História Slender: Hope Among Darkness - Capítulo 13


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Palavras 3.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu me atrasai um pouco mas foi por dois motivos, um: o capitulo tá grande e como já disse eu sou lerdo para digitar. Dois: Eu queria dar mais "impacto" no capitulo digamos assim por isso ele me deu um pouco mais de trabalho e tive que pensar bem no que estava fazendo, mas enfim...
Boa leitura...

Capítulo 13 - Prostração


Narrado por Senku    Segunda   24/08/2015  6:55 

  Ao ouvir aquele nome sinto um grande impacto em meu psicológico, mesmo não demonstrando em meu rosto, meu peito estava palpitando, eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de escutar, mesmo que eu já havia pensado nessa possibilidade mas era improvável demais: 

Kyeke: A família de Jason sempre foi bastante unida, Nathan Prevesti e Joyce Prevesti eram bastante felizes com seu filho, mas um dia eles foram até uma viagem numa pequena cidade próxima da que eles moravam onde ficaram hospedados em um apartamento, houve um dia em que uma mulher apareceu lá, ela estava conversando seriamente com seus pais no sofá de seu apartamento, naquela época Jason ainda era uma criança e como uma criança era inocente demais para entender a seriedade daquela conversa, a tensão que estava no ar daquela situação, ele não se importou e foi brincar como sempre fazia fora de seu apartamento como sempre fazia com seus amigos...mas quando voltou...ele viu algo que o traumatizou para o resto de sua vida...ao chegar no corredor na frente da porta que levava ao quarto onde estava hospedados seus pais estavam marcar de sangue...os corpos de seus pais com cortes por todos os lados totalmente ensanguentados e avermelhados...havia outros corpos também em meio a todo o sangue eram poucos pelo que ele me disse mas ele não se lembra de quem eram muito provavelmente alguém tentou ajudar e se tornou mais uma vitima daquela mulher...o impacto de tudo isso foi forte demais para a mente de Jason, afinal ele era apenas uma criança por conta de tudo isso ele não se lembra de muitos detalhes, mas uma coisa ele não consegue se esquecer...antes daquela mulher ir embora deixando ele sozinho naquela multidão de corpos ensanguentados, ele percebeu algo, os olhos dela...a expressão daquela mulher naquele momento...era completamente vazia...seus olhos não expressavam nada...eram vazios até demais para se chamar de frio, passava disso, era como se para ela naquele momento não existisse sentimentos nem emoções nem umas.-“ao terminar de falar coloco a mão no peito e começo a respirar fundo com a cabeça para baixo, com o corpo um pouco inclinado me apoiando a uma parede a minha esquerda e fechando os olhos”. 

Kyeke: Você ta bem? Deve ser bem pesado saber que de uma coisa dessas, desculpa. Por tudo-“ ele estica os braços para tentar me ajudar, mas não é como se ele pudessem fazer muita coisa, respiro fundo umas 3 vezes e então volto a minha compostura, ou pelo menos tento” 

Senku: Ta tudo bem, eu não me importo com isso, e você não precisa se desculpar, você nunca fez nada comigo, mesmo que Jason já tenha feito. Eu preciso ir você vai ficar não é?-“eu estava nervoso a ponto de soluçar, estava soando frio e fiz o Maximo para que ele não percebe-se”. 

Kyeke: Sim, pode ir obrigado por tudo e desculpe por qualquer coisa que eu e Jason tenha feito.-“saiu rapidamente do hospital indo diretamente para minha casa a caminhada é um pouco longa, mas o caminho mais seguro e rápido a essa hora é esse”. 

  Meu corpo tremia, eu mal conseguia focar em um tipo de pensamento, houve pouquíssimas vezes na minha vida toda que estive desse jeito e eu odeio estar assim, quero ir para casa, quero estar próximo dela, quero escutar a voz dela.  

