História Six Days. - Capítulo 32


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Categorias Apink, Bangtan Boys (BTS), Got7, Monsta X
Personagens BamBam, Hyung Won, I'M, Jackson, JB, Jinyoung, Jung Eun-ji, Jung Hoseok (J-Hope), Ki Hyun, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Hyuk, Min Yoongi (Suga), Park Cho-rong, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho, Yoon Bo-mi, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Jackbum, Markjin, Markjinson, Yugbam
Visualizações 62
Palavras 2.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olaaaaa
como estão? torço para que bem.


boa leitura!

Capítulo 32 - Trigésimo segundo.


Os dias haviam se passado rapidamente e quando menos esperávamos, as duas semanas já haviam acabado e já tínhamos que retornar. Não todos nós, mas a maioria. Hoseok faria uma viagem com sua mãe para ver parentes distantes. Hyungwon iria a uma excursão sobre ciências ou algo assim. Bambam não faria nada e juntamente a mim, lamemtávamos por ter de ir. Jaebum e Youngjae ainda não haviam se acertado e passavam maior parte do tempo discutindo, então eu poderia bem dizer que a viagem não havia sido nada boa para eles.

Eu sentia um pesar estranho por dentro, porque de certa forma, aquilo se devia a mim. Haviam começado a discutir por causa de algo que Jaebum sugerira, mas que tinha relação comigo. Youngjae não falava comigo desde então e eu me sentia meio preso e dividido. Devia ir falar com ele quando eu era a última pessoa que ele desejava ver? Não sabia, talvez.

Eu me sentia de certa forma, culpado. Não pelo beijo, eu sabia que aquilo havia significado pouca coisa para mim e Jaebum, mas sim pela confusão. Mark havia ficado bravo. Youngjae estava bravo e todos sentiam o pesar, porque tornava-se chato o clima e muitas vezes, não sabíamos lidar.

Yugyeom gritou algo do andar de cima, segundos depois, jogando a mala. Minha desatenção fora tanta que eu só percebi que está vinha em minha direção quando minha cabeça fora acertada com violência. Franzi as sombrancelhas, passando minha mão em minha testa antes de erguer o olhar e encará-lo, emburrado.

Ele desceu as escadas e rapidamente parou a minha frente, tocando minha testa, que no momento, ardia. Sua expressão era preocupada e embora eu desejasse falar que estava tudo bem, me sentia tonto demais para pronunciar algo, o que pareceu aumentar sua preocupação.

— Oh, porra. — seu resmungo saiu baixo e sua expressão era pesarosa. Inspirei profundamente, fazendo uma careta ao sentir seus dedos sobre minha testa novamente. — Eu falei para você sair, Jackson. Você está bem?

Maneei minha cabeça para os lados, seguidamente, a balançando para cima e para baixo. Yugyeom franziu as sombrancelhas e me puxou para sentar no sofá, encarando-me durante um longo tempo. Tempo o suficiente para deixar-me desconfortável com a situação. Torci a boca, apoiando minha cabeça em minhas mãos. Uma dorzinha chata instalava-se lentamente, deixando agoniado. Aquele dia não estava sendo legal e o recente acontecimento apenas servia para comprovar que aquele não era meu dia.

— O que vocês estão fazendo aí? — Bambam perguntou baixo, aparecendo na sala. Havia uma bolsa pequena em sua mão e na outra, um pirulito vermelho. Fechei meus olhos. — Por que tem uma mancha vermelha na sua testa, Jackson?

— Eu derrubei a mala na cabeça dele. — Yugyeom falou antes que eu pensasse em abrir a boca. Sua voz soara baixa, culpada. Suspirei forte. — E desde então ele não abre a boca. Eu perguntei se ele estava bem, mas ele negou e depois concordou. Ah, Bam. Não foi por querer.

— Calma. — meu amigo riu de algum lugar da sala e segundos depois, eu senti seus dedos em meu queixo. Resmunguei baixinho. — Jackie? Quem é a pessoa mais bonita deste mundo?

