História Skater Girl - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Life Is Strange
Personagens Chloe Price, Kate Marsh, Maxine Caulfield, Nathan Prescott, Personagens Originais, Rachel Amber, Victoria Chase, Warren Graham
Tags Pricefield
Visualizações 134
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey. Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 26 - Falling in love


Fanfic / Fanfiction Skater Girl - Capítulo 26 - Falling in love

P.O.V Max

Ouvir meu pai falar que me aceitava e me amava do jeito que sou me deu coragem para fazer algo, que é obvio que só posso fazer se Chloe quiser. Mas, estou disposta a assumi-la como minha namorada, mesmo que não sejamos algo nem perto disso.

Eu: Che, você pode vir aqui em casa?

Che: Claro, babygirl 

Eu: ^-^

Che: Já conversamos sobre os emojis

Eu: Esqueci.

Guardei meu celular e soltei um suspiro. Não sei se ela ia aceitar ser apresentada como minha namorada, não faço a menor ideia de como minha mãe vai reagir, mas eu preciso fazer isso. De repente, fiquei pensando se meu pai biológico me aceitaria. Não tenho vontade nenhuma de conhecer ele, não fiz questão nem perguntar, porque Ryan é meu pai e sempre vai ser.

Não demorou para que a campainha tocasse, eu corri para abrir a porta e não hesitei em dar um selinho na garota em minha frente, que me olhou em completa surpresa. Puxei ela para dentro e guiei nosso caminho até o sofá, onde se encontrava Nathan, Rebecca, meu pai e minha mãe.

-Oi, Chloe-Minha mãe sorriu fraco para a punk.

-Olá-Chloe deu um aceno, mantando no rosto um sorriso amarelo.

Segurei firme a mão de Chloe e ela novamente me olhou surpresa, ao mesmo tempo seus olhos me encarava confusa.

-Max, o que é isso?-Minha mãe perguntou, me fuzilando com o olhar.

-Chloe e eu estamos juntas-Disse, firme. Chloe virou brutalmente sua cabeça para me olhar de vez.

-Você está brincando, certo?-Minha mãe levantou, furiosa.

-Vanessa, se acalme-Meu pai levantou.

-Eu tô calma, Ryan-Ela praticamente gritou-Eu sei que isso é uma brincadeira, Chloe não gosta de meninas-Completou e Rebecca deu uma risadinha, Nathan a acompanhou.

-Na verdade, eu gosto. Desculpe por ter mentido-Chloe falou, sem jeito.

-Maxine Caulfield, vai agora pro seu quarto fazer suas malas-Ordenou minha mão.

-Não, eu não vou deixar ela-Segurei o braço de Chloe-Mãe, você precisa aceita a gente.

-Maxine, para o seu quarto agora. E você sai da minha casa-Falou entre os dentes, completamente irritada.

-Vem-Eu puxei Chloe e nós praticamente corremos para o meu quarto.

-Max, o que deu em você?-Ela perguntou confusa.

-Eu não aguento mais ter que ficar me escondendo, Chloe-Disse, pegando uma bolsa grande debaixo da cama.

-O que você vai fazer?.

-O que eu já deveria ter feito a muito tempo-Fui até meu guarda roupa e peguei uma pilha de roupas.

-Pra onde você vai?-Perguntou.

-Pra qualquer lugar-Disse, colocando as coisas na bolsa.

-Você vai sair de Chicago?-Perguntou com um tom triste.

-Não. Eu falei sério quando disse que não ia deixar você-Disse, olhando nos olhos dela-Só preciso ficar em lugar longe da minha mãe.

-Maxine, abre essa porta agora-Minha mãe disse, batendo forte na porta.

-Eu até ofereceria pra você ficar lá em casa, mas ela com certeza ia te procurar lá-Falou.

-Maxine-Minha mãe gritou do outro lado.

-Não se preocupa comigo, okay? Eu vou dar um jeito-Sorri fraco, ela me encarou pensativa.

-Eu acho que sei onde você pode ficar-Sussurrou, ainda pensativa.

