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História SLADE(L.2) (Sterek) - Capítulo 7


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Notas do Autor


Olá!!

Desculpem a demora, hoje tá um dia de cão...

Boa aleitura S2

Capítulo 7 - - Five -


Derek observava o acampamento com um ar soturno. Os humanos estavam mais perto do que ele queria, mas longe o suficiente para assegurá-lo de que eles não os pegariam tão cedo. Ele manteria o passo durante a noite, mas Stiles não era um Nova Espécie e  precisaria descansar, por causa de seu corpo humano mais fraco. Ele não reclamou, mas Derek notou sua fadiga. Tinha que admitir que sentiu um certo orgulho por Stiles ter lidado tão bem com aquela situação de estresse. Humanos não eram muito valentes, mas ele foi corajoso. Isso o fez querê-lo ainda mais.

Seu pênis finalmente amoleceu o suficiente para ele se mover sem dor. Seus dentes cerraram. Ele quase o possuíra ali, na terra. Teria se tornado o animal que Stiles provavelmente acreditava que ele era se o tivesse fodido no chão, como se ele também fosse um animal. O gosto do beijo doce dele e a sensação daquelas curvas macias contra seu corpo quase o levaram à insanidade. Stiles merecia mais do que uma transa rápida no chão. Derek podia ser parte animal, mas Stiles não era, e sabia que ele esperava certas coisas. Uma cama macia, um ambiente romântico e talvez velas. Ele se daria muito mal se permitisse que seus instintos e desejos o levassem a fazer algo do qual se arrependeria depois.

Precisava se manter em controle até que estivessem salvos. Quando retornassem a Homeland, ele seduziria Stiles em uma cama, dentro de uma casa, num local seguro, onde o perigo não estivesse à espreita. Ele não teria pressa, o despiria lentamente e exploraria cada centímetro  até que o desejo ficasse tão intenso quanto o dele. E então ele faria amor com Stiles. Delicadamente, faria seu melhor para fingir que podia ser mais humano do que realmente era.

Ele farejou o ar, o cheiro de fumaça quase o fez espirrar e ele se afastou lentamente daquela área. Deixara Stiles sozinho por mais tempo do que pretendia. Derek precisava se certificar de que tinha seu desejo sob controle antes de tocá-lo novamente. Caso contrário, todas as suas boas intenções seriam esquecidas. Ele foi um babaca quando o corpo dele se enrolou no seu. Contenção não era sua melhor qualidade, mas ele tentaria por Stiles, ele merecia um homem que pudesse respeitar suas necessidades humanas, ou seja, uma cama para fazer sexo e o momento apropriado para isso. 

Eles teriam que ir embora antes de o sol nascer. Derek achava inaceitável que Stiles estivesse em perigo. Justice já devia ter enviado times para procurá-los. Os humanos talvez tivessem que esperar o sol raiar para montar uma missão de resgate, mas as Novas Espécies já estavam atrás deles. Ele sabia disso tão bem quanto sabia reconhecer o perfume tentador que o levou direto de volta a Stiles. Derek viu a silhueta dele encolhida no chão e precisou abafar o rosnado que saiu de sua garganta, pois se aborreceu ao ver o frio que ele estava sentindo, o havia deixado sozinho por muito tempo. Será que ele podia fazer alguma coisa direito quando se tratava de Stiles? Parecia que não. Seus passos se aceleraram com sua necessidade de aquecê-lo e garantir que ele sobrevivesse à madrugada. Acalme-se, ele ordenou a seu corpo. Aja naturalmente para não assustá-lo. 

Algo farfalhou, um barulho parecido com folhas secas se mexendo. Stiles ficou tenso, mas não se moveu. Ele ouvia apenas o vento batendo nas árvores acima. Seu medo cresceu quando ele viu que algo se movia em sua direção. Era grande, do tamanho de um homem, e se aproximava mais.

– Estamos bem – Derek anunciou delicadamente enquanto se acomodava ao seu lado.

Stiles teve vontade de chorar por ele ter voltado, grato por ele retornar em segurança e por não tê-lo abandonado. Ele engoliu um soluço e piscou com força para segurar as lágrimas que nadavam em seus olhos. Derek se deitou de costas ao lado dele, a apenas alguns centímetros de distância, e respirou fundo.

