História Slender: Hope Among Darkness - Capítulo 10


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Palavras 2.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É né deu ruim, queria postar mais cedo mas provas e trabalhos expliquei no aviso que postei anteriormente e deletei, mas nas ferias me dediquei bastante a escrever (e assistir anime, não pode faltar claro), mas acho que o capitulo ficou bom, bem grande até então vai compensar a demora.
Boa Leitura.

Capítulo 10 - Liberação


Fanfic / Fanfiction Slender: Hope Among Darkness - Capítulo 10 - Liberação

 Narrado por Senku    Sábado  22/08/2015  20:03   

  Eu não encontrei...eu tinha certeza que estava aqui, tinha certeza que havia guardado naquele lugar. Mas não estava lá, eu preciso encontrar logo aquilo, tenho tido pesadelos essas semanas...mas não eram como os pesadelos normais que eu tenho todas as noites, não eram esses que eu estava acostumado e já havia perdido o medo, não eram pesadelos relacionados com a “estranha” morte de Rainka, não...esses eram diferentes...mais bizarros, mais medonhos...mais distorcidos. Talvez eu consiga entender um pouco melhor o que esta acontecendo se eu encontrar aquilo, eu não quero fazê-lo mas, eu terei que vê-la. 

  Ando em direção do meu quarto para pegar uma toalha, estou fedendo, não imaginei que o sótão estaria tão sujo como estava, preciso tomar um banho não que eu me importe tanto em estar sujo, porém é anti-higiênico e não quero que a minha irmã venha reclamar comigo por isso. Ao pegar tudo que preciso me dirijo ao banheiro e lá começo o meu banho, porém não era apenas limpeza física que eu buscava que essas pequenas gotas de H2O fizessem, porém elas não trazem paz psicológica e nem me ajudam a encontra - lá. 

  Ao fim do banho, pego a toalha e a uso para me enxugar...porém, não entendo por que sinto outras mãos aqui comigo...não a nada aqui...nada além do banheiro e do meu corpo aqui nele...não a nada aqui...mas então o que é isso?Mas elas não são uma presença ruim...me sinto estranho com elas aqui...me sinto bem...elas me dão uma estranha sensação de...companhia...é medonho, mas em pouco tempo essa sensação desaparece, como se estivesse esperando minha consciência percebê-las, como um pequeno animal que foge ao perceber que algo maior o viu.Volto para meu quarto e lá coloco meu pijama. Me deito em minha cama e fecho os olhos, eu preciso descansar, amanhã será só mais um dia. 

  Esta doendo, uma dor fraca, bem simples mas na época era profunda...lágrimas descem pelos meus olhos caindo no chão da pequena cozinha e meu inocente sangue se espalha pela lamina da faca. 

Taiga: Não fique olhando sempre para baixo, vai tirar toda a graça.-“minha mãe fala sorrindo segurando a faca que assim como ela estava molhada com meu sangue”. 

Senku: M-Mãe...ta doendo.-“eu chorava bastante, mesmo não parecendo, as lágrimas escorriam pelo meu rosto mas eu não fazia a feição da dor...naquela tempo minha feição já era vazia, mas naquele momento eu tremia...de tristeza” 

Taiga: Isso é bem óbvio, você esta todo cortado nos ombros, pernas, braços, joelhos. Claro que isso doeria, não é a toa que esta sangrando-“ela fala passando sua mão pela minha pele ensanguentada e depois abrindo minha boca para eu chupar seus dedos”. 

  Ela vai até o corte que aparentemente era o mais profundo e suavemente começou a lambe-lo. 

Taiga: Não se preocupe, vai ficar tudo bem, algum dia pelo menos...poderá compreender essa dor, compreenderá tudo. 