  Depois de um tempo de caminhada eu chego até em casa, abro a porta liberando a luz da sala pelo meu rosto e todo meu corpo me fazendo então ver o lugar que eu tanto queria chegar: 

Sayna: Porque você demorou tanto ?!-“eu entro devagar em casa fechando a porta, olho para ela e ela ainda estava com uma expressão zangada, pela sua expressão e tonalidade de voz ela realmente deve estar preocupada”. 

Sayna: Eu estava preocupada com você sabia !-“desvio o olhar e continuo em silencio”. 

  Ela me olha por um tempo retirando sua expressão de raiva do rosto, ela vira de costas e sai andando: 

Sayna: Não faça isso de novo ta...eu fiquei muito preocupada, esta muito tarde.-“ela sobe as escadas e ao chegar nos últimos degraus ela fala”. 

Sayna: Ainda a comida na cozinha, eu já comi, se quiser pode ir comer.-“ela sobe o resto dos degraus sem falar mais nada, e eu também estava em pelo silencio”. 

  Vou até a cozinha caminhando com passos lentos, ao chegar lá abro vejo o que há nas panelas no fogão, era provável que não sobrasse tanta comida já que a Sayna come bastante, porém a preocupação dela deve ter retirado sua fome, mas infelizmente nesse momento... eu não estou com fome...vou até o banheiro onde tomo banho e troco de roupas colocando meu pijama ao chegar no meu quarto após o banho, deito na cama e começo a pensar, ou ao menos tentar... eu queria tanto voltar para casa depois de tudo que aconteceu...eu queria tanto te ver mais uma vez após passar por tudo aquilo...mais porque agora eu não me sinto bem depois de ter o que eu queria? Porque eu não estou satisfeito? Porque mais do que nunca eu me sinto tão...vazio? Eu mecho o meu olho sem me retirar da posição que estava na cama olhando para minha mão...eu ainda estava tremendo mesmo que sendo pouco mas não estava mais suando e os outros sintomas também pararam...mudo de posição me virando ficando de frente para um criado-mudo  onde estava o meu cachecol marrom que sempre utilizo ao pega-lo levo até meu nariz que uso para cheirá-lo de forma bem leve, o cheiro dele é um pouco “quente” com um doce aroma de fundo, esse aroma...tenho minhas duvidas se ele realmente está aqui...talvez eu já tenha respirado tanto esta fragrância que mesmo agora que ela possa ter desaparecido eu ainda me lembre de seu cheiro, é bem provável afinal esse cachecol é lavado e tudo mais...porque eu me sinto tão pequeno...tão solitário...pai...mãe...Sayna...Eu ainda to tremendo... 

  Abro meus olhos com a luz do sol reluzindo pelo meu quarto, rapidamente faço o de sempre, me preparo para ir para a faculdade e espero Sayna acordar, não demora muito para ela acordar: 

Sayna: Você já acordou?-“ela fala descendo as escadas cosando os olhos, olho para ela mas permaneço em silencio”. 

Sayna: Vou me preparar.-“ela vai na direção do banheiro já que já estava enrolada em uma toalha e com o uniforme em mãos”. 

  Enquanto ela toma banho eu preparo o café da manhã, após ela terminar nos comemos e vamos até a faculdade, dessa vez ela não falou nada...era puro silencio, normalmente durante o caminho para a faculdade minha mente processa diversos tipos de informações...mas dessa vez, não consigo pensar direito em nada, não consigo raciocinar de forma coerente sem iniciar um nervosismo, minha cabeça ta tão confusa...forçar minha mente a pensar só faz eu me lembrar de formar inevitável da minha conversa com Kyeke...do que Jason não consegue esquecer na minha mãe naquele dia...e no que fez ele me odiar...os olhos de minha mãe naquele momento eram frios...sem alma...como os meus são...sua expressão era sem emoções...como a minha é...eu sou parecido com ela...por isso ele me odiava...porque eu o fazia lembrar de sua maior perda...começo a suar e ficar nervoso como antes tento disfarçar e eu consigo com um pouco de esforço. 

