História Sleeve (Taegi, Jikook) - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Jimin Bottom, Kookmin, Power Bottom, Taegi, Taegi Flex
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Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal.
Boa leitura.

Capítulo 17 - Slippery


“O poder, o verdadeiro poder, está escondido. Como um animal marinho gigantesco bem abaixo da superfície do oceano.”

Não demorou muito para que Namjoon avisasse os investigadores que iria convocar Hugo Kang para prestar esclarecimentos na delegacia. Como tinha um prazo para as burocracias marcou para dali a três dias. O delegado também achou que era mais interessante que permanecessem mais um tempo na Universidade, tentando descobrir mais algumas coisas.

– Vai ter reunião da Irene hoje à noite, eu vou lá ver se consigo falar com ela. – Yoongi estava sentado no pequeno sofá do dormitório, com Taehyung deitado e seu peito recebendo um carinho no cabelo.

– Eu sei que você tá nervoso, mas não vá fazer besteira. – o mais novo não queria que ele se metesse em encrenca.

– Pode deixar, não precisa se preocupar docinho.

– Não tem nem como, depois daquele dia na casa do sr Kim que você quase me matou do coração não consigo ficar tranquilo quando diz que vai agir. – antes que o moreno pudesse responder, ele deu um selinho em seus lábios. – E nem venha me retrucar, eu sei que você é o fodão, mas meu coração não é capaz de compreender isso.

O Min acabou sorrindo pequeno com tal afirmação, na verdade em seu interior estava era pulando de felicidade, mas não queria demonstrar como Tae lhe transformava em um verdadeiro bobo.    

– Queria que tudo isso acabasse logo, pra gente poder ter um encontro de verdade. – o maior reclamou.

– Mas nada impede, podemos tirar um dia desses e fazer alguma coisa. Do que você gosta? – Yoongi gostou da ideia.

– Ah eu gosto de surpresas, prefiro que você escolha. – sorriu e deu mais um beijinho nele em resposta.

– Tudo bem.

 

Pelo resto do dia assistiram aulas. Jimin não apareceu depois de ter ido à delegacia, Taehyung e Jungkook tentavam hackear mais informações sobre Hugo, e Yoongi pensava sobre seus próximos passos.

Quando chegou a noite no local da reunião do grupo anti sleeve, Irene já estava na frente cuidando da organização, então o soldado localizou Hoseok, e sentou ao lado dele.

 – Boa noite. – o cumprimentou despretensioso.

– Ah você voltou! Achei que não te veria mais aqui. – desde o primeiro encontro em que foi, Yoongi nunca mais tinha aparecido lá de fato.

– Ah estive meio ocupado, mas ainda tenho curiosidade de aprender melhor sobre as sleeves pra formar uma opinião.

– Veio num dia bom, hoje a Irene vai falar sobre alguns estudos científicos a respeito.

– Pelo jeito vocês realmente se dedicam em mostrar os pontos negativos dessa tecnologia. Me diz Hoseok, você não vê nenhum ponto positivo?

– Vejo, viver mais tempo. – respondeu categórico. – Fora isso não sei qual a vantagem.

– Ah sei lá. As pessoas que você ama estarão ao seu lado por mais tempo, seus amigos, sua família. Você pode conhecer muito mais coisas no mundo, aprender mais.

– De certa forma acho que sim.

– Você tem família Hoseok?

– É melhor a gente prestar atenção porque ela vai começar.

Yoongi daria tudo para saber porque ele desviou da pergunta, mas de fato Irene estava pronta para começar a falar. Ela introduziu dizendo seu nome, sua formação acadêmica, que deu a entender que ela não era muito jovem e não fazia faculdade pela primeira vez. Depois falou sobre aquele grupo, pois, aparentemente, tinham pessoas de fora naquela palestra. Depois seguiu mostrando alguns artigos científicos que explicavam como a decantação na pilha cortical prejudicava o cérebro de qualquer sleeve em que fosse colocada, causando esquizofrenia, demência ou autismo, dependendo do caso. Seguiu mostrando dados empíricos que comprovavam estas afirmações, bem como vídeos de pessoas que passaram pelo processo muitas vezes e sofreram estes efeitos. Em geral a maior parte da população apresentava tais sintomas na quarta vez que fazia o realocamento.

Era perceptível que os argumentos da garota eram bem convincentes, mas ainda assim o modo de demonstração era tão radical quanto se esperaria dela. Ela queria chocar as pessoas, e conseguia. Muito burburinho corria pela sala quando aparecia algum vídeo mais pesado. Yoongi não gostava daquela abordagem, sentia que ela estava defendendo uma boa causa, porém, da maneira errada.