  Um pequeno feixe de luz faz eu acordar, isso não é tão normal para mim já que meu quarto é bastante escuro, com paredes cinzas claras assim como o teto, o piso é uma coloração amarelada escura, mas de vez em quando isso acontece. Sonhei com minha mãe essa noite, mas não foi qualquer sonho, aquilo foram lembranças, confesso que eu já havia me esquecido de muita coisa que aconteceu no meu passado, mesmo eu sabendo e lembrando de tudo que ocorre na minha vida, alguns poucos detalhes me escapam...mas pesadelos como o dessa noite sempre aparecem para me lembrar. 

  Levanto da cama e começo a tossir, coloco a mão no meu pescoço e na testa e vejo que estou quente, é aparentemente estou com febre de novo. Troco de roupa e saiu do meu quarto descendo as escadas degrau por degrau enquanto vejo quanto é difícil sustentar meu corpo quando eu estou nesse estado deplorável, mas que para mim já era algo do cotidiano praticamente. Ao chegar na sala vejo minha irmã cozinhando, ela estava fazendo um bolo pelo que parece, mesmo ele gostando de comer ele não gosta muito de fazer essas sobremesas, álem dela não ser muito boa em preparar um bolo sozinha. 

Sayna: Senku, você já acordou, a quanto tempo você esta ai...-“ela nota que eu estava na frente da porta da cozinha, que estava aperta, apenas observando ela cozinhar, porém ao se aproximar de mim ela percebe que eu estou mal”. 

Sayna: Você esta bem? Esta quente. Deve estar com febre.-“ela fala colocando a mão na minha testa vendo minha temperatura corporal que por sinal estava alta”. 

Senku: Eu estou bem. 

Sayna: Acho melhor você descansar. 

Senku: Eu posso ajudar, não se preocupe eu estou bem.-“falo indo em direção ao fogão que tínhamos que por sinal não era tão moderno mas também não era tão antigo”. 

Sayna: Você tem certeza?-“ela fala preocupada olhado para mim”. 

  Olho para ela e a vejo com um olhar de preocupação como se algo fosse acontecer, em partes ela até esta certa, de momento em momento minha visão fica turva e vejo até fantasias da minha cabeça como uma sombra alta, da minha altura, andando pela casa...e é o que esta acontecendo neste momento aparentemente.Porém eu tenho que tentar não quero deixar ela fazer tudo sozinha para sempre. 

Senku: Sim.-“falo desviando o olhar, minha visão volta ao normal e aquela sombra imaginaria desaparece”. 

Senku: E...Sayna onde esta seu avental?-“pergunto olhando para ela apontando para sua roupa”. 

Sayna: Não quis usar, o que tem a minha roupa? –“ela pergunta com inocência, olhando para sua roupa, ela usava uma blusa de manga curta azul claro, com uma calça jeans, um tênis e uma pulseira de pano”. 

Senku: Essa roupa não é adequada para esse trabalho, se algum acidente acontecer você pode se sujar, por isso precisa de um avental.-“falo com calma enquanto pego o avental verde com desenho de morando no seu centro no armário”. 

Sayna: Desde quando você é especialista na cozinha? Ó grande master chef!-“ela fala enquanto coloca o avental que peguei para ela, mesmo reclamando não sei porque ela odeia esse avental mas não sou o tipo de pessoa que pergunta coisas sem necessidade”.   

  Passamos um bom tempo cozinhando, tanto que ela até esqueceu de comer o café da manhã, mesmo eu também não tendo comido preferi não lembrá-la não queria atrapalhar a “diversão” que ela parecia estar tendo e pela primeira vez eu senti que eu contribui em algo a mais do que as minhas partes dos trabalhos dessa casa. 

Sayna: Foi bem legal, demorou mas acabamos o bolo.-“ela fala sentada na cadeira na frente da mesa da cozinha com a mão na barriga, quase totalmente encolhida na cadeira com a cabeça encostada no espelho da cadeira, ela realmente estava cansada”. 