-Maxine, eu não vou falar de novo-Minha mãe deu batidas mais fortes.

-Eu preciso sair logo daqui-Falei, correndo para pegar mais roupas. Chloe me ajudou.

Chloe desceu pela janela e ergueu os braços, indicando que eu pulasse nos mesmos. 

-Não vou conseguir-Falei.

-Vai sim. Eu te pego, prometo-Falou. Eu respirei fundo de olhos fechados e pulei, caindo nos braços de Chloe, ela me segurou firme e sorriu. Depois de me colocar no chão, nós corremos para a caminhonete dela-Não imaginei que você fosse tão radical assim-Comentou, eu ri.

-Nem eu-Falei, desta vez ela riu.

Ela dirigiu por mais ou menos, 25 minutos até para na casa em frente á uma casa que parecia completamente abandonada.

-Não é aí, okay-Falou, desligando o carro-É atrás dela-Tirou seu cinto, fiz o mesmo e nós saímos do carro. Peguei minha bolsa e caminhamos até os fundos da casa e logo vi uma casa na árvore-Eu já tinha me esquecido do lugar até retornar aqui alguns dias atrás-Falou, subindo as escadinhas.

-Como você encontrou essa casa?-Perguntei, seguindo ela. Ao entrar, me deparei com um colchão no chão, um pisca-pisca que se estendia por quase toda a parede e uma mesinha de centro improvisada.

-Stella e eu costumávamos vir aqui. Era tipo o nosso lugar-Falou, pude notar o quão triste ela ficou.

-Tem certeza que quer que eu fiquei aqui? Eu posso arranjar outro lugar-Falei.

-Não, tá tudo bem-Falou-Só tem um problema, obviamente, não tem banheiro e nem cozinha, mas você pode tomar banho lá em casa e fazer todas suas refeiçoes lá.

-Obrigada, Chloe. De verdade. Você é a melhor coisa que me aconteceu aqui em Chicago-Falei, ela sorriu de orelha a orelha.

Meu celular começou a tocar, peguei o mesmo e o contato da minha mãe brilhava no visor. Desliguei e logo ela voltou a ligar, resolvi desligar completamente o celular. Não queria falar com ela agora.

P.O.V Chloe

Ainda não acreditava que Max havia fugido de casa, não acreditava que ela tinha dito para seus pais que estávamos juntas e escolheu ficar do meu lado. Não duvido que a Vanessa mande a policia bater no meu apartamento á procura de Max, espero que ela não chegue nesse ponto. Tudo que eu não é preciso é de mais uma ficha na policia, ainda mais com um sequestro. Max se sentou no colchão e abaixou a cabeça, me sentei ao lado dela e ela se encostou no meu ombro. Optei por não falar nada e abracei ela de lado.

-Deita comigo?-Ela perguntou, me olhando triste, assenti e nós deitamos no colchão. Ela ficou de costas para mim e eu fiquei hesitando em abraça-la ou não-Me abraça, por favor-Pediu manhoso, eu o fiz. Senti os dedos dela subirem e descerem pelo braço, dando inicio a um carinho. Beijei a nuca dela e a mesma se encolheu em meus braços.

Eu não queria admitir isso para mim e nem para ninguém, mas desde Nova york eu estava me apaixonando pela Max. Isso não quer dizer que eu a amo, longe disso. Afinal, amor e paixão são coisas diferentes, mas querendo ou não, tudo começa pela paixão. E cada dia que passa, isso toma mais conta de mim. Estou enlouquecendo com cada beijo e cada toque dela, toda vez que ela me fita com aqueles olhos azuis me causa um arrepio e as vezes tudo que quero é fugir disso, mas não consigo. 

O carinho que ela fazia em meu braço  parou e eu concluí que ela havia dormido, levantei um pouco minha cabeça para me certificar que era realmente aquilo, seu rosto não tinha a expressão serena que eu estava acostumada a ver, estava pesada e o pequeno brilho em sua bochecha entregam que ela chorou. Me praguejo por não ter visto e ajeito minha cabeça no travesseiro.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até o próximo.


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