História Smooth Criminal - Capítulo 4


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Categorias Alex Pettyfer, Cameron Boyce, Chaz Somers, Christian Beadles, Daniel Sharman, Danielle Campbell, Demi Lovato, Justin Bieber, Khalil Sharieff, Phoebe Tonkin, Ryan Butler
Personagens Alex Pettyfer, Cameron Boyce, Chaz Somers, Christian Beadles, Daniel Sharman, Danielle Campbell, Demi Lovato, Justin Bieber, Khalil Sharief, Phoebe Tonkin, Ryan Butler
Tags Anorexia, Bulimia, Crime, Criminal, Demi, Depressão, Homicida, Justemi, Justin, Suicida
Visualizações 83
Palavras 3.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CAPÍTULO ANTERIOR EDITADO, LEIAM ANTES DE LER ESSE
Bom desculpa a demora jovens
Boa Leitura

Capítulo 4 - Truth And Lies


Fanfic / Fanfiction Smooth Criminal - Capítulo 4 - Truth And Lies

Havia um tempo em que

Eu costumava olhar nos olhos do meu pai

Em um lar feliz

Eu era um rei, eu tinha um trono dourado

Aqueles dias se foram

Agora as memórias estão na parede

Eu ouço os sons

Dos lugares onde eu nasci

Lá na colina, do outro lado do lago azul

Foi lá que meu coração se partiu pela primeira vez

Eu ainda me lembro como tudo mudou

Swedish House Mafia - Don't You Worry Child

POINT OF VIEW MARYANNE CALAVERA

— Me diz agora o que está acontecendo Luísa!!— digo para ela que estava olhando atentamente para a estrada.

— Eu vou te explicar tudo o que tem que saber, mas agora a minha única preocupação é chegar na minha casa em segurança— Reviro os olhos.

— Lá não seria o primeiro lugar que eles iriam nos procurar?— Indaguei.

— Essa casa eles não conhecem—Não toquei mais no assunto.

O caminho até a casa dela foi silencioso e bem incoveniente, e eu estava apenas tentando entender tudo o que acabara de acontecer. Todo o caminho foi bem calmo, sem trânsito o que facilitou tudo para nós.

Luisa estacionou o carro, olhei na janela para ver a casa, era linda, era grande com várias janelas e luzes e de madeira, era uma casa rústica.

Saímos do carro e fomos até o porta malas pegar nossas malas, feito isso, seguimos rumo a entrada da casa. Por dentro a casa era mais linda ainda, era como a parte de fora, mas tinha uma lareira, mesa de centro feita de rodelas de troncos, bom era maravilhosa.

— Vou dormir, ok?— Ela assentiu indo para a cozinha.

(. . .)

Já se faziam alguns dias que eu estava na casa de Luísa. Era um tédio aqui, Luísa estava sempre fora e sempre dizia que iria resolver algo.

Nesse momento eu estava deitada no sofá, esperando sei lá, talvez um milagre.

Recebi uma mensagem de um número desconhecido, cliquei na mensagem para ver o que era.

"Está com tédio vadia? Descubra qual é a verdade que a Luísa esconde de você naquele quarto. Te espero - Número desconhecido".

O que era isso? Alguns segundos depois, escuto a campainha tocar, me levanto do sofá, e sigo até a porta, abri a mesma, não tinha ninguém, olhei para baixo e vi uma pequena caixa, era de papel.

Abri a mesma e vi que lá tinha uma chave, era a chave de um quarto, o quarto que estava sempre trancado. Eu estava curiosa sobre isso, mas era traição, se Luísa estava escondendo isso significa que ela não quer que ninguém saiba.

Deixa de ser idiota Maryanne, não pensa nisso apenas faça— Dizia minha consciência— Se bem que Luísa pode estar escondendo isso de você para te proteger

O que eu faço? Meu celular tocou, peguei o mesmo do meu bolso da calça e então vi a mensagem

"Não demore, Luísa está a chegar, e a menos que você queira continuar vivendo uma mentira, sugiro que vá- Número desconhecido”

Suspirei, entro na casa, coloco a caixa em cima da mesa de centro e fico apenas com a chave, subi as escadas e então segui ate o quarto.

