História Sixteen - Capítulo 2


Escrita por: e AnaTina16


Notas do Autor


Aconselho a começarem a contar os orgasmos da Lili.
Sem mais detalhes, teté!!😉

Capítulo 2 - Capítulo 2


Lili olhava para os lados, ainda sonolenta escorada em Germano enquanto o mesmo ainda dormia. Haviam se recolhido em uma das cabines do jatinho, dormindo um pouco.

Odiava vôos longos, e sempre dormia para fazer com que o percurso parecesse menor, mas não estava conseguindo. Embora estivesse no ar, a cabine estava extremamente quente, mas também não queria sair.

A proximidade com o corpo dele era reconfortante, principalmente em seu estado de agonia pelo vôo longo.

Estava insatisfeita em sair pela manhã, havia acabado de acordar, seu corpo não aguentava tantas horas de repouso, e nada ali lhe cansaria o suficiente.

"A não ser..." sorriu com seu pensamento maliciosa, pensando em como Luna gargalharia se soubesse de seus pensamentos ocultos.

A mesma simplesmente amava falar sobre o assunto, e por mais que também tivesse uma mente absurdamente poluída era consideravelmente mais contida do que a amiga.

Olhou para o quase ex-marido ao seu lado, pensando em talvez acorda-lo, mas assim que observou sua face tão serena enquanto dormia, decidiu ficar quieta.

Não havia perdoado o marido. Nem de longe o faria, ainda estava magoada com ele depois das traições, e não cederia, é claro. Eram apenas pensamentos.

Olhou novamente para o lado, fazendo o possível para não acorda-lo enquanto saía de fininho. Foi até a parte de fora, sentou-se em um dos bancos, olhando para a linda passagem do lado de fora.

- Soube que se separaram. - Rodrigo, um dos negociantes falou, logo atrás de si. Olhou para ele, o observando levemente. Ele era alto, tinha um rosto bonito, os olhos azuis, a barba e cabelos ruivos perfeitamente alinhados.

- Sim, estamos em processo de divórcio, ainda não fomos até o juiz. - Respondeu, novamente se virando para a janela.

- Fiquei surpreso, soube que vocês tinham muita química, um casal que daria certo. - Ele sentou-se ao seu lado, olhando para frente.

- Muitos anos, muitas traições, muitas brigas, arrependimentos, nosso casamento se desgastou. - Uma lágrima solitária escorregou por seus olhos, sendo rapidamente limpa, virou-se para frente, respirando fundo. - Nada que importe mais agora.

- Fico impressionado com sua fibra. - Ele disse sorrindo enquanto a olhava, ela apenas sorriu sem graça, virando seu rosto novamente.

Não era idiota, já tinha notado as intenções dele, e por mais que fosse bonito e tentasse sentir alguma atração por ele, não conseguia.

- Bom, eu vou tomar um banho, com licença. - Virou-se, andando até a cabine, com o olhar atento do mesmo em si.

Fechou a porta atrás de si, suspirando, enquanto se sentava na cama, se deitou, abrindo os braços.

- O que aconteceu? - Escutou uma voz rouca atrás de si. Virando-se para Germano, já acordado. - Achei que iria dormir durante a viagem.

- Estava com calor.

- Ar condicionado. - Ele apontou para o controle em cima do criado mudo. - Você poderia ter ligado.

- Não queria ficar aqui, principalmente com você. - Ele sentiu a farpa ardendo, e uma estaca enorme entrando em seu peito, pelo claro tom de repulsa na voz dela.

Se pôs em pé, passando a mão no rosto, enquanto fingia não ter escutado. Sabia que não seria tão fácil conquistá-la, e existiam grandes chances de não conseguir, mas ainda assim, não iria desistir da mulher que amava, principalmente porque sabia que o erro foi seu.

Olhou para a porta da cabine, enquanto saía dali, se sentando na poltrona mais próxima do piloto, pegou uma garrafa de vinho dentro do frigobar, bebendo em uma das taças que estava dentro.

Olhou para o lado de fora, enquanto tomava seu vinho, não prestando atenção em mais nada a sua volta. Era uma boa maneira de esfriar a cabeça sem brigar com ela, mas sabia que não poderia fingir pra sempre, ela detestava ser ignorada, e se continuasse o fazendo pousaria pelo ou menos sem a cabeça de baixo em seu devido lugar.

Terminou sua bebida, enquanto pegava a garrafa e mais uma das taças de dentro. Levantou-se novamente, remendando seu erro.

Chegou novamente na cabine, desta vez ligando o ar condicionado. Colocou as taças e o vinho no criado mudo, enquanto a pegava no colo, encostando-a na cabeceira da cama.

