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História Sins of Hope - Capítulo 25



Notas do Autor


Não deixem de conferir a abertura que está nas notas finais!

Capítulo 25 - Bodes Não Voam em Terras Pecaminosas


Fanfic / Fanfiction Sins of Hope - Capítulo 25 - Bodes Não Voam em Terras Pecaminosas

Por sorte, Asura cria um escudo de sangue para proteger a si e seus companheiros. À noite, quando seus poderes vampíricos estão no auge, o sangue que o vampiro controla se torna mais resistente que o próprio aço.

Quando o bode acerta o escudo de Asura, uma cortina de fumaça e poeira se ergue. Os cavaleiros sagrados do Bode Voador haviam se dispersado.

-Asura, Guts! Dispersar! Vamos acabar com eles! – Grita Nier em tom de ordem.

Os dois concordam e saem correndo atrás de seus oponentes. Ele faz um sinal para Skanfy, ordenando-a a caçar um dos cavaleiros.

-Tsc, que droga Capitão... – Fala Skanfy cansada. – Camille, volte para o bar e fique lá, por favor. – Pede a fada preguiçosa.

-Mas– Skanfy interrompe ela colocando uma mão na boca dela, repetindo o gesto de mais cedo da amiga.

-Apenas vá. – Fala com convicção na voz.

Camille concorda com a cabeça e vai em direção ao Delito, pensando no que fazer caso encontrasse um dos Cavaleiros. Skanfy observa ela indo até o bar, e quando chega nele, some do telhado indo atrás de um do Bode Voador.

Correndo por entre as vielas de Araruna, Nier encontra Telia, uma das Cavaleiras Sagradas que vieram até a cidade. Ela estava em frente a um escombro, tentado o erguer, mas se vira quando nota a presença de Nier.

-Você é um dos Sete Pecados? – Pergunta assustada.

-E se eu for? – Nier responde com confiança na voz.

-Bem, isso não importa... Sabe, eu nunca gostei de todo esse fanatismo religioso de Zugmon, então você poderia me ajudar? Essa parede caiu em cima de uma garotinha, vamos, vamos! – Pede com preocupação pela criança.

Nier acha estranha a situação e algo o dizia para não ajudar. Mas mesmo assim foi ajuda-la, porém se mantendo atento a qualquer movimento brusco.

Com a força descomunal do capitão da Saligia, ele ergue facilmente o escombro, e a garotinha sai de baixo dele. Olhando para ela, ele se lembra de toda a desgraça do reino, e segura a espada de Telia, que mirava em sua cabeça.

-Patético. Não houve confusão generalizada nem explosões para haverem escombros na rua. Nem lutas por essa região. Se achava que eu seria pego por uma ilusão tão fraca, está completamente enganada.

A garotinha some no horizonte, se desfazendo em fumaça, e o Pecado da Ira aperta e quebra a espada da Cavaleira.

-Como assim?! Senhor Zugmon falou para nós que meros pecadores não são capazes de parar o nosso poder! – Grita desesperada para Nier, se afastando dele.

-Bem, ele está completamente errado. E que poder lendário fraco hein. – Ele começa a se aproximar de Telia que cai no chão, se afastando dele.

Ela em um ato de coragem se levanta e puxa adaga da cintura, e dispara para cima de Nier, que prontamente esquiva e a desmaia com um golpe no pescoço.

-Bem... Hora de voltar pro Delito...

Um pouco além de duas centenas de metros dali estava a fada preguiçosa. Skanfy nunca se sentiu muito confortável em lutar com esse tipo de gente. Não é que ela acreditasse que iria perder, mas a incomodava ter que vence-los, ela sabia que eles eram poderosos, mas cavaleiros desse tipo sempre se achavam superiores a todos, mas ela não se sentia intimidada, ela era da Saligia por algum motivo afinal de contas.

Após os garotos partirem pra cima de seus devidos oponentes ela se aproxima da cavalheira cujo nome é aparentemente Fonpu, que estava se divertindo matando algumas prostitutas e bandidos do lugar.

Droga, parece que sempre fico com oponentes que possuem sensos de justiça meio errados... – Pensou quase bocejando a fada.

Ela vai se aproximando flutuando da Cavaleira Sagrada, que nota a presença da pecadora.

-Ora essa, detesto ter que me rebaixar e lutar com vadias como você. – Pronuncia com desdém Fonpu, que arranca uma revirada de olhos de Skanfy.

-Devo dizer que o sentimento é mútuo. – Completou com um risinho a fada.

Após dizer isso Skanfy arma o arco de sua mãe, no mesmo momento Fonpu pegou sua espada.

Skanfy em geral não gosta de ter esse tipo de combate, mas esse parecia inevitável, ela então atirou com uma flecha para distrair sua adversária, e trocou o arco de sua mãe por seu Tesouro Sagrado em Lua Crescente. Uma adaga não era a melhor arma contra uma espada, mas ela fez o que pode.

A fada disparou com toda sua velocidade hipersônica para cima da Cavaleira Sagrada, que mal pode notar seus movimentos.

-Você não é uma adversária tão ruim assim no final das contas... – Disse após o pecado a atacar com sucesso na barriga.

