História Skin only - Capítulo 28


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Christophe Giacometti, Georgi Popovich, Ji Guang-Hong, Lee Seung Gil, Leo de la Iglesia, Michele Crispino, Mila Babicheva, Minako, Otabek Altin, Personagens Originais, Phichit Chulanont, Victor Nikiforov, Yakov Feltsman, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Lemon, Otayuri, Sexo, Victor Nikiforov, Victuri, Yuri!! On Ice, Yurionice, Yuuri Katsuki, Yuurikatsuki
Visualizações 716
Palavras 2.903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee!!!
Como vocês estão?
Sentindo saudades ou querendo me matar e esconder meus pedaços??

Eu não vou explicar meu desaparecimento simplesmente por não ter uma explicação.
Gente, so digo e garanto, que eu sempre vou voltar... Não importa o tempo que eu leve ok??

Esse capitulo e algo bemmmmm de boa, estamos entrando na fase final de Skin Only, e as coisas começaram a ser explicadas... então se segurem...


Eu vou deixar vocês com o capitulo oks???
Boa leitura e me perdoem pelo sumiço.
Tia Juh love vcs <3

Capítulo 28 - Victor Nikforov - Parte l


Yuuri parecia estar em um sono profundo. Acredito que relatar todo o caminho que havia percorrido até começar a trabalhar na mansão o havia deixado exausto, e na verdade até mesmo eu estava me sentindo acabado com tudo que o moreno me relatara. Era inevitável não pensar que, com toda certeza, tudo que aconteceu era muito pior do que a forma como ele havia falado, e cada palavra, cada descrição que o mesmo havia me dado ainda rondava minha cabeça e me deixava tonto.

            Preferi não o acordar, mas pedi alguma coisa para comer e para que ele se alimentasse, e mesmo após a comida chegar, preferi aguardar que Yuuri despertasse por si só, o que não demorou muito. – Pedi algo para comermos.

            O observei olhar para o relógio sobre um dos criados do quarto, sabendo exatamente o que se passava em sua cabeça, afinal o mesmo passava pela minha: nosso tempo juntos ali estava se esgotando, e eu ainda não encontrara uma forma de prolonga-lo. Havia passado horas pensando em como faria para retirá-lo daquele lugar, e nada viera à minha cabeça a não ser fugir para fora do país, para o mais longe que pudéssemos.

            Apesar de tudo, Yuuri pareceu bem, e até esboçou um dos sorrisos mais lindos que eu já vi quando sentou-se à minha frente para desfrutar do almoço que eu pedira para nós. O observei por algum tempo enquanto ele se servia, e continuei observando em silêncio enquanto comíamos. Sinceramente não fazia ideia de por que  Yuuri estava tão calmo, ou talvez eu estivesse muito ansioso. Nosso tempo juntos estava chegando ao fim mais rápido do que parecia ser possível, e eu não queria que acabasse. Eu queria roubá-lo, levá-lo para um lugar onde existisse apenas eu e ele... – Está me olhando de um jeito estranho Victor. Aconteceu alguma coisa? – O silêncio foi finalmente quebrado por um Yuuri relativamente sério que me olhava de volta.

 

– Não quero que acabe – Minhas palavras foram breves e ali entre nós não precisei dar mais explicações. Yuuri sentia o mesmo que eu, e apesar de parecer totalmente calmo no momento, o olhar que recebi me deixou claro que ele se sentia da mesma forma. O fato de que as horas estavam passando e o momento de voltarmos à realidade se aproximava, e isso estava nos machucando.

            Não foi preciso mais nada para que Yuuri levanta-se e viesse até mim. Afastei a cadeira que ocupava da mesa, dando espaço para que o mesmo sentasse em meu colo, colocando uma perna em cada lateral do meu corpo e encostando sua testa na minha, permitindo que nossos olhos se encontrassem e permanecessem fixados um no outro. – Obrigada Victor.

            Os olhos de Yuuri fecharam-se brevemente para se abrirem novamente. Procurei em meu interior o que deveria falar, o que deveria fazer. Minhas mãos postadas em sua cintura, as dele em meus ombros, nossos olhos fixados um no outro, nossa respiração perfeitamente coordenada... éramos apenas nós, eu e ele, Victor e Yuuri. O mundo não existia além daquilo. – Não me agradeça... faça isso apenas quando eu lhe tirar definitivamente daquele lugar.

            O sorriso simples que se formou nos lábios de Yuuri era triste. Ele havia baixado a guarda para mim a ponto de permitir que eu deduzisse o que se passava em sua cabeça. Naquele momento, ele sabia que eu faria de tudo por ele, ele sabia que por mim fugiríamos, ele sabia que eu moveria céus e terras para tirá-lo daquele inferno... ele sabia, mas, ele não tinha esperanças, e eu não tinha idéia de como mudar isso. Eu poderia gritar aos quatro cantos do mundo que eu o amava, e mesmo assim, isso não lhe devolveria a vontade de lutar, por que o problema não era a luta em si, o problema não era nosso amor... o problema tinha sido a vida. A vida tirou toda a esperança e vontade de ser feliz daquele homem que tão perfeitamente se encaixava em meu abraço, em meus braços... que tão perfeitamente se encaixava em meu amor.