- O que está fazendo? - Olhou confusa pra ele, havia o maltratado agora a pouco, e de repente o mesmo entra novamente na cabine, com vinho e ar condicionado ligado.

- Apenas cuidando para que você não fique totalmente entediada no vôo. - Sentiu um arrepio dominando seu corpo, enquanto várias interpretações para aquela frase passavam por sua mente.

Ele não iria... iria? Ele desfrutaria de seu corpo, mesmo depois de ser humilhado. Chegou mais perto, se vendo confusa quando o mesmo se afastou, colocando bebida em ambas as taças, lhe entregando uma delas.

- Vamos conversar. - Ele enfatizou o "conversar", e senti meu rosto queimar. Olhei para o lado desconcertada.

Ele sabia dos meus pensamentos ocultos, foram anos e anos de aprendizado sobre o outro, tanto eu quanto ele sabíamos o que o outro pensava.

Me aproximei, tomando a taça de sua mão, enquanto bebia meu vinho, não sei se frustrada por não existir malícia ali, ou apenas irritada pela aproximação não consentida.

Preferiu acreditar em sua segunda opção, enquanto engolia sua bebida de um só vez. Sentindo sua garganta queimar, e seus olhos lacrimejar.

Ele secou uma lágrima que desceu por seu rosto, acariciando-a levemente. Colocou seu cabelo atrás da orelha, e por fim bebeu o vinho da taça dele, pegando a garrafa em seguida.

- Ei, calma! Não vai exagerar na bebida.

- Estou cansada. - Ela suspirou pesadamente. Enquanto buscava fugir da mira daqueles olhos. - Quero dormir.

 Ele a virou para si, deitando-a na cama, enquanto acarinhava seus cabelos, rosto, e braços, fazendo ela novamente entrar em sono profundo. Se ajeitou do lado da mesma, dormindo junto a ela novamente.


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Acordou novamente, sentindo um solavanco no jatinho. Olhou para o lado, vendo-o grudado nela, enquanto abria os olhos lentamente, também acordando pelo baculejo. Se levantou, se espreguiçando, enquanto ouvia a movimentação do lado de fora.

Germano saiu em um pulo da cama, pegando as malas quase saltando do jatinho enquanto o mesmo ainda aterrissava. Lili ainda olhava para a porta, assustada pela saída abrupta dele, enquanto ria de susto.

Saiu porta afora, quase correndo para saber o que ele tinha pra ter praticamente pulado do jatinho daquele jeito, o viu correr em direção a casa, enquanto ria já sabendo o motivo.

"Germano, seu idiota."

Ele provavelmente havia corrido para pegar o quarto principal, que já seria deles por direito, já que eram os anfitriões.

Riu baixinho, enquanto os outros passageiros também olhavam curiosos para a carreira do homem.

O jatinho finalmente parou na garagem. E Albert, um senhor já de idade no jatinho, estendeu os braços frente ao corpo, dando sinal para que saísse primeiro.

Agradeceu, acenando com a cabeça, desceu do avião, andando calmamente até a casa. Junto com os negociantes.

Deixou que Maria, uma governanta contratada temporariamente, levasse cada um até seu devido quarto, dando risadas ao passar pela suíte principal sendo seguida por Lili, enquanto os outros encaravam confusos.

A mansão era quase um castelo, feito por ordens de Luna, contendo 12 quartos médios, e uma suíte principal; nos dizeres dela: "Para abrigar todos as crias que vocês vão fazer só nessa lua de mel!". Um banheiro em cada cômodo, com um no segundo andar para possíveis visitas. Duas cozinhas, área de lazer, estufa interna nunca usada, e uma imensa sala de estar no primeiro andar, com um escritório feito especialmente para Germano em seu lado direito, parecendo mais uma sala de reuniões, e onde tratariam de seus interesses.

Com seus quatro andares, a mansão poderia ser facilmente confundida com um prédio, Luna havia verdadeiramente exagerado. E embora soubesse que aquilo deve ter custado o que Luna recebe no mês, ainda estava agoniada em aceitar um presente tão grande.

"Ela parecia prever essa reunião!" Lili pensou, rindo baixo com seus próprios pensamentos, e na figura que tinha como amiga.

Entrou no quarto principal, que dividiria com Germano, olhou as malas no chão, finalmente se permitindo gargalhar alto quando o viu deitado ofegante no sofá. Ele lhe olhou confuso, sendo contagiado por sua risada e rindo junto, mal sabendo que estava a rir de si próprio.

- Do que você tá rindo? - Ele perguntou, tomando fôlego.

- De você. - Ela sorriu, olhando ainda risonha para ele.

