História Six Days Of Heat - Capítulo 16


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Abo, Alfa, Beta, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Ltops, Mpreg, Narry, Niall Horan, Nouis, Nourry, Ômega, One Direction, Zayn Malik, Zbottom, Ziam, Ziam Mayne
Visualizações 114
Palavras 2.748
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Maratona 1/3

Capítulo 16 - The Runaways


- Eu sinto muito por isso, babe... - a voz de Caleb soou assustadoramente suave.

O alfa encostou as presas na pele fina, Karen sentiu os olhos arderem e as lágrimas começarem a cair, mas, antes que pudesse marcar a ômega, Caleb foi lançado com uma força sobrenatural contra a parede do lado oposto e Karen caiu no chão, protegendo o pescoço com as mãos. Um conhecido lobo branco havia se atirado para dentro de casa pela janela mesmo, sem se preocupar com os cacos do vidro estilhaçado da janela. Rosnou alto, parando em frente a mãe e protegendo-a com o próprio corpo.

- Ruth! - Caleb grunhiu, sentindo seus ossos trincarem.

Ruth rosnou mais uma vez, tombando o corpo para frente e olhando fixamente para o alfa. As presas à mostra, as garras aparentes, a garota estava prestes a avançar sobre o pai, quando Liam entrou desesperado pela porta, seguido por Ailee e Zayn. Karen foi erguida do chão com cuidado pelos dois ômegas e os três se afastaram.

- Ruth... - Liam disse baixo, se aproximando da irmã, que rosnou mais uma vez encarando o pai. - Pai, o que está acontecendo? - o alfa perguntou baixo.

Caleb rosnou em resposta, os olhos amarelados fixos na filha, se moveu, tentando se levantar, mas, antes que pudesse fazê-lo, Ruth se atirou sobre o seu corpo, tentando morde-lo. O alfa a segurou pelo pescoço, mantendo-se como podia longe dos dentes afiados.

- RUTH! - Liam berrou, correndo até a irmã, tentando tira-la de cima do pai. - RUTH! PARA, AGORA!

A voz grave e firme reverberou pelas paredes fazendo-a se afastar imediatamente, sentando-se ao lado do irmão, mas, mantendo o rosnado baixo dirigido ao pai, os olhos fixos, atentos a qualquer movimento brusco que ele fizesse. Karen caminhou até os filhos, segurando a manga rasgada de sua blusa, os olhos estavam vermelhos e inchados, ninguém percebeu quando ela começara a chorar, mas, parecia que havia chorado durante várias horas.

- Saia daqui, Caleb. Você não é bem-vindo. - a voz embargada e trêmula, a mão livre agarrou o braço de Liam que olhou-a confuso. - SAIA! AGORA! - o grito estridente e o choro a fizeram engasgar.

Caleb se levantou, ergueu os olhos para Zayn, que se encolheu ao lado de Ailee. O alfa começou a caminhar lentamente em direção a saída, mantendo o olhar sobre o corpo do ômega. Em um ato reflexo, o moreno levou as mãos um pouco abaixo do umbigo e abaixou a cabeça. Ailee passou o braço por seu ombro e encarou o alfa, mantendo o olhar firme até que ele deixasse a casa completamente.

- Mãe, o que foi que aconteceu? - Liam perguntou assim que Caleb sumiu de suas vistas, envolvendo a mãe em um abraço, tentando reconforta-la.

- O seu pai... Ele... Ele... Ele tentou me marcar filho! - a ômega segurou-se ao corpo do alfa, abraçando-o como se pudesse perde-lo a qualquer momento - Ele está completamente louco!

- Calma. - Liam começou a acariciar os cabelos e as costas da mãe, apertando-a em um abraço protetor. - Tá tudo bem agora - beijou-lhe o topo da cabeça.

***

- Então você está mesmo esperando um filhote? - Karen perguntou com os olhos fixos em Zayn.

- Sim. - ele parecia muito mais um ômega, acanhado e apreensivo, provavelmente tinha a ver com os hormônios.

- Isso é... Eu não sei o que dizer, me desculpe Zayn. - a voz da ômega mais velha soou um tanto preocupada, porque era óbvio que ela estava preocupada.

- Não precisa se desculpar, eu também fui pego de surpresa. - deu de ombros e sorriu sem graça.

