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História Slynterin Love - Imagine Draco Malfoy - Capítulo 5


Escrita por: Imaginedetudooo1972

Notas do Autor


Bah noiteeeee!

Mais um cap ai pra vcs!

Capítulo 5 - Bezoar.


As vezes algumas coisas são boas demais para ser verdade.

S/N não conhecia ninguém na Sonserina. E também não fazia questão. Ela só queria estudar, e seguir sua vida.
Mas as implicações começaram. S/N achava que se não se enturmasse ninguém a notaria. Mas aconteceu o contrário.

Os companheiros da casa a julgavam ser uma garota muito estranha. E pessoas estranhas desse jeito, para eles, mereciam ter a vida transformada num verdadeiro inferno.

As coisas iam tão mal que S/N já começava a se arrepender de ter negado a oportunidade de ir para a Grifinória.

Ela havia achado pessoas 30 vezes pior do que Mcllagen ou qualquer outra criança enxeridas do orfanato.

O que acontece é que eles não sabiam com o que estavam brincando. Nenhum deles tinha ideia de que estavam perturbando a neta de uma maledictus e um obscuro.

S/N se esforçava muito para manter suas habilidades em segredo. Mas eles sempre subiam um nível a mais toda vez que a perturbavam.

S/N, um pouco estressada, se sentava agora em uma carteira da sala de poções. Snape ainda não havia chegado, o que era algo bom, visto que ela quase chegara atrasada em sua primeira aula de poções.

A menina estava tão absorta com seus pensamentos que não viu um aviãozinho repousar em sua mesa.

Mas ao notá-lo, abriu depressa. 

Uma ira nunca sentida por ela lhe apossou naquele momento. Nada muito grave, mas o clima no lugar de onde o avião tinha vindo esfriou.

Ao se virar, deu de cara com Draco. Ele tinha a cara totalmente preta, pois o tinteiro da sua mesa misteriosamente havia saltado em sua cara.

A maioria dos alunos que estavam ali se desmancharam em risadas.

Mas S/N aproveitou para encarar o menino. Malfoy saiu aterrorizado da sala aos berros, o que fez S/N dar um pequeno sorriso.

Snape chegou, e tudo voltou ao jeito em que estava antes. Ele se apresentou, explicou a matéria e fez algumas anotações no quadro.

Snape: Vocês estão aqui para aprender a ciência sutil e a arte exata do preparo de poções. - ele falava enquanto andava, de um lado para o outro. - Como aqui não fazemos gestos tolos, muitos de vocês podem pensar que isto não é mágica. Não espero que vocês realmente entendam a beleza de um caldeirão cozinhando em fogo lento, a fumaça a tremeluzir, o delicado poder dos líquidos que fluem pelas veias humanas e enfeitiçam a mente, confundem os sentidos... Posso ensinar-lhes a engarrafar a fama, a cozinhar a glória, até a zumbificar, se não forem o bando de cabeças ocas que geralmente me mandam ensinar.

Nenhuma reação ao seu discurso, a não ser Rony e Harry que trocaram olhares, ligeiramente, mas que não passaram despercebidos por Snape.

Snape: Potter - disse Snape - O que eu obteria se adicionasse raiz de asfódelo em pó a uma infusão de losna?

Potter ficou confuso. S/N sabia a resposta, mas foi Hermione quem levantou a mão.

Harry: Não sei senhor. - disse Harry.

Snape começara a tirar proveito da situação.

Snape: Vejamos.. A fama não é tudo, pelo visto..

Hermione continuava com a mão erguida, mas Snape fingia não ver.

Snape: Potter.. Se eu lhe pedisse, onde você iria buscar Bezoar?

Harry: No seu armário, senhor?

A turma inteira riu. Até S/N dera um sorriso irônico.

Snape: Menos 2 pontos para a grifinória. - disse Snape a Harry, para em seguida reparar em S/N - Do que ri, senhorita Davies? Suponho que saiba a resposta.

Alguns alunos da sonserina riram. Inclusive Draco, que tinha voltado a pouco tempo, mas que ainda tinha a cara um pouco escura.

S/N: Sei, sim senhor. - disse a garota, para espanto de Snape. - Se o senhor me pedisse para procurar Bezoar, eu procuraria no estômago de uma cabra.

Snape ergueu as sombrancelhas. Não esperava que a garota respondesse, muito menos corretamente.

Snape: Bem colocado senhorita. 2 pontos para a Sonserina.

S/N sentiu os olhares de alguns colegas.

"Mandou ver S/N!" " Valeu".

Mas o grupo que a atormentava não esboçava nenhuma surpresa.