— Você.— falei baixo, abrindo os olhos. Bambam sorriu largamente e me encarou, espremendo os seus grandes olhos.

— Ele está bem. — disse a Yugyeom, segundos depois, sentando-se no espaço que havia entre nossos corpos. Sua perna direta fora jogada em cima das minhas e sua mão pousara em meus ombros. — Você já terminou de arrumar suas malas, Yug?

— Sim, eu só preciso levar para o carro. — o Kim murmurou, sorridente. Sua cabeça pousou sobre o ombro de Bambam e ele entrelaçou ambos os dedos. Sorri pela atitude fofa. — Já decidiram qual será a divisão?

— Youngjae não quer ir no mesmo carro que o Jaebum. O que é uma bobagem. Ele tem de parar com isso, já está ficando chato. Jaebum não já pediu desculpas? Por que ele tem de continuar a tratá-lo mal? — sua fala estava repleta de indignação e algo a mais. Eu sabia que Bambam sendo como era, estava perto de perder a paciência. — Aliás, por que você e o Jaebum nunca contaram que se pegaram no banheiro?

— Você nunca perguntou. — ri soprado, suspirando ao fundo. — Ele disse que foi apenas um momento e resolvemos não espalhar, porque acima de qualquer coisa, nós somos amigos. 

— Você nunca me deixou te beijar! — Hoseok resmungou do alto da escada. O encarei com as sombrancelhas arqueadas. — E eu tentei duas vezes!

— Você estava bêbado. — sorri, o encarando. Ele passou por mim, largando sua mala próxima a de Yugyeom e sentando-se no divã cor de rosa que havia no chão, ao centro da sala e no espaço entre os três sofás. — E eu não sinto vontade de te beijar.

— Por quê? — sua pergunta era curiosa e apenas pelo tom em sua voz, eu soube que ele havia ficado ofendido. 

— É coisa de atração, Seok. Eu não ficaria com o Bambam e ele não é de se jogar fora. — encarei rapidamente meu amigo tailandês, que levantou-se em um pulo, indignado. Ri.

— Como assim "ele não é de se jogar fora", Wang? Você quer apanhar? — fiz uma careta ao sentir seus tapas ardidos em meus braços, resmungando baixinho. — Eu sou é muito lindo, o.k? Um Deus grego na terra. Você apenas convive diariamente comigo e está acostumado a admirar minha beleza. É isto!

— Menos, Bam. — Hoseok riu, puxando o magricela para sentar ao seu lado. Yugyeom riu. — Mas, eu ficaria contigo, Jackson. Nossa amizade começou com eu tendo crush em ti, unilateralmente.

— Você já teve uma queda por todos nós, Hoseok. — Bambam resmungou, jogando as pernas sobre as de Yugyeom, que praticamente dormia no sofá. — E o único que chegou perto de retribuir fui eu, mas me livrei a tempo.

— Vocês são uns porres. — revirando os olhos, Hoseok colocou-se de pé e murmurou algo sobre ir adiantar Hyungwon. Jaebum entrou na sala com a expressão fechada e sentou-se no outro sofá, fechando os olhos. Bambam o encarou.

— Yugyeom? Vamos levar as malas para o carro. — Yugyeom resmungou como uma criança birrenta antes de se levantar e sair porta a fora com o tailandês.

Suspirei, ainda encarando Jaebum. Ele andava vezes mais fechado e aquilo de certa forma, me preocupava. Jaebum não era um alguém que partilhava os sentimentos ruins quando estes o afligia e muitas vezes, acumulava demais.

Sua dificuldade naquele quesito acabava o deixando triste em alguns momentos e eu sempre tentava distraí-lo com algo ou tentava ajudá-lo com palavras. Todavia, daquela vez parecia difícil porque eu era a causa e estava me sentindo mal com a situação. Youngjae tratava Jaebum mal por termos nos beijado há meses atrás e eu me sentia irritado de certa forma. Era uma bobagem gigante.

