História Sister - Capítulo 18


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Categorias Brandon Flynn, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Visualizações 193
Palavras 2.869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NÃO ME MATEEEMMM.
Fiquei com um bloqueio horrível para a fanfic, felizmente hoje saiu algo descente. Tentei escrever esse capítulo umas trinta vezes, me desculpo desde já se não for muito bom.
NOTAS FINAIS

Se prepararem porque esse é bem tenso...
Boa leitura, desculpem qualquer erro e até o próximo 💛

Capítulo 18 - Mr. Foley


Selena Gomez 

Minhas mãos percorreram toda a cama em busca de Justin que se encontrava ali antes, abri meus olhos para checar ao redor do quarto. Ele não estava ali, não deveria está surpresa.

Uma onda passou por todo meu corpo quando toquei o chão gelado, me fazendo voltar de novo para cama. 

Selena, o que anda acontecendo com você? 

Minha cabeça sempre fazia questão de me questionar quando nem eu sabia a resposta.

Justin está me deixando extremamente confusa, eu não tenho certeza de mais nada em minha vida, ele está me virando de cabeça pra baixo. E o pior; eu estou deixando.

Vencendo a preguiça consegui me levantar e fazer minha higiene, logo descendo para tomar café ou almoçar, ainda não me atualizei do horário.

— Boa tarde dorminhoca – a energia contagiante de Pattie já havia me acertado de primeira — Já são quatro da tarde, você parece perdida.

Sorri para ela, aparentemente apenas nós estávamos em casa.

— Você não imagina o quanto estou – sussurrei.

— Ah sim, um amigo seu esteve aqui e me pediu para entregar essa carta – um cartão vermelho? — Ele é bem bonito, aliás – gargalhamos, ela não tem jeito. 

Deixei o bilhete em meu bolso iria almoçar antes de começar fazer qualquer coisa no meu dia. 

Depois de uma hora e meia de fofocas com Pattie a porta da frente foi aberta, Hailey e Justin estavam juntos — como sempre — ela parecia está se divertindo assim como ele.

Respire Selena.

Antes que eles chegassem perto eu avisei para Pattie que ia subir, ela sempre me olhava estranho quando eu falava isso, como se já soubesse o porquê.

Lancei um olhar furioso para Justin que engoliu o seco quando passei. 

Eu não vou mais deixar ele me fazer de boba, às coisas não funcionam assim para mim, eu nunca vou deixar que me coloquem como segunda opção. 

No meio caminho da escada eu puxei o bilhete, já havia me esquecido dele.

"Olá Sel, sei que deve está furiosa comigo (com razão), mas gostaria que viesse a minha casa hoje às 19h...é aniversário da Cibelle e ela está chateada comigo desde o dia da briga com seu irmão. Acho que chamar você pode fazer ela me perdoar.

Por favor, venha pela Cibelle.

Beijos, Chris."

Me encostei na parede, ainda na escada, e dei uma longa analisada naquele bilhete...poderia ser mais uma das armadilhas dele, poderia me colocar no precipício de novo e empurrar sem nem sentir remorço.

Mas pensando por outro lado, ele não colocaria a pobre Cibelle no meio, ou colocaria?

Milhões de coisas poderiam acontecer essa noite, mas eu tenho certeza apenas de uma; não irei deixar Cibelle me esperando!

Eu não sei bem quanto tempo fiquei pensando encostada na parede, isso está me deixando paranóica. Só voltei a Terra quando senti a mão grande e muito reconhecida por mim tocar meus ombros.

Justin.

Ele me olhou como se pedisse desculpas antes mesmo de abrir a boca, respirei fundo e voltei a subir as escadas sentindo ele me seguir. Quando entramos no meu quarto, em um silêncio absoluto ele fechou a porta ainda de costas e com seus olhos em mim. Seu reflexo era exibido no espelho de minha penteadeira, a luz fraca dos abajus é tudo o que ilumina meu quarto.

Eu abraçava meus próprios braços, dizendo para mim mesma que era hora de dar um fim em algo que nem começou. Eu não podia ficar me rebaixando ao nível de Hailey sempre, pois agora sei que é a ela que ele deseja.

Mas, eu vou fazer isso por mim. Pela minha saúde mental.

— Justin...– sussurrei, fazendo ele se aproximar de mim com o mesmo olhar tenso que tinha na escada — Meu pai me ligou, o Ricardo – engoli o seco.

Ricardo havia me ligado a uma semana atrás, ele se desculpou por me abandonar justo quando eu mais precisei. Eu entendo ele, sempre a amou demais e perdê-la foi horrível para nós. Não havia o que desculpar, eu entendia que naquele momento o melhor era ficarmos separados.

