História Smiley - Capítulo 3


Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anti - Heróis, Heróis, Quadrinhos, Smiley, Sorria
Visualizações 2
Palavras 2.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, oi, gente! Sei que demorei, é que, sabem como é, né? Trabalho, poucas horas do dia livre... Mas, enfim, aí está mais um cap do nosso herói, não herói...

Capítulo 3 - Imortalidade... Que... Foda!!


Fanfic / Fanfiction Smiley - Capítulo 3 - Imortalidade... Que... Foda!!

Um pouco mais tarde...

Kurt me mandou pra um lugar pra conter um cara que usa os poderes para o mal. Era em uma igreja, e o que eu fiz foi muito rude...

- ... Quem é contra essa união, que fale agora, ou cale de para sempre!

Então, eu chutei a porta e entrei na igreja. Dessa vez, não estava com a calça de moletom, e sim com um jeans meio colado, rasgado, de cor preta, com a mesma blusa, e, usava uma máscara que tampava apenas minha boca. Eu corri até o altar para pegar o noivo.

- Ah, o que é ago...? - Tentou perguntar o noivo.

- Não de mexe não, reptiliano! - Respondi apontando uma pistola. - Agora, vem comigo.

- Isso é uma união matrimonial, não podemos parar agora! - Disse o padre.

- Ah, vá, então, eu os declaro marido e mulher, beija logo essa porra aí e foda-se, vem comigo. - Respondi.

- Você está interrompendo uma união matrimonial as mãos de Deus! - Gritou o padre, como sempre.

- Padre, na moral, vai molestar alguém, vai, não torra minha paciência não. - Respondi na calma.

- Como ousa, seu petulante, saia da minha...!

Eu dei um tiro na cabeça dele, levei o noivo e a noiva para o carro, e fui embora.

- Você matou o padre, seu humano idiota! - Disse o noivo reptiliano.

- Nem padre aquele cara era, ele foi excomungado 2 anos atrás. Eu puxei a ficha dele. Estupro, abuso sexual de menores, corrupção. Ele mereceu. - Respondi.

- Você vai nos matar? - Perguntou o Reptiliano.

- Ks. Não, por que faria isso? Porque matei um estuprador a sangue frio? Nah, você parece ser legal, e eu vou te levar pra ver uma pessoa muito mais legal. - Respondi. - Só o que queremos é que você pare de usar suas habilidades especiais para o mal, mano, você sabe que o crime não compensa, certo? Como cê não é um estuprador, ou assassino, ou, sei lá, caralho, você é só um estelionatário, salafrário.

- Já entendi! Desculpa, Dorthe... O que ele disse é verdade. - Disse o Reptiliano, para sua noiva.

- Ela é muda? Não falou 1 "a" desde que me viu. - Disse eu.

- Ela tem aversão a humanos abaixo de 16 anos.

- Entendi...

Quando chegamos no apartamento de Kurt, todos nós entramos, tanto o Reptiliano quanto sua noiva estavam nervosos, mas, eu tentei acalma-los.

- Calma, gente, o cara é gente boa. - Disse eu.

O problema é que quando Kurt coloca o traje, ele demora como uma mulher... Até hoje isso.

- Eu vou chamá-lo...

Eu fui até a porta do quarto dele para dar uma acelerada básica.

- Kurt... Cê tá se vestindo ou tá se preparando pra casar?! - Perguntei.

- Calma, Andy, eu já tô... Tô quase, só falta colocar a bota. - Respondeu Kurt.

- Não pode vir descalço? Pô, a casa é sua! - Disse eu, o apressando ainda mais.

- Eu tenho uma marca de nascença na canela, eles podem me...

- E eu tenho o cabelo grande, e não uso nada na cabeça. Porra, pode vir logo?

- Tá bom, já tô saindo.

Então, ele saiu, saiu em uma forma triunfal... Ele escorregou na capa e caiu de cara no chão. A noiva do reptiliano(Que eu não expliquei, é uma Elfa) deu uma risada muda.

