História Smells like teen spirit - Drarry - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Percy Weasley, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black
Tags Abo, Draco!bottom, Drarry, Harrytops, Jamesxsirius, Linny, Potfoy, Romione, Talvez Mpreg
Visualizações 989
Palavras 2.290
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


essa fic é muito minha bebê e eu fico triste pq mt gente não vai ler essa belezura pq me odeia (não aceitam o final de accidentally), uma pena pra eles? Nenon?

Boa leitura!

Capítulo 4 - Three


Fanfic / Fanfiction Smells like teen spirit - Drarry - Capítulo 4 - Three

Draco

Hoje seria o dia da minha primeira consulta com a psicóloga.

Eu não tenho a mínima idéia de como começar, talvez eu vá direto à parte mais pesada, como a grande tristeza que eu sinto, à angústia, o arrependimento, à confusão que eu sinto sobre tudo, a sensação de insuficiência e outras mil coisas ruins.

Enfiei as mãos no bolso central do moletom verde escuro. Eu estava todo fodido.

E se eu começasse pelo básico? Falando meus dados e coisas do gênero. Mordi o lábio, ela deveria já ter tudo isso escrito em uma pasta com meu nome.

Eu realmente não fazia a mínima idéia do que iria dizer.

Estava ansioso, ainda por cima, e sei que se falar isso para ela provavelmente serei encaminhado para algum psiquiatra que me recomendará remédios. E aí, além de depressivo e paraplégico, virarei um vegetal drogado.

Okay, agora eu estava exagerando, mas não é como se eu tivesse muito sobre o que pensar.

Eu sou agora, oficialmente, um desocupado que vive do dinheiro dos pais. Eu não me consideraria inválido, porque tenho plena noção de que posso sim conseguir minha independência e um trabalho que me remunere bem. A grande questão é: Por que eu trabalharia se posso viver dormindo na caverna escura e fria que chamo de quarto?

Lá é o único lugar onde me sinto confortável e ainda que, às vezes, odeie mais que tudo aquele lugar, não possuo a coragem necessária para sair.

Muitas vezes cogitei retornar à universidade, mas meu maior medo é não conseguir lidar com os olhares de julgamento que eles dirigirão à mim quando me virem preso à está cadeira maldita.

Moda sempre foi o meu sonho, ter um grande ateliê e uma confecção de roupas criadas por mim. Minha maior satisfação como profissional seria ver alguém usando uma de minhas peças.

Mas eu não planejava criar uma grande marca, queria algo mais local, nunca gostei muito de chamar atenção. Bem, depende da situação.

- Draco Malfoy! - Meu nome soou alto pela sala vazia da recepção do consultório da psicóloga.

Ergui meu rosto, que antes estava apoiado sobre minha mão, e, dirigindo a cadeira através do joystick, fui em direção à sala.

Uma mulher alta abriu a porta para mim, dando-me espaço para entrar. Uma poltrona havia sido arrastada, dando lugar para mim colocar minha cadeira, bem em frente à uma segunda poltrona, para onde a psicóloga se dirigiu.

- Bom dia, Draco, como está? - Perguntou, sentando-se e cruzando as pernas.

- Não muito bem e você? - Mordi a ponta do dedo.

- Bem, me chamo Minerva McGonagall, mas pode me chamar apenas de Minerva, se preferir. - Sorriu, deixando seu rosto marcado com as linhas de expressão devido à idade.

Seus óculos eram fundos e bonitos, tinham um formato estilo "gatinho", seus cabelos castanhos e grisalhos estavam presos em um coque apertado e ela era alta. E beta.

- Muito prazer! - Estendi minha mão.

A partir daí conversamos demais, eu chorei um pouco e mal vi o tempo passar.

Quando saí de sua sala, cinquenta minutos depois de entrar, me sentia dez quilos mais leve, vinte porcento mais feliz e com o rosto inchado.