Estava com medo de trair Luísa desse modo, mas estou cansada de viver uma mentira. Não quero mas isso para minha vida.

Destranquei a porta e entrei no quarto. Me assustei com o que eu vi, era um quarto de bebê, era rosa, cheio de brinquedos, bom em fim, um quarto.

Luísa estaria grávida? Segui até o berço também rústico, ele era de madeira maciça clara, era bem pequeno e de balanço, na parte da frente e de trás tinha um símbolo de lua crescente —meia lua— os brinquedos pendurados eram estrelas, cristais e luas. Era tudo lindo.

Meu celular começou a tocar a versão estrumental da música Faded. Peguei o mesmo no bolso da minha calça olhei no visor para ver quem era, era um número desconhecido.

— Alo— Falei ao atender, a pessoa ficou em silêncio— Quem fala?

— Siga ate a penteadeira e abra a terceira gaveta do lado esquerdo— Uma voz grossa e grave falou, era modificada, não podia decifrar quem era. Eu estava com medo, estava travada.— Vá logo!

Segui até a penteadeira, e abri a gaveta, lá tinha vários papéis, documentos.

— Leia todos eles, e se divirta— Logo depois o a pessoa que estava do outro lado da linha desligou. Guardei meu celular novamente em meu bolso. Comecei a ler os papéis.

Nome: Maryanne Andréa Philips.

Nascimento: Dia 20 do mês 08 de ano de 2001, nascida as 03hrs23min.

Pais: Adeline Calavera e Grant Philips.

Desaparecida em: 20/08/2001 as 04hrs40.

Isso é todo o que está escrito, esse era o meu nome, o dia do meu nascimento e o nome da minha mãe, mas quem é Grant? Philips? O sobrenome da Luísa.

Me levantei da cadeira que estava a frente da penteadeira, deixando os documentos em cima da cadeira.

Já estava chorando nesse momento. Eu não sou filha de Archie? Eu sou subrinha de Luísa? O que está acontecendo? Passo a mão nos meus cabelos tentando me acalmar.

Voltei a gaveta a qual tinha mais alguns documentos eram poucos, além do mais isso era sobre uma criança recem nascida.

Escontrei só algumas coisas como fotos de quando eu era criança, e documentos tipo carteira de vacinação, e dados de bebê, todos batiam com os meus, isso não poderia estar acontecendo, não agora.

Encontrei um pequeno caderno no fundo da gaveta. Era um diário. Abri a primeira página.

Querido diário, já se fazem anos desde o nascimento de Maryanne. Agora que eu não tenho Grant para conversar e nem mais ninguém, um diário foi minha única saída.

Trabalhar nequela casa, ver Maryanne chamando Archie de pai, e não meu irmão, aquilo me machuca, e saber que eu não posso mudar isso, que eu não posso gritar para o mundo que aquela não era a família dela... Isso me destrói

Minha leitura foi interrompida por alguém abrindo a porta bruscamente. Era Luísa.

— Maryanne? O que faz aqui? Como você entrou?— A olhei, com dificuldade além do mais eu estava sem óculos nem lentes e com os olhos marejados por conta do choro.— Maryanne— Ele falou triste.— Eu posso te explicar...

— Você é como eles— Digo seguindo até ela, joguei o diário nela, e sai do quarto.

— Eu juro eu posso te explicar, tudo direitinho, mas me deixa falar...— Ela falou me seguindo enquanto eu seguia até o meu quarto.

— Então explica!— Digo parando de andar e me virando para ela. Ela fechou os olhos com força e os abriu. Começou a procurar algo no diário.

— Esse aqui era o seu verdadeiro pai— Me entregou uma foto. Ele sorria e estava com a minha mãe, ele era moreno, é bem bonito, digo se ele não fosse meu pai.— Ele e sua mãe tinham um caso. Sua mãe ficou grávida, Archie nunca reparou, mas ele descobriu quando você tinha nove anos.

