História Slow Burn - Imagine T.O.P - Capítulo 11


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Categorias Big Bang
Personagens Personagens Originais, T.O.P
Tags Bigbang, Hot, Romance, Top
Visualizações 48
Palavras 2.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei um mês </3 Mas, vou tentar trazer a fic de 15 em 15 dias para uma periodicidade melhor
Espero que gostem do capítulo de hoje :)

Capítulo 11 - Capítulo X - Sabe, até que você não é tão babaca assim?


TOP Pov’s

Já fazia catorze dias que S/N havia viajado.

Sangwoo não me falava coisa alguma sobre ela de livre vontade e por algum motivo eu não queria tocar em seu nome. Se alguém pedisse para que eu explicasse o que estava sentindo, não conseguiria de forma alguma. Não que S/N tivesse deixado de ser a garota petulante que eu adorava zombar, mas agora eu havia me dado conta que ela também era a garota que eu não queria ver triste.

Eu tinha voltado do Japão já fazia alguns dias e na falta melhor do que fazer acabava indo para a galeria quase todos os dias. Sangwoo pintava ou esculpia algo em certos dias e era um prazer simplesmente assisti-lo e em outros nós conversávamos sobre qualquer coisa que viesse a mente.

– Você não deveria estar pintando o quadro que me prometeu? – perguntei em um dos dias o relembrando da promessa que havia feito.

– Ele está em minha casa – ele sorriu confiante. – Não queria correr o risco que você topasse com ele por acidente.

– Por que não?

– É uma surpresa, mas não se preocupe, você vai gostar.

 

Era uma quarta-feira como todas as outras quando eu fui à Galeria após o almoço afim de gastar meu tempo com Sangwoo mais uma vez, mas ao contrário dos outros dias – em que eu ia direto para as instalações do fundo onde ele ficava a maior parte do tempo ocupado com suas criações –, estanquei após dar dois passos.

S/N estava ali.

Ela encarava o que eu sabia ser uma das novas criações do Park enquanto conversava com sua assistente. Como se nunca tivesse estado fora, ela estava com seu jeito de sempre em que parecia uma assistente de um CEO importante sempre em prontidão para qualquer problema que aparecesse. Mesmo após SooJi sair do seu lado, ela não me percebeu ali e aproveitando o momento continuei a observá-la quieto por alguns instantes.

Havia um sorriso singelo em sua boca e era bonito de se ver o modo como ela olhava o quadro. Parecia que seus olhos estavam afoitos para decorá-lo como se de repente ele pudesse desaparecer dali sem mais nem menos. Então, houve um momento em que ela respirou fundo, se virou para ir em direção da sua sala e finalmente notou minha presença.

– Você está de volta – falei assim que nossos olhos se encontraram.

– Sim, sentiu minha falta?

– Nem notei que havia ido embora. – Ela não me respondeu nada, apenas sorriu revirando os olhos e seguiu seu caminho voltando a atenção para alguns papéis que carregava. – Como está sua mãe? – Sei que não era um problema meu, mas a pergunta veio espontaneamente, afinal, eu não podia esquecer de como ela havia ficado abalada naquela noite.

– Está melhor. Obrigada. – Ela respondeu ainda mais preocupada em ler os papéis. Então, inquiriu – Veio atrapalhar meu chefe outra vez? SooJi me falou que veio quase todos os dias desde que viajei.

– Atrapalhar? Eu fiz um favor a ele sendo uma excelente fonte de inspiração e não o deixando morrer de tédio.

– Então quer dizer que você virou seu muso inspirador? – Ela riu provocativa.

– É o karma de ser tão bonito – falei sério, mas com um sorriso convencido.

– Aposto que sim – respondeu e entrou em sua sala sem me dar mais atenção.

S/N não estava sendo a pessoa mais alegre que eu já tinha visto, mas eu ficava satisfeito por vê-la debochando de mim. Quem diria que um dia eu pensaria isso? Apenas esperava que fosse um sinal que logo voltaríamos a dar boas risadas zombando um do outro.

– Encontrou com S/N? – Sangwoo se virou para mim assim que pus os pés no seu estúdio. Ele descansava enquanto bebericava uma xícara de chá. Perto dele havia um quadro inacabado mais marrom que outra coisa apesar dos salpicos rosas e azuis que me faziam pensar em pássaros tortos demais para conseguirem voar.

– Como sabe? – Inquiri.

– Escutei a risada dela – ele bebeu mais um gole do chá. – Eu já estava sentindo falta de escutá-la, sabia?

– Eu fui cumprimenta-la – expliquei. Acomodei-me na mesma poltrona amarela que eu havia usado nos outros dias. – Ela estava observando o The harpooner quando cheguei.

