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História SIX DAYS OF HEAT ;; jae.yong - Capítulo 11


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Notas do Autor


Barraco, pancadaria, tem de tudo nesse capítulo minha gente, pode buscar a pipoca kkk.

Capítulo 11 - Those marks


Choa estava sentada em sua cama, sem saber o que fazer naquela situação, em pânico pelo que a ausência de consciência poderia causar naqueles dois. Em todo o tempo que ficou com Taeyong - desde que o rapaz completara 16 anos e saíra da casa dos pais - Choa evitou intromissões desnecessárias na vida do ômega. Quando ele decidiu, por conta própria, que jamais permitiria que um alfa o marcasse e que, em nenhuma hipótese, terminaria os seus dias reduzido a um maldito receptáculo de filhotes, a senhora percebeu o trabalho bem feito que Sunmi havia feito, então seus serviços não era necessários.

Ah, mas, a beta havia se apegado tanto à Taeyong, então ela ficou. Cuidando da casa, das roupas, da comida, quando estavam apenas os dois, ele era um garoto adorável, muito educado, importava-se tanto com os outros. Jamais negou um copo d'água ou dois dedos de prosa à qualquer criatura que batesse à sua porta. Em nada lembrava a família a qual pertencia. Cuidava da empresa do padrasto com afinco e Jaejoong confiava em Taeyong como confiaria em um filhote que fosse seu. Ninguém, jamais, descobriu quem seria o pai de Taeyong e Sunmi jamais permitiu que essa questão fosse levada em consideração. Jaejoong era seu marido e portanto, pai de Taeyong, não importa o que a maldita biologia quisesse insinuar.

Naquele momento, Choa decidiu que não devia mais observar de fora, que aquela era a hora certa para uma "intromissão", por isso, mesmo que o rapaz a odiasse pelo resto dos seus dias, ela faria tudo que fosse necessário para protegê-lo. Discou o número de Sunmi e aguardou que ela atendesse.

— Oi Choa! — Sunmi atendeu animada.

— Senhora... — a voz trêmula da mulher denunciou que aquela não seria uma conversa amigável.

Choa? O que aconteceu? Por que está assim? — Sunmi perguntou exasperada — Aconteceu algo com o Taeyong? Ele está bem?

— Sim, por enquanto ele está bem, mas, aquele alfa, ele está aqui. E... Senhora, ele está em hut! Não sei se tem consciência do que está fazendo...

MAS, QUE DIABOS! COMO DEIXOU ISSO ACONTECER??? — berrou desesperada.

— Mas... Mas... O que eu poderia fazer, senhora? Ele chegou aqui no meio da madrugada, Taeyong atendeu a porta, eu não tive o que fazer! E agora? Não posso simplesmente entrar no quarto e arrancar o Jaehyun de lá! — pediu chorosa.

ARGH! QUE SEJA! EU RESOLVO ISSO!

Sunmi interrompeu a ligação antes mesmo que Choa tivesse chance de responder. A alfa estava em pânico, sentia-se impotente diante do que estava na iminência de acontecer. Não! De forma alguma ela permitira que o seu filhote se tornasse algum tipo de animal, ainda que ela não tivesse certeza de que isso aconteceria, ela não arriscaria. Jogar com a vida de Taeyong era algo impensado para ela. Seu lobo interior estava em alerta total e seu instinto protetor estava em níveis impensáveis.

Bom, o que mais poderia ser feito para parar a força da natureza? Quem seguraria uma mãe-lobo capaz de qualquer coisa para defender a própria cria? A morena agarrou a alça da bolsa e deixou a casa sem sequer avisar à Jaejoong aonde ia. Segurou as chaves do carro e sumiu dentro da garagem. Se apelar para a consciência de Taeyong não funcionou, só lhe restava apelar para uma outra mãe-lobo que fosse capaz de qualquer coisa para defender a própria cria.

Enquanto dirigia, apertava o volante entre os dedos e rosnava agoniada. Ela não sabia o que fazer, seu coração se apertava apenas com a hipótese de perder o seu filho para uma maldição qualquer, uma condição, o que quer que fosse aquilo. Não! Ela repetia em sua cabeça. De jeito nenhum isso aconteceria.

Estacionou o carro em frente à pequena casa. Somin e Krystal estavam no jardim, a alfa cuidava, atentamente de tudo, enquanto a ômega parecia dar-lhe instruções do que fazer com a terra, os vasos, as flores, a grama. A garota de olhos castanhos-esverdeados foi a primeira a notar a presença do carro. Virou-se assim que o veículo estacionou, fazendo com que a mãe se virasse também.

