie – falei finalmente ligando o apelido e o nome. Suspirei e sorri – Não foi nada, senhor, eu só fiz o que gostaria que fizessem se alguém ferisse minhas irmãs.

Ulisses sorriu e tocou meu ombro.

– Eu percebi que está passando por algumas dificuldades, filho – disse ele – Quer beber uma cerveja? Conversar e quem sabe desabafar um pouco? 

– Ah, eu não sei se...

– Não se preocupe com a sua namorada, minha esposa e a Beatrice levaram ela pra nossa casa, lá nos fundos pra jantar – disse ele apontando a pequena casa que se escondia atrás do motel – E eu pago.

Ele sorriu. Não podia negar uma oferta daquelas.

●------■------●

Me sentar com Ulisses em duas cadeiras a beira da rodovia, olhar o campo aberto a nossa frente e o céu tomado por estrelas foi o que eu precisava naquele momento.

Depois de dois goles de cerveja, contei tudo a ele, retirando apenas o "fator incesto" e deixando desde a gravidez de Phoebe até nossa fuga e meus problemas com dinheiro. Desabafar foi libertador. Ulisses ouviu tudo atentamente e apenas assentia enquanto eu fazia pausas e dizia "entendo" quando eu perguntava se estava acompanhando.

Quando terminei ele me olhou de uma forma que quase me fez chorar. Me olhou como um pai compreensivo. Aquele olhar que eu sabia que Hank Thunderman nunca mais me dirigiria.

– Sabe Max – Ulisses se pronunciou pela primeira vez depois de vinte minutos me ouvindo. Ele colocou a garrafa de vidro no chão ao seu lado e me olhou – Você é mais homem do que pensa.

Fiquei em silêncio apenas esperando a explicação.

– Poucos adolescentes na sua idade teriam na cabeça o que você tem – disse ele – De querer dar o melhor pra essa garota e buscar um futuro pra essa criança mesmo que da forma mais arriscada.

– Eu agi como um moleque irresponsável e agora ela está sofrendo por isso – falei cabisbaixo.

– Ela te ama suficiente para passar por isso ao seu lado – disse Ulisses – Quando me casei com a Magda, tínhamos dezoito anos... na época eu não tinha onde cair morto. Mas ela jamais me abandonou, e me ajudou a fundar esse lugar. Pode parecer meio caído, mas é o único na região e isso sustenta minha casa.

Franzi a testa.

– Não entendi o que quis dizer – confessei. Ele sorriu.

– Você e essa garota tem mais do que a maioria dos casais hoje em dia. Vocês tem amor e cumplicidade. São um time, e por isso eu digo que vão vencer essa fase – disse Ulisses – E eu quero ajudar. Por ter protegido a minha filha.

Olhei para ele confuso. Ulisses sorriu e se levantou me estendendo a mão. Relutei sem entender.

– Vem comigo, Max – disse ele – Quero te dar um presente.

Tomado de curiosidade, eu o segui.

●------■------●

Segui Ulisses para os fundos do motel.a casa dele ficava a alguns metros, em uma descida íngreme. As luzes estavam acesas e dali pude ver as três sombrar em uma janela.

Ulisses me levou a um galpão pequeno bem atrás do motel, coisa que eu nem havia notado antes. Estava escuro, mas ele precisamente puxou um molho de chaves do bolso e enfiou a certa no cadeado que segurava as correntes nas portas enormes.

Ele tirou as correntes e abriu um lado da porta apontando para dentro.

– Vem – disse ele. Eu obedeci e entrei. Não podia ver nada, tudo que enxergava eram sombras. Por fim, as luzes se acenderam sobre minha cabeça agredindo meus olhos.

Quando a visão clareou pude ver o fusca azul, desbotado e enferrujado em alguns pontos. Olhei para Ulisses e ele sorriu cruzando os braços.

– O que achou? – perguntou ele.

– É um belo carro! – falei sinceramente – Alguns reparos e ficaria mais perfeito ainda!

– Acha que serve pra você e Phoebe seguirem viagem? – ele perguntou.

Paralisei olhando para ele. Me perguntando se estava realmente ouvindo aquilo. Senti uma euforia e uma alegria tomando conta do meu peito tão bruscamente que tive que sorrir de orelha a orelha.

– Isso...Não posso aceitar!

– Sem cerimônias, garoto – disse ele dispensando meu drama com um gesto da mão. Se aproximou e escorou no carro – Está parado aqui a alguns anos, eu deveria ter arrumado, mas nunca tenho tempo. O motor tá com defeito, sabe arrumar?

– Posso arrumar qualquer coisa – falei ainda sem acreditar enquanto encarava a solução de um dos meus problemas. Ulisses riu da minha empolgação e se aproximou me abraçando. O abracei com força, querendo deixar claro meu agradecimento.

– Eu gostei de você, Max – ele se afastou sorrindo – E quero ajudar como puder. Não precisa me pagar a estadia de vocês enquanto estiverem aqui. E a partir de hoje não ficam no motel, são hóspedes na minha casa.

– Eu nem sei como agradecer, eu... – levei as duas mãos a boca maravilhado. Ulisses riu e deu um tapinha leve no meu ombro.

– Agora vamos jantar – disse ele – E depois você vai poder ter uma noite decente de sono.

Naquela noite eu realmente dormiria bem. Graças aquelas pessoas, que me faziam acreditar que ainda existia bondade nesse mundo cheio de injustiça.


Notas Finais


Gostando?❤
Parece que as coisas finalmente estão se ajustando para o nosso casal😊


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