História Slorgorn - Imagine Park ChanYeol. - Capítulo 4


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Categorias EXO, Girls' Generation, Monsta X
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Hyung Won, Kai, Kris Wu, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tiffany, Won Ho, Xiumin
Tags Adolescente, Descobertas, Grávidez Precoce, Hyungwon (sora), Kim Jongin (yin), Kris Wu (romeo), Mistério, Muito Drama, Os Gêmeos Xiao, Participação Monsta X, Personagens Secundários, Romance, Sehun, Sloriel, Taeyeon (maya), Tiffany (meng), Você, Yoona
Visualizações 215
Palavras 1.829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E ai, girinida. Demorou mas saiu.
Semana que vem eu irei demorar um pouco para ir atualizar por causa das provas, então adiantei alguns capítulos para vocês.

Fiz algumas alterações, espero que gostem.

Façam uma boa leitura!!

Capítulo 4 - Episódio 4.


Fanfic / Fanfiction Slorgorn - Imagine Park ChanYeol. - Capítulo 4 - Episódio 4.


Angústiacontinuação da noite anterior.


Eu estava um tanto surpresa em encontrá-lo ali, ainda mais por estar tão vestida, quase coberta pelos panos de minhas roupas. Sorri o mais gentil possível. O vento frio batia contra minha tez e o cheiro do rapaz impregnava meu olfato. Cheiro de perfume masculino.

Não esperava por ele e sim pela pessoa que havia marcado de me encontrar aqui e agora.

— Ah. Oi, Luhan? — perguntei querendo ter certeza se não havia errado seu nome, ele apenas mexeu a cabeça que sim.

— O que faz aqui nesse frio? — perguntou se aproximando mais. Eu queria muito ir embora, tirar essa roupa e me enfiar debaixo das cobertas, era muita decepção num dia só. Mastiguei minhas unhas atoa.

— Só vim dar uma volta para conhecer um pouco mais o lugar. — murmurei baixo suficiente para que ele ouvisse, olhei a rua um pouco movimentada e fixei meu olhar em um carro preto que logo saia alguém de madeixas vermelhas. Meu coração? Ah, ele acelerou tão rápido que eu nem escondi minha inquietação perto do loiro.

— Entendo. Bom, eu tenho que ir, nos vemos qualquer dia desses. Tchau! — estava tão focada naquele ser tão alto que mal prestei atenção no que Luhan dizia, que só voltei a realidade quando recebi um beijo na bochecha. Me virei para o loiro e ele já atravessava a rua.

— Ei. Até mais! — acenei para ele que logo virou a esquina e sumiu. Sentei no banco mais próximo daquela praça esperando o avermelhado aparecer por completo.

Quando ele atravessou a rua para vir até mim reparei em toda sua silhueta. Céus, ele era alto. Estava muito bem vestido e a primeira coisa que senti dele foi o seu perfume forte e amadeirado.

Por Zeus, esse é o cheiro dele? Se for quero me enterrar em seu pescoço e aspirar todo o seu cheiro e nunca mais esquecer.

Minhas pernas estavam inquietas, a cada passo dado o frio na barriga parecia aumentar mais e mais. Podia sentir o coração em minha boca, era horrível esse sentimento, ah meu zeus, me salve.

— ______________? — sua voz era rouca, muito rouca, tão grave e... Ele estava tão perto de mim quem nem havia percebido quando sentou ao meu lado. Como ele sabia que era eu? Havia dado alguma informação sobre mim que passou despercebido?

— Você é a _____________? — perguntou novamente. Droga, esqueci de respondê-lo.

— Me desculpe! Eu estava no mundo da lua. E sim, sou eu. — murmurei sem graça. Ele me deixou desconsertada perto dele como nunca fiquei perto de outro estranhos ou até mesmo LuHan.

— Me desculpa eu, acabei demorando muito, não? Você está aqui há muito tempo? Eu acabei demorando por causa do me..- Ei, calma! Você não me deve explicações, e eu não estou aqui tanto tempo assim, acabei de chegar também. — o cortei antes que ele se explicasse. Não era necessário agora, mesmo ficando aqui durante 25 minutos.