– Se enrole em mim – exigiu ele. – Está frio.

Stiles não falou nada, com medo de que sua voz entregasse que  estava emocionado. Apenas se deitou ao lado dele, ouvindo sua respiração.

– Está bem. Fique aí. – Pelo tom de voz, ele parecia aborrecido. – Boa noite.

Minutos se passaram, até que ele ouviu a respiração de Derek mudar e ficar mais lenta, e imaginou que ele provavelmente adormecera. Stiles esperou mais alguns minutos para ter certeza e se moveu um pouco para a frente, diminuindo a distância. As mãos de Derek estavam entrelaçadas atrás da cabeça para formar um travesseiro. Stiles pressionou o corpo contra o dele, com seu rosto de frente para ele. Descansou a cabeça em seu braço musculoso. Derek estava bem quente. Stiles estremeceu, e chegou mais perto dele até que seu corpo se pressionou com firmeza contra o de Derek, colocou a mão sobre a barriga dele e de repente, o corpo em que se encostava ficou tenso. Stiles congelou, seu coração bateu forte. A respiração Derek havia mudado.

– Com frio, Doutor?

Ele hesitou.

– Estou congelando.

Ele suspirou.

– Entende o que quis dizer sobre como você é irritante? – Derek abaixou um de seus braços e sua mão se fechou sobre a de Stiles em sua barriga. Depois empurrou-a mais para baixo. A palma dele acabou sobre um volume. – Sente isso?

Stiles tentou puxar a mão para longe da calça, mas a de Derek, que a segurava, o impediu de fazer isso. Ele apertou a palma dele mais forte.

– Quer se manter aquecido, Doutor?

Stiles cerrou os dentes.

– Quer soltar minha mão?

– Me esfregue.

– Vá se foder.

Derek riu.

– Eu deixaria você fazer isso, docinho. Há alguns problemas sobre isso. Primeiro, você faz barulho. Não posso deixar que você grite enquanto te como, já que estamos sendo caçados. Você os faria descobrir onde estamos. O segundo problema é que, se você quer se encostar em mim e ficar quentinho enquanto dorme, vou querer dormir também, mas não vou conseguir, já que você me deixa tão duro que daria até para medir meu pulso. Agora ou me esfregue ou se afaste.

– Solte a minha mão.

Derek não o fez. Em vez disso, apertou-a contra ele.

– Viu? Não é ruim, né? Eu diria que não é nenhuma dureza, mas nesse caso é sim, Doutor.

A fúria atingiu Stiles.

– Está bem. Quer que eu cuide do seu problema, Derek?

Derek hesitou.

– Se você me machucar, Doutor… Bem, te aconselho a não fazer isso. Eu te machucaria de volta. – Sua mão soltou a dele e se afastou.

Stiles pôs a mão firmemente sobre o contorno de seu pau grosso e duro, preso dentro de suas calças. O comprimento e a circunferência eram impressionantes. Ele se moveu para se sentar e esticou as mãos, às cegas, até a frente da calça de Derek. O corpo dele ficou tenso.

– O que está fazendo, Doutor?

– Você queria ser tocado, certo? Bem, é o que vou fazer, Derek. Preciso abrir sua calça para isso.

– Deixa comigo – murmurou ele baixinho. O tom de divertimento desaparecera de sua voz.

Stiles levantou as mãos. Derek se mexeu e ele ouviu um barulho de zíper. Ele mal conseguia distinguir sua silhueta. Derek levantou os quadris e abaixou as calças até o meio da coxa. Mesmo que Stiles não estivesse enxergando muito, ele sabia que Derek libertara seu pau da calça.

Stiles o fitou, tentando vê-lo. Mal podia ver alguma coisa, mas pelo jeito Derek não tinha nada do que se envergonhar, isso era certo. Não havia como não saber o que era aquela silhueta ereta e orgulhosa. Ele era longo e grosso, do jeito que parecia dentro da calça. Stiles hesitou, a ideia daquilo dentro dele se eles transassem o assustou um pouco. Ele era maior do que qualquer um com quem já estivera. O número de amantes que já tivera não era impressionante, eram poucos, mas nenhum deles se comparava a Derek.