Senku: É tem razão...-“mais uma vez a tontura chega deixando minha visão embasada novamente, enquanto cozinhávamos isso constantemente acontecia mas eu conseguia fingir que nada estava acontecendo, mas dessa vez mesmo que eu tentasse fazer isso não adiantaria, pois ela percebeu rápido demais meu estado”. 

Sayna: Senku você esta bem?-“ela fala levantando da cadeira indo até mim, a tontura foi forte o suficiente para me fazer desequilibrar e quase bater a cabeça na mesa se não tivesse me apoiado com meu braço, ela vem até mim e estende os braços para me oferecer ajuda”. 

Senku: Espera.-“eu levanto rapidamente da cadeira assustando a Sayna, eu ainda estava tonto, com minha visão embasada, mas eu estava vendo novamente a alta sombra de antes, eu poderia ignorá-la como fiz das outras vezes, mas, eu não consigo...não consigo pensar direito...ela anda pela casa sem propósito e a única coisa que passa pela minha cabeça é segui-la, e é isso que faço”. 

Sayna: Senku aonde você esta indo?-“começo a seguir a sombra saindo da cozinha indo em direção a sala de estar mas lá a sombra para, minha mente estava vazia, eu estava quente, suando”. 

Senku: Você não pode ver...ele esta aqui !-“eu falo gritando virando para ela e apontando para a sala na direção em que eu vi a sombra, ela olha para mim mais assustada do que antes, eu não entendo, só eu posso vê-lo não é...então não deve ser real mas porque esse nervosismo, porque estou agindo assim...”. 

Sayna: Do que você esta falando não a nada ali! Você esta enlouquecendo? Eu falei que era melhor você ir descansar você esta delirando!-“ela fala me empurrando para traz, olho para ela estranhando sua ação, ela nunca tinha agido assim comigo antes,porem enquanto eu a observo a sombra lentamente aparece atrás de minha irmã. Ema sensação fria e agonizante percorre meu corpo, estava ofegante, tremendo...talvez eu esteja pela primeira vez...em desespero“. 

Senku: E-ele...ele esta atrás de você!-“eu falo sem pensar duas vezes, batendo o braço na sombra, porém ela não estava no meu alcance, diferente de uma outra pessoa, que agora se encontrava no chão”. 

  Sayna me olhava assustada sentada no chão da sala depois do que havia acontecido, afinal essa é a primeira vez que eu bato nela. 

Sayna: Senku...porque? O que esta acontecendo com você?-“ela fala olhando para mim assustada”. 

  A tontura se vai...tão rápido quanto veio, minha visão volta ao normal e a sombra que eu estava vendo desaparece lentamente da minha vista de um modo que eu mal consigo me lembrar de sua presença espectral imaginaria que residia na minha mente, nada mais daquilo restava...apenas consequências de um ato imprudente... um ato de pura paranoia que apenas serviu para machucar a única pessoa que cuidou de mim a minha vida toda...a única pessoa que eu cheguei mais próximo a amar...e ela esta agora machucada por minha causa...mas por que eu me sinto diferente sobre isso...a minha vida toda eu sempre senti um vazio, um tédio, apenas isso e mais nada...nunca senti nem um sentimento ou emoção significante...mas agora vendo a mulher que me criou como mãe caída no chão por minha causa, eu sinto um aperto em todo corpo, um sentimento agonizante e ao mesmo tempo profundo...um sentimento que me fez chorar. 

    Saiu correndo de casa, não sabia o que fazer naquela situação não sabia o que dizer para ela, eu estava errado...eu era o culpado, mas...eu não devia ter feito aquilo, porque eu fiz aquilo? Eu estava plenamente ciente das minhas ações, ela estava lá na minha frente e mesmo assim eu...eu a machuquei, porque? Eu estava neurótico, mas como? Uma tontura forte no nível da que tive não faria isso e duvido que qualquer tontura cause neorose, normalmente neorose traumática pode causar tontura e enjoos, mas nunca ouvi falar do contrario.  