            E apesar de minha vontade de roubá-lo, de levá-lo para longe, eu sabia que Yuuri não iria. Não importava se eu quisesse levá-lo para o outro lado do mundo, que eu o quisesse apenas para mim, não importa que eu o amasse e que ele me amasse, ele não arriscaria... ele não me arriscaria. Por que eu sabia que, na cabeça de Yuuri, tudo o que eu falava era arriscado demais. Para ele não valia a pena salvá-lo, e ele não se via digno de salvação. Como eu sabia? Eu apenas sabia, e isso me machucava.

            Meus olhos se fecharam no momento em que os lábios macios e mornos tocaram os meus em um beijo calmo e cheio de carinho. Não existia nada a mais naquele beijo, era apenas toque, apenas necessidade de se sentir. Minhas mãos entrelaçadas em sua cintura o trouxeram para mais próximo enquanto seus braços envolveram-se em meu pescoço. O tempo parecia parar agora... não que antes o beijo e o toque daquele homem não tivessem tal efeito, mas agora que eu sabia que tudo era recíproco, parecia tudo mais intenso. Amá-lo parecia uma chuva de fogos de artifício.

            O toque antes tão calmo se transformou em algo com um teor maior de necessidade entre nós, e não me contive em apertar a cintura de Yuuri com um pouco mais de força enquanto nossas línguas dançavam uma na boca do outro. As mãos do moreno, que antes se mantinham em volta do meu pescoço, soltaram-se indo de encontro aos meus cabelos, entrelaçando-se ali e puxando-me cada vez para mais perto, cada vez com mais necessidade de mim. E eu não resisti, não poderia resistir. Minhas mãos traçaram um caminho audacioso saindo da cintura de Yuuri e finalmente chegando até suas nádegas, espalmando-as para logo em seguida aperta-las com a mesma força que antes aplicava em sua cintura.

            Nosso beijo foi cessado por alguns instantes necessários para recuperarmos o ar que agora nos faltava. Mantive nossas testas conectadas, nossas respirações ofegantes quase sincronizadas, e o sorriso estampado em ambos os rostos enquanto minhas mãos saíam de sua bunda e espalmava suas coxas. Então, eu o segurei ali e o impulsionei para cima, para ter suas pernas presas em volta de minha cintura e nosso lábios novamente conectados enquanto eu nos guiava novamente para a cama.

            Não importava quantas vezes eu o tivesse em meus braços, eu sentia que nunca seria suficiente, sentia que sempre iria querer mais e mais de Yuuri. Sempre precisaria mais de sua pele sob meu toque, de seu cheiro se impregnando em minha pele, sempre mais, muito mais, mais perto, mais colado a mim, nosso calor se misturando e nossas respirações se intensificando, e era dessa forma que eu queria que nos mantivéssemos para o resto de nossas vidas.

            Com as suas pernas ainda em volta de mim, depositei cuidadosamente aquele corpo tão apreciado por mim sobre a cama, e com toda calma que me cabia comecei a explorar cada ponto tão apetitoso e desejado por meu toque. Sem cessar nosso beijo nem por um segundo, minhas mão exploravam cada ponto alcançável daquele corpo quente abaixo do meu, apertando cada ponto de carne mais farta e as coxas de Yuuri, que sempre seriam minha perdição, quando minha palma alcançou aquele lugar intensificando ainda mais o aperto naquela região.

            As unhas curtas de Yuuri cravavam-se em minhas costas, e eu tinha certeza que de alguma forma vergões vermelhos estavam sendo formados ali. Os arranhões em minhas costas se intensificaram ainda mais quando desconectei nosso beijo para traçar uma linha de seu maxilar até seu pescoço, onde me empenhei em marca-lo e deixar cada marca que ali já existia mais definida, deixar claramente estampado na pele levemente amorenada de Yuuri as evidências de que eu o tinha, de que eu o tivera, e que de alguma forma eu ainda o teria apenas para mim.

            A lembrança de que em poucas horas Yuuri estaria de volta àquela mansão, que em poucas horas outra pessoa o tomaria para si, que outro o tocaria, que alguém teria a mesma oportunidade de marcá-lo, que em pouco tempo ele não mais estaria em meu braços, me fazia ser quase bruto em meus atos e colocar um pouco mais de grosseria em meus chupões e mordidas... não para maltratá-lo, não, essa não era minha intenção, mas meu corpo agia quase que involuntariamente, querendo arrancar qualquer sensação que outro poderia ter lhe concedido com aqueles atos mais brutos. Em meu íntimo eu sentia que quanto mais forte fosse minha marca naquele corpo, mais pertencente a mim ele seria.