– Doutor? Devemos dormir um pouco antes de seguirmos em frente. – Sua voz saía num rosnado suave. – Vou fechar a calça. Eu não devia ter feito isso, desculpe. Estou sendo um cretino. Eu estava meio adormecido e só um pouco cansado.

As mãos de Stiles tremiam um pouco enquanto ele se movia para a frente. Uma de suas mãos se enrolou em volta do pau de Derek antes que ele pudesse cobri-lo. Stiles o ouviu tomar ar. Derek estava bem duro e quente. Sua pele era macia como veludo, envolta em uma espessura dura como aço. Stiles deixou que seus dedos e sua palma o explorassem. A respiração de Derek aumentou.

– Isso é tão bom – gemeu ele.

A raiva de Stiles desceu pelo ralo. Derek o excitava, e odiava isso, mas era verdade. Gostou de tocá-lo. Mordeu o lábio e enrolou a outra mão na base do pau de Derek. Ele mexeu as pernas, tentando abri-las mais para que Stiles o explorasse. Derek falou um palavrão baixinho quando viu que suas calças amontoadas em suas coxas não permitiam isso.

– Isso é bom, Doutor.

– Stiles – ordenou ele baixinho. – Me chame pelo meu nome ou eu paro. – Ele agarrou o membro com mais firmeza, movendo a mão até a cabeça do pau para acariciá-la com os dedos.

– Stiles– gemeu ele. – Isso é tão bom.

– Queria ter um pouco de óleo agora.

– Eu também, Doutor.

Stiles tirou as mãos dele.

– Meu nome é Stiles. Use-o.

Derek se sentou.

– Quer que eu use seu nome?

– Sim, quero.

– Está bem – ele se afastou, abaixou as calças até os tornozelos e avançou na direção dele.

Stiles arfou quando Derek o agarrou. Ele o puxou e o colocou de joelhos, enquanto se colocava na mesma posição. Suas mãos soltaram os braços dele, agarrou-o pela cintura e o levantou, virando-o para o outro lado.

– O que você está fazendo? – A excitação se mesclou com um pouco de medo, mas Stiles não protestou.

– Coloque as pernas entre as minhas – rosnou Derek em tom áspero, abrindo suas coxas nuas para abrir espaço para ele.

Stiles virou a cabeça.

– Por quê?

– Apenas faça isso – murmurou ele. – Agora, Stiles.

O coração dele começou a bater forte. Stiles tinha uma ideia do que ele faria. Derek estava de joelhos e havia deixado-o de costas para ele. Stiles se mexeu e encaixou as duas pernas entre as dele, que estavam afastadas. Seus pés se enroscaram na calça dele, que Derek baixara até o tornozelo, mas Stiles os levantou e passou-os por cima dele. Derek tirou uma das mãos de sua cintura e deslizou a outra pela frente do corpo dele. Stiles ficou tenso e sua respiração aumentou enquanto Derek desabotoava as calças dele, ele pressionou o peito contra as costas dele e abaixou a cabeça até que Stiles pudesse sentir a respiração dele em sua orelha.

– Eu vou te foder, Stiles – Derek rosnou ao afirmar isso. – Vou me afundar tanto em você que ficará com vontade de gritar meu nome, mas não vai poder. Acha que consegue ficar em silêncio? – Derek puxou as calças dele para baixo. Em seguida, puxou também a cueca até o meio das coxas de Stiles, amontoando-a com as calças e liberando sua semi-ereção. 

A respiração de Stiles estava trêmula. Ele queria Derek.

– Sim.

Derek fez outro som de rosnado. Uma de suas mãos deslizou para cima da camisa de Stiles e a empurrou para fora de seu caminho até que sua mão agarrou o mamilo nu e o apertou suavemente.

– Se curve para mim, Stiles. Vou te foder do jeito que eu queria desde que te vi. Eu vou meter tão fundo no seu ponto doce que você não vai mais saber onde eu termino e você começa. Aposto que você é tão apertado que vai agarrar meu pau e me fazer lutar para entrar em você.