Eu falei sobre o acidente, sobre meu tempo no hospital, sobre me sentir sozinho depois que meus falsos amigos me abandonaram quando eu mais precisei, e Harry.

Tudo resumidamente e Minerva me indicou escrever um diário, para que quando algo acontecesse durante a semana em um dia longe da próxima consulta, eu escreveria e nós falariamos sobre, se eu quisesse.

E sobre Harry... Ela me ajudou a entender que, se eu gosto dele, é bom me confessar. Como se fosse fácil...

A primeira coisa que ele faria seria se desculpar e a segunda seria me passar para um novo fisioterapeuta.

Descidi guardar para mim, se eu não posso tê-lo, pelo menos posso conteplá-lo sempre que possível.

(x)

Eu estava me tornando um stalker.

As redes sociais de Harry, como twitter e instagram, havia se tornando mais interessante do que uma série de televisão cheia de plots twists.

Algumas coisas não me agradavam muito, como os comentários cheios de elogios em suas fotos, mas outras coisas, como as citadas fotos, me enchiam de alegria.

E agora eu possuía a certeza de que meu fisioterapeuta era alérgico a tirar fotos com camistas.

O que mais eu via em meus momentos de stalker eram seus mamilos ao vento!

Era satisfatório, na verdade.

- Querido? - Mamãe me chamou, com seu rosto enfiado através da abertura da porta.

- Sim? - Desviei os olhos de um dos tweets de Harry, que reclamava de seus irmãos mais novos, os gêmeos de quinze anos.

- Eu, Lottie e seu pai iremos sair para almoçar no seu restaurante favorito, quer ir? - Perguntou.

Fiz uma curta careta e neguei com um aceno de cabeça.

- Não tô muito afim, mas obrigado pelo convite. - Agradeci gentilmente. Estava procurando tratar minha mãe melhor, e mesmo que ainda negue seus múltiplos e comuns convites para sair, pelo menos agora a respondo sempre que me convida.

- Tudo bem. - Senti-me mal quando vi um pequeno brilho de lágrimas surgir em seus olhos. - Não esqueça que hoje Harry virá em um horário diferente.

- Horário diferente? - Franzi o cenho, confuso.

- Sim, ele me mandou uma mensagem pedindo para avisar você que chegará vinte minutos atrasado.

- Ah, okay. - Concordei um pouco emburrado, até minha mãe tinha o número de Harry e eu não.

Ela acenou, se despedindo e saiu, fechando a porta. E eu voltei para a minha super investigação, estava destinado a descobrir quem era "@weasleyking".

(x)

- Boa tarde, desculpe a demora, mas acho que sua mãe já avisou que eu iria me atrasar. - Harry entrou no quarto, segundos depois de ter batido duas vezes na madeira da porta.

Tempo o suficiente para mim baixar a tela do notebook e enfiar o mesmo debaixo do travesseiro.

- Sim, ela avisou, e sobre isso... - Cruzei meus dedos, reunindo coragem antes de falar. - Acho melhor... Hum... Você começar a enviar as mensagens para mim, já que eu sou seu paciente e não têm porque ficar perturbando minha mãe com isso.

Eu sou um gênio!

- Claro, tudo bem. - Abriu um dos bolsos da mochila preta que usava e dele retirou um cartãozinho, que logo me entregou em mãos. A ponta de nossos dedos se tocaram e mordi o lábio para evitar soltar algum som constrangedor.

Eu estava sensível, isso sim!

Olhei o cartão, vendo que era um simples cartãozinho para contato, com o nome, profissão e número de Harry.

- Obrigado! - Agradeci, me esticando para repousar o cartão sobre o bidê.

- E então, como passou a semana? - Perguntou enquanto fazia as mesmaa ações de sempre: Fuçando na maleta médica para retirar os aparelhos que usaria.

- Foi normal, estou começando à me readaptar melhor com algumas coisas que antes eram simples. - O vi retirar um pote de creme e fechar a maleta. Tremi. - E-E consultei com a psicóloga.