Ele é lindo para um caralho. E esses lábios? Essa voz? Preciso me conter, não é assim que a banda toca ____________. Mas eu posso ensinar a tocar se quiser, hehe.

Ok, não é hora para esse tipo de pensamento.

— Eu estou finalmente te conhecendo. — quase gritei empolgada e o abracei com força, acho que já posso fingir um desmaio, ou pular naquele lago quase congelado e fingir um afogamento só para ser salva por um homão desses. Sei que nos conhecemos têm apenas alguns dias, mas pelas conversas é como se fosse anos e anos e só agora o reencontro acontece.

— Também estou muito feliz por te conhecer, baixinha. — me abraçou também. Vou fingir que não ouvi esse apelido feio, não tenho culpa se ele tem quase dois metros.

— É a coisa mais incrível, conhecer um amigo virtual e realmente poder vê-lo pessoalmente. — apertei ele mais um pouco e logo o soltei, me coloquei de pé damdo alguns pulinhos. Ouvi sua risada grossa e baixa, não acredito que fiz isso, passando mico logo no primeiro ‘encontro.

— Isso tudo é por me conhecer? Estou admirado por toda essa alegria. — o vi se levantar e logo me virei o encarando. Eu já tinha uma baixa estatura, perto dele me sentia um gnomo ao lado de um avatar. Batia apenas dois palmos abaixo de seu peitoral.

— Uma parte sim, a outra é por tirar esse mal de fazer apenas amigos em rede social que mora do outro lado do planeta. — falei fazendo um bico tristonho ao me lembrar de todas as minhas amizades em rede sociais. As melhores pessoas sempre moram longe de nós, quero dizer, tirando o ChanYeol agora.

— Então quer dizer que só faz amizades apenas por celular? — perguntou me estendendo o braço, não demorei a entender e o agarrei começando a caminhar ao seu lado.

— Sim! Mas não vamos falar apenas de mim, sr fantasminha camarada. Me conte sobre ti. — ergui a cabeça encarando sua face séria que parecia olhar qualquer coisa no horizonte que achasse interessante.

— Bom, tenho 33 anos, sou um arquiteto urbanista e solteiro. — disse simplista. Atravessamos a rua e fomos até o carro, fofo foi vê-lo abrir a porta para que eu entrasse. — Vamos para minha casa, pedirei uma pizza para nós dois.

— Arquiteto? Ah. Deve ser algo tão lindo, tipo, você já projetou algo que um dia possa me mostrar? — perguntei assim que entrei no carro e coloquei o cinto, a porta havia sido fechada pelo ruivo, que não demorou a aparecer do meu lado. É tão cavalheiro. — E eu amo pizza de quatro queijos.

— Pode deixar baixinha. — revirei os olhos e mostrei a língua para ele.


(...)

Havíamos passado na pizzaria antes de ir para a casa dele. Ele pediu metade peperone e metade quatro queijos, o melhor foi os chocolates que ele trouxe. Comi dois na frente dele, fazia cena enquanto comia e o mais engraçado era ele resmungando bravo que iria se vingar de mim. Quando chegamos em sua casa, ele deixou o carro para fora e entramos. Estava com tanta fome que se não fosse pelo vento um pouco barulhento, daria para ouvir o ronco da minha barriga.

No terreno em que entramos, tinha duas casas, uma no início e a outro no fundo, um gramado recém coberto pela neve com uma trilha de pedras indo em direção às duas residências. Alguns postes feito luminárias com formatos de flor estava espalhado pelo lugar dando mais visibilidade de ambas as casa, tinha bastante flores e árvores de baixa estatura fazendo um divisão entre residências vizinhas.

Era incrível.

— Qual delas é a sua? — perguntei ao parar na pequena trilha e abraçar meu próprio corpo segurando uma sacola cheia de besteiras. — Aqui é lindo, Chany.

— A do fundo! — apontou vindo em minha direção. — Gostou mesmo?

— Mas é claro que sim. É realmente incrível! — segui o mais velho até a casa dos fundos.

— Fico feliz por isso. — disse olhando para trás, subiu alguns degraus e abriu a casa me dando passagem para entrar. — Seja bem-vinda!

