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História Sins of Hope - Capítulo 24



Notas do Autor


Não deixem de conferir a abertura que está nas notas finais!

Capítulo 24 - Virtude Invirtuosa


Fanfic / Fanfiction Sins of Hope - Capítulo 24 - Virtude Invirtuosa

Nier observa friamente seus oponentes. Pensou em abortar a missão e fugirem, já que a formação cinco de ataque era planejada justamente para poder fugir caso decidissem que não valia a pena o esforço. Mas a sua intuição dizia para não fugir, e que algo daria errado ali, e que a Saligia se faria necessária. E se algo ele tinha certeza que poderia confiar, era sua intuição.

Quando toda a cidade estava na frente dos cavaleiros, Zugmon tomou a frente e se pronunciou:

-Como manda a palavra de Deus, todos os pecadores devem ser eliminados. Rastreamos todos os que iam contra os dez mandamentos sagrados, e executaremos todos os que roubaram primeiro.

Com seus poderes, Fonpu fez com que todos aqueles julgados pelo padre como ladrões fossem levados para a frente. Porém, não eram apenas os temidos bandidos. Muitos residentes normais, que no máximo roubaram um pão para poderem sobreviver mais um dia em uma terra dura, foram forçados a se mover.

A multidão antes polvorosa, agora estava estarrecida ao ver que a justiça de Zugmon era torta e impiedosa. Até mesmo uma criança de uns 8 anos de idade foi arrastada, com sua irmãzinha pequena segurando sua mão.

-Ei, isso é mentira né? A gente estava com fome, padre! Nossos pais não comem a dias, e precisávamos comer algo! – Gritava a criança, com sua irmãzinha chorando e gritando que não queria morrer.

Um homem de mais de 60 anos também foi arrastado. Talvez seus crimes foram em seus dias de juventude ou apenas dívidas, mas agora até brutamontes que de fato aceitavam sua pena de morte se metiam em sua frente, para que ele pudesse ser ignorado.

Um burburinho começou a se ouvir na região, com as pessoas irritadas com a situação que lhes foi apresentada. Uma criança faminta sendo condenada junto de ladrões que cometeram diversos latrocínios, ou até mesmo roubaram de famílias como as do garoto? Isso era sem sentido. Era apenas exterminar a classe mais sensível e invisível da sociedade, como se fossem apenas uma praga que estragava sua lavoura.

-Silêncio! – Grita o padre, incomodado com a situação. Queria simplesmente aplicar sua justiça absoluta, porém seria hipocrisia não perdoar aqueles que não fizeram nada demais. – Como posso ver, diversas pessoas que vieram a frente não me parecem tão más assim, inclusive uma criança veio junto. Primeiro, vamos interrogar todos.

Zugmon se aproxima de um homem aparentemente normal, e começa a interrogá-lo, até que palavras atravessadas do homem sobre roubar para poder ter uma vida melhor e poder comprar algumas coisas não essenciais para sobreviver irritam o enorme apóstolo de Deus, que esmaga sua cabeça com sua pesada bíblia, fazendo seus olhos saltarem para fora das órbitas e o cérebro se espalhar pelo chão em uma poça de sangue.

-Ei, ei, Guts! Você viveu cerca de uma década aqui, certo? Esse homem era mal?

-A escória com certeza está lá na frente, mas aquele homem, por mais que fosse um bêbado que gostasse de jogar e apostar, não era mal para… - Ele olha para o corpo inerte com uma fenda no topo da cabeça. – Isso. Me pergunto se ele terá misericórdia daquele velho ou até mesmo do menino…

A plateia da barbárie estava catatônica. Zugmon era um tirano, e ninguém conseguia se opor, nem os criminosos mais mortais que estavam à sua frente, que um a um eram mortos por golpes dos Cavaleiros Sagrados ou do inquisidor. Sim, inquisidor. Agora, eles descobriram que ele não era um padre da Igreja da Salvação, mas sim um dos seus vários inquisidores, que espalhavam a palavra pelo terror e do medo, fazendo as pessoas aderirem a sua igreja na base da ameaça. Alguns dos criminosos que fugiram ao vê-los entrando na cidade haviam alertado que a Igreja da Salvação nada mais era que um tentáculo da verdadeira ameaça de Lioness, mas a Saligia estava desfeita a anos. Porém, como estavam vendo, talvez os Pecados não fossem tão ruins quanto as Virtudes.

Ao ver as atrocidades, Nier faz fagulhas aparecerem para Guts, Asura e Skanfy, para se colocarem em posição de combate. Ao menor sinal, seria hora do ataque. Quando o padre estava para acertar a criança, uma fagulha vermelha alaranjada enche os olhos azuis de Skanfy. Ao usar o Arc Perfide na forma da Lua Cheia, as flechas sempre acertam seu alvo. Ela dispara sua flecha, que impulsionada por sua magia de vento, acelera a uma velocidade quase de teletransporte, acertando a bíblia de Zugmon em pleno movimento descendente, fazendo-a voar de sua mão.