— Naqueles documentos lá no quarto eu estava com Maryanne Andréa Philips, porque?

— Esse é o seu verdadeiro nome, quando você nasceu foi registrada assim, mas depois mudamos. Você iria morar comigo e seu pai, sua mãe diria que o bebê havia morrido no parto, mas decidimos que não seria bom assim. Então conseguimos esses documentos e agora você se chama apenas Maryanne Calavera — Cruzei os braços

— O que houve com o Grant?— Perguntei me referindo a meu pai.

— Não sei. Quando Archie descobriu sobre o caso deles seus pais sumiram, nunca soube o que ouve com eles.— Ela ficar mais triste do que antes.

— Jason sabe sobre isso?—Ela Assentiu.

— Ele nunca teve problemas com isso. Maryanne, vocês não tem conexão sanguínea, Jason não é seu irmão ou meio irmão...— Comecei a negar enquanto chorava descontroladamente.

— O que mais está escondendo de mim?!— falei passando as mãos pelo meu cabelo— Preciso de ficar sozinha. Me deixa sozinha.— Sai de lá apressadamente. Me tranquei no quarto, encostei na porta e escorreguei até sentar no chão.

Isso não pode estar acontecendo. Meu irmão não é de fato meu irmão, meu pai também não, uma mulher que eu considerei como mãe na verdade é a minha tia e eu nem sei quem é meu próprio pai.

Eu poderia simplesmente ser uma pessoa normal, mas não, eu tenho que ser sempre a diferentona, a esquisita, o erro de fabricação. Porra!

Me levantei do chão segui até o banheiro, me olhei no espelho do banheiro. Eu estava destruida. Eu estava irritada, triste, magoada, estava me sentindo traida e eu não conseguia mais me controlar.

Soquei o espelho a minha frente, fazendo a minha imagem se desfigurar, não conseguia mais me olhar. Minha mão sangrava, ela estava machucada, mas eu não sentia nada.

Peguei um dos pedaços do espelho que havia caído. Já se faziam dias que eu não me cortava, não tinha motivos, mas agora, poxa, eu tenho. Eu queria ser forte, mas eu preciso disso agora.

Direcionei o pedaço de vidro até meu braço e comecei a fazer os cortes. O sangue começou a jorrar, e caiam pequenas gotas na pia.

Tirei a roupa que eu vestia a deixando largada no chão do banheiro. Segui até o box e entrei de baixo do chuveiro em quanto ligava o registro.

A água morna caiu nos meus ombros me relaxando um pouco. O sangue que estava no meu braço foi lavado pela água e escorreu ate o chão, deixando a água que descia pelo ralo levemente vermelha.

Decidi que já estava a muito tempo no banho. Desliguei a transmissão e sai do box, enrolei uma toalha ao redor do meu busto e outra estava secando o excesso de água dos meus cabelos.

Ao chegar no meu closet, vesti um cpnjunto.de lingerie azul marinho, optei por uma jeans preta, é um cropped simples preto, nos pé pus um All Star preto, coloquei um sobretudo preto de couro.

Peguei uma mochila grande que estava no fundo do closet, peguei meu pertences — Os quais não eram muitos— e joguei na minha mochila. Não passarei mais nem um minuto aqui.

Peguei a mochila e a levei até meu quarto pegando o resto dos meus pertences. Logo minha mochila já estava pronta.

Olhei pela janela na tentativa de medir a altura da casa, era alto, mas eu poderia descer, haviam árvores, eu poderia descer.

Comecei a procurar por todos os cantos meu skate, o achei e o coloquei em uma parte especial para isso na minha mochila. Coloquei minha mochila nas minhas costas e sai da meu quarto pela janela, subindo espontâneamente na árvore.

Assim que cheguei ao chão, peguei meu skate e o coloquei no chão em seguida montando no mesmo. Percebi que estava chovendo, então coloquei o capuz.