O pedido de desculpas veio junto com uma proposta; voltar a morar com ele. Meu coração acelerou quando ouvi essa proposta, eu queria é claro que queria! Mas, eu pensei em Justin. Não queria deixá-lo para trás. 

Mesmo em pouco tempo ele me ensinou o que é se apaixonar, mesmo com o seu jeito bipolar ele mostrou que também retribuía o sentimento que eu nutria por ele. Eu não posso e nem vou criticar Justin apenas por me "trocar" por outra.

Essa outra está a tempos em sua vida, e eu não seria capaz de tirá-la assim sem mais nem menos.

— O que ele queria? – o desespero em sua voz podia ser notado facilmente.

Me virei para ele, ainda abraçando meu corpo, as lágrimas estavam me implorando para me tomarem. Eu preciso ser forte.

— Vou voltar para minha casa Justin – funguei.

Ele me olhou com aquele olhar que apenas ele sabe fazer, mas, eu não sabia decifrar o que ele queria me dizer com aquele olhar. Ficamos assim, por três minutos inteiros. Olhando no fundo dos olhos dos outro, as lágrimas em meus olhos foram rebeldes demais para que eu segurasse por tanto tempo. 

O silêncio prevaleceu, tudo o que eu senti foi sua mão tocar em minha bochecha quente por conta do choro. Ele jogou minha mecha rebelde para trás, e limpou minhas lágrimas com as costas das suas mãos.

— Aqui é sua casa Selena, você sabe disso – seu dedão fazia um carinho circular no meu rosto, mas eu me afastei, distância nessas conversas são úteis.

— Eu sei Justin, mas Ricardo é meu pai e é com ele que eu devo ficar! 

Ele bufou, logo se sentando na minha cama.

— Voce vai por minha culpa não é? – olhei para o chão, negando — É claro que é – grunhiu.

Eu me encostei na penteadeira e liguei à luz da mesma, respirei fundo antes de abrir a boca novamente.

— Se sabe a resposta, por que gasta sua saliva? – meu olhar congelou no seu que estava extremamente tenso — Justin você me trata como uma criança, cinco minutos está comigo e depois com ela. Ainda volta para mim como se nada tivesse acontecido. – sem reparar eu já andava de um lado para o outro no cômodo.

Ele tentou novamente se aproximar, mas eu havia começado a falar e agora vou terminar.

— Justin Bieber você me usa apenas, e se for para me submeter a isso...devemos continuar apenas como irmãos! Volte para Hailey, invista nela, pare de engana-lá também, mesmo sendo uma vaca, ela não merece isso  – caminhei para a porta, minhas mãos tocaram a maçaneta logo a girando — Por favor Justin, entenda. 

Sem dizer nada, ele assentiu e antes de sair me puxou para perto do seu corpo, selou seus lábios nos meus tão rápido que mal tive chance de raciocinar. O beijo tinha sabor de despedida. Talvez um até logo.

Uma última olhada, foi tudo o que ele fez antes de sair do meu quarto, me deixando livre para chorar até o horário de me arrumar para a festa de Cibelle.

{•••}

Sete horas. Estou atrasada, mas já estou chegando.

Pattie me importunou durante cinco minutos para saber se eu ia sair com algum garoto, mesmo que eu negasse falando que ia para um aniversário de criança. Ela insistia na ideia.

Decidi não discutir com ela. Era tão cabeça dura quanto Bieber.

Hailey ficou o dia todo com um sorriso no rosto, sorriso de vitória. Já Justin, permaneceu em seu quarto até que eu saísse. Sei disso pois voltei para pegar as chaves e vi ele sentado ao lado da loira, apenas sorri para ele antes de me retirar novamente.

Minha barriga embrulhou quando coloquei meus pés para fora do uber. A última vez que estive aqui beijei o Chris, briguei com Justin e dois dias depois fui declarada a nova puta da escola.

Depois de pagar o gentil senhor que dirigia o veículo eu permaneci parada encarando a casa de pedras. Ela era tão sinistra quanto os castelos da Escócia.

Criei coragem para entrar quando vi Cibelle toda sorridente abrindo a porta para uma coleguinha que estava com um presente enorme nas mãos. Oh, droga.

Esqueci de trazer um presente. 

Me desesperei por alguns segundos, mas ao tocar no meu pescoço um sorriso se abriu. Eu sempre usei esse colar, bom desde os oito anos, minha mãe me deu em meu aniversário — ela havia se esquecido totalmente, trabalhou tanto que nem se lembrou do dia — eu sabia que ela tinha esse colar no fundo da caixa de joias desde que me conheço por gente.

Ele era banhado a ouro, com um pingente de lua minguante com pedrinhas brilhantes. 

