História Slow movements. - Jikook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Alfa, Alpha, Daddy, Daddykink, Hentai, Jikook, Jikook Abo, Jjk!top, Kakegurui, Kookmin, Lemon, Money, Namjin, Nct, Ômega, Pjm!bottom, Red Velvet, Taegi, Twice, Universo A/b/o, Vhope, Yaoi
Visualizações 30
Palavras 2.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente linda.
Vamos para os avisinhos.

Essa fanfic é inspirada em uma que fiz muito no passado onde Jungkook era um psicopata, por motivos óbvios(escrita mal feita) exclui, a estória antiga era básica e agora me aprofundei mais então antes de tudo.

JUNGKOOK COMO DIZ NA SINOPSE, NÃO É UM PSICOPATA.

A estória não irá romantizar a psicopatia, sociopatia ou doenças psicológicas como depressão ou ansiedade, apenas terá um lado mais profundo pro final da fanfic pelo lado de Jimin.
Será dramático, terá muito conteúdo sexual explícito e cenas de gatilho, a estória será dividida em quatro partes e não sei se terá muitos capítulos.

1. Paixão.
2. Morte.
3. Recomposição.
4. Volta.

Terá tráfico de pessoas, mas não irei me aprofundar pois na minha visão não é necessário; cada personagem terá importância e desenvolvimento na história já que ela irá se passar durante alguns anos, o universo ABO na fic será bastante abordado, porém não terá cio e sim algumas diferenças como por exemplo o cabelo do Jimin na fic, que é prata quase branco. (Cada coisa citada nas notas finais terão um link com foto, como vestidos ou roupas, personagens novos etc.)

Não tenho nenhuma intenção de denegrir a imagem de nenhuma figura pública, Jeon será uma pessoa que irá se desenvolver com o tempo na fic, irá falar coisas que geralmente as pessoas não conseguem entender e frases difíceis, mas a fic terá um final bom, então mesmo tendo uma final de fase difícil (terão algumas) é extremamente importante para a fic.

Uma boa leitura.

Capítulo 1 - 001. Le début en mille mots.


Fanfic / Fanfiction Slow movements. - Jikook - Capítulo 1 - 001. Le début en mille mots.

As vezes não sei como explicar um capítulo de mil palavras falando sobre minha vida antiga, ela nunca foi muito convencional, sempre foi completamente tediosa e sem motivos para discussão; eu morava em um lado de Busan pobre, em uma casa grande e abandonada, os móveis mofados e velhos, a louça suja pois minha mãe não lavava, ela apenas limpava a casa quando tínhamos visita, cinco homens por semana, transavam no quarto onde meu pai dormia com ela enquanto eu trabalhava, quando eu chegava ela estava dormindo cansada semi nua, no outro dia ela comprava as drogas com o dinheiro e eu simplesmente aprendi a ignorar.

Todos os dias eu levantava as seis em ponto, me vestia com as roupas velhas e saia como se nada estivesse acontecendo; eu entrava em um metro em direção ao lado médio de Busan, onde tinham pessoas apaixonadas com cachorros caros e prédios coloridos, eu ia sempre no mesmo caminho, passava pela floricultura, as lojas de roupas que nunca teria dinheiro para comprar, as lojas de doces e brinquedos; eu era aquela imagem fria e sem gosto, cinza. Eu chegava até o mercado na frente de uma avenida, tinha luzes neon e cartazes de promoção, eu entrava com a mochila velha e sentia o ar condicionado gostoso me esquecendo de tudo que tinha que passar quando voltava em casa, colocava o uniforme e ia para o caixa onde eu trabalhava, organizava as embalagens que algumas pessoas derrubaram quando iam comprar algo, varria o chão e passava o pano pelo vidro, vendo a neblina de Busan e os carros em direção aos devidos trabalhos, ou os pais indo levar as crianças para o colégio, até finalmente eu ir para a porta e virar o aviso para "aberto" e ligar as palavras em neon escrito a mesma coisa.