Stiles colocou as mãos no chão. Nunca, jamais passara pela sua cabeça que um dia transaria de madrugada na floresta, de quatro. Mas ele também jamais pensara que iria querer tanto alguém do jeito que queria Derek. Seu corpo gritava para que ele adentrasse em sua entrada e Stiles sabia que não se decepcionaria com a sensação de estar envolto no pau dele. Ele era tão grande que ficaria mesmo bem apertado.

A mão de Derek apanhou firmemente entre suas coxas, massageando seu pênis e espalhando o calor úmido do seu desejo que já molhava a cabeça do seu pau. Stiles gemia conforme Derek o explorava do pênis até o ânus. Derek colocou um dedo lentamente em sua entrada, dando-lhe uma sensação incrível com aquele dedo grosso sendo empurrado até o fundo, e Stiles arqueava as costas enquanto o prazer se espalhava por ele.

– Tão molhado, Stiles. E muito apertado também, como eu sabia que seria – ele rosnou baixinho ao retirar o dedo e passá-lo por toda sua entrada, antes de se afastar.

– Derek? – Stiles temia que ele mudasse de ideia e parasse, e seu corpo doía. 

– Não posso esperar, preciso muito estar dentro de você. Sinto muito, mas tenho que te foder agora ou vou morrer. – Ele pressionou a cabeça de seu pau na entrada de Stiles. Sua mão esquerda largou o Mamilo que antes beliscava e o agarrou pelo quadril com as duas mãos. – Silêncio, docinho. Fique bem quietinho. Vou tomar cuidado, você é tão apertado que tenho medo de te machucar e não quero isso.

Stiles mordia o lábio enquanto Derek pressionava a ponta grossa de seu pau contra sua entrada sensível. Ele quase ofegava, com tanta vontade que até doía. O pau o penetrou lentamente alguns centímetros para não machuca-lo, depois mais. O membro de Derek era largo, e o corpo dele se alargou para acomodá-lo. Stiles queria mais e se empurrou contra ele. Derek agarrou seus quadris, mexeu o corpo para combinar com os movimentos dele, mas não deixou que Stiles o fizesse ir mais fundo.

– Derek – implorou ele.

– Não se mexa – ordenou ele. Derek soltou uma das mãos do quadril dele e as colocou em volta do seu peito. Derek o  puxou para cima e Stiles se endireitou. Eles estavam de joelhos e Stiles inclinou as costas firmemente contra o peito dele de novo. – Pronto, Stiles?

Ele abriu a boca para dizer que sim, mas a mão que segurava seu quadril se soltou dele e cobriu sua boca no momento em que Derek meteu fundo e com força.

Stiles gritou em êxtase.

A mão de Derek abafou o som. Seus quadris bombeavam rápido, com força e profundamente. Ele entrava e saía de Stiles com uma agitação tão selvagem que o levou à loucura. O prazer estava muito grande, quase insuportável, e ele soube que ia gozar. Stiles o desejara por muito tempo, sonhara sobre como a realidade seria melhor que qualquer fantasia.

A mão de Derek deslizou pelo corpo dele e mergulhou entre as coxas. Seus dedos encontraram sua ereção, esfregando sua glade para provoca-lo, para logo depois bombear furiosamente enquanto Derek metia mais forte na sua entrada. Stiles gritava contra a mão dele ofegando, e seus músculos se apertaram em volta do membro grosso de Derek.

– Puta merda – Derek rosnou baixinho. – Incrível pra caramba.

Stiles nem ligava que Derek ficasse com a mão em sua boca, contanto que não tapasse seu nariz. Na verdade, nem se importava se conseguiria respirar ou não naquele momento. Nada nunca fora tão bom. A satisfação sexual foi se tornando mais intensa conforme Derek estocava mais rápido dentro de seu corpo, com tanta força que ele quase levantava do chão. Stiles gritou ao atingir o orgasmo.

