História SLUT . bughead - Capítulo 18


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Jason Blossom, Joaquin, Kevin Keller, Polly Cooper, Reginald "Reggie" Mantle, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Archie, Barchie, Betty, Blossom, Bughead, Cheryl, Choni, Cooper, Dark Betty, Elizabeth, Hot, Jones, Jughead, Lodge, Riverdale, Toni, Topaz, Verônica
Visualizações 782
Palavras 1.044
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


🍁 : Boa noite, anjos. Primeiro, quero dar a explicação por não ter postado ontem... Fiquei sem internet desde as 17h da tarde e só voltou hoje antes do meio-dia. Porém, sem enrolação hoje! Tenham uma boa leitura e votem e comentem muito ♡

Capítulo 18 - 1.5


Fanfic / Fanfiction SLUT . bughead - Capítulo 18 - 1.5


O olhar que recebia a penetrava a alma, Elizabeth deu um sorriso de canto que confessava estar adorando a situação. Sem saber o que fazer direito, andou até ele e resolveu ir falar, só dar um oi já que tinham se visto (não queria dar a impressão que era mal educada). Ou pelo menos, tinha a intenção de fazer somente isso.

— Oi, chefinho. – o hálito de bebida alcoólica adentrou nas narinas de Forsyhe, que balançou a cabeça negativamente pensando em como ela se colocavam em uma situação daquele jeito.

— Nunca pensei que fosse lhe ver dessa forma, Cooper. Você trabalha na minha empresa e a representa assim?! – ele diz incrédulo.

— Só represento a “sua” empresa – a loira diz dando ênfase na palavra sua – quando estou em horário de trabalho, e você só é meu chefe na mesma situação. Não tente me controlar! – as palavras de Elizabeth saíam da boca da mesma numa rapidez que assustava o moreno. – com licença, vou ir me divertir e do jeito que eu quero.

Elizabeth saiu da frente do chefe, que ficou paralisado com o que acabara de acontecer. Ao chegar na mesa, recebi elogios pela apresentação que nas palavras de Cheryl, foram dignas de um Óscar.

Betty riu e agradeceu, pedindo mais uma bebida e indo até o lado de fora para ver o que acontecia na rua. Ao ver o ato da loira, Forsythe pôs se a ir atrás dela.

— O que você quer, cara? – Elizabeth diz ao perceber a presença do seu chefe, mais uma vez. – Se você vier aqui me dar um sermão, é melhor voltar para seu mundinho de gente rica se não quiser receber um chute bem no meio de suas pernas.

A cada minuto que passava, Forsyhe se assustava mais com as atitudes da loira, entretanto, ao mesmo tempo se divertia. Nunca iria imaginar que ela – alguém tão educada, na empresa – estaria o ameaçando chutar suas genitálias. Era cômico! Seriam a mesma pessoa? Poderia haver uma chance da mesma ter uma irmã gêmea? Riu consigo mesmo, claro que ela não tinha. A única irmã que ela tinha e o relacionamento entre elas não era tão bom assim, era Polly Cooper.

Contudo, não sabia o motivo de não serem tão unidas e nem o interessava. Polly era casada com Jason Blossom, irmão gêmeo de Cheryl Blossom, que também não se falavam por motivos familiares; além de ter dois filhos gêmeos, um garoto e uma garota. Os seus pais haviam morrido em um acidente de carro, mas muitos especulavam que tinha sido armação por causa dos muitos grupos que tinham repulsa do trabalho que ambos faziam, os jornais que escreviam sem se importar com a vida e os sentimentos alheios.

— Quero conversar com você, apenas. – disse simples sentando ao lado da loira no banco de madeira, enquanto ela bebia um copo exageradamente cheio de cerveja.

— Não temos nada para conversar, somos de mundos diferentes.

— Isso é o que você acha.

— O que é que você quer?! – ela olhou séria para ele – Sei que não quer conversar.

— Apenas isso. – disse e aproximou o seu rosto ainda mais de Elizabeth que, mesmo bêbada corou ao perceber o que iria acontecer.

Ainda assim, ficou paralisada. Ao mesmo tempo que queria, sabia o quão era errado, mas era como ela havia dito, ali eles eram apenas Elizabeth e Forsyhe e não chefe e funcionária. O único receio era interferir no relacionamento profissional, mas tudo isso saiu dos pensamentos de Elizabeth quando os seus lábios tocaram os deles, de início o beijo era calmo e delicado. Entretanto, tudo mudou quando Forsyhe pôs a mão em volta do corpo da loira, puxando-a para mais perto de si e o ar lúbrico começou a surgir entre os dois.

Continuaram ali por alguns minutos, agora estavam em pé trocando beijos e carícias até Elizabeth cair em si e por impulso, chutar a genitália de Forsythe que se curvou tentando controlar a dor que sentia.

— Não sou as vadias que você acha por aí quando quer, Sr. Forsyhe. – dito isso, ela sai.

O que deu nela? Era tudo que rondava a cabeça do moreno, além da dor que sentia. Permaneceu ali por alguns minutos, esperando tudo normalizar e depois, foi embora. Sua noite já havia tido coisas demais, precisava dormir. Amanhã, teria coisas pendentes a resolver e exigiria paciência dele próprio para lidar. Pegou sua chave no bolso e caminhou até o seu carro, dando partida em direção a sua casa.

Do lado de dentro do bar, todos tentavam fazer a loira ir embora enquanto a mesma, lutava para ficar mais um pouco. A condição dela era horrível, nem ao menos andar sem cambalear a mesma conseguia.

Com muito esforço, Cheryl e Elizabeth já estavam entregues e de frente a casa da loira; o objetivo agora seria fazer a mesma tomar um banho e uma xícara de café, para no fim, dormir. Evidentemente, Betty relutou várias vezes para não tomar banho enquanto choramingava que a água estava fria; logo depois, após vestida com um pijama de bolinhas (o primeiro que Cheryl havia achado em meio a tantas lingeries e pijamas curtos, mas não confortáveis o suficiente) a ruiva colocou-a sentada na cadeira, enquanto ela olhava para um ponto fixo, calada, com o olhar vago e tomada pelo sono. O copo de café foi colocado na mesa, assustando a loira e fazendo Cheryl encostar na cadeira tentando relaxar, estava cansada apesar da noite ter sido muito boa na companhia de todos, principalmente na de Toni. Sorriu boba ao pensar nela, mas logo voltou a realidade.

— Toma. – Cheryl diz simples e Elizabeth a obedece.

Quando terminou, com a ajuda da ruiva foi colocada na cama e levou a coberta grossa até a cintura da mesma. Cheryl suspirou, amanhã ela teria uma ressaca das piores. Apagou as luzes, indo até o quarto onde estava dormindo e se jogando na cama, tirando a roupa e deixando de lado a limpeza de sua maquiagem, se sentia cansada. Entretanto, feliz com o que vinha ocorrendo na sua vida, isso fazia ela querer não voltar para Nova York e continuar na sua cidade natal, tinha um bom dinheiro guardado. Pensaria melhor depois e com calma, vendo os prós e contras.



Notas Finais


Até o próximo, babysss ♡ Estão gostando? Alguma crítica?


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