Eu colocava um tapete marrom na porta escrito "Bem vindo" e via as pessoas que já tinha me acostumado, a velhinha que ia sempre comprar cebolas e cenouras, ela tinha um sorriso e sempre me dava um concelho de vida daqueles extremamente adoráveis, tinha a mulher com aparecia jovem que tinha uns quarenta e poucos anos, ela vinha com sua filha de seis anos que esperava no caixa comigo observando a mãe pegar maçãs e um pacote de doces para a filha levar no lanche da escola, ela pedia no débito enquanto conversava com a filha, que tinha fios escuros. A garotinha sempre perguntava como estava sendo meu dia, se apresentava e me dava um sorriso com dentes branquinhos faltando, quando a mãe demorava ela contava sobre a escola, sobre como era inteligente me fazendo sorrir de um jeito divertido, ela e a mãe saíam de mãos dadas sorrindo fazendo eu dar um sorriso encantado.

Você deve estar se perguntando o motivo de eu estar falando do meu trabalho, foi em um desses dias que aconteceu; eu fui para o local como sempre, entrei, varri, limpei os vidros com delicadeza, arrumei as mercadorias e liguei as palavras brilhantes que chamavam atenção para comprarem no local, eu tive que trabalhar mais pelo meu colega estar doente, foi um dos motivos de eu ficar feliz; odiava chegar em casa. Eu olhava a janela fitando uma vã que estava ali a dias, eu já tinha reparado nela a dias, uma vã preta grande, que tinha visto na rua da minha casa e aqui, não tinha ninguém na rua então aquilo me deixou ainda mais paranóico, como sempre eu suspirei, depois do último atendente passar pela porta que tocava um sininho irritante. Desliguei as luzes, liguei as câmeras de segurança, desliguei as luzes neon e a música do rádio que tocava o dia inteiro; deixei meu uniforme no armário dos funcionários e peguei as chaves do local, depois de ligar a luz neon que estava escrito em letra cursiva a palavra "fechado" e minha mochila; tranquei a porta e sorri triste, voltaria em casa e provavelmente minha mãe devia estar dormindo pelo álcool no sofá que eu tinha comprado, e aquilo me deixava cabisbaixo.

Lembro exatamente do dia, quando sai e senti um flash em meu rosto fazendo eu ficar confuso, eu colocando o capuz encarando a vã e saindo andando em passos rápidos, o som dela saindo do lugar e começando a andar na minha direção, eu me virando largando a mochila prestes a correr até sentir meus braços sendo presos por trás e o grito que dei no dia, nunca vou esquecer. O homem me dando um soco e meu corpo sendo levado de jeito fraco pelo cansaço até a vã, meus soluços quando senti meus pulsos sendo presos e a agulha sendo enfiada em minha veia fazendo meu corpo ficar mole e sem forças, os flashs em minha direção e o som das fotos em um local todo borrado, por um minuto naquele momento, antes de desmaiar e sentir meu corpo encolhido no coro da vã, pensei se devia mesmo resistir para ficar acordado, porém eu segui esse pensamento e desisti deixando meu corpo cair sobre o banco de couro.

Por um minuto, naquele sonho falho enquanto estava desacordado, pensei que esse fosse meu fim; pensei que no fundo do poço que eu lutava a anos para sair, agora, as pedras desse poço estivessem caindo em meu corpo e me machucando, fazendo marcas, até eu acordar com pingos de chuva caindo sobre meu corpo fraco, enquanto braços me tiravam da vã; o cheiro era diferente daquele de Busan, era um cheiro ruim, eu olhava em volta e o borrado focava, as casas de pedaços de madeira e roupas nas janelas pobres, o caminho de terra; até eu olhar para frente e ver que estávamos entrando em um beco, uma estrutura diferente daquelas casas pobres, senti uma porta sendo aberta e meu corpo sendo levado de jeito cansado até um lugar que parecia extremamente burguês.

Havia um carpete vermelho combinando com as paredes bordo, vi vários quartos e corredores até chegarmos em um lugar que tocava música alta e havia muitas mesas com pessoas de terno e vestidos caros tomando vinho e outras bebidas alcóolicas com mulheres bonitas dançando nos palcos com roupas douradas, o cheiro de fumaça de cigarro e uma mesa com jogos de apostas, aquilo cheirava a inferno e dinheiro sujo. A música que tocava foi o único som que escutei até escutar uma voz vindo com uma risada falsa.

