História Sleepover - Capítulo 1


Escrita por: e Flopar

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Alcoólatra, Drama, Romance, Taehyung Hétero
Visualizações 44
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente linda da internet
Vou ressaltar alguns pontos e avisos:

- A história em si está situada em um universo alternativo, ou seja, a cidade, o ano , tempo e outras coisas e lugares não são como na realidade

- Tudo é fictício e da minha autoria, as personalidades dos personagens e todo o trajeto da estória foi criada por mim, nada é real

Capa pelo Berry Edits ( Sewhit ) e banner por Designei sz.

Boa leitura e qualquer erro, me avise.

Capítulo 1 - I - Pover


Fanfic / Fanfiction Sleepover - Capítulo 1 - I - Pover


Março, day 24 1740

Amsterdã, Outono 


"Eu estava ali completando meus cinco anos de pura inocência e felicidade, já que quando você tem essa idade você é feliz e boba, sem saber de quantos problemas você vai ter lá 'pro futuro"

"Estava no chão da sala, no centro, desenhando flores e casas ao lado no papel branco, enquanto meu pai e minha mãe assistiam as novelas de sempre no sofá. Tiramos algumas fotos quando eu mostrava meus desenhos a eles, apenas de recordação"

Passaram-se dezoito aniversários e milhares de desenhos rabiscados em folhas. Na nossa casa não tinha mudado absolutamente nada , já que eu e nem meu irmão estudamos, as escolas eram todas pagas se você quisesse estudar em alguma. Então, sempre tivemos educação, estudos, tudo em casa e pelos nossos pais , avós e tios. Mas , as coisas foram piorando.

Amsterdã tinha se tornado uma cidade onde continha muitas guerras, pessoas morrendo e passando fome , uma batalha contra os Frank Foda. E assim , a gente perdeu a casa. Eu via que nossa mãe fazia de tudo para ficar tudo bem com nós dois , pegamos todas as poucas coisas que tínhamos e colocamos em mochilas, cada um segurava duas.

Nosso pai tentava de alguma forma conseguir comida em algum lugar , até a idosa do 470 deu o pão que restava na casa dela para nós.

Mas, a tendência era piorar.

Como Amsterdã não tinha mais tantos habitantes como nos anos passados , nossa mãe foi levada , injustamente, pelos guardas, junto com outras mulheres, para irem para um convento em Frank Foda , e assim , ela apenas olhou para mim e colocou na minha mochila uma quantia de dinheiro , assim , indo embora.

Eu apenas segurei meu irmão forte em meus braços , enquanto meu pai nos abraçava com seus braços largos e fortes. Eu me senti protegida, mas , não sabíamos oque fazer.

 Vamos fugir daqui para algum trem da Park Vinil, assim vamos para Ásia, está bem? — falou assim , fazendo nos andarmos rápidos pela cidade que se encontrava destruída e assim concordei 


Sabia que meu pai se encontrava com emocional esmagado, assim como pisamos em uma maçã. Ainda mais pela minha mãe, eu queria me esforçar ao máximo para ajudar em alguma coisa. Papai pegou Stevan , - meu irmão - no colo e peguei sua mochila das suas costas colocando na minha.

Assim que passamos pelo bairro deserto onde várias pessoas também estavam andando com nós para fugir em algum ônibus ou trem , meu pai gritou para mim correr , e assim eu segurei minha mochila na barriga e corri passando pela grade , eu gritei alto vendo que ele não tinha conseguido passar com meu irmão. Uns seguranças tinham fechado a grade pelo excesso de pessoas que iam entrar no trem.

.
.
.

Março, day 25 1740

Londres


Eu acordei quando ouvir um barulho alto pelo trem que apitava e alguns homens gritando que tinha chegado em Londres , para quem não ia para a Coréia.

Me encolho na cadeira dura e desconfortável abrindo o zíper do bolso da frente da minha mochila tirando uma barra de bolachas crocantes comendo algumas e guardando. Eu tinha sorte que ainda tinha água na garrafa , mas , tomei apenas um gole , assim que chegasse na cidade procuraria alguma torneira ou bebedouro para encher.

Olhei para a janela vendo um pouco de Londres, e poderia chutar umas trezentas ou mais pessoas ali no ponto andando apressadas para algo que eu não sabia o motivo. Eu não iria parar ali , iria seguir a fala do meu pai , que dizia que a gente iria para a Ásia.

Suspirei pesado sentindo meu rosto um pouco molhado e sequei com a manga da minha jaqueta. Eu tinha perdido tudo, minha família, minha casa. Tinha levado um tapa na cara pela realidade da vida.

O trem foi andar depois de uma hora e meia , abrir o zíper do bolso grande e vi o dinheiro , meu caderno de desenhos , três absorventes, uma bolsa com escova e pasta de dentes, ainda tinha algumas roupas. Afundei minhas duas mãos em dentro da mochila e contei o dinheiro. Eu tinha oito mil ali que era o único dinheiro que nossa família trabalhou para conseguir. Pelo menos eu tinha dinheiro para comida , até uma casa.

Não sabia quanto tempo eu fiquei olhando a janela ,mas, acabei dormindo novamente.


Março, day 26 1740 

Coreia do Sul 


Eu quase dei um pulo da cadeira pelo barulho alto da buzina quando o trem parou. Segurei minha mochila e coloquei na costa a ajeitando. Suspirei e passei por algumas pessoas saindo de vez do trem.

