História Sinto Sua Falta - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Morte, Romance, Suícidio, Tragedia
Visualizações 3
Palavras 465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capitulo 2


Talvez em um universo muito distante eu e você Miguel passaríamos toda a eternidade juntos, para mim seria uma honra.

Antes de cometer meu suicídio eu passei em cada lugar, que pra mim era considerado importante.

O primeiro foi na escola, bons tempos, tenho saudades de como éramos na escola, você era bonito e fazia sucesso com as meninas mais não sabia, você sempre foi calado e na sua, eu te invejava, porque?

Por que eu queria ser o seu caderno, é isso mesmo, caderno. Você anotava tudo naquele caderno da turma da Mônica, ali era anotado cada momento de sua vida e eu queria que você compartilhasse seus momentos comigo e isso me causava inveja.

Me lembro de que me declarei para você debaixo de uma daquelas arvores do campos, foi um momento muito estranho, eu sei que vocês esperavam que eu dissesse que foi um momento romântico, mas não foi. Mas posso dizer que foi no momento certo.

Dias após sua morte, foi demasiadamente difícil ir nesses lugares.

Cada recordação me doía de uma forma que, para mim é impossível ser colocada em palavras.

 

Mas que tal eu começar á verdadeira historia, não que essa não seja.

Quando completei um ano de idade eu me tornei um grude com Miguel, como não conseguia andar direito, digamos que ficava me rastejando atrás dele.

Meus pais achavam engraçado, mas quem não acharia, quando o ser humano ainda está em sua forma pequena e fofa, tudo é lindo e engraçado.

Miguel sempre me pegava no colo e constantemente me confortava em seus braços.

Mesmo depois de chegar a minha fase adulta, era incessantemente ele que confortava, me mostrava que ele estaria eternamente ali, para ser meu porto seguro e me mostra o caminho correto para casa.

Não tenho memorias de toda minha infância, tenho apenas pequenos momentos de consciência.

Mas tem um dia em especifico que eu me lembro, posso assegura que com certeza tornou-se o dia em que mais temi a morte.

Em torno dos meus 3, vi Miguel com o rosto coberto por sangue, entrei em pânico e me senti muito culpada, hoje sei que não foi minha culpa.

Em uma brincadeira inocente, eu e Miguel corríamos para todos os lados soltando gargalhadas. Como nossa mãe estava trabalhando, estava apenas eu e ele.

Durante a brincadeira, propus que pulássemos a janela, e inconscientemente ele aceitou.

Como ele era maior que eu ele pulou primeiro para me ajudar depois. Quando ele pulou ele perfurou a cabaça com um prego que estava mal colocado na mesma.

Eu o olhava apavorada e chorava sem data para parar, ele apenas me olhava sem entender nada, achando que eu que estava machucada até aquando ele sentiu o líquido quente descendo em seu rosto.

A quantidade que descia era assustadora.



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