História Sintonia - No Fluxo - Capítulo 1


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Categorias João Pedro Carvalho
Personagens João Pedro Carvalho
Tags Doni, Donizete, Funk, Jota P, Jotapê, Jottapê, Nando, Netflix
Visualizações 26
Palavras 2.023
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capitulo Unico


- Não sei não Doni, isso é mó ideia errada - Falou Nando enquanto a língua do seu amigo branquelo dançava pelo seu pescoço - Eu e você estamos doidão, melhor a gente vazar.

- Para de fulerage Nando - Falou Doni enquanto passava suas mãos pelo corpo do seu parça e deslizando a outra até sentir toda a dureza dele - Cê tá mó duro ramelão, vai ficar de desacerto ou vai curtir o movimento?

Não era bem assim que o Nando pensou que terminaria os corre da noite, mas ele aprendeu desde de pequeno que se estava no inferno, devia abraçar o capeta.

 

 

- Doni, cê tá se achando o monstrão aparecendo todo bonado no meu trampo atrás de pó.

- Precisa ser pó não viado, pode ser erva mesmo.

- Eu não vendo erva babaca, eu mexo com farinha.

- Pode ser também, to afim de experimentar logo o bagulho pela primeira vez, quero ser esses boyzinho que canta sobre o'que não vive não, tá ligado no que eu to dizendo?

- Cara eu conheço seus coroas…

- E Daí Nando? Cê acha mesmo que o povo que cê vende não tem família não?

Nando  bufa, mas acaba cedendo.

- Tá legal, mas cê vai esperar eu terminar aqui, cê ainda é fioti, se vai ter sua primeira vez eu quero fazer parte dela.

 

 

- Tudo bem - Disse Nando após organizar uma carreira branca na mesa, Nando estava sem camisa e Doni de regata branca que deixava a mostra seu corpo bem dotado. O apartamento que o Doni comprou com o dinheiro da sua nova música era bem espaçoso - só mete o nariz nela.

- Porra cara, faz primeiro, cê não vai deixar eu ficar locão sozinho na minha primeira farra né?

- Eu lá tenho cara de nóia vacilão? não uso o produto só vendo, vim aqui só ficar de olho nê você.

 

 

- Cara - Nando estava sentado no sofá sem camisa, seu nariz estava branco e seu olhar perdido - já notou como usar esses bagulhos te faz perder a noção de tempo? - disse Nando pausadamente - parece que ele funciona em outra frequência, as vezes mais longas e outras pulando só pras partes que interessam, ta ligado?

- To - respondeu Doni que também estava sem camisa -  Não é a única coisa que parece estar pulando aqui aliás.

Doni manja o grande volume que forma na bermuda do amigo ao lado que ri.

- Deixa de manjar minha rola boiolão - Nando ria, mas Doni não parava de olhar a grande tenda na calça do amigo traficante - para de manjar antes que eu bote você pra mamar ela.

Doni riu de novo, mas não tirou os olhos da caceta do amigo, ele pega o controle colocando um funk pesado pra tocar.

- Talvez eu aceite - Disse o funkeiro já avançando no amigo traficante.

- Não sei não Doni, isso é mó ideia errada - Falou Nando (tendo uma forte sensação de dejavú) enquanto a língua do seu amigo branquelo dançava pelo seu pescoço - Eu e você estamos doidão, melhor a gente vazar.

- Deixa de fulerage Nando - Falou Doni enquanto passava suas mãos pelo corpo do seu parça e deslizando a outra até sentir toda sua dureza - Cê tá mó duro ramelão, vai ficar de desacerto ou vai curtir o movimento?

Nando queria protestar, mas a verdade é que não tinha diferença entre a mão do Doni ou das putas que ele pagava pra bater uma pra ele no fim do serviço.

Doni então abre o velcro da calça do Nando, sabia que ele gostava de criar o bicho dele solto caminhando sempre com uma mala bem pesada, Doni agora via o porquê.

O pau do cafuçu era grande, cercado de pentelho crespo, grosso, grande e veiudo terminando em uma cabeçona bege.