— Você quer falar algo? — Jaebum questionou-me, com sua extrema arrogância.

Desviei o olhar, percebendo apenas ali que havia o encarado tempo demais. Sorri envergonhado. Prendi minha atenção em minhas mãos, pensando seriamente se tentava ajudá-lo com aquilo ou se ficava calado. Jaebum continuava me encarando. Era estranho me sentir envergonhado daquela forma que estava?


Ele era meu melhor amigo, não devia ter nada demais. Era apenas um desentendimento bobo entre ele e o namorado. Algo que vinha em decorrência de um problema passado. Pequeno. Então, eu realmente deveria falar algo. Caso contrário, estaria sendo egoísta em todos os sentidos.

— Hyung? — me levantei do sofá, caminhando até estar perto dele. Ajoelhei-me a sua frente, segurando em suas mãos geladas. — Você sabe que estarei aqui para o que precisar, não sabe?

— Claro. — sua resposta soou extremamente baixa. Me sentei no sofá ao seu lado.

— Como andam as coisas? — questionei baixo, mordendo meu lábio. Jaebum desviou o olhar. — Youngjae ainda não quer falar contigo?

— Não e isso é extremamente infantil da parte dele. — soprando a franja, o moreno voltou a me olhar. Fora estranho, porque eu me senti afetado por aquele olhar e algo em mim estremeceu. Mordi meu lábio inferior. — É apenas um ciúmes idiota, Jackson. Ele está deixando nosso relacionamento se esvair devido a porra de ciúmes bobo.

— Você falou com ele? — meu melhor amigo concordou, lançando-me um sorriso fraco. Parecia frustrado imenso. — E ele não te deu respostas suficientemente boas para explicar o tratamento ruim?

— Não. — sua voz soou deveras desaminada. O encarei.

— Youngjae talvez precise de um tempo para ele mesmo. — sugeri, passando a brincar com a pulseira que circundava o pulso de Jaebum. — Porque ao que parece, nem ele mesmo percebe que seu mau tratamento está desgastando o relacionamento de vocês. E hyung, eu em hipótese alguma, desejo que você fique triste. Principalmente por algo assim.

"Um relacionamento se baseia em confiança e o Jae não confia em você o suficiente para acreditar que nosso beijo foi apenas um beijo, ainda não está certo. Amar é se entregar totalmente a alguém, mesmo correndo o risco de não haver entrega mútua. Amar é confiar cegamente, mesmo correndo o risco de essa confiança não ser mútua. É para ser algo bom, então quando não; há algo errado."

— Nosso relacionamento? — sua pergunta soou confusa. Neguei, o abraçando de lado ao ver suas orbes encherem-se de lágrimas.

— Mark ficou irritado com a novidade e tratou-me mal. Mas, passou. Porque ele percebeu que a falta de confiança estava atingindo a mim e a Jinyoung. Ao nosso relacionamento. — fiz uma pausa, sentindo os braços de Jaebum apertarem-se ao redor do meu corpo. — Jae... Calma. Estou aqui, uhh?

Eu não precisava de muito para saber que ele estava tentando conter os próprios sentimentos. Jaebum havia sido criado pelos avós, pessoas preconceituosas que acreditavam que homossexuais já tinham seu lugar reservado no inferno. Eu sabia que ele estava uma pilha e que o problema com Youngjae apenas o sobrecarregava ainda mais.

— Confiança rege tudo, Jaebum. — sorri ao me afastar, deixando um beijo sobre sua testa. Meu amigo sorriu. — Apenas, tenha paciência, uhh? Nada é eterno. As coisas estão ruins agora, mas quem garante que continuarão assim?

— E quem garante que irão melhorar? — retrucou. Sorri pesaroso.

— Ninguém. — toquei a ponta de seu nariz. — Mas, tudo fica bem após seis dias.