Ele suspirou enquanto ainda a olhava, os olhos lacrimejando, porém felizes, diminuídos pelo enorme sorriso em seu rosto, suas bochechas coradas, enquanto risadadinhas silenciosas escapavam de seus lábios de vez em quando. Ela estava linda, e aquele rosto estava em seus favoritos, assim como a maioria das caretas que ela fazia.

- Para de me olhar desse jeito. - Ela disse corando.

- "Desse jeito" como?

- Cara de idiota apaixonado. - Ela fez careta, enquanto ele ria.

- Mas não é exatamente isso que eu sou? - Ela corou, enquanto se virava para sua mala, pegando a roupa que usaria na reunião.

Ainda sem falar nada, entrou no banheiro, se trancando lá dentro, enquanto se arrumava.

Germano se levantou do sofá, fazendo o mesmo que a esposa, entrando, porém, no banheiro de visitas no segundo andar. Tomou seu banho calmamente, sabia que a esposa demoraria uma eternidade.

Subiu novamente ao quarto andar, entrando na suíte, passou alguns poucos produtos que passava pelo corpo, se deitando na cama. Escutou o barulho da porta abrindo, e olhou confuso para Lili.

A mesma andava completamente nua até sua mala, parecendo não se dar conta de sua presença ali, até que o viu, tentando se cobrir com uma pequena almofada da poltrona ao lado.

- Pensei que estivesse se arrumando. - Ela disse irritada.

- Eu já me arrumei. - Ela o olhou, conferindo suas roupas, e corando ao ver um volume já grande em sua calça. - Culpa sua!

- Não é culpa minha se você é safado.

- Não vem querer julgar, eu sei que nessa cabecinha você pensa coisas que nem eu posso imaginar quais sejam. É uma clássica safada disfarçada. - Ele riu, gargalhando quando ela se encolheu, provando que sua teoria estava certa.

- Com licença. - Ela voltou para o banheiro correndo, quase caindo ao escutar o marido falar.

- Espero que essa reunião comece logo, ou vamos ter que resolver isso mais cedo.

Entrou no banheiro, fechando a porta, enquanto escorregava por ela, caindo no chão. sentiu leves sintomas de excitação em sua intimidade, que começava a latejar.

"Recaída não, Liliane!" Se levantou, seguindo novamente até seu banho, colocando, desta vez, água fria.


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Germano aguardava impaciente do lado de fora, enquanto pouco a pouco ouvia passos e uma pequena aglomeração no último andar.

Quase todos estavam prontos, menos Lili. Foi até o quarto, enquanto a via já de roupa, perambulando pelo quarto.

- Já está pronta, Liliane?

- Para de me chamar assim. - Ela disse em tom irritado. - Já, só estou procurando o celular.

- Deixa isso pra lá, todos já estão prontos, depois você procura.

- Depois nós vamos embora Germano.

- Não sem o seu celular, vem. - Ele estendeu a mão, e ainda olhando para os lados ela pegou, sentindo o calor da mão dele na sua.

Ambos desceram, esperando apenas mais um participante que segundos depois chegou. entraram no escritório, sentando-se na enorme mesa que havia do lado esquerdo da sala.

- Bom dia a todos. - Albert, o mais velho dali, levantou-se, começando a reunião.

- Bom dia. - Todos responderam em uníssono, se preparando para uma demorada reunião.


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Lili já estava agoniada quando aquela maldita reunião finalmente terminou, assim que entraram em consenso sobre o que fazer em relação a segurança de informações das empresas, Germano finalmente deu seu veredito, terminando a reunião com permissão de todos.

Suas costas doíam, e sinceramente não queria ir embora no jatinho agora, necessitava de descanso. Subiu até seu quarto, deitando-se brevemente na cama, sentindo calor ali dentro.

- Vamos lá fora? - Germano disse, se deitando ao seu lado na cama.

- Fazer?

- Apenas nos refrescar um pouco. - Ela o olhou por um momento.

- Vamos! - Lili se levantou, estalando seus dedos, Germano a pegou pela cintura, abrindo a porta pra ela.

Ambos desceram as escadas, constatando que mesmo tendo muitas pessoas ali, o andar de baixo estava deserto e silencioso.

Se dirigiram até uma parte um pouco afastada da casa, onde ficava uma das bordas da ilha, com o imenso oceano pela frente.

Se sentaram na areia, enquanto o frescor da água atingia seu corpo, um clima extremamente prazeroso para ambos. Não estavam com frio, nem com calor, era apenas refrescante.

Lili olhou para o mar, tentada a entrar nem que fosse por poucos minutos, passou a mão na água, não estava fria. Tirou sua blusa social, sendo seguida pela calça.

Germano a observava confuso, enquanto a mesma se despia. Inevitávelmente olhando suas curvas, sua perdição em forma de gente.

- Vai entrar? - Perguntou, já sentindo sua voz mais rouca que o comum.

