História Snow And Rain - Capítulo 3


Escrita por: e saoki-san

Visualizações 42
Palavras 2.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar, aqui é a Maevie <3
Aqui estamos em mais uma quarta-feira~ A parte boa é que estamos cumprindo os prazos direitinho XD essa fanfic é tão biuriful <3 sdkjksljds Hoje eu não tenho tanta coisa pra dizer não, mas mesmo assim agradecemos pelos comentários e favoritos. Ficamos bem felizes ao ver que está dando certo <3

Desculpe qualquer errinho e boa leitura~

Capítulo 3 - Chapter Three: Coffee.


Fanfic / Fanfiction Snow And Rain - Capítulo 3 - Chapter Three: Coffee.

Como já era previsto, Hani não foi até a sua casa, optou por encontrar Daehye e dormir na casa da amiga. As duas estavam quietas e cansadas então preferiram apenas dormir, para que no dia seguinte conversassem melhor.

 Depois daquilo, uma semana se passou, Hani ainda estava na casa de Daehye, devorando toda a geladeira dela, e se afogando em vários e vários filmes, dia e noite. Logo, mais um dia chegou ao fim, terminando o ciclo de uma semana.

 Assim, o frio ainda não havia terminado totalmente, e pela manhã alguns raios de sol adentravam o céu nublado. O tempo na montanha raramente era quente, pois as nuvens que a rodeava sempre deixavam o clima frio ou ameno.

 

 

—Acorde, eu preciso ir trabalhar. —Daehye murmurou em um tom baixo, dando leves tapinhas no topo da cabeça de Hani, que ainda estava deitada em sua cama. A Lee havia acordado cedo, pois raramente dormia até tarde, com seus longos cabelos castanhos escuros soltos, ela vestia uma echarpe cinza de tricô, e usava um vestido longo bege de renda e de manga. Um típico estilo de avó de se vestir, como Hani apelidava, no entanto era confortável e de algum modo, combinava com Daehye.

 

 

— Eu vou para casa hoje. —Hani murmurou um pouco sonolenta, levantando-se da cama e começando a pegar sua roupa, já que ela passou a maior parte da semana usando pijama. — Obrigada pela comida.

 

 

—Se ainda estiver triste, pode ficar aqui, sabe que eu não me importo, a menos que não faça bagunça. —Resmungava com um pequeno bico em seus lábios, indo até a pequena cozinha e servindo um copo de café para Hani. —Já faz uma semana. —Daehye comentava franzindo suas sobrancelhas, e soltando um longo e pesado suspiro.

 

 

— Não estou mais triste. Como eu disse várias vezes, eu não ligo. Rejeição é algo tão natural quando respirar, para mim. —Hani comentou, sorrindo para Daehye e aproveitando o delicioso cheiro do café. — Você sim ficou tristonha, primeira rejeição é difícil. Mas com o tempo você lida com isso e simplesmente tem acessos de raiva.

 

 

—Por que eu ficaria com raiva? Não adianta de nada tratá-lo mal ou algo assim, não vai fazer ele me amar ou coisa do tipo. —Murmurava estreitando suas sobrancelhas, e em seguida, levantando e abaixando seus ombros. —Bem, já que é assim, é melhor se arrumar logo, o Ancião quer nos ver hoje cedo. —Daehye comentava indo até a sua penteadeira, para aplicar um pouco de protetor solar no seu rosto.

 

 

— Esposa morta. Rá, que idiota. —Hani revirou os olhos. — Nem aplica, está abafado demais, vai chover. —Avisou-a.

 

 

—Isso me faz pensar, os dois parecem ter perdido as esposas no mesmo tempo, e parecem ser jovens demais para terem sido casados. —Daehye murmurava com um olhar baixo, parando de passar protetor solar. —É por esse motivo que eu não estou com raiva, você seria capaz de esquecer um amor? Existem pessoas que não conseguem. Eu acho que não conseguiria esquecer um amor se essa pessoa morresse. —Dizia virando-se e encarando Hani. —Se você realmente o ama, deveria entender um pouco mais dos sentimentos dele em vez de ficar tirando sarro da forma como ele está preso a uma pessoa morta. — Murmurava cruzando seus braços, e concordando com si mesma.

