História Snow Blood - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxas, Medieval, Vampiros
Visualizações 9
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oiew gente!! me perdoe a demora!!
Enfim, o cap de hj focou no reencontro da Noriko com o Karin e tls
mas no proximo vai começar a ação e essas coisas!
e gostaria de avisar tambem que logo logo a fic vai chegar ao fim!!! pq eu não vou ficar forçando capitulo até aonde não da e tls^^'''
bem, espero que gostem, me perdoe qualquer coisa e até a proxima

Capítulo 8 - Reencontro


Fanfic / Fanfiction Snow Blood - Capítulo 8 - Reencontro

            [ Dankov, Palácio do Czar, 1735. Exatos dois dias para o aniversário de Noriko]

Karin me olhou, aparentemente, mais confuso do que eu. Espera aí... O Czar é o meu melhor amigo?!?

Me levantei para correr até seus braços, lagrimas rolavam pelas minhas bochechas e quando eu iria correr até ele, seus guardas me seguraram e me jogaram novamente no chão. Karin se levantou, pude ver raiva em seus olhos, coisa que eu nunca havia visto

- Soltem ela! Agora!! – Ele veio andando em minha direção e os guardas se separaram ainda mantendo sua postura e me encarando por “precaução” – Noriko? O que houve, querida?

- Karin... – Quando fui lhe abraçar, seus guardas me seguraram. Pelo que eu pude perceber, aquilo foi a gota d’agua. Eu podia jurar que seus olhos iriam pegar fogo e ele iria matar esses guardas –

- Vocês dois, SAIAM DAQUI AGORA! – Karin cerrou os punhos e logo apontou para a saída, ameaçando gritar novamente com os guardas –

O olhei confusa e me encolhi por estar um pouco assustada. Os guardas também aparentavam estar com medo, Karin não aparentava ser agressivo, mas esses dois o tiraram do sério.

- Mas...majestade, e se ela for fazer alguma coisa? Temos que te proteger. Tirando o fato de que, ela foi acusada de assassinato... por isso está aqui – disse um dos guardas abaixando a cabeça –

- Uma garota de 1 metro e meio e desarmada não vai conseguir fazer nada contra mim. Podem ir, vão ver se a Malinka precisa de algo – disse Karin me olhando e sorrindo calmamente logo em seguida –

Os guardas concordaram e foram embora me deixando as sós com Karin. Ele removeu minhas algemas e me deu um forte abraço, o retribui e afundei minha cabeça em seu ombro soluçando em prantos.

- Calma, pequena. Eu estou aqui agora, ouviu? Nada e nem ninguém vai te machucar. Eu vou te proteger, vou te proteger com todas as minhas forças, ouviu? Vai ficar tudo bem... – Karin dizia baixo e rouco em meu ouvido acariciando e apertando minhas costas. Aproximando cada vez mais nossos corpos e deixando beijos em meu pescoço e cabeça –

Não posso negar, aquilo me deixou tanto arrepiada quanto reconfortada. Minhas lagrimas cessaram e Karin colou nossas testas fazendo com que meu coração acelerasse, ele passou o dedo, lentamente, em minha bochecha a acariciando e sorriu me retirando uma pequena risada.

- Agora, a senhorita Petrenko vai ter que me explicar. Que história é essa de assassinato? – Karin depositou um beijo em minha testa e se sentou na minha frente –

- Eu... Matei a Kisa... E a namorada do Yure – abaixei a cabeça e sequei minhas lagrimas com as costas da minha mão e o olhei com um pouco de medo. Eu já havia perdido todos e não queria perde-lo –

- Por que você as matou? – Karin me olhou sério, diferente do que eu pensei, seu olhar não demonstrava raiva ou desgosto. Ele era misterioso e completamente sério, não seria capaz de tentar imaginar o que ele estava pensando – Me responda, Noriko!

O olhei e engoli a seco, virei a cabeça para o lado e suspirei reunindo toda a coragem que eu precisava para tocar nesse assunto novamente. Não, eu não tinha vergonha disso. Eu não tenho arrependimentos e nem nada do tipo. Eu apenas tenho medo da reação dele, ele poderia muito bem me prender e me deixar lá, trancada, por toda a eternidade. Criei a coragem que faltava e esfreguei minhas mãos na saia do meu vestido.

