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História Sirius - Capítulo 2


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Notas do Autor


Espero que gostem, obrigada ❤️

Capítulo 2 - Welcome to New York


Fanfic / Fanfiction Sirius - Capítulo 2 - Welcome to New York

Dia seguinte

- Você sabe que ela não quis dizer aquilo, não sabe? - Elsa massageou meu ombro, eu assenti cabisbaixa, encarando minhas mãos. - Só está muito abalada. 

- Eu compreendo. - assenti finalmente a olhando, um pequeno sorriso se formou em seus lábios. - Desculpe por não... - suspirei. - Não salvar ele. 

- Sei que não tem culpa, você ama ele e ele te amava. - caminhamos lado a lado pelo gramado. - Agora, pelo que ele me contou, você é dona de grande parte das ações dele. Você... 

- Eu ainda não sei o que fazer. - olhei para a família, eles estavam reunidos, eles me olhavam com repulsa. De certa forma, apesar de ser acolhida pelo Dimitri e Elsa, o restante da família não parece ir muito com a minha cara e sei que entrar no negócio da família será como uma afronta maior ainda, mas Dimitri confiava em mim. Confiava tanto em mim que deixou apenas sob a minha responsabilidade a parceria com a KGB. 

- Eu vou resolver as burocracias por você enquanto se recupera. - paramos no meio do caminho, ela me abraçou e eu me senti melhor. Eu não estou sozinha. - Eu preciso ficar com a mamãe, sabe que ela...

- Eu sei, eu quero mesmo... - olhei para o lado e percebi que o homem de antes estava vindo até nós. - Eu resolvo isso. 

- Ok. - assentiu e voltou para sua família, eu continuei parada, esperando o homem se aproximar. Ele não estava com o tal do Soldado Invernal hoje, havia duas mulheres com ele dessa vez. 

- Meus pêsames. - me abraçou, retribuí e depois de desfeito o abraço, agradeci. - A KGB irá vingar tudo isso. Eu garanto. 

- Eles não parecem russos. 

- Uma deles é. Romanoff é uma traidora, ela trouxe aqueles americanos. 

- Americanos. - o olhei, ele olhou para a mulher da direita e ela o entregou um pendrive, que ele logo me deu. - O que tem aqui?

- O que precisa saber. - paramos, eu olhei para o pendrive e para ele. - Já está nisso. - continuou caminhando na direção da família, eu suspirei, seguindo para a direção contrária. Não quero mais ficar aqui. 

- Para casa? - o motorista abriu a porta, eu assenti. - Como quiser, senhorita Alianov. 

Quando em casa, tomei um banho e não hesitei em pegar o notebook, colocando nele o pendrive e abrindo várias pastas. A primeira foi "Romanoff, Natasha". Cliquei nela e uma foto sua me confirmou que ela é a mulher que o Soldado Invernal enfrentou. 

- Natasha Romanoff, Viúva Negra. Modificada na sala vermelha da KGB. Durante a formatura se destacou, sendo enviada para uma missão: eliminar Anton Vanko, um traidor. Infelizmente desertou para o lado dos americanos, recebendo anistia e se juntando a Shield. - passei mais algumas informações, vendo mais fotos dela. Não é a toa que ganhou destaque, seus disfarces e habilidades em combate são impressionantes. Passei para o próximo e apareceu um da Shield. Haviam várias fotos, desde seus fundadores até sua atual diretoria. - Shield. - li o nome, aquele símbolo me é familiar. É o mesmo simbolo do uniforme dos agentes que pararam o ônibus. 

Mais uma boa pesquisada e vi mais nomes surgirem. As indústrias Starks já havia sido um assunto em uma discussão da família Alianov e agora eu entendo o porquê. Tony Stark é um rival dos Alianov, principalmente do Dimitri. Ambos são concorrentes e, pelo que consta, o Stark parece querer algo que envolve a KGB e nossa parceria. Abri os arquivos sobre que Dimitri havia deixado para mim e entendi uma parte. A parceria é sobre financiar armamento e um outro projeto: Sirius. Mas o que seria? Pesquisei o máximo possível mas não encontrei, não há nada sobre isso. Preciso saber sobre isso mas sei que a KGB não irá me dar as respostas, então, por quê não juntar as coisas? Terei as respostas que procuro e eles me pagarão por isso. Voltei a pesquisar mais sobre Tony Stark, até que encontrei uma agenda de compromissos públicos. Ele estará em Nova York, em uma apresentação do seu novo investimento. 

- Elsa?

- Você saiu sem...

- Eu preciso que me compre uma passagem para Nova York. Preciso que resolva tudo, tenho que ir o mais rápido possível. 

- Mas...

- Eu vou acertar as coisas. 

- Me dá meia hora.  