  Analisando os sintomas que tive, tudo aponta para neorose, mas porque eu estava assim? Em tão pouco tempo eu atingi um estado de uma pessoa completamente assustada e perdida, e não havia nada de incomum nada que me fizesse ficar naquele estado...o mas próximo disso, é aquela sombra...mas ela não é real, ela é meramente fruto de minha imaginação...porém, ela não veio depois do meu ataque neurótico mas sim bem antes, aumentando as chances dela estar envolvida em tudo isso, mas eu sei que ela não existe...por que ficaria tão nervoso? Porque ficaria neurótico com isso? Se bem que, eu mal me lembro da imagem da sombra e como tudo ocorreu enquanto eu estava neurótico, e como se minha mente estivesse apagando aquela imagem negra da minha mente aos poucos, e a única coisa que me lembro e de sua existência, é...naquele momento...eu não sabia de nada...nem que a sombra era imaginaria por isso fiquei assustado, nervoso...e é por isso que eu tive aquele ataque de neorose,não sei por que estou criando em minha mente uma sombra imaginaria mas de alguma foram eu esqueci que ela era imaginaria em um momento e foi quando isso começou...mas porque eu esqueci isso?  

  Passo o dia todo andando pelas ruas da cidade, havia deixado dinheiro no bolso de minha calça graças a isso não passei fome, eu sempre deixo dinheiro em minha roupa para caso eu precise numa situação como essa por exemplo, bem prevenir sempre é melhor do que remediar. Após sair de uma cafeteria onde pude tomar um café com bolinhos, eu vou até o parque onde freqüentemente vou para ver as crianças brincarem, provavelmente os seus pais não gostam muito que um estranho como eu fique observando seus filhos, mas eu me sinto tão bem em vê-las se divertir, socializando, sendo inocentes algo que eu não pude ser...algo que foi tirado de mim á muito tempo... 

  Ao chegar lá, vejo algumas poucas crianças brincado nos brinquedos que o parque disponibilizava, as coisas continuam as mesmas...elas brincam, enganam umas as outras por coisas bobas, rirem, as vezes se machucam, brigam, riem e por ai vai...isso com certeza acalma todo o corpo, toda a mente. Bem acho que é melhor eu voltar para casa já deve ser mas ou menos umas 3:20 pela temperatura de acordo com a estação do ano e variação do vento, além da posição do sol no céu. 

  Ao olhar para traz eu percebo que havia alguém ali além de mim, á minha direita um pouco distante de mim, ele não havia notado minha presença, isso era perceptível pelo modo de como ele estava agindo, ele estava muito calmo, porem eu de longe consegui notar que ele não estava normal, alguma coisa tinha acontecido. Bem isso não é da minha conta, não tenho que me envolver, ando em direção a saída do parque mas então ele fala: 

Jason: Já esta saindo Esguio?-“ele fala vindo até mim, fingindo agir como sempre”. 

Senku: Só não quero atrapalhar seus pensamentos.-“falo sem olhar para ele”.  

Jason: E quem disse que estou tão pensativo?-“fala ele com um sorriso forçado”. 

  Ficamos em silencio por um curto período de tempo até eu falar.  

Senku: Tudo bem, eu estou indo até mais.-“ele então pega nos meus ombros me virando de frente para ele, ele bota suas duas mão em meus ombros e retira seu falso sorriso mergulhando sua face em lágrimas”. 

Jason: Vamos lá, seu idiota, meu melhor amigo acabou de morrer.-“ele olha diretamente para mim com os olhos encharcados em lágrimas, dava para sentir sua alma destroçada por dentro, sua mente banhada em tristeza, mas eu não sinto nada, nem uma emoção, e permaneço assim em minha  feição”. 

  Nos sentamos em um banco que estava ali perto e ele me explica tudo que aconteceu: 

Jason: Eu acabei de voltar do enterro de Franklin, ele desapareceu a 2 dias mas só recentemente que á policia veio a descobrir o que aconteceu, ocorreu um sequestro, a policia encontrou o galpão onde estava Franklin e os filhos da puta, mas eles tinham fugido, sacrificando dois de seus comparsas para isso.-“a cada palavra ele tremia mais e mais ele realmente gostava dessa pessoa, nem parece que é o mesmo Jason que eu conhecia”. 