- Nem ri ela ri perto de mim? - Perguntou Andy. - Aaaff! Isso é adolescentofobia! E quando a você, por que cê tá de capa?

- Eu só, quis parecer o Batman. - Respondeu Kurt, se levantando.

- Ah, tá que o Batman usa uma roupinha azul marinho com detalhes em azul escuro. - Disse eu. - Ah, porra, me ajuda também, eu não consigo levantar você sozinho não!

Alguns minutos depois...

Kurt fez um discurso para o convencer a trabalhar pra ele.

- [...] O que me diz, Vezaara? Você e sua esposa terão abrigo, comida, água, conforto, segurança conosco. - Disse Kurt, no fim. - Não é mesmo Andy...?

Eu estava dormindo, Kurt terminou de falar.

- Andy? Andy?! - Esse foi mais alto, e me acordou.

- An? O que?

- Se ele trabalhar pra mim, eles não terão abrigo, comida, água, conforto, segurança conosco? - Perguntou Kurt, de novo.

- Ah, sim, claro... Eu serei o segurança de vocês. - Respondi.

A noiva cochichou no ouvido de Vezaara

- Hahahaha! - Ele riu.

- O que ela disso? - Perguntei.

- Ela disse "Um ser de 15 anos, humano, que não é mestre em destruição, ou conjuração, ou ilusão, ou restauração proteger uma mestra nessas 4 áreas? Impossível, um nórdico no máximo, consegue morrer em todas as batalhas." - A noiva então, balançou a cabeça.

- Ah, é? Sabe o que salvou aquelas pessoas no ato terrorista? Não foi sua conjuração, destruição, restauração, ou sei lá qual a outra. Mano, e, não existem mais nórdicos, bretões, imperiais... Eles se mataram em guerras, agora, só existem humanos e cria...

O reptiliano avançou feio contra Andy, e revelou grandes dentes afiados, quando fica com raiva.

- Só existem humanos e o que mais?! - Perguntou Vezaara.

- Só existem humanos, e criaturas selvagens, não humanas! - Respondeu Andy.

Vezaara então, avançou com seus grandes dentes, e avançou no meu pescoço, o arrancando.

- Andy!! - Gritou Kurt. - Oh... Andy, por que você não...

- Oi! - Disse a minha cabeça. - Uhm... Kurt, o que tá acontecendo?

- Como... Isso é possível? Andy, você perdeu a cabeça!

- Ah, vá, eu já sabia... Kurt, me apagara. - Disse eu, desesperado - Me desmaia logo, cara!

Kurt usou aquela magia de novo em mim. Eu apaguei instantemente.

Algumas horas depois...

Acordei em uma camisa de força, reforçada com 3 correntes grossas, e cadeados imensos.

- Uhm... Kurt? - Perguntei. - Kurt? O que... Kurt!? Kurt, seu puto, cadê tu?!

- Bem aqui. - Respondeu o Cara. - Atrás de você, irmão.

- Por que, eu tô em uma camisa de força? - Perguntei, gaguejando.

- Você se mexe muito, e você é impossível até sem cabeça. - Respondeu, indo até meu ponto de vista. - Cara, o que foi aquilo?

- Aquela elfa desdenhou de mim! Eu não podia ficar quieto com aquilo, e, outra coisa, ela disse nórdico... Eles não morreram todos na guerra contra o caos?

Kurt se recusou a responder.

- Pode... Me soltar disso aqui? - Perguntei.

- Claro. - Respondeu Kurt. - Só... Deixa eu tirar isso, mais isso... E... Esse cadeado.

Então, eu me retirei rapidamente de lá.

- Nossa... Me sinto como novo. É tão estranho, como eu perdi a cabeça e não morri? - Perguntei. - Ou, melhor? Como eu tinha tomado um tiro no olho... Oh, acho que sei...

- Restauração! - Respondeu Kurt, eu respondi junto.

Kurt então olhou pela janela, e deu um discursinho.

- Isso é um sintoma básico de imortalidade. - Disse Kurt. - Nós temos que ver bem isso, Andy. Vamos pro hospital.