Comecei a andar para longe da casa de Luísa, não sabia bem para onde ir. Pensei em ir morar com Jason mas não sei se posso confiar nele também. Ele faz parte das pessoas que eu confiava e mentiram para mim. Cansei disso.

Depois de um tempo em cima do Skate, decidi parar guardar o skate, e tirei o capuz não estava mais chovendo. O que eu vou fazer? Estava em um lugar distante, o qual não conheço, e não tenho lugar nem um para morar.

Depois de pouco tempo andando cheguei em um lugar mais movimentado, lá não tinha mais tantas casas eram mais comércios e lojas. Decidi parar um pouco e fui até uma pista de skate que eu havia encontrado. Apenas me sentei em algum lugar vazio. Tinha que pensar no que irei fazer.

Peguei meu celular e o desbloqueei fui até o aplicativo da minha conta bancária. Eu tinha dinheiro o suficiente para fazer o que eu quiser, mas bem... Eu não sei o que eu quero.

Ficarei em hotel até me resolver, talvez eu vá morar com Jason. Liguei para um táxi, e então sai da pista de Skate, esperando no ponto de encontro. O táxi chegou, o taxista abriu a porta do carro para mim e eu agradeci.

— Para onde, senhorita?— perguntou dando a partida.

— Para o Castle Of Glass— O melhor hotel da região. Ele assentiu e começou a andar. Coloquei os fones e dei o play na música.

Depois de alguns minutos chegamos no hotel, paguei o taxista e sai do carro.

Entrei no hotel, e segui até a recepção, pedi uma suíte e depois a atendente fez a reserva. Depois ela me deu a chave. Segui até o elevador, e apertei o botão do último andar.

Ao chegar no último andar sai do elevador, e segui em direção do meu quarto. Abri a porta do mesmo e vi que ele era lindo e luxuoso, tinha uma cama grande centralizada, com uma janela a frente da cama, uma varanda, era tudo da cor, branco, preto e dourado, e tinha mais alguns móveis. Joguei minha mochila no chão e segui até o banheiro.

Tirei a roupa que eu estava vestindo, e segui até a banheira, abri a cortina e em seguida a fechei, liguei a transmissão e então a água quente me molhou relaxando os músculos, eu estava totalmente cansada por ter andado tanto.

Após muito tempo no banho, decidi sair. Enrolei uma toalha em volta do meu busto e outra tirava o excesso de água do meu cabelo.

Eu estava cansada mas nada tirava da minha cabeça a ideia de ir na nova boate que abriu a algumas semanas. Ela estava famosa e todos falavam dela. Pelo o que eu percebi o dono é bem famoso, ele quem é o dono da maioria das melhores boates do país, e pelo o que eu sei elas são as melhores.

Após me perfumar e passar os cremes hidratantes, segui até a minha mochila e peguei uma lingerie branca e vesti apenas a parte de baixo, depois tirei todas as roupas que estavam lá a procura de alguma roupa perfeita para ir a boate. Achei um vestido preto, estilo regata, com renda na parte de cima, o vesti, logo comecei a procurar algo para eu usar nos pés, achei uma Ankle Noite, preta de couro com cadarço.

Após terminar decidi ligar para a Clarissa, ela chegou no colégio a alguns dias, foi a primeira pessoa que eu socialozei em anos.

— Mary! Como vai sumida?— Fala ela animada do outro lado da linha.

— Oi Clary! Liguei pra te perguntar se você quer ir em uma boate comigo. Quer ir em uma boate comigo?

— Obvio! Me dá duas horas e eu vou te buscar na sua casa...

— NÃO... Me encontra na Paradise, ok?— Perguntei.

— Ok, até da qui a duas horas, tchau. — Falou e desligou.

Bloqueio o iPhone rindo, Clary é doida. A boate já havia aberto a essa hora, então decidi ir antes. Sai do quarto o trancando e seguindo até o elevador, apertei o botão e passei a esperar o elevador chegar.