 

 

— Hm... Tá. Não estou tirando sarro. Cada uma de nós tem a sua visão sobre isso, se vê assim, faça ele te amar e tente preencher o vazio dele. Mas saiba que ele nunca vai ser totalmente seu, sabe por quê? Porque ele ainda vai amar a morta, intensamente. —A garota deu de ombros, expondo seu imaturo pensamento sobre. — Ah, e eu não estou tirando sarro, realmente. Apenas estou irritada e eu não o amo mais, ele é como todo mundo só que sofre mais. Eu afoguei qualquer sentimento existente por ele, garanto.

 

 

— É claro que ele vai amar, eu também amaria. —Dizia se levantando e arrumando suas roupas, encarando-a com um olhar sério. —É por isso que sempre é rejeitada, pare de ser tão mimada e egoísta e veja um pouco os sentimentos das pessoas também. —Daehye dizia em um tom sério, cruzando seus braços. —Chega, venha logo, discutir isso com você não vai adiantar de nada. — Murmurava pegando suas chaves e seu celular para então caminhar em direção à porta.

 

 

— Então vou continuar sendo rejeitada, porque essa é a minha personalidade, ruim? Ela é, mas paciência, vamos fazer o que em relação a isso? Nada. Eu sou assim, mimada e egoísta... Quando achar que não pode suportar mais isso, arrume outra amiga que pense como você, simples assim. —Hani cruzou os braços, saindo da casa de Daehye assim que a porta foi aberta.

 

 

 Daehye apenas revirou os olhos, era comum que ela tivesse várias discordâncias com Hani, e elas sempre eram muito irritantes na opinião dela, já que a Seong era o tipo de pessoa que não mudava a sua opinião seja o argumento mais certo que fosse.

 Assim, ela apenas suspirou, fechou a porta e começou a caminhar em direção à casa do Ancião, onde havia passado grande parte da sua infância e adolescência.

 

 

 

 

Logo, as duas haviam chego a casa do Ancião, que as aguardava na sua sala de estar, com um ótimo chá quente.

 

 

— Bom dia! —Hani cumprimentou o Ancião com um belo sorriso animado, e de costume, o abraçou. — Como tem passado? Dormiu bem? O que tem feito? Cuide-se e coma bastante vegetais e frutas.

 

 

 

—Não tente me enganar, sua raposa. Discutiram de novo, certo? —O velho senhor, indagava em um tom rouco, observando as duas, que ficaram caldas. —Como a chuva é uma neve mais fria, a chuva é uma neve mais tenra. As duas sempre terão opiniões opostas, mas são feitas do mesmo material, parem de brigar. —O Ancião dizia em um tom firme, franzindo suas sobrancelhas.

 

 

—Está tudo bem, ela vai roubar comida na minha casa mais tarde de qualquer forma, vai ficar tudo bem entre nós duas, sempre fica. —Daehye dizia com um pequeno sorriso, concordando. —Mas, por qual motivo mandou que nos chamasse aqui? —Indagava arqueando uma de suas sobrancelhas.

 

 

—  Belas palavras... Apesar de eu não saber em exato o significado profundo disso e sim o básico. Hm... Sempre chuva e neve. —A garota riu soprado, inclinando a cabeça para o lado. — Sim, o senhor está bem? Creio que não nos chamou porque sentiu saudade.

 

 

 

—Estou bem. —Respondia com um sorriso gentil em seus lábios. —O aniversário de morte dos seus pais está chegando, como eu sempre digo, não devem sair de casa nesse dia. Se quiserem visitá-los façam antes. Entenderam bem? —O Ancião indagava sentando-se em sua poltrona.

 

 

—Por que sempre isso? Alguma superstição da vila? —Daehye indagava com certa curiosidade.