            Um grunhido de Yuuri me trouxe de volta à realidade ao que amenizei meus atos. Não era aquilo que eu queria lhe passar, não era a sensação de pertencer a alguém que eu queria que ele sentisse. A sensação que eu queria passar a ele era a de ser amado, a sensação de ter alguém o amando, da forma que ele nunca tivera na vida, da forma que ele merecia, e eu sabia que ele merecia, merecia e clamava por isso. Ele sempre teria o ar de independência, aquele jeito intolerante e cheio de si, o mesmo ar que ele levava no dia que invadiu meu apartamento por ciúmes/preocupação e me possuiu no chão da sala. Mas por trás daquela casca, sempre existiria a pessoa que não sabia o que era ser amado, a pessoa que levara todas as porradas que a vida poderia lhe dar e que morria de medo de mostrar o quão frágil e debilitado era.

            E eu sabia que ele era.

            Com minha língua, esquadrinhei cada ponto de seu pescoço, percorrendo cada marca ali deixada. Com toda calma e delicadeza que me cabia eu o provei, senti o calor daquele pescoço, daquela pele. De seu pescoço segui para seu peito, ali delineando cada marca existente sem me preocupar em deixar novas. Eu sabia que cada uma daquelas marcas era minha, não existia necessidade de mais. Eu apenas queria sentir seu gosto e foi o que fiz, quando encontrei aquele caminho tão desejado que me levava diretamente ao meio de suas pernas.

            Soltei o aperto de suas coxas, levando as mãos para seu abdômen, espalmando a área enquanto beijava cada centímetro do interior de suas pernas, ali depositando algumas mordidas para logo em seguida acaricia-las com a língua. Logo à minha frente a ereção de Yuuri já estava mais do visível, assim como sentia claramente a minha aumentar demasiadamente rápido, e não resisti a ter logo aquele membro entre meus lábios. Minha língua passava pela glande inchada sentindo o sabor do líquido pré gozo, percorrendo todo a extensão e sentindo toda a rigidez de Yuuri, e apenas quando escutei meu nome ser chamado por entre seus dentes eu o coloquei por completo em minha boca.

            Tentei manter nossos olhos conectados enquanto o chupava, porém Yuuri curvou-se para trás caindo sobre o colchão e agarrando-se ao lençol já bagunçado da cama. Minha boca e minha língua trabalhavam em movimentos precisos em seu pênis, tendo o arfar e os gemidos de Yuuri como combustível para intensificar ainda mais meus movimentos. A cada chupada mais forte o escutava grunhir e clamar baixinho por meu nome.

            Soltei sua rigidez de meus lábios com um  estalar e coloquei-me mais uma vez a lamber, morder e chupar suas coxas. Eu não queria que ele chegasse ao seu máximo ali, eu precisava fazer isso com ele, nós dois juntos. Queria olhar em seus olhos quando ambos gozassem, e foi por isso que segui por sua virilha, chegando à sua barriga, deixando marcas por todo o caminho até chegar ao seu pescoço, onde me empenhei em deixar um beijo sobre cada marca já existente ali.

            Finalmente cheguei ao seu queixo e então aos seus lábios. – Você é a coisa mais linda que já tive a oportunidade de vislumbrar, Yuuri. – Apesar de seus olhos estarem fechados, senti seus lábios curvarem-se em um sorriso quando encostei os meus naquele quebrar de espaço tão apreciado e ansiado por nós. Nossas bocas se encaixaram e minha língua logo invadiu a de Yuuri, naquele mover único que nós dois sabíamos tão bem controlar. Aqueles lábios sempre seriam perfeitos para mim, macios e sedentos na medida certa para a minha boca.

            As mãos de Yuuri soltaram-se do edredom e envolveram meu pescoço ao mesmo tempo que senti suas pernas se afastando mais, me permitindo um encaixe perfeito entre elas e assim roçando nossas ereções, sentindo um arrepio percorrer todo meu corpo com aquele contato entre nossos corpos, aquele encaixe que apenas Yuuri me proporcionava.

            Nossas línguas se massageavam incessantemente, minhas mãos passeavam por todo o seu corpo, sentindo o calor que emanava da pele mais amorenada. Tudo em Yuuri me enlouquecia, desde a sensação de tocar sua pele até os gemidos que o mesmo soltava entre nossos beijos. Tudo em Yuuri era perfeitamente feito para me levar à loucura. Nossos gemidos se misturavam assim como nossa saliva, e a voz de Yuuri pareceu quase falhar quando de seus lábios saíram as palavras que me levariam ainda mais à loucura – Eu quero você dentro de mim... agora. – e em seguida, entre dentes capturou meu lábio inferior, onde o mesmo exerceu um pouco e força. Senti um leve gosto ferroso em minha boca e curvei meus lábios em um sorriso: eu adorava a sensação de que Yuuri também me sentia seu a ponto de fazer o que tinha vontade.