- Eu não aguentava mais os abusos que eu sofria pela parte da Kisa... E também não aguentava mais ver o Yure com a Annya. Aquela vadia me tirava do sério! E então, com um pequeno empurrãozinho, algo deu em mim e eu as matei – Abaixei minha cabeça e Karin a levantou com os dedos em meu queixo se aproximando cada vez mais –

Ele se aproximou ainda mais, seus lábios quase colaram nos meus. Meu coração acelerou e eu fiquei toda arrepiada. Não sabia como reagir e apenas fiquei parada, quando senti seus lábios dando um leve selar em minha testa.

- Não vou te prender e nem te dar pena de morte, tudo bem? – Assenti com a cabeça e ele continuou – porem você vai ter que trabalhar para mim, mais precisamente, para o Império.

O olhei confusa, mas concordei. Apesar de seu meu melhor amigo, Karin tinha que manter a ordem no reino, e me deixar livre da pena, iria revoltar os Nortenhos e com o fato da maioria deles – principalmente os moradores de Kiev – serem vampiros e bruxas, isso não seria nada bom.

- Certo, mas o que eu vou ter que fazer? Não irei usar uma roupa de empregada – cruzei os braços o encarando seria – alias... você poderia devolver minha bolsa e minha espada? Não gosto de andar sem elas.

- Por que você quer uma espada? – Karin ficou confuso – escolhe outra, ela parece ser pesada para alguém tão pequena – disse em tom de deboche bagunçando meus cabelos –

- Olha aqui, Senhor Varvara! Não é porque você é o Czar, que eu não vou te responder como bem entendo! – Apertei suas bochechas e puxei seu rosto para mais perto do meu – não quero qualquer outra espada, eu quero a MINHA espada!! – Comecei a balançar a cabeça do Karin de um lado para o outro – entendeu?!

Karin riu e colocando um de seus braços nas minhas costas e chutou minhas pernas – não com força, é claro – me fazendo cair em seus braços. Com a outra mão apertou minhas bochechas da mesma forma

- Nossa! Você é tão assustadora!! Desse jeito eu fico assustado! – Disse soltando minhas bochechas e as acariciando delicadamente –

- E é exatamente por isso que eu tenho uma espada! E eu quero a minha espada, ouviu?! – Disse visivelmente irritada e logo sorri ao ver o lindo sorriso que só o meu Karin tinha –

- Não posso te dar ela! Você nem ao menos sabe lutar! Como quer ter uma espada? – Diz me levantando logo em seguida –

- Eu não preciso saber lutar! Não como seus guardas e nem como você. Meus inimigos não lutam do mesmo jeito – bufei um pouco irritada –

Karin ficou quieto com os olhos semicerrados enquanto me encarava. Ele suspirou e logo sorriu ladino, soltando uma risada nasal maravilhosa

- E quais seriam esses inimigos, hem? – Colocou os braços atrás da cabeça e sorriu convencido pela minha reação de “desespero” – Quem é você de verdade, senhorita Petrenko?

Fiquei em silencio. Eu suava frio, minhas pernas estavam bambas e eu não sabia o que responder. Eu tremia e pensava em tudo, menos em uma resposta adequada para a situação. O silencio presente na sala era incomodo e totalmente desconfortável – bom, pelo menos para mim – e uma voz feminina o quebrou. Não vou negar, mas confesso que aquilo me deu um leve susto.

- Não é obvio, Karin? Ela é uma bruxa! – Uma garota ruiva, de olhos azuis e um corpo bem definido entrou no ambiente ficando ao lado de Karin. A semelhança deles me assustava mais do que a minha com Yure. Sua resposta me assustou mais do que qualquer coisa nesse mundo; Como caralhos ela sabe quem sou? –

Continua...


Notas Finais


é isso gente, espero que tenham gostado e me perdoem qualquer coisa!!
comentem se quiserem e é isso!
até o proximo cap mamae ama vcs


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