História Skypiea - Capítulo 3


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Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, Yoona
Tags Piratas, Taeny, Yoonhyun, Yulsic
Visualizações 23
Palavras 2.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ei, como vocês estão? espero que bem. aproveitem o capítulo.

Capítulo 3 - A Flor e a Moeda


Fanfic / Fanfiction Skypiea - Capítulo 3 - A Flor e a Moeda

   O corpo de Yuri doía como se tivesse levado um tiro de uma bala de canhão. Sentia os ossos pesados e a boca seca. Tombou o corpo para o lado tentando achar algo para se apoiar e levantou. A cabeça girando e o estômago acompanhando o mesmo ritmo, não demoraria para vomitar as migalhas do que tinha comido mais cedo. Mas, afinal, onde estava?

 

   As paredes de madeira denunciaram que estava em uma casa. Ou melhor, em um porão, daqueles bem mofados. A pouca luz que entrava vinha de uma janelinha no topo das paredes. Era dia e estava em terra firme.

 

   A última coisa que se lembrava era de estar no Tempestade rumo ao Oriente. Havia um senhor fumando, um rato e… uma explosão. 

 

   O Tempestade tinha naufragado. Era a única explicação. Porém, como estava viva e naquele lugar desconhecido? Teria sido presa ou mantida como refém?

 

   Para o seu horror, Yuri notou quatro mesas ocupadas, lençóis brancos manchados de sangue escondiam corpos. 

 

   Enquanto sua mente corria por um labirinto de perguntas seus olhos avistaram um homem largado em um canto escuro do porão. Havia algo especialmente diferente naquele. Não era apenas que não se mexia. Na verdade, parecia incapaz de se mover. Yuri olhou para as suas roupas, esfarrapadas e sem cor. Poderia ser um marinheiro, mas se parecia mais com um dos ordinários que frequentavam o Caranguejo Estrelado. Perguntou-se como o homem sequer tinha entrado naquele lugar. Estava ao seu lado, de frente para a parede, e quando Yuri se ajoelhou para tocá-lo, ele meio que rolou, expondo uma cicatriz branca inchada ao longo da garganta que se torcia nas extremidades, formando um sorriso macabro.

 

   Yuri recuou ao ver a cicatriz. Ela nunca tinha visto marcas como aquela antes, a não ser em vigaristas e vilões.

 

   — Eu deveria procurar ajuda — disse Yuri.

 

   O homem, porém, pegou o braço dela. Sua mão estava tremendo, e ele lambeu os lábios.

 

   — Nekoma — disse, mal conseguindo falar.

 

   — Nekoma? Aquela cidade de cartógrafos? — Yuri perguntou, confusa. — Sério, você devia… Eu vou buscar alguma ajuda.

 

   O sujeito balançou a cabeça em negatividade e continuou segurando o braço de Yuri. A garota não tinha ideia do que podia fazer por ele.

 

   — Água? — perguntou. — Posso pegar água para você?

 

   O homem assentiu e Yuri levantou para procurar qualquer líquido naquele cômodo escuro. Pela primeira vez ela percebeu que as paredes estavam forradas de prateleiras, cheias de potes de vidro com espécimes. Corações, mãos, miolos… outras coisas que ela não conseguia distinguir. Cada vez mais aquele lugar ficava assustador e Yuri tinha a certeza de que precisava dar o fora dali o quanto antes.

 

   Em cima de uma mesa, do lado de facas e objetos pontiagudos, havia uma jarra com água que Yuri escorreu um pouco na boca do homem, mas isso foi de pouca ajuda para reavivá-lo.

 

   O homem estava vivo, mas por pouco. Yuri segurou o pulso dele com delicadeza para ver a sua frequência cardíaca, e quando puxou o braço e o virou, notou uma tatuagem do lado de dentro do antebraço, perto do cotovelo. Era uma tulipa negra dentro de uma letra V, com um Z cruzando um dos lados e um T cruzando o outro.

 

   Yuri encarava a tulipa no instante em que, de repente, o homem tossiu, fazendo a garota pular. O estranho deu um jeito de se levantar se apoiando em um dos cotovelos, retorcendo o seu corpo até que pudesse atirar primeiro uma perna e depois a outra no chão e sentar-se.

 

   — Acho melhor ficar deitado quieto — disse Yuri. — Tente descansar.

 

   Yuri reconheceu o incômodo do homem e rapidamente procurou algo vazio. Segurou o recipiente na direção dele, embaixo, enquanto evitava contato visual. Mas ela espiou só um pouco, o bastante para ver o homem tremendo, todo o seu corpo estremecendo com espasmos violentos, e sua boca se abrindo em um buraco do qual caía saliva.