— Obrigado! — sussurrei sem jeito e entrei na casa. Pelos deuses! Aquela casa era linda demais. Não era uma mansão, mas o seu interior era quentinho, deduzi que seria pela lareira que tinha na sala. A cor das paredes eram em tons escuros e claros do marrom, tinha vários quadros e pequenas luzes deixando o ambiente aconchegante. Não tinha um lustre no teto, era apenas uma lâmpada redonda e grande com algumas aspirais parecendo pingo de chuva, os sofás eram apenas dois, pois tinha vários puffs espelhados, um tapete felpudo na cor vermelho vinho, algumas estantes e uma lareira de frente para os sofás com uma televisão em cima.

Simplesmente incrível!!

A cozinha era junto da sala, apenas um balcão a separavam, um corredor que com certeza seria os quartos e ao lado uma porta marrom escuro.

— Sinta-se em casa, ____________. — passou por mim indo até a mesa onde deixou as coisas. Me aproximei dele e dei a volta na mesa de jantar, tirei meus dois casacos e coloquei na cadeira, estava passando calor já.

— Obrigado, Yeol. — puxei a cadeira para me sentar. — Sua casa é ainda mais linda por dentro.

— Hm, muito obrigado! — abriu a caixa de pizza e foi até a cozinha pegar copos e refrigerante. — Foi eu mesmo que projetei tudo. — disse convicto e orgulhoso.

— Uau, meus parabéns! — dei mais uma olhada na casa. Peguei o celular para ver a hora, era 9:56 da noite, tinha mais algumas horas, meu máximo era até 11:30.

— Me desculpa por te trazer em minha casa logo no primeiro dia, é que pelo meu atraso não tivemos muitas coisas para serem feitas e aproveitadas, prometo que dá próxima te apresento a cidade. — falou sentando a minha frente, me serviu com o refrigerante e pegou um pedaço de pizza com a mão, então, obviamente fiz o mesmo, nunca gostei de talheres.

A beleza de Park ChanYeol era incrivelmente esplêndida, nunca imaginei que um asiático tivesse todo esse porte. Não que eu esteja criticando, mas ele é realmente lindo. Ficar perto dele me causa uma bagunça de sentimentos e inquietação. Sua voz mesmo sendo grossa é calma, sempre sabendo puxar assunto, eu não precisei falar sobre mim, pois ele sabia absolutamente tudo, não tudo, mas quase.

Nosso “jantar” foi super empolgante, me deixando ainda mais curiosa sobre o ruivo, mas sempre que eu fazia alguma pergunta que relacionasse à namoro, ele distorcia a conversa. Algo que me deixou atenta em sua pessoa.

.

A hora passou tão rápido que estavamos parados em frente a minha casa dentro de seu carro nos despedindo um do outro.

— Eu tenho mesmo que te deixar aqui? — perguntou sério, mas no fundo eu sabia que ele estava triste, afinal, ChanYeol repetiu umas 12 vezes, ou mais, que foi a melhor noite da vida dele.

— Tem sim, dumbinho. Mas ó, amanhã iremos nos ver, não? — o abracei com força e ele também fez o mesmo dando um beijo no topo de minha cabeça. — Tchau! Obrigado pela noite. — Dei um beijo rápido em sua bochecha e abri a porta do carro antes que ficasse mais tempo ali com ele e minha mãe mandasse a polícia atrás de mim só por chegar tarde, ainda por cima me mandaria embora de casa.

— Até amanhã, __________. — acenou para mim e logo saiu com seu carro sumindo do meu campo de visão.

— Até amanhã... — sussurrei baixinho.

Me virei para casa e entrei na hulmide residência, estava morrendo de sono e essa noite nunca sairá de minha mente. Nunca.




     Ah ChanYeol, eu mal te conheço e você já está me deixando do avesso.

Notas Finais


E esse encontro? Já estava demorando, né?

Queria um ChanYeol desses que compre uma pizza pra mim e me convidasse para conhecer seu lar qqqq

Desculpem por esse capítulo, mas é que ainda tem muita coisa para acontecer. Estou me segurando ao máximo para não escrever tudo em um só episódio, é muita ansiedade num ser só, slc bicho.

Espero que tenham gostado!
Até o próximo capítulo, pessoal.


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