Enquanto a palestra seguia, ele ficou pensando consigo mesmo, se Jin era tão amigo dela a ponto de terem um namoro de fachada, possivelmente ele concordava com tudo que ela dizia. A dúvida era se isso se devia somente ao fato de odiar seu pai e fazer isso para lhe afrontar, ou se realmente ele pensava sobre isso. Algo bem interessante passou por sua cabeça, depois falaria com seus parceiros para ver se sua linha de raciocínio fazia algum sentido.

Assim que a reunião acabou, o Min tratou logo de ir atrás de Irene, mas não conseguiu alcança-la, Seulgi e uma outra garota loira o avisaram que ela teve que ir porque tinha outro compromisso. Pra não sair dali totalmente frustrado, voltou para onde Hoseok estava.

– Você vai fazer alguma coisa agora? Tava afim de ir comer em algum lugar. – convidou o rapaz.

– Bom Yoongi, eu ia fazer um lanche com a Seulgi e a Minhee, se quiser vir com a gente acho que elas não se opõem. – deu de ombros.

– Certo. Eu topo.

Logo as garotas junto com Hobi terminaram de arrumar a sala, e juntos caminharam até a lanchonete mais movimentada da faculdade. Yoongi ficou observando que a menina que até então não conhecia era super animada e falante, dava até um pouco de agonia. Ficou perguntando tudo da vida dele, e ele fingindo que era alguém normal. Só depois de algum tempo foi que conseguiu falar algo de útil.

– Mas me contem uma coisa, o que levou vocês a serem tão anti sleeve? – tentou começar com uma abordagem mais sutil.

– Ah, eu a princípio não vi nada demais, achei que seria algo bom, que tornaria nossa vida longa e nos faria mais felizes. Mas observando na prática só vi como ela é um instrumento de poder, que faz alguns viverem eternamente, e quem não nasce em berço de ouro está fadado a ver a imortalidade ali tão próxima, mas sem nunca poder ter. – Hobi explicou. – Além do modo como esses mesmos poderosos tratam a vida. Como algo descartável, já que pode-se trocar de corpo. Eles não se importam em matar como esporte, e os governantes não fazem nada para criar leis que impeçam esse tipo de coisa.

– É verdade. – Seulgi concordou. – Você ouviu quando eu contei sobre minha irmã, e esse era um dos motivos de eu ser tão radical nesse aspecto. E sabe o que eu fiz para conseguir um corpo pra ela novamente?

– O que? – Yoongi estava genuinamente curioso.

– Eu me voluntariei para participar de uma caçada.

– Caçada? – apesar dos outros três serem familiarizados com o termo, o soldado congelado por tanto tempo não entendia algumas coisas.

– É Yoongi, quando esses ricaços promovem caça a seres humanos. O prêmio para quem sair vivo é muito alto, e eu pude comprar um novo corpo pra ela. Os que morrem também ganham uma nova sleeve mais aprimorada. Mas já aconteceu de algumas vezes até a pilha cortical da pessoa ser danificada, aí não tem jeito, morte real. 

– Mas como é possível que ninguém faça nada pra impedir essas coisas? – o soldado ficava indignado cada vez que ouvia algo novo, sempre achava que já tinha visto toda a maldade possível, mas sempre piorava.

– Por motivos de dinheiro e de que ninguém se importa com pobre. – Hoseok afirmou.

– E você Minhee? Por que está no grupo? – perguntou à bela moça loira.

– A tecnologia sleeve foi muito importante pra mim em um aspecto da minha vida, e acho que ela tem um enorme potencial para o bem, mas o ser humano tem o incrível dom de transformar ouro em merda. – foi categórica e muito convicta.

– Algum de vocês já trocou de corpo? – o Min continuou a investigar

Seulgi disse que não, enquanto Hoseok e Minhee afirmaram ter feito isso uma vez, mas não disseram o motivo.

– E quantos anos vocês tem na verdade então?

– Que indelicado perguntar isso para damas Yoongi! – Seulgi reclamou. – Bom, vocês são gente boa mas eu tenho que ir pro dormitório, ainda preciso estudar que tenho prova amanhã. – Já foi levantando para ir, e os outros acompanharam.

– Eu acompanho vocês até lá. – Hobi ofereceu.

 

Depois de deixar as garotas em casa junto com Hoseok, Yoongi voltou para o próprio quarto, encontrando Tae recostado na cama, lendo um livro. Caminhou até ele lhe dando um beijo no topo da cabeça.

– E aí? Como foi? – o Kim estava ansioso esperando sua volta.

– Ah ela fez uma palestra super bem embasada teoricamente sobre os contras de se trocar de corpo, mas não consegui falar com a escorregadia. Ela foi embora correndo assim que terminou.