Somin ergueu o corpo, que estava curvado sobre a filha, encarando, apreensiva, a mulher que descia de um carro que parecia mais caro que a vida dela. Tinha porte e altura de alfa, e uma expressão nada amigável. Krystal ergueu-se imediatamente e prostrou-se de pé em frente a mãe. A ômega ergueu a mão e tocou com carinho o ombro da filha, sorrindo para ela enquanto se aproximava da alfa que havia parado no meio do jardim.

— Olá, pois não?! — Somin perguntou sorridente, ainda que estivesse um pouco desconfiada, parando de frente à alfa.

— Você é Lee Somin? — a ômega assentiu — Ótimo. Meu nome é Sunmi, e eu gostaria de falar sobre o seu filho.

— O Jaehyun entrou em hut ontem, provavelmente está com algum ômega no momento, se ele fez algo com...

— Exato. Ele ainda não fez nada, mas, provavelmente fará. O ômega com quem ele está é o meu filho Taeyong.

— Oh...

Somin arregalou os olhos. Aquela era a primeira vez em que ela tinha contato com algum familiar dos ômegas com quem Jaehyun se relacionava. Na verdade, ele e Krystal sempre deixaram tudo muito impessoal. Nunca houve apresentações formais, ou conversas constrangedoras. Eles saíam, sumiam por três ou seis dias e depois voltavam. Era sempre assim. Claro que a ômega desejava netinhos, miniaturas de seus filhos correndo pela casa, mas, essa era uma escolha deles e ela não poderia interferir. Não que ela não tivesse tentado, diga-se de passagem.

— Erm...

— Não precisa falar nada. Não quero explicações, sei como as coisas funcionam. Ainda assim, preciso que você tire o seu filho de perto do meu. — Sunmi disse firme.

— Ow. Calma aí... O que o Jaehyun pode ter feito de tão absurdo para você o querer longe do seu filho?

— Nasceu. Não quero o Taeyong envolvido com esse tipo de alfa. Irresponsável, mulherengo, egoísta. Não quero. Quero ele longe!

— HEY! Veja lá como fala. O Jaehyun pode não ser um exemplo de alfa, mas, o meu filho jamais trataria mal quem quer que estivesse com ele, você não precisa se preocupar.

— Eu não me importo com isso, mas, alfas em hut não têm consciência dos seus atos. Seu filho pode marcar o meu e eu não quero que isso aconteça. Meu Taeyong não precisa de uma marca, nem de um alfa para viver bem.

— Escuta, você é a mãe de Lee Taeyong? — Sunmi assentiu — Ah, claro, a mãe do ômega depravado que insiste em se atracar com alfas aleatórios, veio me dar lição de moral sobre o possível comportamento do meu filho...

— ESCUTA AQUI... — Sunmi levantou o dedo, apontando para o rosto da ômega, que imediatamente o afastou com um forte tapa.

— ESCUTA AQUI VOCÊ MINHA FILHA! QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA APARECER NA MINHA CASA E COMEÇAR A OFENDER O MEU FILHO DESSE JEITO?

— EU SÓ ESTOU TENTANDO PROTEGER O MEU FILHO!

— PROTEGER DE QUE?

— ISSO NÃO É DA SUA CONTA! SE VOCÊ NÃO TIRAR O SEU FILHO DE LÁ, EU MESMA FAÇO ISSO.

— NÃO SE ATREVA A ENCOSTAR NO JAEHYUN...

— EXPERIMENTA DEIXAR ELE LÁ!

Somin rosnou irritada, jogando-se sobre a alfa que se desequilibrou e caiu, levando a ômega consigo. Krystal arregalou os olhos sem saber muito bem o que fazer. As duas mães estavam engalfinhadas sobre a grama do jardim, gritavam e rosnavam, arranhavam-se e ofendiam-se mutuamente. A alfa mais jovem tentou se aproximar e separar as duas mulheres, mas foi impossível. Os vizinhos começaram a abrir as portas de suas casas, assustados com os rosnados e com a gritaria.

— MÃE! PARA COM ISSO! OH MÃE! OLHA OS VIZINHOS! AAAHHH VOCÊS ESTÃO ME FAZENDO PASSAR VERGONHA! PAREM COM ISSO! ENQUANTO VOCÊS BRIGAM JAEHYUN E TAEYONG ESTÃO SE COMENDO POR AÍ. OOOOOOHHH MÃE!!! — Krystal berrava desesperada.

Nesse momento, a caminhonete de Taemin estacionou em frente à casa. O alfa arregalou os olhos assustado e desceu correndo do veículo, aproximando-se de sua ômega e segurando-a pelos ombros, tirando-a de cima de alguém que ele não saberia dizer quem era.