 

 

— E o que acontece se sairmos? —Hani inclinou a cabeça para o lado, como sempre ficando curiosa e confusa. — É realmente solitário ficar em casa em um dia desses, a comida acaba rápido…

 

 

—Entendam como as duas coisas, não devem sair, em hipótese alguma. —O Ancião dizia se levantando, com a ajuda da sua bengala, indo em direção ao seu quarto, parando bem na porta. —Irei descansar. Façam como eu digo… —Murmurava entrando no quarto e fechando a porta.

 

 

 

—E como em todos os anos, ele não responde. —Daehye dizia soltando um suspiro, jogando seus cabelos para trás. —Vou abrir a locadora, até mais tarde. —Murmurava caminhando para fora da casa do Ancião.

 

 

— Certo eu-... Não vou lhe responder! Eu estou brava com você! —Hani disse rapidamente ao lembrar-se de mais cedo, rapidamente passando por Daehye e indo para a direção oposta da locadora.

 

 

 

 Daehye no caminho, lembrou-se que havia se esquecido de tomar o seu café, e só tinha preparado um para Hani, por conta disso, ela tomou a decisão de tomar um bom café da manhã, em uma pequena cafeteria que havia no vilarejo, para tentar iniciar seu dia de bom humor. Como ainda era cedo, ela não precisava abrir a locadora.

 

 A garota ao entrar lá se deparou com uma única pessoa sentada em uma das mesas. Por ser uma pequena e isolada vila, as coisas não eram tão movimentadas assim e principalmente pela manhã, já que poucas pessoas acordavam cedo e saíam de casa.

 

 

—Um Ice Americano, e torradas com margarina, por favor. —Daehye logo fazia seu pedido, esperando que a atendente, lhe entregasse o que foi pedido. Ela logo pagou, e levou seu pequeno café da manhã até a mesa ao lado oposto, começando a comer, enquanto observava o céu.

 

 

Automaticamente o olhar de Daehye foi para a porta, que havia sido aberta e consequentemente um pequeno barulho de sininho preencheu o olhar vazio. A garota sentiu o café travar por uns instantes em sua garganta ao ver a pessoa que lhe rejeitou, Kim Namjoon, bem ali.

 

 Ao vê-lo, Daehye logo desviou seu olhar, e encarou um ponto fixo da parede, deixando com que seus cabelos caíssem sobre seu rosto. Ela se xingava mentalmente achando que estava agindo de forma infantil, no entanto, realmente não desejava falar com o homem naquele momento.

 

 

O homem logo fez seu pedido e assim que avisou Daehye, tentando esconder-se, soltou um suspiro pesado. Namjoon então se sentou no lugar vazio na frente da garota, vendo-a erguer o olhar para lhe olhar e depois abaixar.

 

— Somos amigos, chega de me evitar, não? —Perguntou com cautela. Namjoon bebericou seu café, fixando seu olhar da garota.

 

 

—Certo, não é do meu feitio evitar alguém. —Daehye dizia erguendo seu olhar, cruzando suas pernas, e ajeitando seus cabelos. —A menos que essa pessoa tenha me rejeitado. —Completava com um pequeno bico em seus lábios, desviando seu olhar.

 

 

— Já lhe disse que os motivos de lhe rejeitar não são simples.. . Aprenda a lidar com isso e não seja grossa. Somos amigos antes de tudo. —Namjoon soltou um pesado suspiro, percebendo que aquilo seria possível. — Você é divertida e tudo mais e se eu não tivesse conhecido Sun Hee e nem me casado com ela... Obviamente aceitaria seus sentimentos, porém não dá. Então não fique brava…

 

 

 

—Não estou brava, porque acho que na sua situação, eu também estaria assim. —Comentava apoiando seu queixo sobre a palma da sua mão, desviando seu olhar. —Eu não estou pedindo ou desejando que você não tenha a conhecido. É impossível esquecer alguém que se amou tanto, e o meu amor por você não pode ser comparado de forma alguma ao amor que você tem por ela. —Explicava em um tom gentil, voltando seu olhar firme e naturalmente frívolo ao homem. —Mas, é a primeira que eu amei alguém, então suponho que eu não possa simplesmente esquecer isso. Provavelmente eu não vou esquecer, no entanto, eu vou me acostumar. —Daehye terminava dizendo com um pequeno e quase impercebível sorriso.