 

   Yuri fechou os olhos conforme o homem fez força duas vezes, até que, em uma terceira vez, veio o jato vulcânico. Ela sentiu atingir seu braço e ouviu bater no chão, e, em seguida, ouviu algo muito mais curioso — um baque seco no fundo do recipiente. Abriu os olhos para ver se o miserável tinha vomitado um órgão.

 

   O estranho ainda estava sentado na posição vertical, e conseguiu tirar o balde de Yuri e colocá-lo no chão entre eles. Meteu o braço lá dentro procurando até encontrar. Um momento depois, Yuri sentiu o pulso preso pela mão melecada do homem, e algo quente e molhado sendo pressionado contra a palma de sua mão.

 

   Yuri quase vomitou também. Puxou fundo o ar e olhou o objeto. Parecia ser uma moeda, do tamanho de um solario de ouro.

 

   — Ah não — falou Yuri. — Você não precisa me pagar por te ajudar. Guarde para um médico, quando a gente dar o fora. — Ela tentou devolver a moeda, mas o homem negou com a cabeça e empurrou sua mão. — Pelo menos fique deitado. Vou buscar ajuda.

 

   Agachou-se de novo ao lado do homem para endireitar seu corpo, e quando fez isso, foi agarrada pelos ombros e puxada para perto. Yuri pode sentir o hálito quente dele contra sua orelha, e o odor doente. Então percebeu que o homem sussurrava algo.

 

   — O quê? — perguntou. — Pode dizer de novo?

 

   Mas o homem havia pronunciado suas últimas palavras. Ele foi sacudido por um violento ataque de tosse, que terminou com a pobre alma caindo de cara no chão. Ele não respirava mais.

 

   Yuri podia sentir que tremia. Nunca tinha visto um cadáver de tão perto… nunca tinha visto um homem morrer na sua frente.




 

    Algumas horas tinham se passado pelos seus cálculos e ainda estava presa naquele porão. A única porta de saída estava trancada e a chave parecia estar em qualquer lugar, menos ali. O estômago de Yuri revirava cada vez que olhava para o homem jogado no chão, sem vida. O ar do porão parecia uma mistura de morte com quase-morte. Não era nada agradável.

 

   O barulho da chave girando na porta despertou Yuri que estava encolhida em um canto contrário do corpo.

 

   — Por Deus, esse lugar está podre — uma voz feminina reclamou. — Na vida passada, eu devo ter feito xixi no vestido da rainha para sofrer esse castigo.

 

   Yuri observou uma mulher baixinha adentrar o porão com as mãos cobrindo o nariz. sem se dar conta de sua presença no canto escuro.

 

   — Droga, o coitado deve estar queimando no inferno agora — disse enquanto chutava o corpo morto no chão com a ponta do pé.

 

   Yuri levantou sem fazer nenhum barulho e se esgueirou até a porta. Uma escada subia até o que imaginava ser o primeiro andar. Seria a chance perfeita para escapar se a escada não fizesse o barulho de uma senhora de idade brincando de morto-vivo.

 

   — Mãe? — a garota perguntou fazendo Yuri congelar no lugar. 

 

   Sua mente entrou em choque por um instante e seu reflexo foi murmurar como resposta. Funciona nos livros, pensou. 

 

   Os passos agora vieram apressados em sua direção, nas escadas, e, antes que pudesse pensar em correr, um punhal estava empunhado em sua frente.

 

   — Eu não tenho mãe, idiota.

 

   — Perfeito. Legal. Eu também não. — Yuri respondeu nervosa, sem saber direito o que estava dizendo. — Quer dizer, não é legal. Depois de um tempo a gente acostuma e…

 

— Cala a boca! — a garota ordenou e Yuri acatou de imediato. Os olhos escuros da desconhecida diziam a Yuri que seu fim estava próximo. — Se der mais um passo eu enfio essa belezinha nas suas costas.

 

   — Eu não quero nenhum problema. Juro que não chutei aquele rato de propósito e eu pago pelo naufrágio.

 

   Com que dinheiro pagaria o naufrágio ela não sabia, mas tinha que tentar escapar viva.

 

   — Rato? Naufrágio? Você é uma criminosa? — a garota subiu mais um degrau e Yuri recuou com as mãos pra cima.

 

   — Então, talvez eu tenha feito uma besteirinha ou outra, nada muito relevante, que naufragou um navio da realeza de Solaria.

 

   — Você é de Solaria? — a garota abaixou a adaga. — Como veio parar aqui?