— SOMIN! O QUE É ISSO? VOCÊ PERDEU O JUÍZO? — Krystal se aproximou de Sunmi ajudando-a a se levantar enquanto Taemin segurava Somin.

— ESSA LOUCA CHEGOU AQUI OFENDENDO O JAEHYUN, CHAMANDO-O DE IRRESPONSÁVEL, MULHERENGO. O QUE É? MEU FILHO NÃO É SUFICIENTE PARA O SEU PEQUENO PRÍNCIPE?

— ALFA NENHUM NESSE MUNDO É SUFICIENTE PARA O MEU TAEYONG, NÃO VAI SER O SEU FILHO QUE EU VOU PERMITIR QUE SE APROXIME!

— ELE VAI MORRER SOZINHO!

— ISSO NÃO É DA SUA CONTA!

— CALEM A BOCA VOCÊS DUAS! — Taemin usou sua voz de alfa, assustando as três mulheres.

Sunmi piscou algumas vezes, encarando o alfa exasperado. Imediatamente, as imagens daquele dia na casa de campo voltaram á sua mente, não como flashes, mas, como uma lembrança perfeita. Arregalou os olhos reconhecendo quem era o alfa que segurava Somin nos braços com tanto afinco.

— Taemin? — sussurrou em um fio de voz.

O alfa não sabia o que fazer quando reconheceu que era sua irmã quem estava ali, atracando-se com sua ômega em seu jardim. Soltou Somin e se aproximou de Sunmi, que deu alguns passos para trás, afastando-se.

Miya...

— Taemin o que você... Eu vi... Eu vi você morrer... Você ou... Aquela coisa que era você... Taemin... — ela resmungava com as mãos nos cabelos castanhos, como se tentasse entender o que estava diante de seus olhos — O Changmin, eu o vi atirar, eu vi você cair, Taemin!

— Miya, por favor, me deixa explicar — tentou se aproximar novamente, erguendo os braços e tocando-a carinhosamente nos ombros.

— NÃO ENCOSTA EM MIM! — Sunmi berrou desesperada, as lágrimas já começavam a surgir em seus olhos — Nós enterramos um caixão vazio em sua homenagem, a nossa mãe visita o seu túmulo todos os dias, ela se culpa até hoje pela sua... Morte...

— Eu precisava me afastar, eu sabia o que Changmin queria comigo, eu sabia o que aconteceria se eu me transformasse, eu não...

— VOCÊ DEVIA TER NOS PROCURADO! DEVIA TER ME PROCURADO, ME CONTADO! AGORA O MEU TAEYONG ESTÁ... — Sunmi arregalou os olhos - O JAEHYUN... ELE É...

— Ele é meu filho, mas, não se preocupe ele não vai mais procurar o Taeyong!

— DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO? ELE ESTÁ AGORA MESMO COM O TAEYONG!

— Pai... O que está acontecendo? — Krystal se aproximou, os olhos já haviam sido tomados por sua conhecida e ameaçadora cor cinza (quase branca) e ela encarava Sunmi firmemente.

— Nós não vamos conseguir tirar o Jaehyun de lá, não agora, nós temos que esperar e rezar para que nada aconteça... — Taemin disse tristonho, segurando os ombros da filha e impedindo-a de se transformar ali, em frente a uma pequena plateia.

— Você acabou com a vida de duas famílias inteiras. Você é pior que o Changmin. — Sunmi encarou-o, estava tão decepcionada — O que quer que aconteça, ao Taeyong ou ao Jaehyun, saiba que a culpa é sua.

***

Taeyong abriu os olhos, sentindo o incômodo da lâmpada acesa sobre sua cabeça. Voltou a fechá-los. Sentiu o peso de um braço sobre sua barriga. Esforçou-se mais um pouco, obrigando-se a abrir os olhos novamente. Tombou a cabeça para o lado encontrando Jaehyun dormindo pesadamente. Havia uma bagunça de fios castanhos espalhados pelo travesseiro e o ômega percebeu que ele estava virado para o outro lado, deitado de bruços.

Os olhos castanhos caíram sobre as costas arranhadas, vergões vermelhos que iam dos ombros até a base da coluna, ele não tinha noção de que podia machucar alguém daquela forma. Mordeu o lábio quando encarou a bunda durinha descoberta e seus dedos coçaram para aperta-la. Virou-se de lado, aproveitando-se do abraço do alfa e se aconchegando mais ao seu corpo, não queria acorda-lo e ao mesmo tempo queria que ele acordasse - de preferência pronto, se é que você me entende.