Terminada a aula de poções, S/N esvaziou seu caldeirão com um feitiço, e pegou os materiais para sair da sala.

Hermione não suportava nem olhar nos olhos da menina. Quando estava passando perto de um corredor, ela ouviu a garota se reclamar em altas vozes.

" Trapaça! Eu não sei como vocês conseguem falar com ela! Ela é estranha, faz coisas absurdamente estranhas e é da Sonserina, como vocês conseguem ser amigos de uma garota assim?"

" Veja só Hermione, você reclama que falamos com S/N mas olhe só, nós falamos com você! " disse Rony.

A menina saiu de perto dos dois furiosa, mas com lágrimas nos olhos.

Por um momento S/N teve pena dela. Mas então se lembrou das coisas horríveis que Hermione tinha dito sobre ela.

S/N foi direto para as masmorras.

Ela foi até a sala comunal, e guardou o frascos e o caldeirão. Tinha resolvido ir a biblioteca, mas isso implicava em ter que deixar Métis no dormitório, porém, S/N não confiava nem um pouco nas colegas de quarto. Então decidiu levar a serpente, em seu tanque. E se tivesse oportunidade, talvez a soltasse pelo gramado para brincar um pouco.

S/N: Colloportus - disse S/N apontando a varinha para o malão, para garantir que ninguém mexeria em suas coisas. - Caterwauling - disse mais uma vez, para garantir que se alguém se aproximasse ela saberia, pois o feitiço funcionaria como um tipo de alarme.

A menina saiu do dormitório levando a serpente, seu diário, uma pena e um tinteiro. 

 Levicorpus - disse S/N se dirigindo à cobra, e no mesmo instante o tanque flutuou. O mesmo levitava e seguia S/N onde quer que ela fosse.

Não havia muitas pessoas na biblioteca, então S/N arriscou conversar com a serpente. 

- Por onde devo começar Métis? Há tantos livros aqui..

- Aqui. - a cobra fez sinal para uma parte da estante.

- Tem razão. - havia ali uma estante com a placa: " Criaturas Mágicas ".

S/N desfez o feitiço de levitação e repousou a serpente em cima da mesa próxima a estante. Em seguida, repousou uma pilha de livros antigos.

Métis observava curiosa do Tanque.

uma Maledictus é portadora de uma maldição que atinge apenas mulheres e que é passada de mãe para a filha. Esta herda a capacidade de se transformar em uma fera e está condenada a, em algum momento, viver na forma dessa besta para sempre. "

Interessante - pensou S/N.

"  Existe uma maldição de sangue tão antiga quanto a própria bruxindade, tal bruxedo é passado de geração e geração e sempre para as mulheres da família dando a elas a habilidade de transfigurar-se a vontade em um terrível animal de aspecto predatório similar a uma raça existente porém nunca antes vista. Mas com o passar dos anos as Maledictus perdem o controle gradualmente de seus poderes até o fatídico dia que irão tornar-se para sempre uma besta." - dizia outro livro.

Ótimo. - pensou S/N - Por hora sei que a maldição só atinge mulheres, e que é tão antiga quanto a bruxindade. Não é possível que uma pessoa no mundo bruxo não tenha estudado a fundo as Maledictus.

" A transformação ocorre geralmente entre os 29 e 33 anos de idade. Sempre se transformando em um grande predador, semelhante à criaturas não-mágicas, porém com características incomuns e ainda mais predatória que a espécie. 

Nunca vivem em sua forma humana mais de 34 anos." 

" Depois de transformadas definitivamente, não podem usar magia."

" Emoções muito fortes podem causar a transformação. Porém, a transformação definitiva não requer emoções tão fortes."

S/N procurava na pilha outro livro.

Abriu um que de todos aparentava ser o mais antigo, não era possível nem mesmo ler o título.

Havia imagens de diversas criaturas mágicas , e por sorte estavam organizadas em ordem alfabética.
A menina não perdeu tempo em procurar pelo M.

Maledictus. Achei! - comemorou a menina.

As páginas estavam apagadas, mas ainda havia algo que podia ser lido.

" Podem ter quaisquer habilidades mágicas, exceto animagia e metamorfomagia. "

Então uma maledictus não tem um tipo de ligação com um Animago, ou um ser metamorfomágico. - disse S/N em voz baixa.

S/N escrevia sem parar no diário. Foi então que percebeu que a biblioteca estava prestes a fechar.

Antes que alguém pudesse ver os vários livros espalhados na mesa e onde eles estavam abertos exatamente, a menina os fechou e os colocou no lugar. Mas se deparou com um pequeno livro fininho com o título "Caça às Maledictus".

S/N: Não vai dar tempo de ver, vou ter que pedir emprestado. - a menina se dirigiu a Métis. - Vamos Métis, ainda quero soltá-la um pouco.