O interior dele enlouqueceu, com músculos se apertando e tremendo. Ele gritou de novo quando a pressão aumentou em seu canal extremamente sensível, enviando ainda mais daquele êxtase impressionante por seu corpo. Derek mordeu seu ombro de repente e um som abafado e selvagem saiu de seus lábios, que estavam selados na pele dele. O quadril dele espasmava violentamente contra a bunda de Stiles, batendo, até que tudo se aquietou, menos a respiração pesada deles. Stiles sentiu um calor percorrê-lo quando o sêmen quente o preencheu.

Derek abriu a boca, soltando o ombro de Stiles que se sentia quase sem ossos e não ligava que Derek o tivesse mordido. Não se importava com a dor naquela área. Não doía muito, apenas latejava suavemente. Ele se concentrou mais no calor que continuava encharcando sua entrada, vindo de Derek. Ele continuara a ejacular enquanto os músculos dele se apertavam em volta de seu pau ainda duro, enterrado em seu corpo receptivo. Stiles se sentiu ligado a Derek com o jeito que seus corpos pareciam conectados, e gostou da sensação. Resistiu à vontade de cair em cima dele e ficar ali por um bom tempo.

– Não se mexa, Stiles – Derek finalmente controlou a respiração. – Vai doer se tentar sair agora.

– Eu sei. – Ele respirou. – Vocês incham durante o sexo. É uma coisa das Novas Espécies.

– Todo cara incha por sexo – Derek riu. – Nós inchamos na base logo antes de gozar e ficamos assim por alguns minutos depois. Um pensamento horrível passou por Stiles.

– Vocês não têm espinhos, né? Caramba, me diga que não tem pequenos espinhos me segurando aí. Alguns animais têm isso. Sei que você é canino, mas tem certeza que não foi misturado com mais nada?

Ele riu, fazendo o peito balançar contra o dele.

– Você me mata de rir. Não, não tenho espinhos. Seria muito brochante, não?

Stiles relaxou.

– Um pouco.

A mão de Derek que segurava a boca de Stiles roçou a barriga dele. Depois, colocou-a sob sua camisa e começou a acariciar a área das costelas.

– Adoro estar dentro de você.

Stiles virou a cabeça contra o peito dele. 

– Adoro você aí. Caramba, Derek. Apenas caramba.

Ele riu.

– Fico feliz que você tenha gostado.

– Não fui só eu.

Derek lambeu o ombro dele e Stiles se virou.

– Por que está me lambendo? – A língua dele pincelava a sua pele, criando uma sensação estranha, mas não ruim. Apenas diferente.

– Machuquei sua pele. Desculpe. Acho que eu estava tentando me manter quieto. Te mordi para não uivar. – Derek o lambeu de novo. – É que você é tão gostoso e apertado que quase me enlouqueceu. Precisei me segurar para não gozar antes de você. Foi tão bom te sentir me apertando. Você tem um gosto delicioso também. Hmmm.

– Gosta do sabor do meu sangue?

Derek riu e lambeu o ombro dele.

– É um gosto adquirido. E, sim, seu sabor é bom.

– Pare. Não está com vontade de arrancar um pedaço de mim, está?

Stiles se afastou da boca dele. Ainda havia muita coisa que ele não sabia sobre as Novas Espécies. Sabia que podiam comer carne crua, que alguns continuaram a comê-la por causa de anos do hábito de receberem na cela. Eles gostavam de carne humana? Ele sentiu um pouco de medo ao pensar isso.

– Parece divertido.

– Você não come gente, né?

O som da risada de Derek o agradou.

– Não vai ser seu ombro que vou querer comer, Stiles. E com certeza não doeria também. – A risada dele sumiu. – Acho que já estou relaxado o bastante para nos separarmos. Precisamos dormir um pouco. Temos que ir para longe daqueles homens. Subi em uma árvore quando fui checar o perímetro agora há pouco. Há dois espinhaços para lá. Os idiotas acenderam uma fogueira. Eu iria fazer uma visitinha que eles não sobreviveriam para se arrependerem se achasse que seria seguro te deixar sozinho.

– Você os mataria? – Stiles não ficou surpreso com aquela afirmação.

– Curve-se, docinho. E relaxe seus músculos.

