História Skyriver - Capítulo 3


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Categorias Mitologia Grega, Mitologia Nórdica
Tags Anjos, Demonios, Fantasia, Magia, Magos, Mitologia, Referencias, Rpg
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Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - Importância Cósmica


17 anos após o nascimento de Sky, ocorreu uma catástrofe na Terra da Magia.

Sky Valette Aiden se encontrava na Haled, ou apenas Terra. Estava em uma espécie de fazenda, um local isolado, onde nem ele sabe em qual parte do planeta. Uma casa de madeira rústica era única construção visível em milhares de quilômetros de plantações de trigo. Ao acordar, saltou de sua cama simples, com um cobertor branco e apenas um travesseiro, e deu um soco no despertador, que alertava Sky para acordar às 6:30 da manhã. O relógio-despertador se despedaçou, soltando algumas peças pelo chão.

- Droga... - Disse Sky, enquanto recolhia as peças do chão, e juntava com o resto do que era pra ser um relógio, e jogou no lixo.

Não era sua casa, ficou hospedado por alguns meses, para treinar sua magia. A maioria dos Nephils quer se tornar um herói, uma pessoa que não necessariamente é um símbolo de coragem ou paz, mas sim uma profissão que muitos almejam, por ser necessária habilidades de um guerreiro, a classe mais abundante em toda ExoTerra (Terra da Magia). Ao ser um herói, você dedica sua vida para treinar, ficar cada vez mais forte, e usar essa força para derrotar monstros que aparecem por aí. Parecido com os serviços de um mercenário, porém não envolve matar pessoas.

Após ajeitar a bagunça que fez, ele vai até o banheiro, onde toma uma banho, e ajeita seu penteado. Seu cabelo liso e preto é jogado para trás, e em cima ele o deixa arrepiado, com um pequeno topete. Seus olhos azuis brilham revigorados após uma longa noite de sono, merecida, depois de um dia inteiro de esforço para conseguir fazer com que sua mana não ficasse visível com aqueles que usam qualquer poder ocular.

Sky veste suas roupas, um manto verde ornamentado por detalhes prateados, com o colarinho levantado e as mangas dobradas até a metade do antebraço. Esse manto ficava por cima de uma camisa branca, com apenas uma estampa pequena escrita "Seven", na base da camisa, pouco visível. Um calça marrom, com a barra dobrada uma vez, e botas de trilha. Na verdade, o que ele estava vestindo era uma armadura incompleta de ferro, com apenas um peitoral cobrindo parte do peito direito e uma ombreira no ombro esquerdo, além de um cinto, braceletes e luvas. Existe um feitiço básico que qualquer um que siga uma classe guerreira conheça, que faz com que sua mana encubra sua armadura, além de a deixar sem peso, porém dando a mesma proteção.

Embaixo, na cozinha, uma voz feminina é escutada por toda a casa:

- Sky! Ray! Desçam logo!

Era Violet McLane, amiga de Sky, que veio junto com ele da Terra da Magia. Uma talentosa maga e esgrimista, e além de "gata pra caralho", de acordo com Sky. Não era usual dela levantar antes dos dois, então o motivo do chamado com certeza não era o café da manhã.

- To indo! To indo! Pra quê a pressa caramba?! - A voz de Sky ecoou até a cozinha.

- Quando você descer vai saber! Agora vem logo e para de reclamar! - Ela respondeu, claramente impaciente e até um pouco preocupada.

- Povo apressado do caramba...

Sky saiu do quarto e deu de cara com um homem encapuzado descendo as escadas.

- Bom dia meu Ray. - Sky cumprimentava o ser, enquanto pensava...

- Puta trocadilho bosta cara. - Ray completou seus pensamentos.

Ray Cristoph era um amigo de infância de Sky, junto de Violet. Ele sempre estava vestindo um capuz escuro e uma máscara que cobria todo seu rosto, com apenas um óculos de aviador no lugar dos olhos para poder enxergar, e um design parecendo uma máscara de gás na boca. Se não fosse pelo resto da roupa, que continha um sobretudo preto, uma calça cinza, um colete por debaixo do sobretudo, com as mangas rasgadas, e botas pretas, tudo com partes encouraçadas mais pretas ainda, Sky o confundiria fácil com o Homem Aranha Noir. Na verdade ele já zoou muito ele disso.