  As aulas se passam um pouco mais lentas do que o normal para mim, senti cansaço constante durante as mesmas, nunca achei que pensaria isso, mas eu não quero estar aqui...eu quero estar muito longe...eu quero sair desse lugar...mas afinal...quando eu quis nesse lugar? Eles são barulhentos...irritantes...porque viver em sociedade se ela só me machuca? Eu só quero que tudo isso acabe logo...só quero sair de perto de todos esses que não param de falar...minha cabeça não suporta mais...eu... o sinal toca, todos da sala saem apressadamente pela porta, naquele momento eu estava com a mão na cabeça olhando para baixo a professora que estava explicando a aula antes de todos ao me ver vai até mim e fala: 

Professora: Já tocou.-“ela fala, deve estar olhando para mim sem ligar muito como ela sempre faz, é só uma dedução afinal ainda estou de cabeça baixa”. 

Professora: Senku. Ta na hora de ir, ta tudo bem com voc...-“enquanto ela falava e eu levantava a cabeça minha irmã chega correndo e fala”. 

Sayna: Professora desculpa, aconteceu alguma coisa, Senku acorda já tocou a gente tem que ir para casa.-“ela fala me balançando me fazendo olhar para ela, minha mente parece se abrir quando a vejo de volta que sensação estranha”. 

Professora: Ele não tava exatamente dormindo, enfim podem ir...mas tomem cuidado esta rodando um rumor de que ontem a noite alguém foi morto-“depois que ela falou isso eu tinha certeza de quem ela estava falando, mesmo eu tentando fingir eu não conseguia disfarçar meus olhos arregalados”. 

  Nos vamos para casa de forma desanimadora, Sayna até tenta puxar conversa mas não consegue por perceber a tensão sobre mim, o caminho segue dessa forma completamente mudo, eu sentia o sentimento de preocupação da Sayna e seus olhares abundantes sobre mim mas nesse momento isso não importa, eu só quero me livrar desse lugar, eu já sai daquele ambiente fechado educacional mas porque eu ainda não me sinto melhor? Porque ainda escuto os outros falarem ao redor? Porque me incomodo?  

  No meio do caminho chegamos no parque em que sempre observo as crianças, mas não há ninguém lá, eu olhava aquele parque vazio enquanto o vento soprava pelo meu redor levando com sigo folhas pelo ar que assim como ele nos rodeavam naquele momento, minha irmã se aproxima de mim ao perceber que eu não estava bem e pergunta: 

Sayna: Senku, você ta bem?-“ela me pergunta me fazendo sair de meus pensamentos confusos num espanto me virando rapidamente para ela”. 

  Eu tentava fingir...era tudo que eu poderia fazer...meus olhos estavam trêmulos...mas eu não posso demonstrar isso para você...minhas mãos estão tremendo...mas eu não posso demonstrar isso para você...eu queria tanto, tanto dizer tudo que estou sentindo...dizer que estou no abismo mais profundo da magoa onde a sua luz já não pode alcançar minha escuridão...eu queria tanto dizer que essa dor não quer parar, que eu preciso de ajuda, que eu estou implorando por você uma vez mais...eu queria tanto dizer que eu não mereço pena pois nesse exato momento outras famílias estão sentindo a mesma dor que eu , ou até maior, e foi eu que causei essa dor...eu queria tanto dizer tudo isso Sayna, mas eu não posso...eu não quero te deixar mais preocupada do que você já esta...eu não quero ser um peso na sua vida...você deve viver, Sayna...aproveitar a melhor época da sua vida...mas, mesmo sabendo disso, Sayna...a minha mão ainda esta tremendo... 

Senku: Sayna, eu estou bem, mas eu...preciso respirar um pouco de ar puro.-“ela fala seriamente olhando para mim”. 

Sayna: Eu sei que você gosta de olhar o parque mas, hoje ele esta vazio Senku.-“passo alguns segundos em silencio, mesmo ela falando de forma lenta sua seriedade refletia pela sua voz, eu não consigo olhar para seus olhos, eu não consigo chegar ao ponto onde meus problemas estão em minha mente neste momento, mesmo sendo tudo tão confuso para mim e bem mais calmo nesses momentos, logo eu a respondo”. 