 

   — Onde exatamente é aqui? 

 

   — Nekoma. Mais precisamente no porto noroeste.

 

   Puta merda. Estava muito longe de casa.

 

   — Certo. Nekoma, né? E como, exatamente, eu acabei em um porão macabro cheio de corpos em Nekoma?

 

   Yuri havia desistido de sua fuga por alguns segundos. Precisava de respostas antes de planejar o que deveria fazer, mas sabia que estar em Nekoma era um adeus para as criaturas gigantes.

 

   — Você está no meu Boticário e Drogaria. Os vigias do porto encontraram seu corpo junto de alguns destroços e deram por quase morta.

 

   — Você coleciona corpos? — Yuri perguntou assustada.

 

   — Eu estudo corpos. Vem, vamos para o andar de cima, o seu amiguinho ali está cheirando a inferno.

 

   A médica vivia no primeiro andar e trabalhava no porão, fazendo pesquisas e autópsia. Aparentemente, os corpos que estavam nas mesas ao seu lado eram de pessoas que morreram de forma misteriosa em Nekoma, anônimos e solitários.

 

   — Não precisa ficar tão pálida, garota — disse a doutora. — Um morto ainda tem muito a contribuir. Mas é uma pena que não vou poder abrir seu corpo. — a risada sarcástica arrepiou os pelos de todo o corpo de Yuri.

 

   De repente Yuri se lembrou da moeda, tirando-a do bolso e ofereceu para a médica. Pela primeira vez notou o estranho relevo na frente, e o pequeno furo no topo.

 

   — O homem tentou me dar antes de morrer. Acho que você deveria receber pelo seu trabalho. 

 

   A médica pegou o item e segurou bem perto dos olhos como um monóculo e olhou para Yuri pelo buraco.

 

   — Não acho que aceitariam esta coisa como pagamento em algum lugar — disse e devolveu a moeda.

 

   — Talvez fosse o amuleto da sorte do homem. Como um pé de coelho — sugeriu.

 

   — Pelo visto não deu muito certo pra ele. — respondeu a médica acompanhado de uma risada sem humor.

 

   — Então posso ficar com isso?

 

   — Ao que me consta, sim. Ninguém vai vir procurar por ele.

 

   Agora na cozinha, a médica preparou um lanche para as duas. Enquanto fazia perguntas sobre como Yuri havia naufragado o Tempestade e a medicina de Solaria.

 

   — Afinal, qual o seu nome, criminosa?

 

   Tudo parecia divertido e casual para ela como se não tivesse acabado de ameaçar enfiar uma adaga nas costas de Yuri. 

 

   — Kwon Yuri, e eu não sou uma criminosa.

 

   — Certo, todo dia alguém afunda um navio da marinha de Solaria. Sua rainha vai arrancar seu pescoço quando voltar.

 

   — Eu não vou voltar. 

 

   — Bom, isso não é da minha conta. E, aliás, você pode me chamar de Tiffany.

 

   Um silêncio agradável tomou conta do ambiente. Yuri queimava a cabeça em pensamentos, fazia tão pouco tempo que fugiu de casa e muita coisa tinha acontecido. A garota puxou a moeda ou medalhão ou o que fosse aquilo para fora do bolso e olhou de novo.

 

   — Por que um estranho prestes a morrer me daria isso?

 

   — Boa pergunta — falou a médica, desviando a atenção da comida — Só um segundo. — Ela procurou ao redor até que encontrou uma lupa, uma pequena lente de aumento, e a colocou sobre a mesa. — Vamos dar outra olhada. 

 

   Yuri entregou o objeto para Tiffany, que olhou os dois lados com atenção.

 

   — Bem, interessante. Com certeza parece uma moeda. Ouro de tolo, acredito.

 

   — Exceto que tem um buraco em cima — constatou Yuri.

 

   — Na verdade, algumas moedas antigas tinham buracos. Elas poderiam ser amarradas em linhas ou em varetas delgadas, e isso as tornava mais fáceis de carregar e contar.

 

   Tudo o que Yuri tinha ouvido era moedas antigas.

 

   — E faziam moedas de ouro falso antigamente, certo? Como as do Continente Perdido.

 

   — Sim — respondeu Tiffany. — Mas antes que você seja tomada por isso…

 

   — E por que o homem a teria engolido se não fosse valiosa? — argumentou Yuri, praticamente pulando.

 

   A médica baixou a moeda de volta para a mesa.

 

   — Ele regurgitou isso?

 

   — Se com isso você quer dizer vomitar, então sim.