- Quê foi? - Nando pegou sua giromba armada e bateu em sua mão três vezes apenas para mostrar a Doni como era dura - cai de boca logo que essa carinha de bebê não engana, eu sei de qual leite que tu gosta - Nando então pegou mais da branquinha e fez uma carreira que ia da base até parte da cabeça o'que causou uma pequena irritação em Nando, mas não o bastante para o tirar da lombra - Aceita mais pó?

Doni não resistiu, sabia que não estava viciado em cocaína, mas ainda que novo, já estava viciado no Nando. Quando puxou o ar não foi apenas a coca que veio, mas o cheiro forte de uma jeba grande de um homem que trabalhou em pé sob o sol o dia todo.

Doni não sabe se foi o pico da droga ou o cheiro de pica que fez ele avançar no Nando e roubar dele um beijo, Nando o empurrou no sofá, por um momento Doni ficou meio perdido e atordoado pelos sentidos não estarem em seu perfeito estado, seu coração batia forte e incontrolavelmente e não sabia até onde isso se devia a branquinha ou ao negão.

Nando segurava Doni contra o sofá, sabia que era mais forte que ele e notar isso de alguma forma foi o'que atingiu o extinto quase animalesco dele. Nando rasgou a regata do Doni exibindo então o corpo do amigo funkeiro que respirava pesadamente.

- Você quer agir como puta? - Nando mordeu o mamilo do amigo menor e o puxou causando um mix estranho de dor e prazer, quando ele soltou de sua boca era como se Doni ainda pudesse sentir o dente ainda apertando - vou te tratar como a puta que você é - Nando virou Doni na brutalidade e puxou sua bermuda revelando o avantajado traseiro do funkeiro apertada em uma cueca bem justa da calvin klein.

Nando não podia negar para ele mesmo que já havia manjado a bunda do amigo mais de uma vez. Era tão grande, sempre imaginou quão macia ela era e agora ele estava apertando sentindo ela se moldar entre seus dedos.

- Para de encher linguiça Nando - Disse Doni remexendo o rabo para Nando como uma cadelinha no cio.

- E desde quando uma bicha que nem você não gosta de linguiça? - Falou Nando abaixando a cueca de Doni revelando a marquinha de sol que expunha os bronzeados na laje só de cueca que Doni fazia - Vou te encher de linguiça até você não conseguir sentar sem pensar no meu nome - Nando começou a passar a mão naquela bundinha lisa - qual o nome do seu macho, heim?

- nando - Nando desce a mão pesada deixando uma marca vermelha na bunda de Doni e fazendo seu corpo todo arquear.

- Quem é o seu macho? - perguntou novamente Nando passando a mão na marca de sua mão causando leve dor por onde passava.

- NANDO

- melhorou.

Nando ficou em pé, seu pau pulsava tanto quanto o cu de Doni piscava esperando pau. Nando cuspiu no próprio pau espalhando com as mãos afim de deixar bem babado. O peru do Nando tocou na ruela do Doni, a qual ele percebeu que era bem apertada.

- Se nunca andou dando o brioco pelo jeito - Nando pincelou as pregas de Doni com a cabeça de seu pau - Vou ter a honra então de te tirar o cabaço.

Nando arrombou espaço por dentro do Nando o preenchendo as poucos. Doni gritou ao sentir sua bunda abrir a uma largura que nunca abriu antes, era uma dor que nunca havia sentido principalmente com essa mistura de prazer e dor. Ele sentia Nando o fodendo cada vez mais rápido. As mãos de Nando seguravam forte sua cintura, suas bolas batiam nas dele a cada estocada.

Não era apenas Doni que estava se comportando como um animal no cio. Nando metia enquanto xingava Nando “sua vadia”, “cadela”, “puta”, “vagabunda”... Ele batia as vezes na bunda do Doni. Ele o abraça, jamais admitiria, mas ele sentia o mó tesão no corpo forte e magro do Doni.

Nando levantou Doni sentando-se no sofá.