Jeremy deu a minha mãe e ela me deu, sei que ela ficaria feliz se me visse passando ele para alguém tão incrível como Cibelle. 

Agora que eu estava mais confiante, toquei a campainha enquanto tirava o colar de meu pescoço, fechei o mesmo em minhas mãos e as coloquei para trás quando a porta se abriu.

— SELENA – o sorriso da pequena quase se rasgou quando me viu, seu pequeno corpo grudou em minha pernas me fazendo rir da situação.

— Parabéns anjinho – me abaixei para ficar da sua altura. — Adivinha em qual mão está seu presente — sorri brincalhona. 

Ela colocou o dedo indicador na bochecha, ficando com uma cara pensadora. Fazendo uma cara de "já sei" levantou os braços e segurou os dois.

— Escolho os dois, assim não tem como errar. – se gabou.

Neguei com a cabeça com uma risada e tirei as mãos de trás do meu corpo, logo abrindo a mão e revelando o colar que deixou a menininha de boca aberta. Ela passou seus dedinhos na lua e abriu aquele sorriso lindo que ela tinha.

— É tão lindo Selena, eu amei...pode colocar em mim? – assenti.

Ela se virou e eu levei seus cabelos para o ombro esquerdo, fechei o colar dando um pequeno tapinha nas costas dela.

— Prontinho meus anjo – ganhei um beijo super melado na bochecha e logo um puxão pela mão.

Ela me arrastava por toda a festa como se eu fosse a rainha Elizabeth, apresentava para todos seus tios, primos, amigos até chegarmos em Chris. Ele estava no quintal, onde os brinquedos ficavam, vez ou outra ele gritava o nome de alguma criança falando para ela não fazer tal coisa. 

Quando Cibelle me largou para ir brincar, eu me senti incomodada com a proximidade de seu irmão, ele pareceu notar e logo se afastou mais.

— Selena...sei que não é o melhor momento mas, eu preciso me desculpar. – ele olhava para frente vendo as crianças competir para ver quem pula mais alto — Me desculpe por ser um babaca, eu odeio ser um babaca – mordi os lábios antes de olhar para ele, que fez o mesmo.

Chris não era uma má pessoa, algo o levou fazer aqui, eu nunca guardei rancor e não vai ser agora que vou guardar. Mas, mesmo assim manterei o cuidado.

— Eu te desculpo Chris, está tudo bem. Só não vamos mais falar sobre isso.

Ele assentiu.

O diretor, pai de Chris, se aproximou de nós dois me dando um abraço. Eu não esperava isso.

Chris não fez questão de olhá-lo e nem de cumprimentá-lo. 

— Pequena Selena, vejo que você e meu filho se resolveram. – sorri de canto olhando para Chris e assenti — Mil perdões por meu filho, ele é meio sem noção as vezes.

Agora entendi porque Chris é assim, o pai dele é um babaca. Talvez o rei dos babacas.

— Está tudo bem, seu filho foi babaca, mas tenho certeza que é uma ótima pessoa diferente de certas pessoas – Chris pareceu segurar a risada e seu pai logo o repreendeu — Se me dá licença, vou ao banheiro. 

Sem esperar uma resposta eu caminhei para dentro da casa tendo que desviar de muitas crianças. Quando finalmente cheguei ao andar de cima corri para o banheiro, antes que eu pudesse fechá-lo um pé segurou a mesma. Encarei o espelho que ficava logo em minha frente, senhor Foley?

— Senhor Foley me deixe fechar a porta – perdi, o nervosismo já tomava conta de mim.

Ele usou sua força para empurrar a porta, me fazendo parar na parede. Ele carregava um sorriso diabólico no rosto, e eu como uma garota, sei exatamente o que vem.

Engoli o seco e tentei empurrar ele para o lado, eu estava gritando para que me ajudassem mas a maldita música infantil estava alta. Ele segurou minhas mãos e trancou a porta, voltando com o sorriso diabólico.

— Me deixe sair, por favor – um nó se formou em minha garganta. 

Voltei a gritar quando ele me prendeu na parede e deslizou uma de suas mãos por minha coxa nua. Suas mãos enrugadas puxaram minha coxa para cima, fazendo minha intimidade de encaixar em seu membro.  As lágrimas escorriam por meu rosto, mas eu não deixei de gritar nem quando ele tampou minha boca com a mão.

Ele distribuía beijos nojentos por meu rosto, ombros e pescoço. Eu so queria acordar desse pesadelo.

Ele puxou seu cinto e me segurou com apenas uma de suas mãos, com a outra juntou meus punhos que eu puxava com força para que ele soltasse. Apertou o cinto em meus punhos deixando as proximidades roxas. A toalha de rosto ele rasgou para colocar em minha boca. 

