História Six Hours - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bts, Jeongguk, Jungkook, Kookv, Taehyung, Taekook, Tentativa De Comedia, Vkook
Visualizações 115
Palavras 1.348
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEHEHEHEHEH

SURPRESA

ACHARAM QUE SERIA SÁBADO
UNS TROUXA MESMO

Relembrando a maravilhosa capa @softqueenx rsrsrs

JÁ LEU GANGSTERS?!?? NÃO?! TA MUITO BOM! @hiddeninthedark

Espero que gostem rsrsrsrs

Capítulo 2 - Chuva


Okay então Jeon Jeongguk, vamos lá. Chuva... Desisto já.

Sério, que porra era essa?! Se ele queria se livrar de mim por 6 horas, podia ter me falado sabe?

Me levanto seguindo caminho pelo shopping, era de cidade pequena então não tínhamos tanto perigo de sair andando por ele. Começo a procurar o bebedouro, sinto muito mas era única coisa que chuva me lembrava e que estava dentro de um shopping.

Procuro a caixinha pelo bebedouro me sentindo decepcionado por não ter absolutamente nada ali. Dou um passo à frente pisando em algo duro. Uma pedra.

Que caralhos uma pedra está fazendo no meio do shopping?

Me abaixo sentindo a idade chegando na minha coluna, pego a pedra vendo que tinha algo colado nela, e claro escrito.

"Não é tão óbvio assim amor, pense em nós para isso"

Olhei em volta para ver se encontrava câmeras. Eu sou tão previsível assim? Que ódio. Também nos conhecemos a 8 anos, faz até sentido. Mas continuo com medo, ele prevê as coisas agora?!

8 anos... Tanto tempo realmente, foi uma história que seria cômica se não fosse triste.

Era um dia chuvoso... Caralho era isso que esse demônio queria que eu lembrasse?!

Me sento no chão com a lanterna iluminado o teto para não ficar no escuro e começo a refletir daquele dia triste.

Como eu estava falando, era um dia chuvoso... Estava saindo da aula depois da bruxa da professora ter me mandando para a diretoria, eu só estava conversando um pouco! E meu amigo, Jared, falou muito mais que eu! Injustiça!

Continuei andando até que ouvi latidos atrás de mim, não dei muita importância afinal, era só um cachorro. Me iludi? Como sempre. Ouvi os latidos cada vez mais altos e olhei para trás, vendo então o filhote do diabo me perseguindo, chamado cachorro.

Saí correndo numa velocidade que sentia até os pelos da bunda saltarem ao vento.

- SAI DEMÔNIO – Comecei a jogar a água da minha garrafa d’água, mentalizando que era uma água benta e com uma esperança que nem eu sabia que poderia existir.

O cachorro parecia não gostar muito de Deus, pois continuou me seguindo e com mais raiva ainda. Não entendi o motivo, afinal ele já estava todo molhado pela chuva não sei qual era o problema da minha garrafa.

Tirei meu sapato e atirei perto dele, não ia agredir o cachorro, era o demônio encarnado no bicho, mas era um bicho mesmo assim. Vendo que ele cagou muito, atiro minha meia nele vendo que caiu na cara dele.

Pulo em cima do banco da parada de ônibus, vendo um menino me olhar assustado e segurando o riso num nível alto.

- Que foi?! Nunca viu um dono brincar com o seu cachorrinho não? – Respiro fundo tentando voltar a respiração normal.

- Ah d-desculpa! – O garoto simplesmente abaixa a cabeça olhando para os seus próprios pés. Senti uma leve compaixão, afinal, fui meio grosso com o garoto, bateu um peso no coração. Só foi uma leve compaixão pois eu estava com raiva do bicho ainda, não tinha vontade de ser fofo com ele.

- Ah que isso – Arrumo minha mochila enquanto olho para a rua vendo os carros passarem. Me arrumo no banco me sentando do seu lado, vendo ele ir mais para o lado.

- Meia?

- O que? – Olho para o garoto confuso.

Vejo ele tirar um par de meias quentinhos da mochila, tirando uma meia e apenas esticando o braço com ela na sua mão.

- Ah... Sim. – Seguro a meia levemente confuso e coloco ela, sorrindo gentilmente para o menino. – Muito obrigada.

- Não tem de quer

Enquanto encaro a rua, olho de canto de olho para o garoto, o achando estranho. Afinal, quem aleatoriamente empresta uma meia, e o pior apenas uma delas?!