-Minha bíblia! Minha bíblia! – Ele sai correndo atrás dela, que sai voando das redondezas.

Quando todos estavam distraídos observando a bíblia de Zugmon voar e o seu dono sair em disparada atrás dela, Nier dispara em direção do padre colossal para lhe atacar com uma joelhada de sua perna esquerda, mas Dost segura o joelho do pecado, que se desprende rapidamente e acerta um soco de direita para baixo no lado da cabeça do pequeno gigante, arremessando-o para baixo, acertando a cabeça no chão, criando uma pequena cratera com o impacto.

Guts e Asura pulam da janela do prédio. Guts desembainha sua espada e vai à caça de um dos cavaleiros sagrados, que logo sentem a intenção assassina de Guts se aproximar, e se postam para defender o ataque do Pecado. Nisk, o cavaleiro roxo, ergue seu escudo, mas é atravessado pelo ataque de Guts. Com um puro instinto e reflexo, o cavaleiro se esquiva do golpe da Ganância jogando seu corpo para trás, e todos tomam distância dele.

-O que foi? Desistiram de lutar agora que viram o que é poder? – Pergunta debochando dos oponentes.

Asura estava controlando os civis para que fugissem para longe da ação, já que a situação estava começando a ficar complicada, inclusive também pelo fato de não poder lutar com a luz do sol a tona. Ao ver que os aldeões saíram, Asura se voltou ao sangue recém derramado por Zugmon.

-Bem, está meio sujo e ninguém vai precisar dele, então… hora da janta.

Asura solta um sorriso sincero e faz uma grande bolha juntando todo o sangue derramado no ar, e separa uma menor, de no máximo 60 centímetros de diâmetro. Então, ele expulsa as impurezas como pedras, areia e pó. Ao ver ela limpa, ele começa a beber a bolha em grandes goles, e sente seus poderes fluírem como não fluíam faziam anos. Então, ele se junta a Guts, e Nier para do lado de ambos instantes depois.

-Vocês são diferentes de cavaleiros sagrados normais, o que são?! – Grita Nier, interrogando seus adversários.

-Nós somos os cavaleiros sagrados do poder lendário! Mestre Ignis nos deu esse poder para combater gente como vocês, a Saligia! Nós não iremos perder! – Grita exaltado o cavaleiro roxo, fazendo Guts revirar os olhos.

Todos os cavaleiros se juntam e concentram suas magias fazendo um golpe combinado, com seus poderes criando um bode de pedra flamejante de alta velocidade, que emitia um som ensurdecedor ao ponto de Guts se sentir zonzo, e acerta os pecados em cheio, criando uma pequena explosão.Nier observa friamente seus oponentes. Pensou em abortar a missão e fugirem, já que a formação cinco de ataque era planejada justamente para poder fugir caso decidissem que não valia a pena o esforço. Mas a sua intuição dizia para não fugir, e que algo daria errado ali, e que a Saligia se faria necessária. E se algo ele tinha certeza que poderia confiar, era sua intuição.

Quando toda a cidade estava na frente dos cavaleiros, Zugmon tomou a frente e se pronunciou:

-Como manda a palavra de Deus, todos os pecadores devem ser eliminados. Rastreamos todos os que iam contra os dez mandamentos sagrados, e executaremos todos os que roubaram primeiro.

Com seus poderes, Fonpu fez com que todos aqueles julgados pelo padre como ladrões fossem levados para a frente. Porém, não eram apenas os temidos bandidos. Muitos residentes normais, que no máximo roubaram um pão para poderem sobreviver mais um dia em uma terra dura, foram forçados a se mover.

A multidão antes polvorosa, agora estava estarrecida ao ver que a justiça de Zugmon era torta e impiedosa. Até mesmo uma criança de uns 8 anos de idade foi arrastada, com sua irmãzinha pequena segurando sua mão.

-Ei, isso é mentira né? A gente estava com fome, padre! Nossos pais não comem a dias, e precisávamos comer algo! – Gritava a criança, com sua irmãzinha chorando e gritando que não queria morrer.

Um homem de mais de 60 anos também foi arrastado. Talvez seus crimes foram em seus dias de juventude ou apenas dívidas, mas agora até brutamontes que de fato aceitavam sua pena de morte se metiam em sua frente, para que ele pudesse ser ignorado.

Um burburinho começou a se ouvir na região, com as pessoas irritadas com a situação que lhes foi apresentada. Uma criança faminta sendo condenada junto de ladrões que cometeram diversos latrocínios, ou até mesmo roubaram de famílias como as do garoto? Isso era sem sentido. Era apenas exterminar a classe mais sensível e invisível da sociedade, como se fossem apenas uma praga que estragava sua lavoura.

-Silêncio! – Grita o padre, incomodado com a situação. Queria simplesmente aplicar sua justiça absoluta, porém seria hipocrisia não perdoar aqueles que não fizeram nada demais. – Como posso ver, diversas pessoas que vieram a frente não me parecem tão más assim, inclusive uma criança veio junto. Primeiro, vamos interrogar todos.