– Que estranho. – Tae imaginou se ela teria fugido de propósito. – Mas por que você demorou a voltar então?

– Eu fui comer com o Hoseok, a Seulgi e uma outra amiga deles que eu não conhecia.

– Algo de útil?

– Só mais atrocidades que as pessoas fazem, descobri que Hoseok e a outra garota, Minhee, já trocaram de sleeve uma vez. Quando perguntei a ele sobre sua família ele não respondeu. Então nada de muito interessante. – Yoongi suspirou derrotado, enquanto Tae esticava os braços lhe pedindo um abraço.

– Calma, essas coisas são assim. De pouco em pouco vamos juntando os pontos. – lhe apertou forte, dando beijinhos em seu pescoço.

– Eu vou interrogar o Hugo antes de tomar medidas mais drásticas pra tirar informações desses amigos do Jin. – fechou os olhos, aproveitando  carinho.

– Estamos com mais um problema. – o mais novo o soltou por um momento.

– Como se não tivéssemos o suficiente.

– O Jimin não apareceu desde que foi na delegacia.

– Vocês ligaram pra ele? – o Min sabia que obviamente sim, mesmo assim perguntou.

– Eu liguei, e o Jungkook também, mas ele não atendeu.

– Merda! Queria achar que ele só deve estar por aí trepando com alguém, mas na situação em que estamos...

– Vamos esperar até amanhã de manhã. – Tae sugeriu. – Quem sabe ele aparece.

– Mais um desparecido é demais pra minha cabeça. – esfregou a testa, já preocupado.   

– Vem cá meu diplomata mais lindo, vou te dar colo. – puxou o menor para que deitasse em seu peito. – Relaxa um pouquinho, vai que amanhã o Jimin aparece com a cara mais lavada desse mundo.

Taehyung puxou o queixo do outro para dar um beijo suave, sentia seu coração aquecido naquele momento, sentia que deveria demonstrar seu carinho mais vezes, para que Yoongi percebesse o quanto ele era especial para si. Conforme o beijava, passava a mão desde sua bochecha até seu cabelo. O soldado sentia seu coração batendo mais forte, era o efeito que aquele garoto tinha sobre ele, algo que jamais sentira em sua vida anterior, talvez ele precisasse estar ali naquela época, ou então nunca conheceria aquela pessoa que lhe fazia sentir assim, tão forte e ao mesmo tempo tão fraco.  

– Me fala de você Taetae, como foi sua vida? Por que quis ser policial? – perguntou quando finalmente pararam de se beijar. – Eu te falei várias coisas do meu passado mas não sei muito sobre você.

– Ah, minha vida não tem nada de interessante igual a sua. – voltou a aconchegar Yoongi em seu abraço, mas agora estavam deitados de frente um pro outro, olhando nos olhos. – Eu tive uma infância normal, minha família era muita boa pra mim, e eu sempre gostei muito de jogos e de computadores. – conforme ele falava, Yoongi aproveitava pra ficar observando aquele rosto, pensando como alguém podia ser assim tão bonito. – Aí eu optei por essa área de tecnologia no ensino médio. – naquela época as pessoas estudavam de acordo com suas afinidades específicas. – Fui aprendendo mais sobre isso, e sempre gostei de livros policiais. – riu ao lembrar-se de quando era mais jovem. – Aí eu achava que seria igual, que eu ia ser detetive e desvendar vários mistérios, mal sabia eu que era tão difícil.

– A gente nunca sabe né. – Yoongi concordou. – É tão legal ser jovem e ingênuo, a gente sempre idealiza que o que vamos fazer no futuro vai ser algo extraordinário, mas a realidade é que dificilmente saímos da mesmice.

– Ah que pessimista, não seja assim amor. – Tae se divertia implicando com o Min.

– Que? – o mais velho arregalou os olhos, descrente com o que ouviu.

Taehyung sabia o motivo do choque, mas apenas se esquivou.

– Você fez algo extraordinário sim, tanto que está nos livros de história.

– Por ser um traidor. – riu também, afinal era o que restava numa situação dessas. – Mas o que eu fiz de mais extraordinário foi conquistar o coração do homem mais bonito que já vi na vida, e o mais chato também.

– Cuidado quando fala essas coisas, alguém pode te ouvir e derrubar sua máscara de fodão que não tá nem aí pra nada nem pra ninguém. – provocou.

Em resposta Yoongi lhe atacou, dando uma mordida em seu pescoço. Parecia que no fim das contas, apesar de tudo, a noite terminaria bem para os dois.

[...]   