Fechou os olhos, encostando os lábios no ombro do moreno, deixando um dos braços sobre as costas definidas. Deixou-se levar pelo cheiro másculo e suavemente intimidador que exalava do seu alfa, uma mistura de sêmen e suor que o deixava quente. Parecia que era ele quem estava heat e não o contrário. Aquele cheiro era tão bom, mas, o ômega estava tão cansado que acabou caindo no sono rapidamente.

Taeyong ainda dormia quando sentiu um leve ardor em seu membro e grunhiu dolorido. Abriu os olhos e piscou várias vezes até conseguir acreditar que o alfa estava entre suas pernas, chupando-o. Estava prestes a reclamar quando sentiu a língua quente sobre sua glande sensível e um arrepio percorreu-lhe à espinha. Seus dedos se enfiaram nos fios suados, avisando que havia acordado. Gemeu baixinho quando os caninos rasparam sobre sua extensão e as garras se prenderam em suas coxas.

— Hum.. Porra... — passou a língua pelos lábios, mordendo-os logo em seguida.

— Ah... Taeyong... Você tem um gosto tão bom... — murmurou, levando os lábios parcialmente úmidos até a linha das bolas do ômega, que retorceu sobre o colchão.

O alfa segurou os tornozelos do ômega, erguendo as pernas dele e apoiando os pés sobre o colchão, deixando-o ainda mais exposto. A língua áspera não dava trégua, lambia a virilha de Taeyong, mordendo e deixando fortes marcas vermelhas, passava-a por toda a extensão que já estava completamente dura e pingando, não deixava que uma gota sequer escapasse, não era lento, nem cuidadoso, nem por isso era ruim. Jaehyun parecia querer comê-lo, não apenas no sentido sexual da palavra, mas, no sentido literal.

Sugou uma última vez a glande vermelha, fazendo o ômega arfar, abandonando o membro duro e se deleitando com a pele cheirosa e suada de seu ômega. Tateou a barriga e a cintura marcada, sem esquecer de morder e lamber logo em seguida onde havia deixado a marca arroxeada. Seus dedos se apertaram sobre o corpo alheio enquanto ele seguia seu caminho até o mamilo rijo de Taeyong.

Lambeu o local, logo depois prendendo-o entre os dentes, enquanto mantinha o outro seguro entre seus dedos. Taeyong podia sentir o membro do alfa em sua coxa, molhando-o, enquanto ele gemia em antecipação. De repente, sentiu as mãos grandes - já sem anéis - em suas costas, erguendo-o do colchão e virando-o. As mesmas mãos seguraram sua cintura, fazendo-o ficar de quatro sobre a cama.

Não teve muito tempo para se preparar para o que viria, sentiu o membro duro lhe invadir sem aviso prévio, fazendo-o engasgar com o gemido que ficou preso em sua garganta. O rosnado aliviado que escapou pelos lábios do alfa e reverberou pelas paredes do quarto, fez com que o ômega revirasse os olhos e os fechasse, decorando aquele som que parecia o mais bonito que já tinha ouvido.

A lubrificação de Taeyong era abundante àquela altura, fosse pelos dedos apertando sua cintura, fosse pelos gemidos que o alfa não fazia questão de esconder, fosse pelo membro que surrava sua próstata fazendo-o ver estrelas sem precisar olhar o céu. Ele pingava, de todos os locais que poderia pingar e, ele precisava lembrar-se que aquilo não era sobre ele, era sobre Jaehyun, mas, como se controlar?

Encostou a testa sobre o travesseiro, fechando os olhos e abafando os gemidos incessantes. O alfa era implacável. As pupilas dilatadas enquanto encarava a bunda empinada do ômega tremendo por conta dos movimentos, ele salivava. Seu próprio corpo tremeu e ele sentiu que estava próximo, aumentou a velocidade dos próprios quadris, enfiando-se o mais fundo que conseguia. Rosnou alto quando sentiu o ômega se apertar ao seu redor - ele havia gozado - e deixou-se ir. Seu pênis inchou, atando Taeyong, que grunhiu dolorido.

O nó se desfez e o alfa caiu sobre o ômega. Ambos ofegantes. Jung levou os dedos compridos para os fios negros, afastando a franja da testa suada do moreno.

— Você pode... Sair de cima de mim... Por favor? — Taeyong perguntou ofegante. O alfa girou para o lado contrário imediatamente, puxando-o para deitar sobre si. — Uh... — resmungou ao sentir as costas baterem no peito suado.

— Assim está melhor? — Jaehyun sussurrou contra a orelha do ômega.

— Sim... Bem melhor... Obrigado...