Nova York,

20:45 P.M

- Desculpe senhorita, mas seu nome não consta na lista de jornalistas. - o homem me olhou outra vez. - Não posso permitir seu acesso, terei de pedir para se retirar. 

- Deve estar havendo um engano. 

- Sim, da senhorita. - fechou a cara. - Pode por favor se retirar?

- Bom, eu..

- Com licença. - um homem se aproximou, estava apressado. - Tony ainda não chegou? 

- Não, senhor Hogan. Mas as senhoras Potts e Romanoff já estão na supervisão. 

- Romanoff.... - pensei algo, o senhor Hogan me direcionou o olhar. 

- E você, quem é? 

- Eu sou... Sam Watson, jornalista. Estou aqui...

- Ela não está na lista. - o segurança respondeu. 

- Jornalista, é? Qual jornal? 

- É do... - fui interrompida por um homem que se aproximou, ele estava assustado. 

- Happy! Estou com um problema técnico no áudio, preciso de ajuda. 

- Certo, eu vou com você. - o senhor Happy Hogan assentiu, eu não poderia deixar passar a oportunidade. 

- E quanto a mim? - perguntei, ele me olhou rápido e assentiu. 

- Deixa-a passar. - falou ao segurança, ele assentiu e enquanto se afastava com o outro homem, o segurança me deixou passar. Depois de alguns minutos me espremendo entre as pessoas da produção e dançarinas, eu acho, consegui chegar na plateia. Nunca tinha visto tantas pessoas e flashs, muito menos uma estrutura como aquela. Em meu caminho por ali acabei avistando no palco a tal Romanoff, ela parecia estar atenta e eu cabisbaixa comecei a caminhar depressa, fugindo do seu olhar até que esbarrei em alguém perto do bar. 

- Desculpe. - passei rápida, eu nem mesmo olhei para o homem. Alguns segundos mais a frente senti alguém segurando em meu braço. - O que.. - me virei, encontrando um rosto talvez conhecido mas que não consigo lembrar de onde. 

- Desculpe mas pela forma que está agindo, está fugindo de alguém? 

- Não. Você quem é? Por quê está segurando o meu braço?

- Bucky. Bucky Barnes. - abriu um sorriso, franzi o cenho. Então um homem se aproximou, o abraçando com um braço.  

- Vejo que já encontrou companhia. - riu. - Não vai me apresentar a moça, Rogers? 

- Thor, isso não..

- Rogers? - puxei meu braço. - Disse que seu nome era Bucky Barnes. 

- Não, é que eu... - coçou a nuca. 

- Está nervoso, coitado. - o outro loiro sorriu, me estendendo a mão. - Não acreditaria em quanto tempo faz que meu amigo aqui não fala com uma moça. Sou Thor Oddison. 

- Sam Watson. - o cumprimentei. - Desculpem por... Eu preciso ir. - olhei na direção da Romanoff, ela estava mais distante. - Espera, vocês sabem onde posso encontrar Tony Stark? Eu tenho que entrevistar ele. 

- Rogers pode te levar lá. - Thor o empurrou para mim, então nos deixando a sós. 

- Me acompanhe. - tomou a frente, então o acompanhei por entre as pessoas, até chegarmos em uma parte menos movimentada. - Então, você é jornalista. Onde trabalha? 

- New York Times. 

- Bom. Eu lamento pelo que fiz antes, eu só... Meu nome é Steven. 

- De verdade?

- É. - deu um sorrisinho. - Eu espero que consiga a sua entrevista. 

- Obrigada. 

- É aqui. - paramos diante de uma porta no corredor e ele a abriu, revelando Tony Stark. É ele. Ele está na minha frente. 

- Picolé? O que? - nos encarava. - Quem é essa? 

- Sam Watson. - o estendi uma mão, ele hesitou. - Sou jornalista. New York Times. 

- Vocês me devem fotos melhores. - me cumprimentou. - Em que posso servir? 

- Eu gostaria de uma entrevista. - falei, ele assentiu olhando para o Steven. 

- Pode ir agora. 

- Como quiser. Vejo você mais tarde, senhorita Watson? 

- Talvez. - sorri, ele saiu e como pediu o homem de terno e bobs no cabelo, eu entrei, fechando a porta atrás de mim. - Obrigada por isso. 

- Diga o que quer saber. Faça seu trabalho. - passava spray no cabelo, eu suspirei. 

- Eu soube de sua rivalidade com os Alianov. 

- Exatamente..? 

- Algum projeto que envolve o serviço de inteligência. 

- Como sabe? - parou virando-se para mim, eu dei passos para trás. - Você é o quê? Uma espiã russa? 

- Tony? - ouvimos uma batida na porta. - Sou eu, Romanoff. 



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