Zugmon se aproxima de um homem aparentemente normal, e começa a interrogá-lo, até que palavras atravessadas do homem sobre roubar para poder ter uma vida melhor e poder comprar algumas coisas não essenciais para sobreviver irritam o enorme apóstolo de Deus, que esmaga sua cabeça com sua pesada bíblia, fazendo seus olhos saltarem para fora das órbitas e o cérebro se espalhar pelo chão em uma poça de sangue.

-Ei, ei, Guts! Você viveu cerca de uma década aqui, certo? Esse homem era mal?

-A escória com certeza está lá na frente, mas aquele homem, por mais que fosse um bêbado que gostasse de jogar e apostar, não era mal para… - Ele olha para o corpo inerte com uma fenda no topo da cabeça. – Isso. Me pergunto se ele terá misericórdia daquele velho ou até mesmo do menino…

A plateia da barbárie estava catatônica. Zugmon era um tirano, e ninguém conseguia se opor, nem os criminosos mais mortais que estavam à sua frente, que um a um eram mortos por golpes dos Cavaleiros Sagrados ou do inquisidor. Sim, inquisidor. Agora, eles descobriram que ele não era um padre da Igreja da Salvação, mas sim um dos seus vários inquisidores, que espalhavam a palavra pelo terror e do medo, fazendo as pessoas aderirem a sua igreja na base da ameaça. Alguns dos criminosos que fugiram ao vê-los entrando na cidade haviam alertado que a Igreja da Salvação nada mais era que um tentáculo da verdadeira ameaça de Lioness, mas a Saligia estava desfeita a anos. Porém, como estavam vendo, talvez os Pecados não fossem tão ruins quanto as Virtudes.

Ao ver as atrocidades, Nier faz fagulhas aparecerem para Guts, Asura e Skanfy, para se colocarem em posição de combate. Ao menor sinal, seria hora do ataque. Quando o padre estava para acertar a criança, uma fagulha vermelha alaranjada enche os olhos azuis de Skanfy. Ao usar o Arc Perfide na forma da Lua Cheia, as flechas sempre acertam seu alvo. Ela dispara sua flecha, que impulsionada por sua magia de vento, acelera a uma velocidade quase de teletransporte, acertando a bíblia de Zugmon em pleno movimento descendente, fazendo-a voar de sua mão.

-Minha bíblia! Minha bíblia! – Ele sai correndo atrás dela, que sai voando das redondezas.

Quando todos estavam distraídos observando a bíblia de Zugmon voar e o seu dono sair em disparada atrás dela, Nier dispara em direção do padre colossal para lhe atacar com uma joelhada de sua perna esquerda, mas Dost segura o joelho do pecado, que se desprende rapidamente e acerta um soco de direita para baixo no lado da cabeça do pequeno gigante, arremessando-o para baixo, acertando a cabeça no chão, criando uma pequena cratera com o impacto.

Guts e Asura pulam da janela do prédio. Guts desembainha sua espada e vai à caça de um dos cavaleiros sagrados, que logo sentem a intenção assassina de Guts se aproximar, e se postam para defender o ataque do Pecado. Nisk, o cavaleiro roxo, ergue seu escudo, mas é atravessado pelo ataque de Guts. Com um puro instinto e reflexo, o cavaleiro se esquiva do golpe da Ganância jogando seu corpo para trás, e todos tomam distância dele.

-O que foi? Desistiram de lutar agora que viram o que é poder? – Pergunta debochando dos oponentes.

Asura estava controlando os civis para que fugissem para longe da ação, já que a situação estava começando a ficar complicada, inclusive também pelo fato de não poder lutar com a luz do sol a tona. Ao ver que os aldeões saíram, Asura se voltou ao sangue recém derramado por Zugmon.

-Bem, está meio sujo e ninguém vai precisar dele, então… hora da janta.

Asura solta um sorriso sincero e faz uma grande bolha juntando todo o sangue derramado no ar, e separa uma menor, de no máximo 60 centímetros de diâmetro. Então, ele expulsa as impurezas como pedras, areia e pó. Ao ver ela limpa, ele começa a beber a bolha em grandes goles, e sente seus poderes fluírem como não fluíam faziam anos. Então, ele se junta a Guts, e Nier para do lado de ambos instantes depois.

-Vocês são diferentes de cavaleiros sagrados normais, o que são?! – Grita Nier, interrogando seus adversários.

-Nós somos os cavaleiros sagrados do poder lendário! Mestre Ignis nos deu esse poder para combater gente como vocês, a Saligia! Nós não iremos perder! – Grita exaltado o cavaleiro roxo, fazendo Guts revirar os olhos.

Todos os cavaleiros se juntam e concentram suas magias fazendo um golpe combinado, com seus poderes criando um bode de pedra flamejante de alta velocidade, que emitia um som ensurdecedor ao ponto de Guts se sentir zonzo, e acerta os pecados em cheio, criando uma pequena explosão.


Notas Finais


Abertura: https://youtu.be/H-aEEhUmGgc

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