- Chegaram atrasados, estão ansiosos para ver ele. - Falou uma mulher estalando os dedos e senti meu corpo sendo levado até um lugar, que não conseguia ver, pois tinha sido apagado, novamente.

Quando abri os olhos eu estava em um quarto com móveis velhos e uma luz amarela; o cheiro era horrível porém suportável e meus braços e pernas estavam amarrados, minha roupa havia sido trocada para uma camisola branca de hospital, limpa e com cheiro de usada, tinha um espelho no quarto escuro que eu não conseguia me ver pela escuridão, até escutar a porta ser aberta com uma luz que me deixava com os olhos ardendo. Eram três homens de branco com máscaras de médico, luvas brancas e sorrisos fracos cada um, eles chegaram perto de mim e dois seguranças me levaram para outro quarto enquanto eu me debatia, um quarto novo, branco, com uma maçã e itens de médico.

Me colocaram na maca e os seguranças seguravam meus braços enquanto eu encarava os médicos de jeito com pavor; eles pegaram minhas pernas e abriram e jeito agonizante, gritei logo vendo uma mão forte sendo colocada sobre minha boca, fechei minhas pernas vendo os seguranças abrindo com tanta força que senti que iam quebrar, talvez pelo cansaço, ele observaram minha intimidade e senti meus olhos ardendo mais ainda, minhas pernas ardiam pela força que os homens usavam sem dó; até finalmente fecharem e os médicos surtiram pegando uma prancheta.

- Virgem e sem nenhuma infecção, intacto, como o imaginado. - Um dos médicos disse falando para o que anotava na prancheta.

- Perfeito. - Eles fizeram sinais positivos e me amarram novamente, me fazendo desmaiar pela terceira vez naquela noite, com um pano branco.

Quando acordei vendo o "céu" cinza, senti que a cor neutra me engolia, estava tudo em um borrão tão melancólico, eu escutava vozes e cochichos, movimentação, pensei que eu estava vivo, pensei que fosse apenas minha imaginação, que na verdade, eu estava no mercado pegando um cochilo pelo cansaço, mas quando escutei uma voz feminina gritando em um alto e bom som a palavra "Vendida!" e a gritaria feminina, quando abri os olhos de verdade, com tudo mais claro, vi uma garota saindo de uma "jaula" gritando com lágrimas nos olhos bonitos, senti que aquilo era meu trabalho.

- Me soltem! Por favor! Eu quero minha família. - Ela gritou aos prantos, até que vi uma mulher se levantando e pedindo aos guardas para levar a garota em pânico para algum lugar desconhecido, a mulher que a levantou tinha cabelos escuros e usava um vestido grudado no corpo na cor vinho, que destacava o corpo deliniado e o batom vermelho sangue.

Quando senti meus braços sendo pegos com força, não gritei; apenas chorei, como nunca tinha chorado na minha vida, a voz do segurança foi alta em meus ouvidos, mesmo sendo um sussuro.

- Não me faça te sedar novamente, imundo. - Homem de voz grossa disse apontando uma arma para a minha cabeça.

Meu corpo foi levado até atrás de uma cortina, vinho, o cheiro de dinheiro sujo e álcool misturado com fumaça de cigarro havia voltado, a cortina foi aberta com maestria e escutei a mesma voz que gritou "Vendida!" Anteriormente. Eu estava parado na frente de várias pessoas que conversavam animadas, minhas mãos estavam amarradas de um jeito que chegava a machucar, meus olhos esbocavam dor, uma luz vermelha estava fazendo meus olhos arderem em sintonia com a vontade de chorar.

- Senhoras e senhores, aqui está o tão aclamado Park Jimin! - A mulher disse ao microfone, com um sorriso e uma pose, com aquele vestido azul marinho que parecia valer uma fortuna. - Dezesseis anos, virgem, vindo de Busan, Coréia do Sul; cabelos acinzentados naturais, ômega perfeito e puro. -

Dois homens e uma mulher se levantaram no mesmo instante, os três seguravam drinks de cores diferentes.

- Cem mil pelo garoto! - Um dos homens com terno que aparentava ser caro gritou.

Eu estava sendo vendido, meus olhos transbordavam e eu observava cada pessoa.