- Ahn... De onde você tirou a meia? – Olho para a meia colorida, brega, mas fofa. Talvez tenha acabado de descrever o garoto vendo que ele tinha uma mochila do Mickey Mouse.

- Eu ia dormir na casa de um amigo meu e sinto frio nos pés de noite. – Diz num tom baixo que quase tive que me grudar nele para conseguir entender.

- Entendi. Não quer ela de volta?

Okay, aquilo era extremamente constrangedor. Cada frase vinha com um peso enorme e era um clima pesado. Estranho eu diria.

- Imagina, eu vou pedir para o meu amigo uma meia então não tem necessidade – Diz ele rápido demais.

Eu já entendi que ele era provavelmente tímido, ou apenas não estava muito afim de falar comigo.

- Ata. Mas me diz aí qual o seu nome? – Falo vendo o menino já se levantar.

- Jefferson

Vejo ele se afastar e entrar dentro do ônibus. Sorrio para ele ouvindo outros latidos em seguida.

Olho para o lado vendo o cachorro pulando na minha cara, aquele cachorro. Começo a gritar em puro desespero vendo o dono dele puxar ele pela coleira e começar “Cachorro feio! Cachorro mal!”.

- Caralho desculpa na moral sério esse cachorro tem problemas. – Ele estende a mão para eu levantar. Aceito de bom grado e fico encarando ele com uma cara de bunda.

- Porra cara controla esse cachorro! Eu tive que atirar a merda de um meia na cara dele para ver se ele me deixava em paz!

- Era sua a meia? – Diz ele me entregando ela – Já ouviu numa coisa chamada talco? – Torce o nariz com uma expressão de nojo.

- Vai se foder! – Falo enfiando a meia na cara dele – QUE CHEIRINHO BOM NÉ?

Sinto ele me empurrar e respira bem fundo tentando não me bater provavelmente, não sei a razão disso, se eu que vou bater nele primeiro de qualquer jeito.

- Menos! Você precisa de um sapato?

- Imagina vou ir voando, com o poder do fogo na minha bunda eu vou conseguir voar por aí.

- Entendi... Que número você calça?

- 42... Vai comprar um sapato para mim?! Se for isso pode ser o mais caro da loja de preferência!

- O meu é 44... Se você amarrar bem forte cabe. Senta ai. – Diz ele me ignorando e me empurrando para se sentar. Ele pega meu pé, botando junto com a meia quentinha o sapato, que acabou servindo perfeitamente pela grossura da meia.

- Ah... Obrigada. Não vai precisar dele não Adestrador de Demônio?

- Que isso, eu moro aqui perto. Você pelo visto nem tanto – Aponta com a cabeça para onde eu estava sentado, a parada de ônibus. – Foi mal, meu cachorro só deve ter gostado de você.

- Poxa não sabia que para demonstrar afeto a gente sai correndo e latindo atrás das pessoas. – Dou uma olhada de relance para o sapato. – Você não vai querer ele de volta não moço?

- Jeongguk. E sim. – Vejo ele começar a falar um número, de seu celular eu acho, espero que não seja o da Momo do WhatsApp.

Pego meu celular salvando o contato como Adestrador de Demônio.

- Me liga mais tarde, vou te dizer meu endereço e espero que devolva meu sapato, ele foi caro.

- Okay gracinha a gente combina então. – Pisco para ele, vendo ele pela primeira vez rir. – Vou perder o ônibus calma. – Me levanto levemente desesperado chamando o ônibus, vendo ele impressionante parar.

- Até mais então.

- Taehyung

- Quem?

- Meu nome abestalhado. Até

Entro rapidamente no ônibus pois não merecia ficar molhado, me sento no primeiro lugar que vejo e respiro fundo. Sorrio pegando meu celular vendo o tal número.

- Minha mãe vai me matar... Vai dizer que é vírus. - Olho para a janela e assim fico até chegar em casa.

Foi realmente um dia... Complicado aquele. Mas lembro dele com um certo ódio pois odeio aquele cachorro até hoje, sim a desgraça ainda está viva.

Me levanto indo para a loja de sapatos, acertando na mosca. Eu sou muito foda.

Estava pendurada num barbante meio velho em algum lugar a caixinha. Pego a chave e abro ela, revelando mais uma chave e um bilhete, daqui a pouco tenho um puta chaveiro com esse jogo.

Próxima pista: Lanterna


Notas Finais


Comenta aí o que achou desse cocozinho (autoestima é tudo), aquela favoritada marota e beijinhos de mel <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...