- "Nós" temos? - Perguntei.

- Sim, nós temos.

- Kurt... Eu tenho medo de Hospitais e clínicas odontológicas. - Respondi.

- Andy, vou te colocar na camisa de força de novo, ou vai por bem, ou vai por mal.

No hospital...

Estávamos esperando nossa senha pra entrar no consultório médico.

- "Twenty, Twenty, Twenty four hours a day, i wanna be sedated, nothing to do, nowhere to go... I wanna be sedated." - Cantava. - Que droga, vai demorar muito isso aí?

- Não sei... - Respondeu Kurt.

- Tô com fome, quero comer um Picclle CheeseBurguer, Kurt. - Disse eu. - A última vez que eu comi um, foi 2 meses antes de morrer, acho que eu...

- Shhhh! - Kurt fez pra eu não falar que morri de novo.

- Ah, perdão... 2 meses antes do acidente. Do acidente que me fez pegar tétano, por isso estamos aqui. Pra fazer um exame de sangue, e fazer um tratamento... E tomar uma vacina anti tétano.

Fomos chamados.

- Andrew Parker, sala 5! - Disse a enfermeira.

- Ah, finalmente!

Dentro do consultório... Foi uma bosta, já adianto!

- O que tens, Andy? - Perguntou o médico.

- Eu... Preciso de um exame de sangue. - Respondi.

- Certo... Está com diarréia?

- Não.

- Virose?

- Nop.

- Tétano?

- Foi a desculpa que usei... Mas não.

- Você... Está com Hepatite C?...

- Só, faz a merda do exame!

Fui mandado a sala de retirada de sangue.

- Tem medo de agulha? - Perguntou o enfermeiro. Eu balancei a cabeça, pra falar não. - Ótimo...

Ele utilizou uma daquelas seringas que tira tudo de uma vez, e dói pra caralho.

- Ow! - Grunhi de dor.

- Normal... Dói mesmo, é normal. - Respondeu o enfermeiro.

Alguns minutos depois...

Eu estava contando umas piadas para Kurt.

-[...] Kurt? Uma mulher se jogou do último andar de um prédio, e caiu encima de um cara, matou o cara, qual o nome do filme?

- Não sei, Andy.

- A "CúZada " da morte. Ksksksksk

- Nossa...

- Kurt? Sabe qual a diferença do belga e um saco de lixo?

- Não, Andy...

- O belga bebê vinho, mas um saco de lixo tem cheiro bom. Hahahahah!

- Legal, Andy...

- Hey, o K que é um péssimo piadista.

Dr Dráuzio Varella: é verdade... Quer dizer, as vezes não.

- Sério, K? Memes em uma fic? Puta que pariu... Gente, esse cara parece estar sem criatividade alguma, né? - Perguntei.

- Tá, falando com quem? - Peguntou Kurt.

- Com quem tá lendo! Aproveitem... Só vai ter isso nessa primeira Season.

- Tá, falando, de que?!

- Cala a boca, Kurt!

Então, o médico chegou.

- Andrew? Seu sangue é inacreditável! - Disse o médico. - Você tem a maior quantidade de plasma, hemácias, leucócitos e plaquetas.

- E, isso é ruim? - Perguntei.

- Talvez... O que acontece quando você se machuca?

- O corte fecha... Hoje mais cedo eu perdi a cabeça, e, como pode ver, eu tô intacto.

O médico se espantou, fechou a pasta, e me deu os papéis. E simplesmente falou...

- Não posso ajudar! É muito para nós, não podemos arriscar. - Respondeu o médico.

- O que? Como assim não pode ajudar! Que porra! - disse eu.

- Eu não sei o que aconteceu com você...

- Tá bom, quer saber? Eu fui brutalmente morto por um psicopata assassino, ele, basicamente me picotou todo, como um DJ, eu conheci o famoso túnel com a luz!

Então, eu saí do hospital batendo os pés e andando rápido. Eu entrei no carro, e dei no pé.

No meio do caminho...