 

   Tiffany puxou um pedaço de pano do bolso e deu uma boa esfregada na moeda, antes de recolocá-la no mesmo lugar. Ambas se inclinaram para vê-la ao mesmo tempo e bateram as cabeças.

 

   — Sua cabeça é muito dura! — exclamou Tiffany. — Não me diga que naufragou o navio com ela. Tenha uma ideia melhor. Venha.

 

   Yuri a seguiu até o fundo da pequena casa enquanto pensava sobre a dureza de sua cabeça. A médica olhou ao redor, como se tivesse esquecido por que tinha ido ali, então foi até uma prateleira, subiu na ponta dos pés, e começou a vasculhar cegamente caixas armazenadas em cima das prateleiras. Finalmente puxou uma caixa de madeira, causando uma pequena avalanche de livros.

 

   — Cuidado aí embaixo! 

   

   Ela desceu a caixa e a abriu, removendo uma estranha engenhoca de metal que parecia um canhão com uma chaminé.

 

   — Contemple a minha lanterna mágica! — anunciou Tiffany teatralmente.

 

   — Onde você arruma todas essas coisas? — Yuri perguntou olhando as grandes prateleiras cheias de objetos estranhos.

 

   — A maioria vem junto com os corpos. Com o tempo virei uma colecionadora.

 

   No topo de uma prateleira Yuri avistou seu chapéu e a mochila, rasgada e coberta de areia. Pegou e analisou o conteúdo, os mapas estavam borrados e com as bordas em frangalhos. Mas era um milagre terem sobrevivido a sua quase morte no naufrágio.

 

   As duas voltaram para a mesa onde estava a moeda, agora coberta por um pergaminho, e Tiffany começou a esfregar um pedaço de grafite em toda a superfície. O design foi se revelando em linhas pretas contra a superfície de marfim do pergaminho. A médica então deslizou o pedaço de papel em uma abertura da engenhoca, onde a chaminé encontrava o canhão, tirou a tampa e acendeu a vela. Virando cuidadosamente a vela acesa de cabeça para baixo, colocou-a dentro da chaminé, projetando uma imagem maior do traçado em uma parede vazia.

 

   O pequeno buraco no topo da moeda era a boca de um leão. O resto da face da moeda estava gravado com uma moldura quadrada, dentro da qual estavam três colunas do que pareciam ser três inscrições diferentes.

 

   — Está escrito em solaris! — exclamou Yuri.

 

   A imagem começou a ondular e a desaparecer — o pergaminho tinha pegado fogo. Tiffany tirou a vela da lanterna, a apagou e bateu as pequenas chamas do papel com as mãos. 

 

   — Uma pequena falha no projeto — Tiffany riu. — Mas isso não parece ser uma inscrição em solaris. Admito, entretanto, que parece uma língua muito antiga.

 

   Yuri pegou a moeda e traçou as gastas inscrições na frente com o dedo.

 

   — Você consegue descobrir o que significa?

 

   Tiffany parecia ser o tipo de pessoa que conhecia mais coisas do que apenas o interior de corpos. 

 

   — Posso tentar — respondeu. — Posso ficar com ela para estudar mais?

 

   — Posso desenhar para você? — falou Yuri. A última coisa que queria era abrir mão da moeda, seu novo tesouro.

 

   Tiffany concordou, e estudou a moeda enquanto Yuri rabiscava outro pergaminho. Ela desenhou um círculo quase perfeito à mão livre, muito maior do que a própria moeda, de forma que ficaria mais fácil de ler. Então duplicou a imagem de cabeça.

 

   — Impressionante — disse Tiffany, comparando o desenho com a moeda. — Você é talentosa para desenho. Posso ver porque sua cabeça é dura para proteger o potencial.

 

   — Vou encarar como um elogio — respondeu Yuri, que não sabia dizer quando a médica estava sendo sarcástica ou não. — Tiffany, eu tenho mais uma pergunta.

 

   A médica levantou o olhar do desenho com um sorriso no rosto já imaginando o que vinha a seguir.

 

   — Eu não conheço ninguém em Nekoma e não tenho para onde voltar. Poderia passar alguns dias aqui?

 

   — Só se não desmaiar quando for me ajudar a abrir alguns corpos.

 

   Yuri suspirou. Não teria outro jeito. Já a médica aumentou o sorriso, fazia tempo que não tinha companhia viva em casa. 

 


Notas Finais


Os personagens serão introduzidos aos poucos e espero que gostem de cada um. Tiffany médica meio doidinha entrando no mistério, o que de errado pode acontecer? Se tiverem alguma teoria deixem nos comentários, vou adorar ler!


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