- Trezentos! - O outro homem gritou.

- Quatrocentos mil e duzentos! - A mulher gritou quase deixando o drink caro cair.

- Quinhentos! - Eu olhei a mulher nos fundos com os olhos arregalados, era muito dinheiro.

Coloquei as mãos em meu peito, tentando me abraçar, me dar apoio em meio a soluços mudos, várias pessoas se levantavam mostrando o dinheiro vivo, com placas com a quantia jogada, até uma voz feminina gritar de jeito estridente fazendo todo o local virar um vácuo mudo.

- Um milhão de euros pelo garoto! - A mulher gritou.

Todos pareceram se chocar, até mesmo a mulher que se apresentava, a mulher que havia gritado o número chocante segurava um drink laranja e tinha traços coreanos e um cabelo preto que parecia ser natural, traços bonitos e um vestido por baixo do sobre tudo.

- Mais alguém? - A apresentadora perguntou dando um sorriso falso. - Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três, vendido para a Sra.Jeon do clã dos Jeon!

A mulher andou tirando o sobre tudo mostrando o corpo bonito dando o casaco para um segurança segurando o drink, tinha um rosto amável e um sorriso divertido no rosto; os homens ricos apreciavam a mulher que parecia ser multi-bilionária que vinha até mim, parecia uma chefe com aquele vestido vermelho e o drink que parecia escocês; ela sorriu para a apresentadora de forma falsa pedindo para o segurança me levar para algum lugar, ela veio até mim sorrindo, ela era realmente muito bonita, tinha peitos grandes e curvas que eram de dar inveja para qualquer coreana.

- Vamos para casa querido, vou te tirar daqui ok? Respira fundo. - Ela pediu com um sorriso doce que por um momento, senti ser até materno.

O segurança me levou de forma diferente, como uma verdadeira mercadoria cara, agora ele me levava de jeito delicado até um carro que parecia valer uma mansão inteira; a mulher veio ao lado conversando com um homem e terno e deu a quantia, eu fui colocando no banco do carro com o corpo amarrado até escutar a porta sendo aberta e a mulher se sentar, com o dinheiro que ela aparentava ter, devia ter um mordomo não é?

- Oh querido, sinto muito mesmo por aqueles seguranças idiotas. - Disse suspirando triste, ela me desamarrou e viu minhas mãos trêmulas e geladas e segurou elas. - Não sinta medo de mim, eu não vou te estuprar ou te machucar como aqueles homens idiotas iriam, meu nome é Jeon Chungha, é um prazer conhecer você. - Deu um sorriso tão amável, que sentia que conhecia ela a anos, mas o meu medo não saía. - Quando chegarmos, você vai ter um quarto apenas para você, vai comer bastante e tomar melhor banho do mundo, eu garanto. - Ela riu fraco tirando as cordas dos meus pés, me dando um sorriso. - Por favor não chore. - Falou passando o dedo por baixo dos meus olhos tristes. - Pode falar comigo, aquela maldita falou que você não é mudo, quer dizer, se for não tem problema nenhum. - Falou atrapalhada, me fazendo rir pouco, fazendo ela dar um sorriso. - Céus, seus cabelos são lindos! - Falou enrolando a unha em um dos fios prateados quase loiros.

- Para aonde vamos senhora? - Perguntei trêmulo vendo ela tirar a mão lentamente.

- Para Seoul. - Falou sincera. - Você não é meu, mas vou ficar um pouco com você, para você se acostumar, você vai conhecer duas pessoas legais que comprei aqui, já foi para Seoul querido?

- Não. - Falei baixinho.

Sempre sonhei em ir para Seoul, vi na televisão que é um lugar tão lindo.

- Então vai conhecer, você vai adorar, assim espero. - Disse ligando o carro que fez um barulho assustador, eu olhava pela janela do carro que tinha pingos modestos de chuva, estava de noite e a única coisa que brilhava e enfeitava o azul do céu era os postes que piscavam entre si.


Notas Finais


A estória se passará na França.

Obrigada mil milhões de vezes, infinitamente, para a capista que fez essa capa perfeita, muito obrigada! Ela ficou incrível ♥ @plasweet


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