Um carro preto, meio blindado bateu com tudo em meu carro, o fazendo capotar.

Ele se destroçou em partes, comigo dentro ainda, da pra acreditar? Eu me vesti correndo, só que coloquei a máscara de tartaruga ninja mesmo... Era a única que eu achei. O carro tava de lado, por isso, eles não me viram.

- Preparar... Apontar... Fogo! - Gritou um deles. Provavelmente o líder.

Eles atiraram com suas metralhadoras.

- Ok, seus filhos da puta, cadê o brinquedinho que eu deixei aqui...?

Eu tava procurando uma granada que estava no porta luvas.

- Aha! - Gritei quando peguei a granada. - Você vem também, Beretta! Uh... Vamos pra guerra!

Eu coloquei minha cabeça pra fora do carro, e joguei a granada. Pude ouvir a explosão, e uns 4 ou 5 gritando de dor.

- Não acredito... Esse lance de cozinhar a granada funciona mesmo!

Quando sai, vi os 5 estraçalhados, um tava sem a perna, outro com as tripas pra fora, outro tava sem um braço e uma perna... Tava uma maravilha. Eu cheguei perto do único que estava... Inteiro. E o interroguei.

- Quem te mandou? - Perguntei.

- Foda-se! - Respondeu ele, dando um tiro no meu olho.

- Aaah, ordinário! - Disse eu, quebrando seu braço.

- Aaaargh!

- Então... Quem é você? - Perguntei.

- Ninguém!

- Ninguém? Que nome estranho! É tailandês, ou algo do tipo? Esse foda-se aí que te mandou pra cá, o que ele quer comigo?

- Ele quer seu sangue...

- Obrigado, ninguém... Foi simples, não? Agora, quem é esse tal, foda-se?

Ele tirou a máscara com sua mão "inteira", e cuspiu na minha cara. Eu virei ele, e tirei sua calça. Aproveitei uma espingarda calibre 12 de cano serrado que estava no chão, pra fazer uma coisinha que vi em um filme. Eu mergulhei ela em óleo de motor, que estava no meu carro, e, enfiei no rabo dele.

- Quem é seu chefe? - Perguntei.

- Não posso falar, ele... Ele vai me matar! - Respondeu ele, desesperado.

- Ah, ou ele, ou eu, eu prefiro... Que não seja eu! - Gritei, enfiando a escopeta mais. - Fala logo!!!

- Erik Parsson!

- Ah... Cara, por que cê tá fazendo isso? Tipo, olha pra você! Você acabou de quase ser detonado por uma granada, teve o braço quebrado, e agora, cê tá com uma escopeta enfiada no meio do rabo. Tipo, vale a pena tudo isso?

- Innhhhh... Não...

- Você... Não é de Anywhere, né?

- Não...

- Nos temos um lema aqui, ou você fica aqui, se associa aos lobos, ou você morre, ou você cai fora! Ou vai pra cova dos lobos, ou morre, ou cai fora. O que você quer?

Ele passou uns 10 segundos pensando.

- Eu caio fora... - Disse ele, com uma lágrima caindo.

- Então, eu vou tirar isso de você, e você vai... Embora!

Quando eu tirei a 12 do rabo do cara, ele caiu correndo, mancando um pouco.

Quando Kurt chegou, ele viu o que eu causei, e já veio com o discurso dele...

- Andy... Você matou todos eles? - Perguntou Kurt.

- Não todos, aquele ali eu deixei passar, ele não é daqui. - Respondi.

- O, que? Aah, Andy, você tá ficando maluco? Eram vidas! Você acabou com elas! - Disse Kurt.

- Era eles ou eu, lógico que não vou ser eu... Mas, enfim, o ninguém ali passou um nome pra mim... Era... Erik Parsson. Eu tenho que ir atrás dele...

- Como?

- Eu conheço bem o lado sujo de Anywhere... Eu só vou esperar anoitecer, e vou andar por lá... Não sei se você conhece a regiãozinha lá da periferia, sabe? Acho que é por lá que eu vou achar esse puto...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...