            Desviei meus lábios dos de Yuuri e em um movimento rápido o virei de bruços, deixando suas nádegas tão convidativas expostas. Minhas mãos as apertaram com uma certa possessão para logo em seguida eu as beijar e lamber, depositando uma mordida em cada banda e agarrando-me novamente a elas, separando-as e deixando sua entrada exposta a mim. Minha boca percorreu lentamente um caminho até chegar aquele ponto.

            Minha língua contornou aquele ponto lentamente com toda delicadeza que me cabia, apreciando cada momento, sentindo a pele de Yuuri se arrepiar quando investia em trocar as lambidas por chupões. Os gemidos invadiam o quarto, chegando aos meus ouvidos e me incitando a investir ainda mais naquilo. A cada chupão em sua entrada, mais alto Yuuri chamava meu nome, e implorava para que eu o invadisse –Por favor... Victor... – O pedido de Yuuri me acendeu ainda mais e não me demorei em deixar sua entrada o mais úmida possível com minha saliva, então bombeei com a mão meu próprio membro enquanto punha-me de joelhos na cama.

            A visão que tive era a definição de perfeição para mim: Yuuri deitado sobre a cama, o rosto virado levemente enquanto se agarrava a todos os lençóis espalhados ali, seus dentes cravados em uma parte do edredom em uma medida falha de abafar todos os barulhos que escapavam de sua boa.

            Quando seus olhos me fitaram, o mesmo entendeu que seu pedido seria finalmente atendido, e em um movimento rápido seus joelhos se afundaram no colchão, com seu tronco ainda apoiado na cama e sua bunda ainda mais exposta a mim, e eu não teria como resistir àquele convite quando. Em um movimento sutil, Yuuri se ofereceu a mim, rebolando levemente enquanto meus olhos estavam sobre ele.

            Minha mão esquerda agarrou-se a uma de suas bandas, afastando-a levemente da outra, enquanto com minha mão livre segurei-me pela minha base levando-me para sua entrada, onde rocei levemente. Observei Yuuri empinar-se ainda mais ao sentir minha glande encostar ali. – Se não ficar quieto não terá o que quer. – Falei quando em um leve desespero Yuuri projetou-se para trás, e mesmo sabendo que era brincadeira, que ele me teria dentro de si o mais breve possível, ele soltou um leve gemido de desespero. E aquilo foi meu gatilho.

            Segurando-me firmemente, me projetei lentamente para dentro de Yuuri, observando minha glande ser engolida lentamente. A sensação de ser pressionado pelos músculos internos me tomou, e prendi a respiração enquanto me empurrava mais e mais até me ver completamente dentro dele, então me soltei e postei a mão em sua lateral esperando alguns instantes até ter certeza de que a invasão já não o incomodava mais, assim me retirando e projetando-me de novo para dentro lentamente, sentindo cada centímetro de minha ereção sendo apertada por Yuuri.

            Minhas investidas tornaram-se mais rápidas e brutas, aos que os gemidos ofegantes escapavam tanto da minha boca quanto da dele, se misturando no quarto silencioso.

            Sabia que não demoraria a chegar ao meu ápice, então procurei o membro de Yuuri, até então negligenciado, segurando-o firmemente pela base e começando um movimento de vai e vem com minha mão, pressionando sua fenda com meu polegar e ritmando cada estocada que dava em seu interior com a que minha mão fazia em seu membro, e não demorou para que eu me derramasse no interior de Yuuri com estocadas lentas e profundas. Levei-me inteiro para o seu interior, mantendo-me ali enquanto minha mão continuava o trabalho no membro de Yuuri, sentindo-o despejar segundo depois em meio a altos gemidos.

            Joguei-me ao seu lado para evitar machucá-lo com meu peso. Não demorou e eu já tinha Yuuri aninhado em meu peito, sua mão pousada ali e nossas respirações se normalizando aos poucos.

            Eu queria que tudo entre nós durasse para sempre. Eu sabia que iria dar um jeito de ajeitar tudo que estava defeituoso em toda aquela situação... eu apenas não contava com o que viria a acontecer.


Notas Finais


E ai??? o que acharam??

-Como falei é algo bem de boa, um lemonsinho e taus... nada de mais, mas, temos essa conversa dos dois que eu acho muito fofa...
-Sei que essa frase acaba com o psicológico, mas como falei la em cima estamos entrando na fase final... se preparem...

Bem eu ou responder os comentários do capitulo passado...

Beijinhos e ate a proxima.


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