Sangwoo sorriu. Sua nova leva de criações tinham um quê de rústico e selvagem que era bonito de se admirar. Eu entendia bem S/N por olhar para um deles como quisesse se perder ali dentro.

– Então, ainda está tudo confirmado para hoje à noite? – perguntei.

– É claro – ele confirmou com um sorriso.

Não era nada de outro mundo. Apenas havia o convidado para um clube que eu gostava. Era um lugar tranquilo, elegante e confortável para se passar algumas horas bebendo e conversando em boa companhia. Até mesmo, se ele tivesse sorte, poderia acabar me deixando sozinho apenas com algumas garrafas de vinho. A noite era imprevisível e após os dias que ele havia ficado preso no estúdio praticamente criando sem parar, dava para ver em seus olhos o quanto precisava de um pouco de distração.

 

 

Eram dez e meia da noite.

Eu já tinha chegado no clube a algum tempo e tinha pego a mesma mesa de sempre. No canto, mas não tão escondida assim. Contudo, Sangwoo ainda não havia aparecido. Normalmente, eu era o atrasado, mas naquela noite havia sido difícil não sair de casa cedo já que algo em mim dizia para que eu saísse de casa o mais rápido possível. Era uma sensação estranha, mas achei melhor dar ouvidos a ela. Nervoso, encarei o relógio para conferir as horas outra vez mesmo que houvesse passado apenas dois minutos da última vez.

A ironia do momento era que eu havia combinado aquela noite com Sangwoo justamente para que ele pudesse relaxar e esquecer do que quer que estivesse o estressando esses dias, mas agora era eu que estava com os nervos à flor da pele.

– Eu preciso de um cigarro.

Fui em direção a área aberta me convencendo que esticar as pernas também ajudaria. Havia algumas pessoas conversando por ali, mas não prestei atenção em ninguém. Queria que minha mente vagasse para onde quer que achasse mais confortável, mas não tive a chance. Afinal, logo eu recebi a ligação.

Hey – era a voz de S/N do outro lado. Mas a reconheci por pouco, já que estava baixa e rouca como se ela tivesse acabado de parar de chorar.

– Oi – eu não sabia porque ela estava me ligando, certamente eu seria a última escolha dela para uma situação dessas ou teríamos criando um tipo estranho de vínculo desde aquela fatídica noite? Curioso, perguntei – O que aconteceu garota?

– Hm, Sangwoo está no hospital.

– Oi? O que? – perguntei sem entender, mas, de repente, todo aquele nervosismo que eu estava sentindo pareceu ter uma explicação e eu fiquei com medo. – O que aconteceu?

– Ele quebrou a perna. Aparentemente, um idiota em uma moto ou algo assim... – sua voz ainda estava baixa, mas a raiva contida era fácil de se perceber. Eu sabia que precisava ir até lá, então perguntei qual era o hospital e fui imediatamente.

S/N estava sozinha em uma das cadeiras dentro da sala de espera quando eu cheguei. Seus cabelos estavam amarrados em um coque bagunçado, ela usava calças de moletom e uma camiseta folgada totalmente branca, mas mesmo assim estava bonita. Quase não parecia com a mulher que ia impecável para o trabalho todos os dias.

Acabei sorrindo. Ela estava mais ou menos assim quando nos vimos pela primeira vez, não estava? Mas eu estava tão completamente de mau humor naquele dia que não reparei em nada. Nem mesmo em como ela ficava bonita quando fazia uma cara preocupada.

– Estava indo dormir? – perguntei assim que me acomodei ao lado dela.

– Sem piadinhas por favor – ela resmungou ainda centrada no celular.

– É uma pergunta sincera.

– Eu estava indo ver um filme, quando... isso aqui aconteceu – ela terminou a sentença erguendo os braços de maneira tensa. Em seguida, olhou para mim como se estivesse indignada por algo que eu houvesse falado e questionou – O que vocês estavam indo fazer mesmo?

– Nada de especial – dei de ombros, não era realmente nada importante. – Como ele está? O que aconteceu?

Então, ela me explicou tudo o que tinham dito a ela. Aparentemente, Sangwoo estava distraído com o celular ao atravessar a rua e não viu um motociclista bêbado indo para cima dele. A sorte era que uma pessoa havia o puxado no último segundo – infelizmente não a tempo de salvar totalmente sua perna esquerda – e evitou o que poderia ter sido muito pior.

– Estou me sentindo culpado – resmunguei. Se não fosse por aquele convite idiota ele teria ficado a salvo em casa tendo brainstorms sobre sua próxima obra.