Assim que as portas do elevador se abriram entrei no mesmo e apertei no botão do andar desejado.

Assim que cheguei ao lado de fora do Hotel Castle Of Glass, liguei para um táxi. Fiquei esperando por alguns minutos até que o táxi chegou. Dei as ordens e então ele começou a segui rumo a boate.

Não muito tempo mais tarde passei a escutar o som da música de longe da boate. Logo o motorista para o carro, o paguei e desci. Peguei o cartão VIP na minha bolsa. Entrei na fila VIP e esperei chegar a minha vez, entreguei o cartão e o segurança me olhou desconfiado.

— Identidade— Pego a identidade falsa que Luísa me deu e lhe entrego. Ele observa a mesma, me entrega e permite minha passagem.

Assim que entrei na boate já pude sentir o clima quente. A primeira coisa que eu quero fazer aqui é beber, eu nunca bebi antes, e tenho que saber a sensação. Segui até o Bar e pedi a bebida mais forte, o barman quase pediu minha identidade mas apenas saiu para pegar, e logo depois voltou com a minha bebida.

Bebi tudo de uma vez, e me arrependi, já que a bebida desceu rasgando. Algum dia eu me acostumo, pedi mais algumas doses da mesma bebida, e logo já estava animada para dançar.

Desci para a pista e lá comecei a dançar a música que estava tocando. Eu estava um pouco bebada, e não estava me importando com nada, apenas queria dançar, eu realmente não sabia mais o que estava acontecendo, não sabia nem que horas eram, mal me lembrava que Clary estaria aqui em duas horas, se é que já não se passaram as duas e agora elas está me procurando.

Depois de um tempo dançando, decidi ir para fora esperar Clary. Olhei no meu iPhone as horas, e faltavam pouco para as 00:00, mais ou menos a hora que Clary chegaria.

Ao chegar do lado de fora da boate, digitei o número de Clary no iPhone e liguei para ela, no segundo toque ela atendeu.

— Clary cadê você?!— Pergunto, falando alto por conta da música.— Já são quase 00:00

— Já estou quase chegando... Eu estou perto da boate, pode me esperar na frente?— Já pude escutar a música da boate, o que elmra justificado pelo som alto da mesma

— Que carro que você está?— Pergunto

— Um Chevrolet branco— Respondeu ela

— Ok, até daqui a pouco então— Digo

— Até— Respondeu desligando.

Fiquei alguns, minutos esperando, mas nem um carro estacionou, apenas um Honda preto que até agora não saiu ninguém.

Esperei por mais alguns minutos, mas logo fiquei irritada, peguei meu telefone da bolsa e comecei a digitar uma mensagem para Claire, enquanto segui para o ponto de táxi.

"Esquece"

"Estou indo embora"

Percebi escutar passos atrás de mim, talvez eu só estivesse paranoica ou bêbada, então por isso continuei andando, eu não estava muito lúcida, quase caia e tropeçava com frequência e não via bem oque estava ao meu redor.

Continuei a escutar passos atrás de mim, passei a apressar meus passos em direção de algum lugar mais movimentado, mas logo comecei a correr, enquanto olhava para trás na esperança de ver quem corria atrás de mim. Não conseguia correr rápido, estava de saltos e não estou acostumado a usar isso. Malditos sejam os saltos!

Comecei a ficar tonta, como se estivesse desmaiando, mas porque? Sera que foi algo que eu bebi? Talvez tenham colocado algo em mim bebida.

Não consegui mais aguentar até que parei de correr, me apoio na parede, em seguida vendo tudo escurecer, e então eu sentir o impacto no chão gelado.


Notas Finais


Gentem
Aviso aq rapidez
Agora Justin tem três irmãos
Alex Bieber= Alex Pettyfer
Clarissa Bieber (Clary/Claire, são apelidos)= Danielle Campbell
Cameron Boyce= Cam|ron Bieber
É noix
Beijo da loba


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