Jason: Quando me falaram que encontraram o corpo de Franklin eu fiquei tão feliz...mais era só o corpo...aqueles malditos, retiraram de seu corpo todos os órgão e colocaram para vender no mercado negro, pelo menos Franklin pode realmente agora ser um homem livre.-“eu estava surpreso com tudo isso, mesmo continuando com um olhar serio sobre o pobre homem em minha frente, essa historia realmente é comovente”. 

Senku: É uma pena, mas porque esta me dizendo isso não poderia desabafar com outra pessoa .-“a resposta é obvia, mas ainda assim quero mais que um simples não”. 

Jason: Minha Tia não tem tempo para isso, ela não tem tempo para meus problemas...-“ele fala apertando as mãos tão forte a ponto de machucá-las”. 

Senku: E seus pais?-“ele estava esse tempo todo olhando para o chão enquanto fala, mas ao citar seus pais ele olha para o lado e disfarça”. 

Jason: Eles...digamos que...não estão disponíveis no momento...-“assim que ele termina eu falo”. 

Senku: Quando eles estiverem então pesa ajuda a eles, família é para isso...-“ele me interrompe”. 

Jason: Você não entende! Não pode entender! Eu queria pedir desculpas por tudo que fiz mas é tarde para isso e eu sei, eu acho que eu mesmo não me perdoaria...e você não pode me pedir desculpas...eu não posso te perdoar Senku, mesmo você não tendo praticamente nada haver com tudo que aconteceu!-“mas do que ele esta falando” . 

Jason: Você me ajudou bastante Senku, obrigado. Mas duvido que mude alguma coisa.-“ele fala isso e sai do parque andando lentamente , quanta coisa aconteceu aqui hoje só posso esperar e ver o que vai acontecer”. 

  Volto para casa, minha irmã deve estar preocupada comigo, tenho que me preparar para me desculpar pelo que eu fiz, mas que situação isso nunca aconteceu antes. Abro a porta e vejo a sala vazia, vou de moveu em moveu e ao chegar no quintal vejo Sayna olhando para o céu de forma pensativa. 

Senku: Sayna.-“ela olha para mim, estava usando a mesma roupa que antes, seus olhos estavam vermelhos provavelmente havia chorado bastante, ao perceber isso meu peito começou a doer novamente, porem não posso correr de novo eu tenho que ficar”. 

Sayna: Eu sabia que você ia voltar eu tava esperando...-“ela fala enquanto o vento leva as folhas do quintal da casa, a verde grama onde pisamos balança sobre esse mesmo vento, e a arvore que estava atrás dela soltava cada vez mais folhas que se espalhavam pelo ar”. 

Senku: Eu não sei o que deu em mim, eu...-“ela vem andando até mim e fala me interrompendo”. 

Sayna: Não precisa se explicar só se desculpe afinal você bateu em mim-“ela fala sorrindo com o seu lindo sorriso” 

Senku: Me desculpa. 

  Depois de me desculpar com a Sayna eu vou até meu quarto e começo a tirar a roupa e me enrolar na toalha para ir tomar banho, muita coisa aconteceu hoje, minha cabeça ta confusa mas o que eu não consigo parar de pensar é: Porque meu cérebro esqueceu que a sombra imaginaria não era real?, E porque eu estava imaginando esta sombra? E o que Jason queria disser com não poder me perdoar? Alguma coisa esta acontecendo, não só comigo mas com os outros ao redor e eu não sei o que pode vir a acontecer. 


Notas Finais


Bem, vou tentar escrever tanto quanto eu escrevi nesse capitulo para terminar rápido o próximo, mas o capitulo 11 não vai ser tão grande eu acho.


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