– Não se sinta – S/N revirou os olhos enquanto voltava a apoiar as costas na parede fria. – Ele é um idiota que adora andar distraído pela rua. E, bem, pelo menos ele machucou o pé e não alguma das mãos.

– É.

– Quem sabe, ele assim aprender a ficar um pouco mais quieto.

– Você acha mesmo? – inquiri com um meio sorriso debochado.

– A quem eu estou tentando enganar, não é mesmo? Ele vai ficar insuportável por ter que ficar andando de muleta por aí.

– Vai mesmo – acabei rindo imaginando a cena.

– Vou contar para seu amigo que você está rindo da desgraça dele, tá? – ela falou baixinho.

– Eu não estou rindo dele – me expliquei. – Estou rindo de você que vai ter que aguentar todo o mau humor.

– Ah, pior ainda, está rindo da minha desgraça então?

– É – admiti sorrindo.

Ela abriu a boca pronta para me responder, mas não teve a chance já que naquele momento um médico de cabelo cinzento apareceu onde estávamos.

– Quem é o responsável por Park Sangwoo?

– Eu – ela falou se levantando de uma vez. – Como ele está?

– Está tudo bem com ele. Deu tudo certo na cirurgia e todos os pequenos fragmentos de osso que precisávamos tirar não estão mais lá, então agora o técnico responsável vai engessar a perna dele. E em oito semanas ele pode voltar para que possamos conferir se o processo de cura ocorreu como deveria e ele vai estar livre.

– Oito semanas. Ok.

– Nesse momento ele ainda está sedado e está sendo transferido para um quarto. Quando estiver tudo certo, uma enfermeira vem chamar você para poder ir vê-lo.

– Obrigada, Doutor.

– É o meu trabalho – o médico respondeu com um aceno. Parecia que ele iria embora, mas de repente olhou para onde eu estava e acabou perguntando – Oh, você é o TOP do Bigbang, não é?

– Sim – respondi amigavelmente.

– Você poderia me dar um autógrafo? Minha filha é muito fã do seu grupo. Ela se chama Na Hee. Jung Na Hee.

– Claro. – O homem estendeu um dos papéis que estava levando para mim e fiz uma curta dedicatória no lado que estava em branco. Quando o devolvi ele agradeceu com um sorriso e enfim saiu. Voltei para me acomodar na cadeira que estava sentado antes.

– Isso não te incomoda? – S/N perguntou quando o médico já estava distante.

– Por que me incomodaria?

– Sei lá, parece que estão invadindo sua privacidade.

– Isso? Ah, você não viu nada – debochei. – Você nunca ouviu falar das sasaengs?

– Sasaeng?

– É. – Então, sem nem me dar conta acabei dando uma curta aula sofre as “fãs” obcecadas e o que elas eram capazes de fazer. Falei sobre algumas histórias que vivi no Bigbang e até falei sobre outros grupos. Ser idol é um trabalho legal e que pode ser bastante recompensador, mas nem tudo é perfeito. Principalmente, quando algumas garotas (e até garotos) ficam tão possessivos sobre sua imagem que ameaçam sua vida e segurança.

– Você só pode estar mentindo – ela fez uma careta indignada quando a contei sobre um caso que houve com um famoso membro do TVXQ.

– Eu juro que é verdade.

– Isso é tão bizarro.

– Realmente é – confirmei com a cabeça. – Mas, sabe, os fãs de verdade nos dão tanto carinho e atenção que faz tudo valer a pena. É bom. Eu nem conheço eles pessoalmente, mas me fazem companhia em momentos difíceis.

Ela sorriu. E, então, ficamos ambos calados. S/N tinha a atenção toda no celular e parecia estar ocupada respondendo e-mails. Provavelmente, com o que havia acontecido alguns compromissos estavam sendo remarcados. Não demorou muito mais para que uma enfermeira aparecesse e nos levasse até o quarto onde Sangwoo estava.

– Você é um idiota, sabia? – S/N falou irritada. O pintor estava deitado na cama com uma cara de sono terrível por causa dos medicamentos, mas sorriu como podia. – Quase me matou do coração. Eu juro por Deus.

– Não foi por querer.

– Da próxima vez você pode, pelo menos, parar de ficar olhando o celular ao atravessar uma rua movimentada? Já é de grande ajuda.

– Eu estava conversando com alguém importante... ai! – Sangwoo resmungou ao levar um pequeno tapa no ombro direito. – Isso doeu, S/N!

– É para doer mesmo, seu idiota!

– Você poderia ser mais amigável na frente do TOP-hyung, sabia? Não ia matar ninguém.