Karem acabou sorrindo também, ergueu uma das mãos e envolveu a de Zayn, um gesto que poderia não significar nada, mas, naquele momento, significava o mundo para ele. Uma aprovação silenciosa, apesar dos pesares. Ele ainda precisava passar pelo trator Patrícia Malik, mas, ao menos já era meio caminho andado. E, se por acaso, nesse caminho ele pudesse ter Liam Payne ao lado dele, não iria achar de todo ruim.

- E o que nós vamos fazer agora? - Ruth perguntou, enquanto Ailee cuidava dos arranhões espalhados por seu corpo.

- Nós vamos embora. - Liam se pronunciou, encarando a irmã. - Nós não podemos ficar aqui, o papai... O Caleb não parece que vai desistir e eu não quero a minha família correndo nenhum risco.

- E pra onde nós iríamos? - Karen encarou o filho, ainda sem soltar os dedos de Zayn.

- Pra Londres. Pra China. Pra Marte. Mãe, a gente só não pode continuar aqui. - a ômega assentiu e Zayn sentiu seus dedos serem apertados um pouco mais forte.

- Eu e o Liam vamos conversar com a minha mãe. - Zayn virou os dedos, entrelaçando-os aos de Anne, tentando conforta-la.

- Enquanto isso vocês arrumam as malas, o máximo de roupas que vocês conseguirem, porque nós não vamos voltar. - a voz grave de Liam demonstrava o quanto ele estava preocupado.

- Olha... - Ailee se manifestou, chamando a atenção de todos - A minha família tem uma cabana de caça fora dos limites da cidade, ela não é nenhuma mansão mas, pode esconder vocês, pelo menos enquanto vocês procuram um lugar pra ficar.... - ela fez uma pausa - Em Londres, na China ou em Marte. - Ruth a encarou com as sobrancelhas erguidas. - Enquanto nós procuramos um lugar pra ficar.

- Ela tem razão, Lee, a gente não pode simplesmente arrumar as malas e sair desse jeito. - Zayn ponderou, encarando o alfa. - Nós podemos nos esconder, enquanto isso o Harry pode providenciar o lugar pra gente ficar em Londres.

- Zee... - Payne começou a falar, mas, foi interrompido pela irmã.

- Só alguns dias, Liam. A gente não pode simplesmente viajar pra Londres. Onde a gente ficaria? - alfa suspirou derrotado e acabou assentindo. - Vamos falar com a minha mãe sim? - Zayn ergueu a mão de Karen que ainda estava entrelaçada à sua e beijou-lhe os dedos delicadamente, fazendo-a sorrir um pouco.

- Esperem a gente voltar, ok? - Liam pediu e Karen assentiu.

Zayn e Liam saíram juntos em direção à casa de Trisha, ambos sabiam que não seria uma conversa nada animada, de qualquer forma, o ômega precisava convencê-la a ir com ele, afinal de contas, todos que ele amava estavam em risco. Enquanto dirigia, o alfa manteve a mão presa à do menor, em um gesto de carinho e, é claro, uma forma de demonstrar que ele sempre estaria ali, não importando o que aconteceria a seguir.

Os dois ainda não haviam conversado sobre qual era o tipo de relação que teriam, entretanto, sabiam que havia um filhote, sabiam que amavam a "bolinha de golf" não-nascida e não-nomeada mais do que qualquer coisa e sabiam que queriam ficar juntos. Não havia uma etiqueta indicando o que, de fato, estava acontecendo entre eles, mesmo assim, Zayn tinha certeza que não queria nada diferente, o mesmo valia para o cacheado. Claro, tirando a parte do psicopata assassino atrás deles.

Estacionaram a caminhonete em frente à casa de Trisha, Zayn suspirou, estava nervoso, se tinha uma coisa que ele sabia sobre a mãe, era o nível de sua teimosia. Entrelaçaram os dedos e caminharam até a entrada. Liam se incumbiu de tocar a campainha, já que o seu ômega estava trêmulo demais para fazê-lo. Não demorou muito para que Yaser abrisse a porta e se assustasse com a presença do alfa dos Payne.

- Hey Yaser. - Zayn sorriu, sendo correspondido de forma cúmplice.

Yaser tinha um carinho absurdo por aquele garoto, era algo incompreensível, Zayn não era biologicamente seu, mas, não deixava de ser seu filho, pelo menos, não em sua concepção, biologia não significava nada naquele momento. Abriu espaço para que eles entrassem e, assim que o fizeram, fechou a porta logo atrás dos corpos tensos.

- Eu vou chamar a Trisha, sim? - ambos assentiram juntos e sorriram nervosamente.

