História Skyriver - Capítulo 5


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Categorias Mitologia Grega, Mitologia Nórdica
Tags Anjos, Demonios, Fantasia, Magia, Magos, Mitologia, Referencias, Rpg
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Palavras 1.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 5 - A Little Bit of Action


O Bill é realmente um cara muito, super filha da mãe.

Resolvi dar uma folga pro Zoldan e agora o cara mais sexy de todo o planeta, isso mesmo, eu, Sky Valette, está contando a história.

Após ele ignorar tudo o que eu estava falando, fomos teletransportados para algum lugar. Acordei deitado em uma cama de um quarto, provavelmente algum hotel. Ao meu lado, a janela revelava a visão de Glow City, a capital de Schincariol e tecnicamente de toda a Terra da Magia. Estive lá algumas vezes, quando tinha 15 anos. Naquela paisagem de noite fria e escura, com os postes iluminando as ruas desertas, pensei comigo mesmo, será que tenho um papel importante nisso? De... salvador? Não sei. A única coisa que tenho certeza, é de que preciso de um título legal.

De meu lado direito, uma cabeceira com alguns livros em cima. À minha frente, um frigobar, e uma porta ao seu lado, provavelmente o banheiro. Eu estava do mesmo jeito de quando fui teletransportado, porém meu cabelo estava desarrumado, e eu odeio isso. Com vários xingamentos sobre Bill na cabeça, pulei da cama, abri o frigobar e peguei um lata de Coca-Cola que estava lá. A abri e fui ao banheiro, arrumar meu penteado estiloso.

Ao deixar a Coca na pia e olhar o espelho, vejo um ser atrás de mim. Instintivamente puxei minha espada e cortei o bicho ao meio, que caiu morto no piso. Era um servo da morte, de pele azul brilhante e corpo esquelético, assim como Bill descreveu. Ignorei o corpo ao meus pés e terminei de arrumar meu cabelo. Saí do quarto, e percebi que era mesmo um hotel. Tentei usar o elevador, mas estava quebrado. Não havia mais ninguém nos outros quartos, um prédio totalmente vazio. Abri a porta de um quarto aleatório, entrei e abri a janela, da onde pulei e finquei minha espada chicote, descendo sem perigo até tocar o chão. Recolhi a espada e entrei na recepção, que estava vazia e bagunçada. Um rádiozinho ainda funcionava e pegava com dificuldade a estação da rádio local, em cima de uma mesa grande. Me aproximei e tentei ajeitar a conexão, até conseguir ouvir a voz do locutor, dizendo:

- EU NÃO QUERO MORRER! 

Seguido de gritos e depois a transmissão corta. Não acredito que mataram aquele cara, ouvi pouquíssimas vezes a rádio de Glow City, mas aquele locutor era um dos melhores, pensa num vozerão. Com um instinto de vingança, saí do local, e fui prendendo minha espada chicote por entre os prédios, me balançando por aí igual o Homem Aranha. Ao dar impulso suficiente, caí em cima de prédio, do qual corri para a beirada, e vi homens atirando em mais servos da morte com metralhadoras. Um pouco mais ao lado, um outro homem lutava contra um grupo inteiro deles, utilizando adagas de cobre e saindo raios para todo canto. Reconheceria elas em qualquer lugar, era Ray, aquele safado. Pulei do prédio com minhas mão apontadas para os Servos, e atirei um feixe de luz no qual transformou a maioria em cinzas.

- Pikachu, eu escolho você! - gritei para Ray. Que soltou uma rajada de eletricidade que percorreu pelo chão e atingiu mais Servos, dando espaço para eu entrar no meio.

- Me chame disso mais uma vez que eu dou um Choque do Trovão em você. - Ray me respondeu, sério e chato como sempre.

- Tá tá, da onde você veio cara?

- Estava deitado em baixo de uma árvore no parque central. E você?

- Apareci cagando no banheiro de algum hotel.

- Isso é sério?

- Não.

- Não sei como te aguento. Você viu a Violet?

- Ia te perguntar a mesma coisa. - Conversávamos enquanto eu cortava vários desses capangas da morte, enquanto Ray tentava me imitar utilizando sua eletricidade.

A carnificina foi aumentando, e estávamos rodeados de morte. Ainda havia muitos, que não paravam de surgir, e vez ou outra tínhamos que sair do ponto de concentração para ajudar os grupos de sobreviventes que haviam ali perto.

- Não dá pra continuar assim! Vamos levar essa gente pra um lugar seguro! - Ray gritava pra mim, enquanto eu estava empalando um servo na antena de um prédio.

- Tá! Mas onde?

- Você que me diga! O que vê daí de cima?!

- Prédios!

- Foco Sky!

- Tá bom, tá... - Me distanciei um pouco de Ray, onde eu consegui ver explosões de energia roxas um pouco perto do local onde estávamos. Depois, essas explosões e raios cessaram, e um raio foi lançado ao céu, imitando uma fumaça.

- Ray! - Gritei animado para ele.

- O que foi? - Ele respondeu enquanto eletrocutava um servo.

- Achei a Violet!

Ele subiu no prédio onde eu estava, e conferiu por seus próprios olhos o sinal que todos nós usávamos para nos localizar. Era tipo um marcador de fumaça, igual no Midnight Club ou outros clássicos dos jogos de corrida. Nós levamos os sobreviventes daquela área para onde Violet estava, Ray os levando nos ombros e eu levando o resto usando minha magia. Acho que as vezes ele se esquece das outras utilidades de controlar um elemento.

Chegamos em uma área residencial, onde muitos Servos da Morte estavam incinerados, e soltando um brilho roxo. Era a magia de Violet, que ela se negava a contar qual elemento que ela utilizava, apenas o nomeando de Purpuram.

Nesse universo literário lindo chamado Skyriver, os dotados de magia são obrigados a terem no máximo 3 elementos principais e 2 elementos secundários para estudarem e se especializar nele. Magias não se constituem apenas de mana pura, mas também do controle de um elemento. Eu por exemplo, tenho como elemento principal Luz e Gelo, no qual tenho 60% de controle de cada. Ray, pelo o que eu saiba, possui como principal eletricidade industrial e raios, além de ter como secundário cobre, justamente para aumentar a efetividade da eletricidade.

- Violet! Cadê você minha linda?! - Gritei em sua busca.

De repente, um servo da morte, morto e incinerado, soltando faíscas roxas, cai em minha frente.

- Mas o que...

- Droga! Era para acertar sua cabeça... - Violet falava de cima de uma casa, com uma carinha fofa me olhando.

- Haha, muito engraçado. Você eliminou todos esses bichos dessa área?

- A maioria. As casas estão seguras, algumas já ocupadas com os habitantes que achei no caminho. Isso é um terror...

- Depois pensamos no quão ruim a situação está. Por agora me dá uma ajuda com o resto desses caras. - digo apontando com o dedão para um capanga da morte, que logo foi dilacerado pelas adagas de Ray.

-Hey! Você chegou depois de mim, eu é que deveria pedir ajuda! - Violet dizia reprimindo uma risada.

- Você precisa de ajuda? - Digo dando um sorriso.

- Não... mas se você insiste em me ajudar...

- Zoa mais... - Nós dois rimos, e depois ela saltou para cima de um grupo de inimigos.

- Hehe, zoa mais que eu gosto.

Sigo Violet, girando minhas espadas em espiral, arrancando a cabeça de vários Servos da Morte.



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