— Por quê exatamente seis dias? 

— Porque soa legal e seis é par. — sorri ao falar. O moreno revirou o olhar, soltando um riso baixo.

— Obrigado. — sua fala soara baixa.

Neguei, dando de ombros antes de me levantar e estender minha mão para si, puxando-o para o lado de fora. Mark resmungava algo ao telefone. Sua expressão era irritada e enquanto caminhava de um lado para o outro, também chutava os montinhos de areia. Encarei-o, deixando que Jaebum continuasse a caminhar na direção do carro sozinho.

Jinyoung estava sentado no último degrau da escada, segurando o telefone entre os dedos. Caminhei até estar junto dele, me sentando ao seu lado. Seu olhar para mim fora rápido, todavia, logo ele passou os braços ao redor da minha cintura, me abraçando.

— O que aconteceu com a sua testa? — sua fala soara risonha. Encarei Yugyeom, que corria na areia atrás de Bambam.

— Yugyeom jogou a mala do alto da escada e ela caiu em minha cabeça. — soltei, coçando meus olhos a seguir. Jinyoung tocou a mancha vermelha em minha testa.

— Iremos colocar gelo mais tarde. — não fora uma pergunta, mas eu concordei. — Você se importa de ficar mais alguns dias?

— Por quê? — estranhei sua pergunta, o que acabou por me lembrar o motivo exato pelo qual eu havia ido ali. — O que houve com o Mark?

— Ele está discutindo com o pai. — Jinyoung sorriu, puxando-me para levantar. Jaebum, Youngjae, Bambam e Yugyeom estavam perto do carro.

— Vocês não vêm mesmo? — a pergunta partiu de Yugyeom. Jinyoung negou, entrelaçando nossos dedos.

— O.k. — Bambam se aproximou de mim, abraçando-me. Sorri, acabando por piscar surpreso quando ele juntou nossos lábios, em um selinho rápido. Jinyoung o estapeou, todavia, meu amigo apenas riu. — Se vocês não cuidarem dele, eu o trago para o meu relacionamento com o Yug.

— Não! — Hoseok resmungou, se afastando de Yugyeom. — Eu o trago para o meu relacionamento com Hyungwon.

— Parem com isso. — Jinyoung resmungou, risonho. Empurrou Bambam e Hoseok, que afastaram-se rindo. — Ele não irá para relacionamento algum.

— Precisamos ir antes que o entardecer chegue. — Hyungwon resmungou, nos encarando. — O pico ficará mais agitado.

— Certo. — os meninos viraram-se para o carro e o adentraram.

Youngjae permanecia ao lado de fora e eu aproveitei a oportunidade para correr até ele e o abraçar. Sua surpresa veio junto de um arregalar de olhos. Eu tinha tanto para falar, mas me sentia totalmente impedido. Não que houvesse realmente algo me impedindo, era apenas o sentimento ruim nos cercando.

— Espero que tudo fique bem. — falei baixo, o encarando. — Apenas saiba que confiança é algo que se conquista, Jae. Se você confia em Jaebum, sabe que não há necessidade alguma de ter ciúmes da nossa amizade. Eu amo Mark e Jinyoung, eles são seus amigos. Apenas, não demore muito e converse com ele, uh? Faça uma boa viagem.

Quando o carro finalmente partiu, eu me voltei a Jinyoung e o abracei, passando meus braços ao redor de seus ombros. Meu namorado suspirou e enterrou o rosto no vão do meu pescoço e eu soube exatamente naquele momento que havia mais coisas naquele desejo dele e de Mark de ficar do que eu podia imaginar.

Não o perguntei nada e ao voltarmos para perto do nosso outro namorado, Mark estava sentado com os olhos fechados. Seu sorriso para nós era repleto de promessas não ditas e novamente, eu me senti confuso quanto aquilo. Mas, não disse nada. Era melhor daquela forma e eu sentia que tudo correria bem com eles al



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