Alguns minutos depois, Trisha e Yaser voltaram. A alfa não parecia nem um pouco feliz com visita do filho e do... Genro? O beta parecia sussurrar alguma coisa em seu ouvido enquanto ela parecia responder de forma grosseira. A testa franzida, a expressão irritada. Parou em frente aos dois e cruzou os braços, os olhos âmbar queimavam em fúria e ela parecia fazer um esforço absurdo para não começar a berrar.

- Eu pensei que nós já tínhamos resolvido isso, Zayn. - as narinas e os lábios tremeram, enquanto ela tentava aparentar uma calma que ela não tinha.

- Mãe, as circunstâncias mudaram. - o ômega se soltou das mãos de Liam e se aproximou da alfa.

- Filho.... - os olhos da mulher brilharam apreensivos.

- Me dá sua mão. - Malik sussurrou, encarando-a esperançoso.

- O que? Por que? - ergueu a mão que foi rapidamente envolvida pela de Zayn.

- O Liam nunca faria nada pra me machucar, eu tenho certeza disso como eu tenho certeza que amo você. - os dedos da alfa se apertaram às mãos do filho.

- Zayn, você não pode ter certeza disso, filho, por favor. Eu sei que esse rapaz parece bom agora, mas, a criatura que ele vai se tornar pode machucar você. - os olhos âmbar marejaram de Trisha e o alfa cacheado sentiu um arrepio percorrer sua espinha, seu maior medo declamado daquela forma só o fazia se sentir pior.

- Nós vamos embora. Todos nós, juntos. Nós não podemos ficar aqui e eu não posso ficar longe dele. - a confiança na voz de Zayn deveria acalmar o maior, mas, apenas o deixava ainda mais apreensivo.

- Filho... - o ômega levou a mão de sua mãe até um pouco abaixo do seu umbigo, fazendo a alfa arregalar os olhos. - Zayn!

- Eu sei que pode parecer um péssimo momento, mas, mãe, eu nunca me senti assim. Uma coragem dos diabos e mesmo assim, morto de medo. Dá até pra dizer que eu enfrento qualquer coisa pela minha "bolinha de golf", e...

- Bolinha de golf? - Trisha o interrompeu.

- Eu chamei assim, mas, é só enquanto a gente não escolhe o nome. - o alfa respondeu sem graça.

Quando Trisha finalmente suspirou parecendo convencida, Zayn puxou-a pela mão, fazendo-a sentar-se no sofá ao seu lado. Detalhadamente contou o que havia acontecido e como Caleb, que ele não sabia ser seu tio, havia olhado-o de forma intimidadora e como havia tentado marcar sua ômega, mesmo sabendo dos riscos.

A alfa ouviu a tudo boquiaberta, aquele não era o Caleb que ela conhecera, seu irmão era doce, gentil, recordava-se de todas as vezes em que ele passara as noites em claro, apenas porque ela estava assustada com o barulho da chuva. Ele lhe contava histórias, lhe fazia companhia, cuidava dela muito mais do que seu próprio pai. Como ele poderia ameaçar seu filho?

- Mãe? - as lágrimas acumuladas nos cantos dos olhos, finalmente caíram, era uma mistura de decepção e medo que fazia o coração da alfa apertar e doer. - Mãe... - o ômega não estava entendendo nada, envolveu a mãe em um abraço e encarou os olhos castanhos confusos do maior.

- Caleb é meu irmão. - Zayn e Liam a encararam com os olhos arregalados. - Seus avós achavam que ele estava morto e eu também. Seu tio se transformou e, bem diante dos nossos olhos, Walter atirou nele.

- Mãe, por que não me contou? - o ômega soltou-a do seu abraço.

- Porque eu não queria que você achasse que por causa da família que ele formou, você poderia ficar com ele. - apontou para o alfa presente - Isso não muda nada, Zayn!

- Sra. Malik. - Liam chamou a atenção de Trisha - Meu pai viveu todos esses anos sem marcar a minha mãe, a minha relação com o Zayn não precisa de uma marca para ser mais verdadeira, eu jamais colocaria a vida dele e do nosso filhote em risco.

- Você não consegue se controlar.

- Pelo Zayn e pelo nosso filhote eu consigo qualquer coisa.

A alfa ponderou um pouco, seus olhos foram de Zayn para Liam e ela teve certeza que não poderia mover um dedo para impedir qualquer coisa de acontecer entre aqueles dois. Havia algo naqueles dois pares de olhos que se encaravam como se pudessem ver um através do outro, algo que não era dito explicitamente, mas, que estava ali. Qualquer criatura com o mínimo de raciocínio lógico enxergaria, era óbvio.