As mãos do alfa foram para a barriga do ômega, e Taeyong apoiou os pés sobre as pernas de Jaehyun. Fechou os olhos se permitindo descansar. Sentiu os dedos compridos fazerem o contorno do seu umbigo e acabou sorrindo, porque não haviam se passado cinco minutos e ele já sentia o corpo de Jaehyun esquentar sob o seu.

Os caninos do moreno rasparam seu ombro e seguiram para o pescoço, depois para o lóbulo da orelha, mordendo e chupando. O ômega arfava, sentindo sua entrada contrair. Ele estava dolorido, muito, mas, o alfa só precisava encostar nele e ele se sentia pronto para começar tudo de novo.

— Monta. — Jaehyun usou sua voz de alfa, grave e alta, fazendo o ômega tremer em seus braços.

Ele já estava duro de novo, menos de cinco minutos depois e ele já estava duro de novo.

— Jaehyun... — Taeyong pediu manhoso, fingindo que a voz grave não fez sua entrada ficar úmida. — Espera um pouco...

— Por que? Você está molhado. — Taeyong sentiu os dedos do alfa entre suas nádegas e engasgou.

— Jae... — insistiu, ainda que soubesse que o alfa estava certo.

— Você está molhado e eu estou duro... Monta. — Taeyong tremeu novamente, prendendo o lábio inferior entre os dentes. Jaehyun rosnou impaciente, erguendo o corpo do ômega. — Vira de frente.

O ômega obedeceu, simplesmente porque ele, mesmo que tentasse, não conseguia evitar. Jaehyun o segurou pela cintura, fazendo-o sentar-se sobre sua barriga, envolveu o próprio membro com os dedos. Puxou Taeyong pela nuca, juntando os lábios em um beijo desajeitado, enquanto se enterrava, novamente no ômega.

Taeyong gemeu contra os lábios do moreno, segurando-o pelos ombros, tentando se acostumar com a dor. Ele estava molhado, mas, estava sensível, foi doloroso senti-lo se enfiar novamente. A língua do Jung massageava a sua de forma possessiva, enquanto ele mantinha uma mão embolada nos curtos fios lisos e a outra se apertava em uma de suas nádegas, fazendo-o rebolar.

— Hum... — ele gemeu novamente, sentindo o membro do alfa cutucar sua próstata.

Virou o rosto, porque precisava respirar, sentindo o alfa mergulhar a cabeça em seu pescoço. Taeyong deixava que o mais novo lhe segurasse a bunda e comandasse os movimentos da forma que o deixasse mais satisfeito. Arregalou os olhos quando o sentiu forçar os dentes na curva entre seu pescoço e seu ombro, erguendo-se rapidamente.

— Não me marca... — pediu ofegante, encarando os olhos castanhos de seu alfa.

Jaehyun rosnou, seu lobo interior se sentiu magoado, ele queria marcar aquele ômega como seu, não queria nenhum outro alfa perto dele. Rosnou novamente, movimentando o quadril ainda mais rápido e fundo. O moreno tombou a cabeça para trás, deixando os gemidos altos escaparem por seus lábios. Ele podia sentir, pela forma que o alfa se movia, que ele estava irritado. Os rosnados baixos misturados aos gemidos, até isso o deixava aceso.

— Jaehyun... JAEHYUN! — gritou quando sentiu-se vir em jatos fortes, o alfa enfiou-se uma última vez, segurando sua cintura, gozando dentro do ômega, crescendo e atando-o, já que essa era a única coisa que podia fazer.

— Não quero que me marque sem saber o que está fazendo... — Taeyong resmungou, deitado sobre o peito suado do alfa, ainda que soubesse que o moreno dormia pesadamente. — Quero que faça isso por vontade própria, não por instinto... — fechou os olhos, deixando-se levar pelo sono.

Quando o alfa acordou, não se sentiu dolorosamente duro e agradeceu por ter, finalmente, passado pelo hut. Sentiu o peso do ômega sobre seu corpo e os dedinhos contornarem as tatuagens em seu torso.

— Acho que nós devíamos nos conhecer melhor... — Taeyong pediu, erguendo o rosto e apoiando o queixo sobre o peito do alfa.

— Você quer dizer como namorados? Encontros, beijos fora do heat, talvez alguns abraços, andando de mãos dadas pela rua? — a voz grave de quem havia acabado de acordar fez Taeyong estremecer.

— Sim...

— Você ainda tem dúvidas se... — o ômega calou o alfa com um selinho, que foi correspondido imediatamente.

— Faça isso por mim... — Jaehyun sorriu, exibindo as charmosas covinhas, ele faria qualquer coisa para tomar aquele ômega.

— Que tal jantar no Moon's hoje?



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