-Obrigada, para uma cavaleira sagrada convicta você também não é nada mal. Normalmente eu teria derrotado com um golpe. – Responde com ironia.

Elas continuaram lutando ferozmente por alguns momentos até Skanfy sentir que já havia perdido muito tempo nisso e tinha que ir ajudar seus companheiros para finalmente poder ter suas dezoito horas de sono.

-É, a luta está boa, mas eu tenho que ir. – Respondeu com um bocejo, zombando de sua oponente.

-Você não acha que eu realmente te deixaria sair assim, não acha? – Responde Fonpu, começando a usar sua magia na sua espada.

-Bom... na verdade não, mas eu não estou pedindo permissão.

Ela então armou seu tesouro na forma lua minguante e atirou na oponente a deixando paralisada para poder então ajudar seus colegas.

-Hunf, no fim... eu estava enganada, não eram grandes coisas...

Enquanto Skanfy derrotava Fonfu e saia voando atrás de um de seus companheiros, Asura, em sua perseguição acaba se deparando com o alto e esguio Nisk.

Ao ver o Pecado, Nisk pega sua espada sagrada e ataca com sua magia Corte de Luz, que Asura prontamente defende usa seu escudo de sangue.

-Belo golpe, rapaz. Talvez em 50 anos de treino possa me enfrentar. – Debocha do golpe do Cavaleiro Sagrado do Bode Voador.

-Não me faça rir, pecador. Os cavaleiros sagrados já passaram vocês fazem eras! – Responde entrando em posição de combate.

Asura gargalha alto para a afirmação pretenciosa e arrogante do Cavaleiro Sagrado.

-Todos vocês são tão cheios de si assim? – Pergunta em tom de chacota. – Vou mostrar para você o quão errado está... – Asura dá um sorriso que psicótico para o Cavaleiro Sagrado, para tentar intimidá-lo.

Nisk se enfurece por ser zoado e tenta perfurar o escudo, e quando acha que consegue, era o Asura transformando o escudo numa mola, e por conta da força que Nisk colocou em seu golpe, ele foi jogado para longe como se fosse um tiro de canhão, fazendo Asura rir dele.

Quando bate em uma parede, Nisk cai de costas no chão. Então, o vampiro então dispara para cima do oponente e fica em pé em cima de seu peito.

-Eu venci. – Afirma em um tom convicto o guloso.

Nisk tenta agarrar a sua perna, mas espetos feitos de sangue saem dela e perfuram a sua mão.

-Eu ainda não acredito que você tentou desafiar um vampiro a noite, cara... você é burro demais, sabia? – Fala com relativa pena do seu oponente.

Então, Asura acerta um soco forte na cabeça do adversário, fazendo-o desmaiar.

-No fim esse papo de poder lendário era balela... espero que todos sejam o mesmo, inclusive aquele padre...

Assim como seus companheiros, Guts saiu em caça dos seus oponentes, e acaba se deparando com o enorme Dost, que conseguia a façanha de ser ainda maior do que o Pecado da Ganância.

-Você é um dos pecadores que profanam o nosso reino? – Pergunta o homem enorme.

-Sim, eu mesmo, seu brutamontes verde. Eu sou Guts, o Pecado da Ganância. – Responde com um sorriso sádico.

-Você não é páreo para o grande Dost! – Proclama com raiva daquele homem que se portava como se fosse muito mais forte que ele.

Em um poderoso pisão no chão, Dost invoca uma torrente de pedras na direção de seu oponente, que usa a parte lateral da lâmina para quebra-las com facilidade.

Ao quebrar as pedras, Guts aproveita para usar uma de suas magias de ladrão favoritas, a Ash Crown. Ele invocou uma densa névoa, que conseguia inclusive esconder seu enorme corpanzil. Por ser um excelente ladrão, Guts mesmo sendo grande e pesado, conseguia se mover sem fazer barulho, inclusive sua armadura fora projetada para tal. O Cavaleiro Sagrado não conseguia o encontrar, por mais que se concentrasse nos sons e no cheiro.

De surpresa, seu corpo é atingido lateralmente. Por muita sorte, não é cortado em dois, mas sua armadura se danificou extremamente no ponto em que fora acertado, fazendo-o suar frio e engolir em seco.

Como a neblina ainda não havia abaixado, muito pelo contrário, havia ficado ainda mais densa, decidiu criar uma redoma de pedra para se esconder do Pecado, antes que ele o matasse.

Porém...

Uma explosão poderosa abre a doma de pedra, e uma esfera de ferro atinge o peito de Dost. Ele cai de joelhos e quando olha para cima, vê Guts com seu braço mecânico com a mão abaixada apontada para ele. Ela possuía um cano que estava saindo fumaça, então teve certeza do boato que ele possuía um canhão no braço. O pecado o encarava com um olhar sanguinário, pronto para mata-lo.

-Eu sinto que se eu te matar o Capita vai me encher o saco, então...

Guts vira sua espada noventa graus. Agora a lâmina mais parecia com uma prancha de metal do que uma espada. Ele a ergue acima de sua cabeça e a abaixa com toda sua força, apagando o Cavaleiro.

-Fraco. Quando tiver poder lendário de verdade, aí poderemos lutar.


Notas Finais


Abertura: https://youtu.be/H-aEEhUmGgc

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