- Certo, e o que vocês pretendem fazer? - Zayn sorriu abertamente, enquanto o alfa parecia genuinamente aliviado.

- Nós vamos nos esconder por alguns dias, eu vou pedir ao Harry pra procurar um lugar pra gente poder ficar em Londres e de lá nós iremos para outro lugar, o mais longe possível.

- Zayn... - Trisha ainda parecia hesitante.

- Eu não vou deixar você aqui, então você vai precisar confiar em mim e vir comigo, por favor. - Yaser se aproximou e encarou a alfa, segurando seu queixo entre os dedos.

- Você vai com o Zayn e eu fico aqui, posso ajudar o Harry a procurar um lugar e assim nós podermos ir. - agachou-se até ficar da altura da alfa que continuava sentada no sofá - Não faça com o Zayn o que o seu pai fez conosco, por favor.

Trisha piscou os olhos algumas vezes e suspirou derrotada, recordando-se que Walter jamais medira esforços para afasta-la de Yaser. Até mesmo reaparecer com o pai de Zayn, que havia partido logo após entregar-lhe o filhote nascido minutos antes.

- Você está certo, desculpe.

O beta deixou um beijo terno na testa da alfa que suspirou mais uma vez, ela estava fazendo muito isso. Foi até o quarto e começou a juntar algumas peças de roupa, desajeitadamente, em uma mala. Assim que decidiu que havia roupas suficientes, voltou à sala, presenciando uma das cenas mais adoráveis que alguém poderia ter a sorte de presenciar.

- Você devia parar de esconder a nossa bolinha nesse monte de roupa. - o alfa havia acabado de repousar uma das mãos sob o moletom cinza que Zayn usava.

- Vamos tentar lidar com isso de um jeito normal, por favor? Eu ainda não me acostumei com a ideia, não entendo como você consegue ser o pai do ano no meio dessa confusão. - rolou os olhos, arrepiando-se com o contato gélido dos anéis do cacheado.

- Ué, o que você queria? Que eu te largasse com um filhote na barriga? - arqueou a sobrancelha enquanto fazia um carinho suave sobre a pequena protuberância no ventre do ômega.

- Não. Mas, pelo menos um pouco de receio, talvez um leve desespero, sei lá, essa sua calma e alegria em ser pai quase não combina com o momento. - Payne bufou irritado, segurando Zayn pela cintura e puxando-o para sentar-se em seu colo.

- Nossa Zayn, para de reclamar. Eu estou com você, não vou deixar nada de ruim acontecer com a nossa família e quando você menos esperar nós vamos estar longe disso tudo e eu vou poder ser o pai do ano em paz. - juntou os lábios aos do moreno em um selinho demorado, que foi correspondido sem muito esforço.

Trisha deu um leve pigarro fazendo-se notar pelo casal na sala, Zayn levantou-se imediatamente do colo do alfa, mas, não pôde se afastar muito, as mãos grandes do maior se mantiveram possessivamente sobre o seu quadril. Não se falaram muito, a alfa se despediu do beta e ambos partiram para a casa dos Payne, com a intenção de buscar Karen e Ruth.

Assim que estacionaram em frente a pequena casa, Liam desceu do veículo rapidamente, correndo até sua casa. Minutos depois saía com a mesma rapidez segurando algumas malas em suas mãos e sendo seguido pela mãe, a irmã e, provavelmente sua cunhada, que deveria indicar o caminho para a tal cabana.

Yaser ficou incumbido de procurar Harry e pedir ajuda para a família de fugitivos que precisava desesperadamente de um lugar para ficar.

Enfim partiram em dois carros, em direção à saída da cidade, onde poderiam se esconder por pelo menos três dias antes que pudessem sair de uma vez de Bradford. Assim que sumiram no fim da rua, uma conhecida caminhonete verde repetia o mesmo caminho feito pelos Payne e pelos Tomlinson.

Caleb mantinha os olhos fixos na estrada e o olfato aguçado para o cheiro da própria família, ele tinha planos que deveriam ser levados à cabo, ou todo ser esforço seria inútil. Um baixo grunhido no banco de trás chamou sua atenção e ele encarou pelo retrovisor a própria mãe, amarrada e amordaçada.

- É por um bem maior, mãe. - sua voz foi ouvida muito baixa, enquanto seus dedos pressionavam o volante. - É tudo por um bem maior.



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