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História Sinners - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


E graças a Usagi eu tô postando meu soukoku fem, vão ter 3/4 capítulos eu tô decidindo ainda.

Como prometido, eu tô dedicando essa história pro @sigmacutie no twitter, pq segundo ele mesmo "Soukoku fem é Deus"

Ademais, ademais, se alguém se sentir ofendido com o que acontece aqui, saiba que não foi a minha intenção e peço um milhão de desculpas...

Capítulo 1 - Pai nosso que estás no céu


Fanfic / Fanfiction Sinners - Capítulo 1 - Pai nosso que estás no céu

Chuuya sempre amou correr riscos, sentir a adrenalina correr por todas as suas artérias e veias da cabeça aos pés, mas isso? Isso que a sua namorada estava lhe fazendo? Isso era totalmente diferente.


Era a formatura de ambas na faculdade de direito, estavam vestidas de acordo com a ocasião, vestidos longos, porém segundo si mesma seu corpo era atraente demais para se deixar totalmente coberto, por isso que uma perna estava completamente exposta, um destaque quase branco como papel.


Sua namorada, Osamu estava ao seu lado com um longo vestido azul que diferente do seu, cobria toda e qualquer área do seu corpo, Chuuya sabia o motivo disso e lhe doía demais só em lembrar. Uma mão segurava o seu canudo de formanda e a outra pousava na mão dela, unidas discretamente, esperando que a lista de chamada saísse da letra "F" e chegasse logo na "O", mas foi com míseros segundos e um único piscar dos seus olhos perfeitamente a maquiados que a mão da outra pousou em sua coxa exposta, entrando dentro do tecido vermelho indo em direção a sua calcinha.


Chuuya se arrepiou em um misto confuso de prazer e medo.


— O-oe cavala… - Praguejou mentalmente por ter gaguejado, sorrindo para alguém curioso pela provável cara assustada que fez segundos atrás. — O que você está fazendo? 


— Isso tá muuuito chato chibbi, fora que falta muito para chamarem o meu nome ainda. - Falou em sussurro, os dedos alisando a intimidade molhada da outra mesmo sob o pano da calcinha. 


Não conseguiu deixar de sorrir, um sorriso carregado de luxúria.


Foi quase que automático, mas a ruiva mesmo que sem ter noção disso abriu mais as suas pernas, dando-lhe melhor acesso. Era perigoso, ó céus como era perigoso, mas a sua consciência já havia sido chutada para longe assim que pôs os olhos na sua morena arrumada, já havia imaginado pervertidamente chegar no apartamento dela — já que ela morava sozinha — e rasgar aquele vestido da gola até seus fartos seios depois da chata ocasião de formatura.


Mordeu os lábios com força quando a calcinha de renda foi empurrada para o lado e dois dos dedos compridos dela abriram a extensão dos seus lábios.


Já estava na letra "M" e Chuuya resmungava por duas coisas, pela cerimônia estar indo lenta demais e…


Por estar indo rápido demais.


Mas como se algum deus tivesse ouvido apenas metade dos seus resmungos o pastor da faculdade católica que fazia parte chegou, atrasado, esbaforido, pedindo perdão e parando a cerimônia antes do único estudante de letra "N" ser chamado.


Foram rápidas palavras de esperança e desejos de boa sorte seguido de um convite — ou ordem — para todos.


— Agora, podem ficar todos sentados, mas vamos rezar uma oração. Agradecer por estarmos aqui hoje, nesse momento, vencendo mais uma etapa na nossa vida.


Aquilo acabou de ficar mais sujo, indecente e pecaminoso que existia.


Dazai riu prazerosamente disso enquanto Chuuya sussurrava para que somente a outra escutasse que teria volta. 


Todos ali fecharam os olhos para a oração, a diferença é que nenhum teve dois dedos penetrados dentro de si no mesmo instante.


— Pai nosso que estás no céu.


Chuuya segurava os gemidos enquanto seus pensamentos iam e viam sobre a existência de Deus e que se ele existisse, será que a perdoaria.


— Santificado seja vosso nome.


A morena rezava descaradamente alto, brincando com fogo, Chuuya pensou antes dos dedos começarem a se mover mais fortes porém discretos com os sons quase que perfeitamente audíveis dos seus líquidos melando a mão de Dazai e as suas coxas.


— Venha a nós ao vosso reino, seja feito a vossa vontade.


As pernas da ruiva formigavam e tremiam com a sensação, queria ser amarrada, queria ser agraciada, não se importaria nenhum pouco de ficar com o papel de passiva hoje.


— Assim na terra como no céu, o pão nosso de cada dia nos daí hoje.


Um terceiro dedo entrou abruptamente tentando lhe alargar mais e um gemido baixo lhe escapou, assim como lágrimas que provavelmente borrariam a sua maquiagem.


— Perdo-ai as nossas ofensas.


Chuuya riu, como não riria? Se Deus existisse ela jamais seria perdoada. Mas se fosse jogada aos infernos por um ato tão pervertido como esse, Osamu Dazai estaria consigo, ela estaria consigo até nisso.


— Assim como nós perdoamos a quem vos tem ofendido.


— E não vos deixe cair em tentação.


Agora fora a ruiva que não pode deixar de rir disso, a tentação era boa demais para não se deixar cair incontáveis e incontáveis vezes. Ainda mais com o polegar da morena esfregando o seu clitóris.


— Mas livrai-nos do mal, amém.


Vários amém foram repetidos e agradecimentos, o pastor indo para a bancada com outros professores e Nakajima Atsushi sendo chamado, a próxima seria sua namorada.


E Nakahara Chuuya era eternamente grata por isso, porque ela estava prestes a cometer um ato de loucura, ela estava próxima, muito próxima, ia gozar a qualquer instante, mas foi quando o nome da outra foi chamado, a mão quente em sua vagina saindo dali e o ar frio dos ar condicionados ligados bateu ali, e a dor em sua barriga pelo orgasmo trancado que olhou fixamente para a outra que limpou a mão em seu vestido enquanto se levantava sorrindo inocente para a ruiva.


— Isso não vai ficar assim… Osamu.


Ela só piscou e saiu, o vestido azul escuro marcando seu corpo magro porém com muitas curvas, a mão brilhando pelo líquido da ruiva, a mesma mão que afagou as costas do pastor em um abraço, a mesma mão que pegou o canudo da mão da diretora da faculdade, Agatha Christie.


Como Nakahara Chuuya pode ter se encantado, se apaixonado por uma mulher tão pervertida e suja assim? 


Talvez… Talvez fosse porque a ruiva era exatamente assim também… Porque as duas se complementavam.


Foi quando a morena voltou e o nome de Ryuunosuke Akutagawa foi chamado, foi só então que reparou que o garoto que sempre gostou de ficar isolado de todos estavam atrás das duas, saiu lançando um olhar de julgamento.


Chuuya ficou vermelha ao ponto de não se saber mais o que era cabelo, vestido ou sua própria pele.


Dazai apenas sorriu, tampando a boca com a mão e sentando-se, escorando a cabeça no ombro da outra.


— Chuuya-chan vai me punir? - Dava pra ver o biquinho com seus lábios pintados por um batom roxo escuro.


Ela não respondeu, só suspirou alto, lembrando-se que tinha a festa depois…


Osamu Dazai que esperasse pacientemente para o que a cabeça de Nakahara Chuuya estava planejando.


Notas Finais


Certo, antes que perguntem sobre Desire, eu apaguei por uma série de motivos e eu espero que eles estejam corrigidos nesse aqui, perdão quem gostava dela...




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