Senku: Você pode ir na frente, eu só...-“enquanto eu falava fui interrompido por minha irmã, ela começou a gritar desesperadamente, eu conseguia sentir a emoção em suas palavras a força impostas nelas e sua expressão apenas complementa isso, porém, Sayna, já é tarde demais para mim...” 

Sayna: Você não escutou o que a professora disse ?! Há um criminoso andando pelas ruas e você quer que eu te deixe aqui sozinho! Você enlouqueceu?! Você não precisa ficar aqui, não há motivos para isso, eu imploro Senku, vamos para casa por favor...-“ela para de falar por começar a soluçar se derramando em lagrimas, ela escondia o rosto para impedir de eu visse as mesmas, mas eu não precisava vê-las...eu sou um savant, e isso é uma maldição”. 

Senku: Vá para casa, Sayna...-“ela não falou nada apenas olhou para mim enquanto eu estava de cabeça baixa, meu coração pulsava como se fosse sair de meu peito minha cabeça estava a ponto de estourar e meus olhos...eu queria chorar...mas nada saia...apenas uma rubidez que os faziam arder de forma incomodante, logo ela enxugou suas lágrimas e então foi andando para casa, eu olhava ela se afastar de mim...meu corpo doía, minha mente principalmente, porque tudo isso tinha que acontecer...engraçado eu me perguntar sendo que eu levei a tudo isso”. 

  Vou até o parque e lá vejo que na verdade ele não estava realmente vazio havia uma criança ali, mas ela estava sozinha, ela estava chorando, e provavelmente devia estar procurando por alguém. Vou caminhando lentamente até ela para não assustá-lo e falo: 

Senku: O que aconteceu?-“falo com ele da forma mais amigável que posso no momento, sendo que não é grande coisa, minha cabeça esta dolorida, minha mente uma vez mais se encheu em confusão mas dessa vez eu já desisti de tentar arrumá-la, eu já perdi-o brilho que a nos olhos humanos, se os olhos são o reflexo da alma a minha já se corroeu com as trevas do abismo escuro que eu mesmo gerei em meu interior”. 

  A criança não parava de chorar mesmo depois de ouvir eu falar com ela: 

Senku: Não precisa chorar...eu estou aqui...-“ele continua, seu choro era barulhento ele não fazia pausas, ele incomodava ainda mais para mim que estava naquele estado”. 

Senku: Calma...-“ele não parava, ele gritava por sua mãe e por seu pai como qualquer criança faria nessas situações, se continuar assim ele fará um escândalo, Sandverton sempre foi uma cidade com poucos habitantes uma cidade bem calma mas é exatamente por isso que as noticias se espalham rápido, mesmo com poucas pessoas aqui no momento se me virem com ele dessa forma gritando essas coisas é bem provável que pensem que eu estou sequestrando ele, eu não quero mais problemas para mim...”. 

Criança: Mamãe! Papa...-“eu coloco minhas mãos sobre sua boca e nariz pressionando-os, impedindo de falar”. 

Senku: Cala a boca...-“eu já não escutava sua voz, estava de cabeça baixa mas ainda assim estava olhando para ele com o canto de meus olhos...mas eu não conseguia ver nada, minha mente não assimila as coisas apenas distorções num grande escuro eterno...eu sentia o toque de suas inocentes mãos pedindo desesperadas por ajuda...afinal o que eu estou fazendo...porque eu estou fazendo isso...essa emoção...eu não quero ter que fazer tudo isso mas sentir tudo isso...um sentimento...porque é tão bom?” 