– Dane-se o seu TOP-hyung. Não foi ele que quase enfartou hoje.

– Ok, ok. Mas você poderia ir buscar algo gostoso para comer? Não estou nada afim de comer sopa de hospital.

– Posso sim – a garota revirou os olhos com o pedido, mas dava para ver que ela estava bem melhor ao ver que o pintor estava bem também. – O que você quer?

– Algum sanduíche está bom.

Então, ela saiu e conversei com o pintor. Sangwoo me falou que estava bem, apenas se sentia cansado, mas não queria que S/N ficasse a noite inteira ali. Ela já estava com mil preocupações ao retornar da viagem, então não era bom que ainda gastasse uma noite acordada.

– Mas eu não entendo porque você está pedindo isso para mim?

– Se eu falar, ela não vai dar ouvidos.

– E comigo ela vai?

– Apenas confie em mim.

Fui para o lado de fora do quarto esperar S/N voltar com o sanduíche. Ela carregava duas pequenas sacolas e dava para ver que seu semblante estava muito mais tranquilo do que mais cedo. Então, pedi para que ela parasse e disse:

– S/N, Sangwoo quer que você vá para casa.

– Ele enlouqueceu completamente então – ela respondeu com uma careta.

– Ele está preocupado que você fique a noite inteira acordada. E, além do mais, falou que a mãe dele deve estar para chegar.

– É verdade – ela deu de ombros. – Mas eu ainda não vou deixar ele sozinho.

– Ele não vai ficar sozinho, eu vou ficar aqui com ele.

– Tem certeza? – ela perguntou. – Você não anda desocupado demais para um artista famoso?

– Ganhei algumas semanas de férias. E, sério, você deveria ir, é o cara que está na cama do hospital que está pedindo. Não o deixe mais preocupado.

– Ok – ela respirou fundo. Então, passou por mim e foi falar com o pintor no quarto. Voltou algum tempo depois e com as mãos vazias. S/N se virou para mim e encarando seus olhos percebi como estava preocupada – Sério, se acontecer alguma coisa, qualquer coisa mesmo, me liga imediatamente. Não importa se a mãe dele estiver aqui. Me liga.

– Ele só quebrou o pé, S/N. Não está em estado terminal.

– Vai me ligar ou não??!!

– Vou. Pode deixar. Juro.

Em seguida, ela respirou fundo, se virou e fez que ia embora, mas só tinha dado três passos quando olhou para mim de novo e disse:

– Sabe, até que você não é tão babaca assim?

Eu sorri. Mesmo com o cabelo bagunçado e a roupa desalinhada eu queria dizer o quanto ela estava bonita. Ela era bonita demais quando ria e até quando estava com raiva. Seus olhos brilhavam de um jeito especial quando admirava alguma obra de arte e ela mordiscava o lábio de baixo quando estava nervosa. Eu não sabia porque, mas apenas queria observá-la até não poder mais. Queria poder falar aquilo em voz alta, mas a única coisa que saiu foi:

– Você também não é tão insuportável.

 

 

Ao voltar para o quarto achei que Sangwoo estivesse dormindo e fui buscar abrigo na poltrona que ficava perto da cama. Abri o kakao em busca de alguém que pudesse me distrair com uma conversa por alguns minutos, mas ao não encontrar ninguém com quem eu queria falar realmente, travei o celular e o coloquei no bolso da calça outra vez.

– Se eu soubesse, teria quebrado meu pé antes – a voz quase risonha de Sangwoo interrompeu o silêncio.

– Como assim?

– Você e a S/N, hyung – ele se remexeu na cama como se procurasse uma melhor posição para me encarar –, pararam com todo aquele atrito desnecessário.

– Ah, e você acha que nós giramos em torno do seu pé? – perguntei debochado.

– Quem sabe? As vezes não entendemos realmente como o mundo funciona.

– É divertido zombar dela, mas também não é como se fossemos virar melhores amigos.

– Claro que não. Vocês dois fazem mais o tipo de outra coisa.

– Que outra coisa??

– Que sono – ele ignorou completamente minha pergunta e voltou a sua posição inicial. – Só um favor... se minha omma chegar diz que está tudo bem comigo antes que ela surte completamente?

– Claro.

E, então, ele realmente dormiu. Fiquei algum tempo pensando no que ele disse, mas, com a ajuda do tédio, não demorou muito para que eu pegasse no sono também. Aquela garota teria que me encher os pensamentos em outro momento.

 

Continua...


Notas Finais


Todo comentário, crítica, sugestão, dica, etc é muito bem vindo ~
No mais, até o próximo capítulo, xuxus <3


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