S/N se encaminhou à bibliotecária e fez o registro que era preciso ter para poder pegar os livros.

Em um minuto, ela levava o livro e o tanque com a cora dentro pelas escadarias.

A menina desceu até os jardins e se sentou em um dos banquinhos que haviam perto. 

S/N: Vai ter que ser rápida Métis, está quase na hora de ir dormir.

S/N abriu a tampa do tanque e deixou que a cobra saísse.

" Serei rápida "

E lá se foi a cobra pela grama.

E como prometera, 10 minutos depois estava de volta. Ela entrou de bom grado no tanque, e seguiu com a dona para as masmorras.

Não havia ninguém pelos corredores, então podiam conversar sem problemas.

S/N: Sabe Métis,esse tanque está muito sujo. Vou ter que limpá-lo amanhã, mas você tem que me prometer que não vai sair da cama.
As pessoas aqui não confiam em você como eu confio, sabe? É horrível ter que ficar trancada aí o dia inteiro, mas eles acham que você é perigosa.

E claro que você não é, mas estive pensando em deixar você dormir comigo na cama em vez do tanque.

Sim, eu adoraria.

S/N: Métis, você já foi humana?

Não, S/N. Sou apenas um animal mágico..

S/N: Que pena.. Mas faz sentido. Você tem um veneno altamente prejudicial, porém as maledictus se transformam em cobras de porte maior. Foi o que vi no livro.

É uma pena eu não poder ajudá-la..

S/N: Ah não fique triste. Tenho certeza que algum dia vamos encontrar alguma coisa.

Não havia mais ninguém na sala comunal, exceto Draco.

S/N tentou passar reto, mas o menino achava que toda hora era hora de implicar com S/N.

Draco: Foi dar um passeio com a cobra? Garota estranha.

Métis sibilou dentro do tanque.

S/N:  E se eu tiver ido? A cobra é minha e não sua, estou certa? - disse secamente.

O menino se levantou da poltrona em que estava.

Draco: Tome mais cuidado com os modos, Davies. Seus pais não lhe ensinaram nada? Acho provável que não.. Será, que você tem pais Davies?

S/N estava fumegando. Sem perceber, a tampa do tanque escorregou, e Métis saiu de dentro dele. Porém ela tinha os olhos vidrados em Malfoy.

Draco: Pegue a cobra Davies. - Disse Draco. Mas S/N não estava ouvindo. - Davies.. - O menino tremia feito vara verde. -S/N!!

Métis tinha investido contra Malfoy, e só agora S/N tinha se dado conta que deixara o tanque aberto.

S/N: Métis, volte. - disse pela ofidiolglossia.

Garoto insolente.. - disse a cobra se afastando - Ele verá o que é educação quando eu cravar minhas presas nele.

S/N: Não se preocupe Métis - disse agora, na linguagem normal. - Tenho certeza absoluta que Malfoy não vai repetir o que disse outra vez.

Draco: Você é maluca! - disse tropeçando.

S/N: Cuidado Malfoy. A tampa ainda está aberta - disse S/N se aproximando do menino, que nunca estivera tão branco. - Hoje eu assisti a um belo espetáculo em sua mente na aula de poções. - Draco engoliu seco ao pensar que ela entrara na mente dele. - Ouse contar o que acabou de ver, e vai sentir as presas de Métis em você. - ameaçou S/N, fazendo com que Draco encarasse os olhos cor de âmbar da cobra. - Tenha uma boa noite, Malfoy.

E assim saiu S/N, deixando Malfoy estatelado no chão aterrorizado. A menina entrou no dormitório, e deu de cara com as colegas de quarto ao redor de outra.

Astória: Olha só o que você fez!

Pansy, uma garota mesquinha que andava com Draco, estava com a cara cheia de furúnculos.
S/N olhou bem no fundo dos olhos de Astória. A mesma saiu rapidamente da frente, para que S/N pudesse falar com Pansy.

S/N: Sinto muito senhorita Parkinson. Mas isto é o que se ganha quando se mete a cara no que não lhe pertence. E eu lhe digo mais - disse S/N, apavorando ainda mais a menina. - Não repita o que fez, ou vai acabar tendo mais do que furúnculos nessa sua cara de taxa. - e se virou para as outras.

S/N: Devo avisar às senhoritas que a minha cobra de estimação dormirá comigo na cama esta noite, e não no tanque onde eu costumo deixá-la. Se tentarem algo e ela atacar, eu não me responsabilizarei pela morte de nenhuma das três. Agora se me dão licença, eu preciso dormir. Tenham uma boa noite.

 

 



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