História Skyriver - Capítulo 4


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Categorias Mitologia Grega, Mitologia Nórdica
Tags Anjos, Demonios, Fantasia, Magia, Magos, Mitologia, Referencias, Rpg
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Palavras 859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 4 - Massacre


O dia estava lindo de mais para uma notícia ruim daquelas.

Violet seguiu Bill para fora do local, com Sky e Ray seguindo atrás dela. O nascer do sol iluminava o céu com cores de laranja a roxo, e iluminava o grande campo de trigo. Pela estrada de terra batida, Bill seguiu até um pouco atrás do portão do local, dois troncos grandes, segurando uma placa amarela, onde esta escrito "Sunlight Valley" e abaixo "Número de visitantes: 5". Provavelmente Bill, os três amigos e mais alguém. No chão, havia disposto pedras em um formato excêntrico, que Sky logo reconheceu como um ritual de teletransporte, mas ficou calado.

- Vocês devem saber que ontem foi o dia do Grande Batismo, não é? - Bill pigarreou.

- Grande Batismo? Mas já? - Sky parecia impressionado.

- Sim, já estamos dois anos na Haled... - Violet disse, olhando para o céu.

- Eu nem vi o tempo passar! Nem comemorei meus dois aniversários!

- Podemos comemorar depois, agora me escutem - Bill interrompeu os arrependimentos de Sky. - Acontece que dessa vez o evento foi diferente.

"Convidaram um padre novo?" pensou Sky.

- No meio da tarde, um ser apareceu no meio de todos. Os sobreviventes...

- Espera, os sobreviventes? O que é isso, um assassinato em massa? - Sky interrompeu Bill.

- Exatamente. - Bill suspirou - Os sobreviventes dizem que foi a própria Morte, que surgia em um furacão verde, com sua foice em mãos, e que com ela, assassinou quase todos daquele local. depois, sumiu no mesmo furacão e do buraco deixado por ele saíram seus servos, seres de pele azul e corpo esquelético, que começaram a assassinar os restantes, e de vilas próximas.

- Todos que estavam lá? - Ray finalmente falou, claramente assustado. - Mas... Isso quer dizer...

- Uns 85% de toda a Terra da Magia... - Sky continuou, agora também assustado. - Mas... por quê isso?

- Não sei. Realmente. - Bill respondeu, desapontado consigo mesmo.

- Como assim você não sabe? - Sky aumentou o tom de voz. - Você é um Príncipe Tálico! E ainda por cima aquele que detém um conhecimento equivalente até mesmo de Scientia!

- Scientia é a deusa Tálica do Conhecimento e Sabedoria! Não detenho nem um terço de seu conhecimento! - Bill já começara a brigar.

- Vocês dois, parem! - Violet se intrometeu, puxando a orelha dos dois, como uma mãe separando irmãos.

- Sky, não importa agora. Temos que fazer algo em relação a isso!

- Como assim fazer algo em relação a isso? Já estão mortos, o máximo que podemos fazer é rezar para que suas almas vão para o Paraíso. - Sky deu as costas para o grupo e seguiu de volta para a casa.

- Esse é o problema! - Bill gritou para Sky, que parou e olhou para ele, voltando lentamente para onde os outros estavam.

- As almas não estão indo nem para o Julgamento. - Bill continuou, em um tom sério. -  Isso significa que ainda estão na terra. apenas algumas almas dentre aquela multidão não está na Terra, mas também não foi constatada que foram para o Inferno, o Paraíso ou o Purgatório.

- Você sabe o que isso significa? - Ray fitava Sky.

- Sobrecarga de almas na Terra?

- O quê? Não! Cara, se elas não estão subindo para o Julgamento, quer dizer que elas estão presas na Terra, mas já com um destino definido, só que não estão indo.

- Tá querendo dizer que essas almas vão para algum lugar que não seja o Julgamento, e isso tudo foi causado pela própria Morte? Um dos seres mais poderosos do Submundo?

- Exatamente isso. - Bill continuou.

- Ok, mas o que quer que nós façamos? Descobrir o porquê disso?

- Sim, mas além disso - ele fez um sinal com as mãos, revelando uma imagem no ar de Glow City, capital da Terra da Magia. Ela estava infestada dos servos da Morte, tentando matar os poucos cidadãos que restaram. - Há muito o que se fazer pela Terra da Magia. Como por exemplo, eliminar esses servos, e garantir a segurança do resto de toda a ExoTerra. Mas vocês podem fazer mais, como retornar essas almas para seus devidos corpos.

- Opa opa - Sky erguia as mãos. - Um: por quê nós? e dois: Reviver estes corpos? Cara, além de doido, pra quê isso?

- Vocês não queriam ser heróis?

- Sim, mas...

- Tudo bem voltarmos para lá, mas o que quer dizer com voltar as almas para seus corpos? - Ray interrompeu.

- Tudo a seu tempo, pequenos gafanhotos. - Bill respondeu.

- Pequenos gafanhotos uma ova! - Sky já começava a brigar de novo, levantando o indicador para cima. - Olha aqui, se você pretende mandar a gente para a Terra da Magia...

- Estão prontos? - Bill interrompeu Sky.

- Sim, quando quiser. - Violet respondeu, fitando o chão.

Ray assentiu com a cabeça.

- O quê? Como assim quando quiser? Punho de Ferro seu safado o que você vai faz...

- Dou mais instruções lá. Até mais. - Ele levantou a mão, e as pedras no chão começaram a soltar um brilho azulado estranho, cada um se conectando por uma raio de luz.

- BILL FILHA DA PU... 

Um feixe de luz se ergueu, e os três sumiram com ele.



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