Derek ignorou a pergunta dele, mesmo assim concordou e se curvou, forçando o corpo a relaxar. Derek saiu lentamente de dentro dele e Stiles pôde sentir cada milímetro do pau ainda rígido dele enquanto saía de sua entrada. O corpo dele estremeceu, ainda muito sensível. Derek riu ao se afastar.

Stiles se virou depois de alisar as roupas e fechou a calça. Ouviu Derek subir o zíper. Ele se deitou de costas no chão.

– Venha aqui, Doutor. Use meu peito de travesseiro e se enrole em mim. Vou te manter aquecido se colocar uma perna entre as minhas.

Stiles suspirou ao engatinhar em direção a ele e se deitou. Derek era grande e quente.

– Não pode me chamar de Stiles agora? 

O corpo de Derek tremeu sob o rosto dele quando ele riu. Um dos braços passou em volta da cintura dele.

– Não. Só vou te chamar de Stiles quando estiver dentro de você.

Ele chacoalhou a cabeça.

– Babaca.

Derek riu de novo. Lá se vão as boas intenções. Derek abraçou Stiles mais forte. Ele o tocara, todas as regras haviam sido quebradas, e ele não podia dizer que se arrependia. Ficava envergonhado sobre como se controlava mal quando o assunto era aquele médico sexy. Só de a mão dele encostar em sua barriga, seu pau rugia. O sangue havia corrido de uma cabeça para a outra. Ele perdeu a capacidade de pensar. Havia o possuído mais como um animal do que como um homem. Ele passou a língua sobre as presas. O gosto do sangue dele ainda estava lá e ele ignorou o pau que se endurecia de novo ao desejá-lo. Virou a cabeça para esfregar o nariz no cabelo dele. O perfume dele o chamava e o deixava meio louco. Sentimentos possessivos rasgavam seu peito e o assustavam mais que. qualquer coisa que já experimentara. Ele o marcou com sua mordida e gozou tanto e tão forte dentro dele que o marcou assim também. Nunca havia sentido nada assim enquanto mais e mais sêmen jorrava para fora dele e dentro de Stiles, com um prazer tão forte que quase o fez desmoronar sob aquela força absoluta.

Só o que o manteve firme foi a preocupação em não machucá-lo. Ele era um humano esperto, um médico, e o que ele tinha para oferecer a ele? Sexo? Má educação? Palavras rudes com sexo animalesco? Ele apertou os olhos. Stiles merecia mais que isso. Ele jamais seria o tipo que ele teria orgulho de chamar de seu. Droga. “Em boca fechada não entra mosca” devia ser meu lema. Mais uma vez, ele provavelmente o fez acreditar que era um babaca completo. Conseguiu isso depois que ordenou que ele o tocasse. É que ele precisava muito dele.

Desejava-o ainda mais. E tê-lo apenas aumentou o desejo de possuí-lo de novo, de ficar possuindo-o. A respiração dele garantiu que ele dormia. Senão, Derek ficaria tentado a virá-lo, despi-lo e fodê-lo por horas. Ele realmente desejara tê-lo sob ele, queria ter acesso a cada milímetro da pele dele para lamber e sentir o gosto. Explorá-lo até que conhecesse o corpo dele tão bem quanto o próprio. A ideia de abrir as pernas dele e se deliciar naquela na sua entrada o fez babar. 

Derek engoliu. O perfume do desejo dele o deixava louco, mas sentir o gosto? Fazê-lo gritar seu nome enquanto ele o lambia até levá-lo ao orgasmo pareceu algo divino. Seu pau começou a doer. Estava duro como uma pedra de novo e, se não tivesse acabado de derramar seu sêmen, não saberia onde ele teria ido parar. Stiles o afetava de maneiras que ele parecia não ter forças para controlar. Jurou que tentaria ser um homem melhor para ele. Antes, no entanto, ele tinha que mantê-lo vivo. A raiva se fez dentro dele ao pensar nos homens que ameaçavam seu companheiro. Meu? Caramba. Tenho mesmo um fraco pela médico sexy. Só queria que ele sentisse o mesmo.


Notas Finais


Bjs de luz S2


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