Estava bem frio. Olhei ao redor vendo uma multidão de pessoas,nisso eu andei a procura de um banheiro público na estação. Com certeza eu estranhei estar ali, os coreanos e as corenas. Era tão diferente de casa, os olhos puxados e a pele clara das pessoas, o clima. Nunca pensei que um dia eu chegaria tão longe.

Assim que eu avistei duas placas, um ícone de menina e de menino, deduzir ser o banheiro. Entrei,vendo algumas mulheres se maquiando e logo entrei em uma das cabines, colocando minha mochila no chão e vestindo um casaco para tentar me esquentar melhor e aproveitei para fazer as necessidades. Reparei nos rabiscos da parede e peguei minha caneta escrevendo em inglês "Don't let me down". Um nome de uma música que um dia ouvi de uma festa barulhenta

Sai da cabine e lavei a mão e o rosto olhando no espelho. Eu estava com olheiras, expressões faciais destruída para ser exata. Meus olhos estavam escuros, como se estivesse apagado a luz que continha ali, o brilho.

Sequei a mão no pano o jogando no lixo e caminhei sem direção a fora da estação. Eu não sabia para onde ir e nem com quem falar. Estava pensando seriamente em me jogar de uma ponte ou morar na rua mesmo. Suspirei sôfrega. Eu não ia fazer isso, poderia ainda tentar viver normalmente, não é?

— Com licença. — falei perto de um homem alto, que vestida uma camisa escrita "Posso ajudar" em inglês ganhando sua atenção. — Você pode me informa onde poderia ter algum hotel aqui por perto?

Pelo menos, os estudos com vários idiomas facilitava muito bem minha vida.

— Tem o Woord Medine. Andando trinta minutos, você chega a esse hotel. movimentou as mãos discretamente enquanto falava apontando para frente da rua.  — É bom o Hotel.


Agradeço começando a andar com suas informações até o Hotel. Meus pensamentos estavam longe enquanto eu olhava tudo a minha volta, aqui era grande, tão estranho. Olhava as lojas, as cafeterias e as farmácias. Eu teria que vir aqui e fazer bastante compras ainda. Espero que dê tudo certo.

Suspirei continuando a encarar as coisas a minha volta, as pessoas. Pareciam tão tristes e cansadas. Será que se esgotaram da vida monótona? Talvez isso eu não saberia uma única resposta concreta. Já que eu mesmo me encontrava assim, triste , cansada e esgotada.

Queria apenas encontrar esse hotel, dormir numa cama confortável e organizar as coisas.

Assim que parei diante a escada e o hotel, que tinha o nome bem grande e destacado. Pensei em como falar com a recepcionista. Eu não gostava de falar com muitas pessoas, nem muito contato com elas. Mas, eu teria que me esforçar ao máximo para me estabilizar. Eu não era mais uma criança.

Observei a entrada do hotel bonito e pelo que vejo, pessoas bem financeiramente moravam e dormia.

Olhei para a atendente indo até a bancada e notei seu olhar intenso em mim, me olhando de cima a baixo me fazendo engolir seco.

— Bom dia. Queria um quarto — falei um pouco vacilante em minha voz. Ela pareceu me observa por uns minutos e concordou coma cabeça.

— Seu nome por favor. —  levou sua atenção ao computador digitando algo ali 


— Ascadilha Esneha. —  decide dizer meu nome todo, mesmo um pouco desconfortável 


Seus cabelos eram enrolados num elástico, ela parece estar com muita maquiagem e seu cabelo com gel. Até pediu meu número e fez algumas perguntas. Enfim, me entregou a chave informando que o quarto era no quinto andar e olhei para a chave que tinha um papel com o número 6693 escrito.

Fiquem em frente ao elevador e apertei o butão e logo a porta do elevador se abriu. Assim que a porta abriu no andar , andei pelo corredor achando a porta com o número grande igual a da chave.

O quarto era simples, eu ia pagar um total de cento e cinquenta por mês. Um tempo indeterminado, já que eu ainda nem ao menos sei oque fazer, não agora.

Uma cama na frente da janela, uma cômoda ao lado e um armário na parede esquerda. Tinha uma mesa média ao meu lado direito com uma cadeira de escritório e por fim um banheiro. Estava tudo arrumado. Eu mexi no guarda-roupa vendo algumas toalhas de banho , lençol, tapete e um soro fisiológico.

Perfeito. 

Tirei minha mochila das costas colocando na mesa e tranquei a porta. Tinha sabão e um shampoo no banheiro que dizia ser condicionar, dois em um.

Imaginei o rosto da minha mãe no espelho do box, o sorriso do papai e as piadas ruins de Stevan. Me perguntando se meus avós estariam bem na casa deles ou oque tinha acontecido. Onde minha família estava, se tudo estava bem, mesmo eu sabendo que não estariam tão bem assim. Eu queria larga tudo, ir com eles e a gente viver com o dinheiro que eu tinha. Eles poderiam estar passando fome.

Deixei as lágrimas se espalhar junto com a água do chuveiro e me encontrando no piso gelado. Eu não queria chorar, não queria ser fraca. Eles estavam longe, onde eu não sabia. Não sabia onde eles estavam.

Assim eu deitei minha cabeça no travesseiro macio, com a luz acesa e a janela fechada. Eu não estava pensando direito, minha cabeça doía e meus olhos estavam pesados. Até eu me render ao sono.


Notas Finais


Bye ! <3 @Kimury


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...