 

 

— Entendo, deve ser realmente difícil ter que lidar com isso no seu primeiro amor... Mas lhe garanto, tudo vai ficar melhor quando amar novamente, então não desanime você é jovem e tem um futuro cheio de paixões pela frente. —Namjoon riu soprado, esboçando um belo sorriso para Daehye. —  Obrigada por entender... Amigos então?

 

 

 

—Não vou apertar a sua mão, afinal ainda assim me rejeitou. —Dizia com um olhar sério, rindo soprado em seguida. —Estou brincando, minhas mãos são frias demais, por isso… Vamos apenas concordar. Sim, serei sua amiga até… o meu limite. —Murmurava bebendo em seguida alguns goles do seu Iced Americano. —Eu não entendo completamente, porque nunca vivi algo assim. No entanto, deve ser algo bem difícil, e… você é muito novo. —Daehye comentava em um tom receoso, estreitando suas sobrancelhas.

 

 

— Não sou muito novo não. —Namjoon balançou a cabeça, apoiando sua bochecha na palma da mão. — Sou mais velho do que pensa. — Comentou, parando para pensar sobre isso em alguns instantes. — Não queira viver algo assim. Talvez para você seja diferente tal situação... Já que no meu caso, estou totalmente preso à Sun Hee, até o dia em que morrerei e me encontrarei com ela. Bonito, não?

 

 

—É um pouco contraditório. —Dizia repetindo o mesmo gesto de Namjoon, ficando na mesma posição que ele, encarando-o. —Na sua situação, eu faria o mesmo que você, como disse. Mas, na situação dela, eu me pergunto se ela iria desejar que você vivesse assim. —Daehye murmurava em um tom pensativo, encarando-o intensamente. —Na situação dela, eu não iria desejar que me esquecesse, mas… eu também não iria querer que vivesse esperando a morte. —Completava voltando seu olhar a janela. —É contraditório.

 

 

— É que há uma coisa que me impede disso... Quem sabe um dia eu lhe conte. —Murmurou, lembrando-se do fato em que os lobos são conectados a uma única parceira pelos restos de suas vidas. — Então não é contraditório, só... Acontece. — Ele afirmou, terminando de tomar seu café.

 

 

—É melhor não me contar, eu estou tentando superar uma rejeição, por sua culpa. —Daehye dizia com um pequeno bico em seus lábios, se levantando. —Até mais, preciso ir agora… sinto que logo vai chover. —Murmurava coçando seu nariz, acenando para Namjoon.

 

 

— Mais tarde passarei na locadora. —Namjoon avisou, vendo Daehye concordar. — Tenha uma boa manhã. —Murmurou, dando leves tapinhas na cabeça da garota para depois levantar-se e ir diretamente ao caixa, pegar mais um café.

 

 

 Assim, Daehye logo saiu da cafeteria. Sinceramente, seu coração não se aliviou nem um pouco em falar com Namjoon. Colocar-se no lugar dele e no lugar da sua esposa, apenas a fez constatar que aquele amor poderia realmente ser impossível, e isso a deixava realmente angustiada, pois era o tipo de coisa, que não teria uma solução simples, e poderia se tornar um problema sem resposta.

 Com isso em mente, ela estava decidida a tentar acalmar seu coração de alguma forma, ou, tentar se acostumar com aquela sensação incomoda, como se um nó estivesse preso em sua garganta.


Notas Finais


Então, foi isso!
Espero que tenham gostado <3 comentem se quiser XD

Nossos perfis:
@saoki-san
@Maevie


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