História Sinônimo de Sangue - Capítulo 9


Escrita por: e Deyna_Dey

Postado
Categorias Mitologia Egípcia
Personagens Personagens Originais
Visualizações 14
Palavras 951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oi! Oi! Oi!

- Boa Leitura!

Capítulo 9 - Capítulo 9


- O corte foi fundo. - Joquebede entrando na sala. - Porém não atingiu a criança. 

- Aleluia! - Num se levantou da cadeira, apertando as mãos de Joquebede. - Muito obrigado!

- Não precisa agradecer. - Joquebede sorrindo. - Apenas cumprir meu dever.

- Parabéns, meu amigo. - Arão chegando por trás dele, apoiando uma mão em seu ombro. - Deus cuidou de seu filho.

- Isso é verdade. - Num pegando na mão dele por cima do ombro. 

- Tenho que admitir, ouvir meu filho falar de Deus é algo raro. - Anrão apoiando a mão no ombro livre de Num.

- É, algo novo até para mim! - Arão sorrindo de lado, recebendo olhada desgostosa de Joquebede. 

- Acho que ela vai se recuperar bem. - Joquebede sorrindo. - Agora ela está dormindo, não mais inconsciente. 

- Isso já é uma vitória. - Num sorriu amarelo.

- Que tal irmos vê-la? - Joquebede convidou. - Vai fazer bem a todos.

- Vamos! - Num andando rápido em direção ao quarto. 

Ao entrarem lá, viram Miriã arrumando a manta dela. Sorriram. Ela dormia tranquilamente, estava um pouco pálida por conta do sangue que perdera. Toda coberta, dava para vê o subir e levantar de seus seios por contados pulmões, sua bariga também levantava de vez em quando. Poderam vê o corte e seus sorrisos desmancharam.

- Fico imaginando quem fez tamanha maldade. - Miriã lamentou indo até ao lado do pai.

- Com certeza alguém que não tem coração. - Anrão suspirou, os olhos de Num encontraram os de Arão, como se ele perguntasse ao amigo se foi ele.

- Ou um coração de pedra. - Num ironizou, com certa indireta. 

- Certamente essa pessoa odiava Amália, ou então seu filho. - Arão chegou perto de Num.

- E saber que pode ser a pessoa que a gente mais confia. - Num o desafiou no olhar, Arão sustentou o olhar dele e respondeu:

- Muito obrigado, Num.

- O que está acontecendo aqui? - Joquebede perguntou, entrando no meio dos dois.

- Hoje mais cedo, Arão disse que tinha um coração de pedra. - Num provocou no falar.

- Provavelmente não fui eu. - Arão retrucou. 

- Você saiu justamente na hora que eu saí. - Num arqueou uma sobrancelha. 

- Um motivo para não dizer que fui eu. 

- E por quê você veio mais cedo aqui, filho? - Anrão perguntou. 

- Pedi conselhos ao meu melhor amigo. - Fez ênfase no final.

-  Eu confiei em você, te dei melhores conselhos. - Num indo até ele. - E é assim que me retribui? - Apontando para Amália. 

- Não fui eu. - Arão se defendeu.

- Você foi o último que pisou aqui. - Num pegando a gola do vestido dele. - Você quase matou minha esposa.

- Não fui eu. - Arão falou baixo. - Eu juro que não fui eu.

Em um acesso de fúria, Num bateu a cabeça de Arão contra a parede. Miriã gritou, assustando a todos. Correu até onde eles estavam e ouviu Arão falar baixinho:

- Miriã, por favor, não se meta nisso. 

- Não vou deixar que se machuque por algo que não fez. - Miriã rebateu, tocando no braço de Num e encravando suas unhas neles.

- Aí! - Num quase gritou. - Que foi isso?

- Na hora que eu saí fui direto falar com Miriã, ela sabe a hora que eu chegue lá. - Arão passando a mão na costa da cabeça, sentindo a dor incomodar. 

- Era cedinho. - Miriã respondeu. - Em torno de umas oito da manhã. 

- O corte aparentemente foi feito algum tempo. - Joquebede falou. - Se fosse as oito ela já estaria morta e o sangue provavelmente estaria negro.

- Tudo indica que não foi Arão. - Anrão pegando no braço machucado do amigo. - Não culpe nosso filho.

- Desculpe! - Pegando nas mãos de Arão para que ele levantasse. - Foi apenas um ataque anormal que eu tive.

- Entendo. - Arão levantando.

- Ela é minha esposa, não é? - Num falou óbvio. - Meu dever é defendê-la.

- Compreendo. - Arão chegando até o amigo e o abraçando, Num chorou em seus ombros e pediu desculpa novamente. - Não tem o que se desculpa.

- Tenho sim.

- Eu tenho que agradecer. - Arão olhando nos olhos do amigo. - Você me ajudou quando foi falar com o papai sobre meu namoro.

- Já conversou com eles? - Num perguntou a Arão, vendo-o acentir. - Você deixou?

- Se eles se amam, por quê não podem ficar juntos? - Falando óbvio. - É até injusto com o coração deles.

Num sorriu e abraçou Arão novamente, olhando para Miriã logo em seguida, ela entendeu o recado e foi dá um abraço nele. Ele cochichou baixinho em seu ouvido:

- Cuida bem dele.

- Cuidarei. - Ela respondeu no mesmo tom, sorrindo. 

Num deu uma piscadinha para Arão e ele sorriu, Miriã saiu do abraço e foi até seu irmão. Joquebede, Anrão e Num ficaram vendo o estado de Amália, enquanto Miriã e Arão iam até a sala.

- Tudo bem com a sua cabeça. - Perguntou preocupada, passando as mãos sobre ela fazendo carinho.

- Apenas dolorida, logo passa. - Arão sorrindo com a preocupação dela.

- Não imaginei que Num fosse capaz de agredir você. - Miriã suspirando.

- No lugar dela faria o mesmo. - Arão levou a mão até a dela. - Aí!

- Desculpa. - Pediu ela tirando de cima.

- Deixa ela lá. - Pediu gentilmente.  - Ela estava me relaxando. 

- Hm, que bom.

- Se fosse você no lugar de Amália, eu desconfiaria até de mim mesmo. - Arão beijando a bochecha dela.

- Deus me livre. Vê você brigando consigo mesmo. - Miriã riu. - Quer água?

- Sim.

Miriã o serviu sorrindo, pensando se cumpriria bem o papel de futura esposa.



Notas Finais


Comentem! :)

1002 beijos no polegar esquerdo do pé.

- Até breve!


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