- Mexe essa raba pra mim mexe - O traficante revirava os olhos - quica esse teu rabinho apertado no meu pau aaah

Nando estava pra gozar, sabendo disso ele decide voltar a controlar os movimentos, para isso ele levanta o'que faz o Doni tombar ao chão. Doni agora estava de ponta cabeça o'que não impediu Nando de continuar a meter com mais força até despejar toda a sua gala quente dentro do cu ex-virgem do seu melhor amigo que agora transbordava com seu leite.

Doni estava agora caído ao chão, duvidava que seu cu um dia ia se fechar de novo e tinha certeza que vazava de seu cu o leite do Nando no carpete caro. Nando se deixou cair ao lado dele arfando pelo esforço, fazia tempo que não tinha uma foda assim, principalmente depois do nascimento do bebê.

Nando então olha para o lado e percebe que apesar dele estar meia bomba, Doni estava duraço, sua virilha cercado de pequenos pentelhos e seu pau achatado com uma grande veia saliente bombeando sangue para a cabeça rosada e exposta, bolas fartas e penduradas.

Nando rolou para perto do Doni até estar entre suas pernas.

- N-Nando… o'que cê tá fazendo? - Nando agarrou o pau do Doni que arfou ao sentir a forte mão que espancava sua bunda agora apertando seu caralho.

- Deixa de ser zé povinho e aceita, se ta duro e já me deu seu rabo o mínimo que posso te fazer é um bem bolado, afinal sabe o'que dizem... - Nando dá uma lambida todo o caminho da grande veia até a grande cabeça que escorria pré gozo - um boquete e um copo d'água não se nega a ninguém.

Nando chupava as bolas do parça uma e depois a outra fazendo Doni se contorcer e pegar em seu cabelo. Doni percebeu que Nando já havia feito isso antes, a verdade é que antes do Nando conseguir a posição que ele tinha no crime ele teve que se acostumar com a posição de joelhos mamando os mais velhos no crime.

Nando agora batia cada vez mais rápido, as bolas de Doni saltavam prontas para despejar seu leite ordenhado com tanto afinco pelo seu traficante preferido.

- Naaando, eu vou… - Nando entendeu o recado e tirou da sua boca, ainda a mantendo aberta.

Doni jorrou seu leite na cara de Doni, escorrendo tanto em sua língua quanto em sua bochecha.

Tudo que se lembrava era até ai.

 

 

Nando agora se olhava no espelho. Ele acordou nu no chão de um apartamento com o melhor amigo em seus braços, agora estava lavando o rosto tentando tirar o'que ele acreditava ser resto da porra de Doni em seu rosto.

- Nando… - Doni acordou e estava na porta, vestia apenas a sua cueca.

Nando desviou dele, pegou sua roupa do chão e vestiu sua calça. Não olhou para o Doni, não sabia como fazer isso.

- Nando… se não precisa dar area agora… a gente pode só esquecer o'que rolou aqui....

Nando se dirigia a porta quando Doni o segurou pelo braço.

- Me solta Doni - Agora ele o olhava nos olhos e Doni preferia que ainda estivesse o ignorando, seu olhar tinha muita fúria - o'que rolou aqui você não vai abrir o bico… eu tenho família e quero ser respeitado no crime… cê não vai contar nada doque rolo aqui ta entendendo?

Doni se aproximou mais, agora suas ereções se tocavam, mesmo vendo tanta raiva Doni não tinha medo.

- O'que acontece aqui fica aqui - nando o encarou, se odiava por não conseguir se segurar.

Seus lábios se abriram e colaram no de Doni. Suas línguas dançaram em um ritmo envolvente seguindo o fluxo que exalava de seus pulmões. Nesse momento, nesse curto momento, estavam na mesma sintonia.

E o'que rolou naquele apartamento e continua rolando é apenas da conta deles… e dos outros andares tendo em vista que não tem grossa estrutura capaz de conter o som da batida da favela.


Notas Finais


Para ler esse e outros contos com direito a imagens não deixe de acessar o blog: https://contosdotioadam.blogspot.com/2019/04/conheca-os-contos.html


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