- Vem cá, sabe por que a Violet acordou antes da gente? - Sky estava mais preocupado com isso do que com o fato de serem acordados as pressas. - Acho que ela não dormiu direito.

- Essa é sua maior preocupação? - Ray questionava, enquanto olhava para ele com uma cara de "Bicho, isso é sério?", porém não era possível ver sua feição.

- Tem mais alguma coisa para se preocupar?

- Mano...

- Tá, sem zoeira. Acordou com pé esquerdo?

- Realmente não sei qual é a dela - Ray ignorou totalmente o comentário de Sky.

- Não deve ser uma coisa de importância cósmica...

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- Isso é de importância cósmica - Disse Violet, quando os dois chegaram na cozinha

"Só por que eu falei, mas foi uma boa jogada Zoldan". Valeu Sky.

Violet se encontrava encostada em um balcão de tijolos e em cima feito de mármore negro, enquanto segurava um copo de água. Ela vestia um cachecol roxo, com uma tira rosa em seus cabelos castanhos lisos que estavam maiores que vontade de morrer de Sky, ou seja, estava na metade de suas costas. Vestia um colete de botões rosa, feito de um material tipo plástico, que tanto Sky quanto Ray nunca descobriram o que era aquela parada. Abaixo do colete, uma roupa grudada branca, que ia até um pouco abaixo de seu quadril. Usava uma calça leggin branca por baixo de uma saia jeans preta, e uma bota de cano alto de couro marrom.

- Violet, tu tá muito...

- Nem vem que não é hora pra você debochar do meu estilo! - Violet o interrompeu de chama-la de gostosa.

- Então é hora pra quê hein, Violet? O que é de tão importante? - Ray dizia sério, como sempre. Independente de não saber sua expressão, era perceptível que ele estava mais concentrado que Sky, que continuava com cara de bobo,olhando de cima a baixo as curvas de Violet. Safadão ele.

- O destino de todo o mundo, é importante. - Uma voz masculina interviu.

Quem surgia das sombras do canto do local era Bill, o proprietário do local e ainda um príncipe Tálico. Ele possuía cara de um jovem de 15 anos, usava um óculos quadradão, cabelo castanho claro enroladinho estilo Dany Rand, mas ele não sabe lutar kung fu. Uma pele totalmente lisa e mais branca que o branco. Vestia um simples moletom azul e uma caça jeans. Por mais da aparência da qual Sky sempre zoava, ele era muito mais velho do que aparentava e possuía um poder invejável, justamente por ser um Príncipe Tálico, uma entidade mais fraca que um Deus Tálico, que já são mais fracos em comparação aos Thaumicos, e que sua função era vigiar a utilização de magia desnecessária na Haled. Os humanos não conseguem ver a magia, e alguns poucos que possuem uma fraca conexão mágica conseguem ver. Se utilizada de mais, o manto da realidade, que é responsável por fazer com que aqueles que não possuem uma linha mágica não vejam a magia, acaba por se afinar, e quebrar. Quando alguém sem magia descobre de sua existência, pode até ficar louca, e em casos extremos, porém não raros, se matam. A informação não consegue ser compreendida por eles. E o trabalho de Bill é evitar que isso aconteça. Quando Sky e seus amigos chegaram na Haled, entraram em uma comunidade de Nephils que vivia lá, e foi onde passaram algum tempo treinando, até começarem a chamar atenção de mais, e o Príncipe Tálico foi intervir, os levando para aquele local.

Sky voltou a realidade, ao ouvir o que Bill disse.

- Punho de Ferro nerd... isso é sério? - Sky não perdeu a chance de fazer uma brincadeirinha sobre o visual de Bill.

- É... - Bill suspirou - Mais sério que o Ray quando está concentrado.

- Então o bagulho é sério mesmo. - Sky olhou preocupado para Bill, e depois para Ray, que devolveu um olhar dizendo "Sério que ELE me zoou?". - Bom, então diga!

Ele os mandou seguir para fora da casa.



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