História SLAVE TO LOVE - Capítulo 11


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Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas do meu ❤
Reencontro importante para a nossa história. A trama vai começar a pegar fogo 😉😍😘

Capítulo 11 - Laços do Passado


Fanfic / Fanfiction SLAVE TO LOVE - Capítulo 11 - Laços do Passado

Laços do Passado 

 

 

MARIANE

 

Acordei e a primeira coisa que fiz, foi olhar o celular em busca de alguma mensagem dele.

Ok. Tenho que admitir que essa situação está se tornando preocupante. Acordar pensando em uma pessoa que nunca vi pessoalmente, esperando por uma mensagem, uma ligação perdida, para tornar meu dia agradável é muito revelador. 

Revela que estou agindo como uma boba. Contudo, ao ver a mensagem de Chris, meu coração disparou :

“ Oi Boneca

Estou morrendo de saudades. Primeira vez, em três meses que fico sem o seu boa noite e agora não consigo dormir. 

Sinto sua falta.“

 

Ai meu Deus !!! Ele estava pensando em mim e o melhor, a nossa sintonia é tanta que ele pensou o mesmo que eu, que em três meses foi a primeira vez que não nos despedimos na hora de dormir.

Rapidamente, digitei uma resposta, mesmo sendo super cedo:

“ Oi, Chris. 

Adorei acordar e ver sua mensagem. Também senti muito a sua falta e fico feliz que já esteja de volta. “

Enviei, ao reler percebi o quão formal eu tinha sido. 

Que mensagem mais fria foi essa ?! 

Quando na verdade, eu estava louca para dizer que me senti vazia sem as nossas conversas, sem poder compartilhar com ele como havia sido o meu dia e saber como tinha sido o dele.

Meu celular começou a vibrar e vi o nome dele.

O que será que aconteceu ?!

- Chris, oi !!! Tudo bem ?! – atendi afoita.

- Oi Mari. – disse rouco com um tom preocupado – Você está chateada comigo ?! Sua mensagem foi tão concisa ...

- Chateada ?! Não, claro que não !!! – me apressei em responder – Eu respondi normalmente. 

- Talvez tenha sido impressão minha ... é que eu estou com tanta saudades de conversar com você ... Bom, mas você está bem ? Como foram esses dias? 

- Sinceramente? Difíceis, sem falar com você.- decidi me abrir e ser franca.

- Eu senti o mesmo, boneca !!!- sua voz assumiu um tom quente – Tenho novidades, mas você vai se atrasar para o trabalho e não quero ser o responsável por isso. A noite conversamos detalhadamente. 

- Você tem razão !!! Te ligo mais tarde, coração. – falei sorrindo. 

- Era disso que eu estava sentindo falta e aposto que você está sorrindo. – ele disse rindo e meu coração se aqueceu.

- Estou mesmo. Ganhei o dia só de falar com você. – falei audaciosa – Mas cansei de só falar ... Christopher, vamos nos encontrar ? Cansei de ficarmos só ao telefone. 

Esperei ansiosa pela resposta dele, que pareceu demorar uma eternidade e quando veio foi hesitante:

- Nos encontrarmos, Mari ?! Eu... Claro. Mas hoje eu tenho um compromisso e ...

- Chris qual o problema ?!- perguntei resoluta.

- Problema ?! Nenhum !!! - falou sem convicção – Nós podemos nos ver amanhã. O que acha, Mari ?

- Perfeito. – porém, agora que ele concordou, estou arrependida. 

- Ok. Então mais tarde, combinamos os detalhes. Bom trabalho, boneca. 

- Até mais tarde, Chris. Beijo.

Desliguei antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, arrependida por ter tomado essa iniciativa. 

E se ele me achasse oferecida? Ou se não quiser mais falar comigo? 

Pior, se realmente não for nada do que imagino ?!

Droga !!! 

Porque fui me precipitar desse jeito ?!

Olhei para o celular e para ajudar, agora vou chegar extremamente atrasada no trabalho. 

Muito bem, Mariane !!! Se você quer estragar as coisas, começou bem.

 

 

Depois de um dia complicado no trabalho, também com a minha falta de concentração era de se esperar, caminhar por meia hora para chegar em casa me pareceu um desaforo. 

Contudo, sem outra alternativa, optei por fazer um caminho alternativo e aproveitar a trégua no clima, para tentar colocar meus pensamentos em ordem. Eu me sentia angustiada por ter sugerido o bendito encontro, era como um pressentimento de que minha vida pacata, fosse mudar. Que talvez, eu fosse ser testada e me sentia insegura quanto à minha capacidade de passar no teste.

Em momentos como esse, a falta  que sinto da minha mãe se torna aflitiva. Sei que ela teria uma palavra amiga, equilibrada, para me dizer e tranquilizar. Por sua postura moral, também por sua crença religiosa, já que é católica praticamente. Mas principalmente,  por sua experiência de vida e amor que tem ao próximo, minha mãe sempre serviu de referência para as pessoas ao nosso redor. 

Já meu pai foi ateu por muito tempo, até conhecer um pastor que se tornou seu amigo e acabou por convence – lo da existência de Deus, porém por meio da razão. Mostrando à ele os milagres da vida, no cotidiano, nas pequenas coisas, como o sorriso de um bebê ao cair da chuva.

E apesar das religiões diferentes, sempre vivemos em paz. Acima de tudo, amando a Jesus e seguindo seus ensinamentos. 

Depois de adulta e de muitas leituras, estudos, me encantei pelo budismo. E pelas filosofias espiritualistas. 

Todavia, hoje nenhum dos mantras que conheço e prático estão aliviando meu coração e minha mente. 

 

 Cerca de uns dez minutos de começar minha caminhada, passei em frente a um casarão pintado com cores claras e com um jardim belíssimo. 

A estrutura da casa me chamou atenção por ser antiga e por destoar das demais no bairro. Olhei mais atentamente a fachada e apesar das modificações, ainda era possível reconhecer o estilo colonial em seus traços arquitetônicos. 

Mas o que me atraiu realmente, foi a movimentação dentro do local e a moça negra e bonita que estava à porta, entregando algo como uma ficha às pessoas que chegavam. 

Me senti irresistivelmente atraída pelo local e por ela, que nesse exato momento, estava à minha frente sorrindo. 

- Olá, eu me chamo Maya. -estendeu a mão gentil, a qual apertei automaticamente – Notei que você está parada, olhando lá para dentro há alguns minutos... você está bem ? Precisa de ajuda? 

- Eu ... não.- hesitei, mas percebi que o interesse dela era genuíno- Estou bem...é que me bateu uma sensação de familiaridade, como se eu já estivesse estado aqui antes, sabe ?

- Sei como é. Quer entrar e conhecer o trabalho da casa ?- me convidou gentil – A palestra vai começar daqui à poucos minutos.

- Palestra ?! Que tipo de palestra? – perguntei curiosa, me aproximando dela involuntariamente.

- Espiritual. Aqui é um núcleo espírita. – respondeu ainda sorrindo – Mas eu ainda não sei seu nome ...

- Meu nome? Ah, sim ... Mariane. – sorri em retribuição e aceitei a ficha que ela me estendeu. 

- Seja bem – vinda, Mariane ao Núcleo Espírita Amor e Paz. – me abraçou fraternalmente e senti minha angústia diminuir consideravelmente.

- Muito obrigada, Maya. -retribui o abraço com a sensação de estar voltando para casa e para o aconchego de alguém muito querida.


Notas Finais


Beijos de luz 💋💋💋


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