Jungkook demorou muito a conseguir dormir. A cama vazia ao seu lado estava lhe dando agonia. Não que fosse algo incomum, mas a falta de notícias de seu colega lhe preocupava. Ele não havia avisado se ia fazer algo depois de ir na delegacia, e não voltou mais, nem atendeu às ligações. Jeon se sentia um pouco culpado, estava sendo indiferente com Jimin nos últimos dias, e por mais que acreditasse que ele merecia isso, ainda ficava pensando se não estava exagerando.

Seu celular, no entanto, já havia tocado várias vezes, com chamadas de Mingyu, mas ele não atendeu a nenhuma. Não estava com cabeça nem pra dar uns beijos, só queria ficar quieto no seu canto, e que Jimin desse logo notícias. O garoto ficou perguntando se estava tudo bem, que iria ver um filme e se Jungkook não queria ir até seu dormitório. Ele era inocente mas não tanto a ponto de não saber as intenções de seu peguete, por isso nem respondeu, pois sabia que se negasse o outro iria insitir até lhe convencer.

 

Assim que acordou, viu que o loiro ainda não tinha voltado. Pegou seu celular, apressado, tentando ver se ao menos tinha sinal de vida do Park, mas nada, apenas várias mensagens de Mingyu, e as chamadas não atendidas.

Decidiu chamar Taehyung para ver se tomariam alguma atitude, e ele logo veio acompanhado de Yoongi.

– Eu tô me sentindo meio culpado, não sei se ele sumiu porque eu estava o ignorando. – a expressão de Jungkook era tão preocupada que Tae não conseguiu deixar de lhe dar um abraço reconfortante.

– Não acho que seja isso. – o acinzentado afirmou. – Pode ser que ele esteja sim chateado com a situação mas ele sabe que em parte a culpa é dele mesmo, e não acho que ele sumiu por isso.

– Eu tô preocupado de verdade. – Yoongi nem queria imaginar como seria lidar com mais um desaparecimento.

– Aff se for o Mingyu de novo eu vou mandar ele pra puta que pariu. – Jeon reclamou quando ouviu o som de notificação no telefone.

Porém ao ver o que era arregalou os olhos, e suas pernas quase cederam de tanto que tremia.

– É o número do Jimin. – disse meio embargado, prestes a chorar. – Vou ler pra vocês: “Estamos com seu agente aqui, no vídeo que enviarei a seguir terão a prova que é verdade. Só queremos que Min Yoongi nos traga a pilha cortical do homem que vocês pegaram e que está na delegacia, o J. Indicarei o local. Só libertaremos Park Jimin se Yoongi vier sozinho trazer o que pedi. Sugiro que sejam rápidos, pois a situação em que ele está pode ser crítica se durar muito tempo.”

Ainda tremendo, Jungkook puxou entre os dedos o vídeo, reproduzindo-o holograficamente para que os outros pudessem ver. O Park estava em um cômodo todo branco, não se via cor nenhuma além do rosto e dos cabelos do prisioneiro. Ele estava sentado num canto do quarto que não tinha nada dentro, apenas paredes e o chão almofadado. Ele parecia transtornado, sem nenhum motivo aparente.

– O que tá acontecendo? – Jungkook passou a mão sobre a imagem de Jimin, como se lhe quisesse fazer um carinho.

– Ele está num quarto branco. – Yoongi disse. – É um método de tortura. – explicou para os dois que pareciam confusos. – Se ele ficar ali muito tempo, a ausência de estímulos visuais ou auditivos, só vendo a cor branca, até mesmo o que derem pra ele comer vai ser arroz, ele não ouve nada também além da própria voz, vai acabar desenvolvendo alguns transtornos mentais sérios. E pelo que vejo, estão potencializando os efeitos. Lembro disso na minha época de soldado, injetam uma substância que faz a pessoa alucinar, e pensar em seus piores medos, isso faz o efeito do quarto branco vir mais rápido. Se a gente não tirar o Jimin de lá logo, ele pode ficar com graves sequelas.

– E agora? – Jungkook já sentia a garganta apertada com tudo aquilo.

– Acho que vou ter que fazer o que eles pediram né... – Yoongi não permitiria que outras pessoas se ferissem por sua culpa, não de novo. Estava disposto a resolver isso, e encontrar quem quer que fosse que queria tanto falar consigo.   


Notas Finais


Sei que é chato ficar falando isso, mas estou um pouco desanimada com a fic, sinto que ela não está tão interessante, que o pessoal tá abandonando ela, e talvez eu não esteja conseguindo desenvolver algo legal com esse plot. Não vou abandonar ela, pq eu jamais teria essa falta de consideração com os leitores, foi só um desabafo besta mesmo.

Mas falando em coisa boa, domingo eu estarei lá no show do monsta x, e tô muito animada/ansiosa :)

É isso, desculpem a chatice, e vejo voces no proximo capitulo <3


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