  Poucos segundos depois...noto que o toque que sentia desapareceu, rapidamente a escuridão distorcida vai sumindo e tudo volta a tornar-se visível para mim de novo...eu voltei a ver o parque onde estava...meus braços estavam abertos, esticados em minha frente...eles estavam trêmulos...mas a sensação que sentia segundos atrás ainda estava em mim...ela ainda me preenchia por dentro...algo que me faz me sentir tão bem...eu mal consigo respirar direto nesse momento...com os olhos semi-abertos, eu estava ofegante...o ar saia pela minha boca...é quando noto que eu estava rindo, rindo provavelmente de toda a adrenalina que estava recebendo naquele momento...era tudo que eu conseguia fazer era tudo que minha mente conseguia processar... abro totalmente os olhos olhando para baixo tomando visão do que tinha acontecido...eu já tinha noção de tudo...mas estava tão embriagado com aquele meu prazer que não pude perceber o que havia feito...meu sorriso desaparece...todo meu corpo tremia de forma inconsistente, minhas pernas estavas bambas eu mal consigo me manter em pé, eu...eu fiz isso de novo...não...fecho os olhos tentando impedir minha visão...porem, minha mente reflete repetidas vezes aquela lembrança, aquela imagem estática...varias e varias vezes...fechar os olhos não adianta... 

  Eu saiu correndo desesperadamente, já não sentia o calor de meu suor, eu estava frio, ofegante, minha mente estava explodindo, meus pensamentos se refletem e se repetem em vozes em minha mente... vozes que me circulam e perguntavam... Afinal porque você fez isso? Porque matou mais um? Porque estava sorrindo? Era bom não era? Não! A sensação não era boa? Eu não quero, não quero ter que pensar sobre isso! Você sorrio perante a morte do garoto. Cala a boca! 

  Eu estava abraçado com minhas pernas e com meu rosto encostado no meu joelho...eu estava encostado na parede de um pequeno restaurante não tão distante de minha casa, ele estava fechado, já era tarde...eu acho, mal consigo pensar direito...não consigo focar...não consigo pensar em nada...tudo esta se destruindo em minha mente...ta doendo...ta doendo muito...esta escuro...esta muito escuro...tanto fora quanto dentro da minha mente...as vozes ainda ressoam pela minha mente...mas minha cabeça esta confusa a um ponto que não consigo mas entender o que elas estão falando...elas continuavam a falar em minha cabeça...elas falavam...falavam...falavam......falavam.......falavam.......falavam......falavam.........e pararam...sem entender olho para frente...estava tudo escuro o local era iluminado apenas momentaneamente quando feixes de luzes dos faróis de carros passavam...eu estava confuso, minha cabeça estava quebrada, mas eu ainda olhava para aquela escuridão era como se minhas sombras mentais se associassem entre si...nada visivelmente acontecia...mas eu...eu sentia...eu alguns segundos eu escutei passos leves: 

???: Porque esta tão triste ?-“havia alguém na minha frente, não havia visto ele chegar, o que de certa forma não seria surpresa no estado mental em que estou, mesmo após ele falar comigo permaneço em silencio”. 

???: Deve estar bem ruim, não é? Bem que pergunta idiota, isso é bem óbvio.-“ele saí das sombras que escondiam sua aparência, ele era...ele era idêntico á mim...em todos os aspectos...alto, magro, pálido, cabelos castanhos escuros, as roupas que usava...era exatamente igual...as únicas diferenças eram que ele tinha olhos vermelhos profundos, vermelhos semelhantes a cor de sangue, e que ele possuía fortíssimas olheiras álem de não usar óculos”. 

???: Vamos Senku, já esta na hora de se levantar.-“eu olhava ele com os olhos arregalados, os mesmos estavam trêmulos, ele falava sorrindo para mim como se já me conhecesse, era mais uma coisa que nos diferenciava mas até seu posicionamento em pé é igual ao meu, com suas mãos para trás”. 

Senku: Quem...Quem é você?-“ele ainda olhando para mim com seu leve sorriso no rosto, responde enquanto meu corpo se destruía em plena confusão”. 

???: Meu nome...é Rednels 


Notas Finais


Só uma dica que eu queria dar para quem tá lendo pesquisem, quem quiser é claro, a tradução dos nomes dos personagens isso pode ajudar a entender um pouco sobre eles. Como pesquisar? Há uma ferramenta que encontrei chamada google tradutor podem colocar os nomes completos (mas separados, para não dar erro) lá kkkkkkk.
Acho que estou falando demais.


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