- Vou, a água parece estar boa. Não quer vir? - Ela o olhou, o rosto calmo, exalando paz.

- Sim. - Estava incapacitado de negar qualquer coisa pra ela, não naquele momento. Retirou suas roupas, enquanto a acompanhava até um ponto raso.

- Vai ficar aqui?

- Sim, quero apenas aproveitar um pouco a água.

Se pôs atrás dela, enquanto se apoiava nos próprios braços, abriu as pernas, colocando-a no meio delas, enquanto a deitava em seu peito, servindo como apoio em suas costas. Ela sorriu, se acomodando ali, enquanto apenas se permitia ficar. Ficar e aproveitar a paz que aquilo lhe dava.

Ele beijou seu rosto, enquanto ela inclinava a cabeça para o lado, lhe dando acesso ao pescoço, ele desceu seus beijos, sentindo o cheiro da pele dela, tão cheirosa, tão delicada.

Se apoiou em apenas um braço, enquanto pegava sua mão direita, beijando cada um de seus dedos.

Ela apenas olhava os movimentos de seus lábios em sua mão, sentindo a tarde já quente, e agora pouco refrescante, lentamente começar a pegar fogo.

Olhou os olhos dele, finalmente beijando aqueles lábios. Sentiu sua intimidade latejar, enquanto uma de suas vontades era cumprida com fervor.

O beijava forte, apertando seu rosto com o dele, quase fundindo um no outro. Passou sua língua por cada canto daquela boca, enquanto ele a abraçava pela cintura, levantando com ela em seu colo, em direção a areia.

Deitaram-se na lama, nem na areia quente, nem no mar que parecia cada vez mais frio. Não sabia se pela temperatura escaldante de seus corpos, ou apenas por estar ficando gelado.

Apertou a cintura dele contra a sua, sentindo sua ereção passar levemente por "ela", com um gemido baixo de ambos.

Ele entrelaçou a mão em seus cabelos, descendo os beijos para seu pescoço, regulando um pouco a respiração. Ela arranhou suas costas, em puro deleite.

Seu corpo era extremamente sensível, principalmente quando se tratava dos toques dele. Cada célula sua parecia venerar a aproximação do mesmo, deixando-a louca com seus toques mais íntimos.

Sentiu ele apertar um de seus seios com a mão, quase gozando, ele desceu ainda mais seu rosto enquanto abocanhava seu outro seio, ela gemeu cada vez mais próxima do ápice.

Sentiu a mão dele chegando cada vez mais perto, e gozou quando um de seus dedos alcançou seu sexo.

- Não sabia que estava tão carente. - Ele lhe olhou nos olhos, mas já não tinha vergonha, estava nua, totalmente a mercê dos toques dele, como ainda poderia sentir vergonha?

- Já faz quase um ano e meio. - Ela respondeu, como se fosse óbvio, enquanto o olhar do mesmo escurecia, cada vez mais nublado de desejo.

Se sentiu arrepiar, quando ele chegou mais perto, aproximando seus rostos, escondendo sua face em seu pescoço, e sussurrou baixinho:

- Oh sim, eu me lembro, me lembro bem daquela noite, faziam dois anos, e você estava mais quente que o próprio inferno. - Senti toda a excitação voltar. Eu também me lembrava, com mais detalhes do que gostaria.

- Faça logo o seu trabalho.

Ele sorriu de lado, segurando suas mãos por cima de sua cabeça, novamente se dedicava aos mamilos sensíveis. Ela se contorceu, enquanto ele abria suas pernas.

Uma de suas mãos desceu até sua parte íntima, espalhando sua lubrificação natural por toda a região, sentindo o quão pronta ela estava.

Ele lentamente se posicionou no meio de suas pernas, estocando com um ritmo, logo de início, enlouquecedor, seus quadris se chocavam com força e velocidade, enquanto ela gemia satisfeita com a brutalidade do ato.

Sentia desconforto, mas estava quase imperceptível perto do prazer que estava sentindo. Revirou os olhos, enquanto ele ia cada vez mais fundo. Sentiu o orgasmo se aproximando, não conseguindo mais conter os gemidos altos.

Uma onda de calor a atingiu, enquanto se contorcia em baixo dele, arqueando a coluna, seus sentidos falharam, sua respiração se desregulou ainda mais, e delirou sentindo os espasmos intensos.

Sentiu o líquido dele jorrar por sua barriga e seios, fechando os olhos para tentar raciocinar qualquer coisa que fosse.

Ele lhe lavou com a água do mar, a puxando novamente para si, deitando à sombra de uma árvore. Ela abraçou seu peito, e ela a cobriu com seu terno, se entregando ao descanso depois da tarde "movimentada".





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