História Slut ; bughead - Capítulo 24


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Jason Blossom, Joaquin, Kevin Keller, Polly Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Archie, Barchie, Betty, Blossom, Bughead, Cheryl, Choni, Cooper, Dark Betty, Elizabeth, Hot, Jones, Jughead, Lodge, Riverdale, Toni, Topaz, Verônica
Visualizações 198
Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tardeee, tudo bom? Espero que sim! Não vou enrolar aqui, mas leiam as notas finais por favor :((

Capítulo 24 - 2.1


Fanfic / Fanfiction Slut ; bughead - Capítulo 24 - 2.1

A solução para sair dessa enrascada foi inventar uma desculpa para ambos de que já tinha compromisso. Não poderia deixar a parecer que eu iria dar espaço para um relacionamento com meu chefe, ainda que eu ache que já era tarde demais devido as conversas por meio do Instagram que eu e ele tínhamos.

Depois de um bom tempo conversando com Cheryl sobre assuntos aleatórios e planejando o que iríamos fazer para aproveitar esses últimos dias dela em Riverdale (caso ela decidisse que iria voltar para NY). Ainda assim, era preciso que ela voltasse para fazer algumas campanhas que já tinha assinado o contrato ou então, ela pagaria uma multa e provavelmente, não queria.

Deitei na cama pensando o que faria no dia seguinte, além de ir trabalhar e cheguei a conclusão de que durante a noite, iria atrás do que aconteceu no sábado. Ou seja, iria até o bar e perguntaria se dono de tinha câmeras de segurança naquele local. Rezo para que a resposta seja positiva e eu, finalmente, tire isso de minha mente como se fosse uma incógnita que no fim, tenha uma solução exata. Em segundos, apago em um sono profundo e ao mesmo tempo, tão bom quanto a de um bebê.

Acordei com o despertador tocando, preguiçosamente estico o meu braço, desligo-o e volto a cama afim de ficar mais cinco minutos para então levantar.

De repente, ouço a voz aguda de Cheryl dizendo para que eu levantasse (se não quisesse me atrasar) e uma mão me balançando, murmuro algo baixo e sem conexão alguma, abrindo os olhos devagar para me acostumar com a luz solar que entrava no quarto após a ruiva ter aberto a janela.

— Que horas são? – pergunto me espreguiçando em seguida.

— Vinte para as oito. – ela me responde e assim que eu raciocínio, dou um pulo da cama.

— Como assim?! Eu acabei de desligar o despertador já se passaram mais de uma hora? – digo indignada.

— Isso se chama: Inércia do sono. Acontece que você dormiu e acabou acordando de forma abrupta de um sono.

— Ok, ok. Depois você me explica e, obrigada por me acordar.

Ando rumo ao banheiro sem ao menos pegar a toalha. Escovo os dentes, tomo um banho rápido, visto minha roupa e pego a minha bolsa com alguns acessórioswue colocarei no caminho, inclusive maquiagem.

Com as mãos, desembaraço alguns fios que estavam em forma de nós enquanto esperava um táxi chegar. Eu não esperaria o carro que me trouxera e levara ontem, não tinha garantias de que aconteceria novamente.

Já dentro do táxi, pego o meu espelho e passo em meus lábios finos apenas um gloss, nos olhos um rímel e por fim, coloco as coisa na bolsa novamente.

Quando chego a empresa, passo sobre a catraca com a minha identificação de funcionária e ando até o elevador distribuindo sorrisos tímidos e alguns "bom dia" para os outros funcionários.

Chego em minha sala e vejo um papel em cima da mesa que não estava no dia anterior, chego mais perto e leio. Não era nada demais, apenas um aviso de que teria uma reunião com alguns funcionários na sexta-feira. Pego-o da mesa e coloco dentro da minha agenda para não esquecer.

O dia foi normal por não ter nada muito elaborado para fazer, redigi um texto sobre algo que vinha sendo polêmico: aborto. Mais especificamente, a legalização do aborto e nós, como algo público não poderíamos expôr a nossa opinião. Tínhamos que fazer algo sem dizer se éramos contra ou a favor e nem favorecer aos lados. Quando terminei tudo, bati o ponto colocando o meu polegar em uma máquina onde era cadastrado os horários que eu saia e entrava na empresa. No final do mês, as horas seriam contadas para assim analisar se eu tinha cumprido meu horário certo.

Red and Black era um pouco mais rigorosa que Blue and Gold, mas ainda assim, eu  acho que gostarei mais. Me sinto mais confortável, apesar de sentir falta de Verônica e Toni. Apesar de sentir ciúmes da namorada da minha prima (se assim posso mencionar, pois se não são  namoradas, não irão demorar de ser). Com certeza as chamarei para passar uns noite comigo e Cheryl e sei também que o casalzão Choni (nome  dado  por mim) irão para o quarto curtir a sós.

A noite chegou e eu estava ansiosa e nervosa. Sobretudo, criando coragem para voltar aquele bar novamente. Não sabia o que me esperava lá. E se meu ex chefe estivesse lá? Como eu iria agir? Não dava para bancar a raivosa para sempre, eu estava ciente disso.

Saí de casa e em poucos minutos eu estava em frente ao bar. Num momento de insanidade e coragem para ir em frente, entrei dentro do bar.  Pedi ao barman que chamasse o gerente ou, de preferência, o dono.

Em pouco tempo, o dono estava a frente de Elizabeth e a mesma explicou a situação que se encontrava. Com o total consentimento, foram até a sala de vídeo onde tinha imagens das câmeras de segurança.

Foram necessários apenas cinco minutos para eu ficar boquiaberta com o que fiz. Eu não sabia de ficava orgulhosa de mim ou se batia em minha própria face. Se Cheryl estivesse aqui, já posso ouvir ela dizendo: "bata na sua cara antes que eu bata" e, isso é típico dela.  Como eu fui capaz de chutar o meu próprio chefe, digo... Ex chefe.

Sim, eu sei que ele tem uma autoconfiança hiperbólica mesclada a um narcisismo megalomaníaco patológico, acentuado por um excesso de comentários femininos incompatíveis com a realidade. Mas isso não é motivo para eu chutar ele, sendo o meu chefe.

Agora eu entendo, e me sinto orgulhosa de não ter caído na lábia desse... Seja lá o que ele for. Agradeço ao dono do bar e saio do mesmo, mal posso esperar para contar tudo para Cheryl. Ela vai amar.



Notas Finais


FOCA AQUI AGORA RSRS

eu tô com uma adaptação sprousehart e eu queria muito que vcs lessem!!!

Se chama Lolita, mas não é um romance. A história é de Cole um homem de meia idade que tem um relacionamento com Lili, de 14 anos.

Mais uma vez: não é um romance, não estou romantizando o abuso. A história relata o sofrimento de Lili e tals. Vai lá please!

Até o próximo, xoxo.


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