- Sério? Que bom! Depois de passar por coisas como está que passou é sempre bom procurar ajuda. - Sorriu para mim, e sem me conter sorri de volta.

- Verdade. - Disse apenas e ficamos em silêncio.

Harry vestiu o jaleco e colocou luvas, quase soltei um grunhido de insatisfação. Quase.

Eu nem sentia seus toques, mesmo.

- Eu achei que você já ia ao psicólogo. - Comentou, se aproximando.

Ele passou a mão enluvada pelos cabelos cacheados e pretos, quis fazer o mesmo.

Seus cachos pareciam ser tão indomáveis, como se um pente fosse quebrar se tentasse deixá-los arrumados. Mas mesmo assim, eram tão bonitos e faziam uma combinação perfeita em conjunto com o rosto moreno e quadrado.

Prestando mais atenção nele, pude ver que suas orelhas eram grandes e para trás, e na direita um brinco se fazia presente. No seu pescoço havia uma pinta grande e escura. Seus óculos tinham lentes grossas e armação fina, o que era uma combinação estranha. E em nenhuma das mãos ele possuía uma aliança.

- Não, mas eu deveria ter ido antes. - Respondi depois de muito tempo, parecendo um lesado.

- É sempre bom. - Parou ao meu lado, com a cintura ao lado da minha cabeça. Eu estava deitado, então...

Você é sujo, Harry Potter!

E se ele abrisse o cinto agora? Eu desmaiaria com toda a certeza. E se...?

Esqueça isso, não estamos em um pornô gay com um roteiro péssimo!

- Hoje eu irei retirar todos os travesseiros das suas costas, porque quero que fique com a coluna ereta enquanto eu massageio seus músculos. - Se eu pudesse sentir meus músculos, quem iria ficar ereto seria eu.

- Okay! - Concordei e me ergui com a força dos braços.

Ele jogou os travesseiros no chão sem o mínimo respeito com as minhas fronhas de tecido indiano e travesseiros de pluma.

- Prontinho! - Enlaçou um braço ao redor do meu peito e me empurrou contra a cabeceira.

Puxei o cobertor para o lado e expus minhas pernas, que não eram cobertas por nada, já que eu estava de shorts.

- Está com calor? - Ele perguntou, encarando sem pudor as minhas coxas branquelas e magras.

- Não, mas eu vi que o dia estava ensolarado através da janela e resolvi vestir um short de pijama depois do banho.

- O QUÊ? VOCÊ TOMA BANHO? - Usou um tom brincalhão e eu ri.

Céus, desde quando eu ria de idiotices como está?

- Tomo mais que você! - Disse, ainda rindo.

- Deve tomar mesmo, meu banho acontece só nos sábados de sol. - Empinou o nariz, me encarando sobre os óculos.

- Levando em conta que moramos em Londres, você nunca deve tomar banho.

- Ah, faz parte. - Deu de ombros e despejou o creme sobre as mãos.

- Como está indo a sua faculdade? - Disparei, evidenciando que não queria deixar o assunto morrer.

- Normal, puxado como sempre e eu estou sofrendo um pouco no processo de fazer meu tcc. - Iníciou a massagem, começando pela perna direita.

- Hum, então está perto para a tão almejada formatura?

- Sim, graças a Fenrir! - Zeus era o Deus dos lobos e eu não sei como acabou virando o Deus dos híbridos, mas agora ele é como a nossa divindade, para quem rezamos e acreditamos nos juntar após à morte. - E você, planeja voltar a estudar?

- Como sabe que eu estudava? Não me lembro de ter comentado com você. - Apertei as sombrancelhas. Ele parou abruptamente com os movimentos que fazia com as mãos.

- Como eu sei? Não sei! - Riu exagerado, voltando a massagear os músculos.

- Harry... - Apertei o olhos.