Eu estava perdida. Não importa o quanto eu tente, ele estava me deixando sem saídas.

— Princesa, não vai demorar nada se você colaborar – esse sussurrou em meu ouvido enquanto abria meu botão do shorts e o baixava.

Eu percebi que não iria acordar quando senti o meu shorts nos tornozelos e seus dedos dentro da minha intimidade. Tudo o que eu sentia era nojo e desejo que aquilo acabasse logo. 

— Agora está prontinha para mim, prometo que vou te satisfazer.

Sem delongas ele tirou suas calças e logo a cueca, eu fechei os olhos com força quando ele começou a se masturbar e tocar na minha intimidade novamente. A morte seria melhor que isso.

— Abre a porra dos olhos, você não vai perder a melhor foda da sua vida – apertou meu pescoço com a mão, cada palavra que saia de sua boca me causava mais náuseas. 

Quando finalmente, ouvi batidas fortes na porta, eu voltei a tentar gritar mas o pano não colaborava. Ele não parou, não se importou com a porta quase sendo derrubada e nem comigo gritando.

Posicionou seu membro na minha entrada.

Quando ele ia me penetrar a porta caiu por cima dele fazendo seu corpo cair. Olhei para baixo vendo seu corpo jogado e sua cabeça sangrando, ele bateu no vaso.

Eu estava desesperada, eu gritava ainda com a boca vendada, Chris vestiu meu shorts e só ai eu vi que foi ele que me salvou desse monstro.

Com cuidado ele tirou o cinto de meus pulsos doloridos, e a toalha da minha boca. Eu o abracei deixando minhas lágrimas molharem sua camisa. Suas mãos me puxaram para perto de si e quando senti um corpinho agarrado a minha perna eu encarei Cibelle assustada. 

Olhei cara Chris que tinha os olhos vermelhos de tanto chorar.

— Ele...ele abusava da Cibelle – fungou e puxou sua irmã para os braços, saímos do banheiro dando de cara com muitas pessoas que estavam na festa, no corredor nos olhando.

Passamos por todos indo em direção ao lado de fora da casa, os três sentados na grama, ouvindo as sirenes chegando. Eu tentava processar tudo o que aconteceu, e eu queria esquecer de tudo. Chris estava em outro mundo, um mundo onde ele estava sofrendo mais do que aqui. Sua mente.

Cibelle estava no meio de nós, passando suas mãos em nossos rostos, eu não podia acreditar que aquele mostro já ousou tocar nesse anjo.

Quando viaturas e ambulâncias pararam na nossa frente, Chris se levantou e disse onde o pai estava. A polícia seguiu junto com a equipe de uma das ambulâncias.

Uma policial chegou perto de mim e Cibelle, logo se sentando do nosso lado. Eu ainda estava longe com meus pensamentos, mas Cibelle logo falou por mim.

— Vamos falar baixinho, não quero fazer ela chorar mais – a moça assentiu.

A moça fazia perguntas para ela, parecia que ela já sabia exatamente o que Cibelle passou e o que eu tive a "sorte" de passar também.

— Moça, elas estão cansadas...podemos falar sobre isso amanhã? – Chris pediu e ela assentiu.

Quando ela se levantou a Cibelle fez o mesmo e disse olhando para todos nós.

— Não deixa ele chegar perto de mim de novo, por favor – e essa, foi a primeira vez que vi ela chorar.

Seu irmão a pegou no colo e abraçou como se nada de ruim pudesse a alcançar ali. Eu preciso de um abraço desses. Criei forças para levantar e me juntar a eles. 

— Chris, ele já...fez isso com você? – eu não deveria ter perguntado, não com Cibelle ali — Me desculpe, esquece isso.

— Sim... – às lágrimas voltaram a rolar no rosto dele — Eu era muito pequeno, mas sempre tive pesadelos assim e ver ele abusando de você me trouxe lembranças...Selena, comigo ele chegou no final...

Ele não precisava dizer mais nada, eu apertei mais o abraço fazendo ele desabar em meus cabelos. 

Esse dia, tem que ser esquecido por nós.

 


Notas Finais


Não fiquei parada nesses dias de bloqueio naaooo, to com duas fanfic's maravilhosas no fornoooo. Uma delas é Shawlena.

Bom, em relação a sister, já estamos na reta final (não sei ao certo quantos capítulos ai vão ter).
Muitas coisas vão acontecer nos próximos capítulossss, fiquem espertos nas notificações a qualquer momento posso enviar outro. Ah sim, Chris vai narrar o próximo.
Beijos, até o próximo 💖


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