- Bem, talvez eu fosse um admirador. - Suas bochechas estavam muito coradas e as minhas estavam indo pela mesma direção. Eu iria gritar!

- Um admirador? - Me fiz de bobo.

- Ah, você sabe... Eu nunca fui muito popular, ao contrário da sua pessoa, que era bem famosinho se eu me lembro. - Sorriu sugestivo, tentando disfarçar suas bochechas coradas.

- Sabe, Harry, como você disse, eu era bem "famosinho" e era bastante cercado de falsos amigos. - Comecei. - Amigos esses que eu só percebi que eram falsos quando fui deixado de lado e esquecido após o acidente.

Eu não vou chorar!

- Sinto muito! - Novamente parou a massagem e me encarou.

- Eu também, mas há males que vem para o bem, agora eu sei quem são aqueles que posso contar sempre, meus pais e apenas. - Ele assentiu, nossos olhos não se desgrudavam e meu desejo era que nossas bocas não se desgrudassem também. - Claro que eu prefiria ter pernas funcionando e amigos falsos, do que nenhum amigo e sem pernas. - Meus olhos marejaram e eu ri quando a primeira lágrima escorreu.

Como uma torneira, outras seguiram o mesmo caminho e em instantes, sem perceber, Harry me abraçava contra seu peito enquanto eu chorava e gargalhava ao mesmo tempo.

Apertei o tecido de seu jaleco entre meus dedos, afundando meu rosto contra seu pescoço, usando de seu cheiro de alfa para me acalmar.

- Shh, eu estou aqui. - Me apertou mais forte contra si, funguei contra sua pele. Não haviam mais gargalhadas de desespero, apenas lágrimas.

Funguei de novo, entre um soluço, afundando meu nariz na curva de seu pescoço. Percebendo o que eu estava fazendo, Harry liberou com força seu aroma natural e eu ronrronei, fazendo-o se arrepiar.

Apertei com força o tecido do jaleco entre meus dedos e gemi, me sentindo inundado pelo seu cheiro.

- Você gosta? - Seu tom era malicioso quando me trouxe para o seu colo, me sentando de lado.

- Sim, alfa. - Me desgrudei e o encarei.

Sua língua, de aparência tão macia, passou sobre seus lábios grossos, umedecendo a pele.

- Posso te beijar? - Perguntou.

Sem ao menos me dar o trabalho de responder, avancei sobre ele, levando uma das minhas mãos para os cabelos da sua nuca e a outra para o seu ombro.

Quando nossas bocas se encontraram, uma explosão de emoções eclodiu pelo meu corpo e meu espírito.

Nossos lobos pareciam se esfregar um contra o outro em uma carícia além do corporal. 

E a cada mordida que eu recebia em meu lábio inferior, a cada grunhido de prazer do alfa e a cada chupada que sua língua dava contra a minha, eu tinha mais certeza de que Harry era o meu alfa dos sonhos.

- Céus, Draco. - Ele gemeu, quebrando o beijo com um selinho demorado.

Sorri malicioso, passando meus olhos por todo o seu rosto, na tentativa de gravar a pintura dos deuses que ele era após alguns amassos.

- Você ainda quer continuar sendo meu fisioterapeuta? - Perguntei, afundando meu rosto de volta em seu ombro.

- Eu serei até o tempo que você quiser que eu seja. - Beijou o topo da minha cabeça.

Será que eu teria que pagar as consultas com beijinhos agora? Ri feliz e enrosquei meus braços ao redor do seu pescoço.

- Então você me tratará por muito tempo!

E talvez pra sempre.


Notas Finais


finaleco cheio de itálicos

ai que capítulo topster (in my opnion)

e qual é a opinião de vocês? Comentem e favoritem!

mano, essa fanfic é tão good vibes, preciso de tretas pra ela, então:

{ *INSIRA NOS COMENTÁRIOS A SUA DICA PARA MELHORAR A ESTÓRIA:}


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