História Snowstorm - Capítulo 3


Escrita por: e TiaJaeger

Postado
Categorias Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Tom Kaulitz
Tags 3-shot, Incesto, Kaulitzcest, Kcest, Tokio Hotel, Toll
Visualizações 7
Palavras 10.374
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegamos ao último capítulo dessa fanfic tão especial para nós duas.
Vou falar umas coisinhas aqui porque sou dessas :v
Não dá pra explicar como TH é importante pra mim e pra Bertie, e falo no sentindo de conjunto e não individual, essa banda fez eu perceber que amo essa pessoa maravilhosa e que só tenho orgulho. Escrever essa fanfic com ela foi sensacional!
- TiaJaeger.

Oioi psoas lindas existentes nesse belo vale homosexual/incestuoso! Como vocês estão? Espero que bem!
Essa fanfic é uma parte muito importante da nossa história, assim como TH também se tornou, é incrível como simples coisas podem fazer a diferença em nossa vida.
Foi por causa de uma fanfic que a conheci. Foi por causa de uma fanfic que percebi que a amava. E essa fanfic fez isso, ela nos uniu mesmo sem ter sido criada com essa pretensão.
Eu agradeço a todos que aqui chegaram e se depuseram a ler mesmo els sendo realmente bem grande rsrs, obrigada oir indiretamente acompanharem nossa história :3
- Bertie

Capítulo 3 - After Snowstorm


Já faziam três meses que estavam oficialmente juntos; em uma das outras festas que tiveram no vilarejo Georg acabou novamente bebendo de mais e espalhou pra todos presentes que Tom e Bill eram irmãos gêmeos.

Tom obviamente ficou muito bravo quase chegou a bater no amigo -só não fez isso por intermédio do amado e de Gustav- desse então Bill vinha recebendo ameaças e olhares estranhos porém acabou não contando nada ao irmão.

—Bill...- ouviu seu nome ser chamado naquele tom preocupado e se virou 

—Que foi?

—Você parece estar preocupado com alguma coisa...

—Ha? Nada- sorriu minimamente —Só pensando numas coisas- deu uma longa pausa o abraçando —Vamos sair um pouco? Eu to cansado de ficar em casa

—Vamos- entelassou seus dedos logo saindo pela porta andando floresta a dentro.

Tudo estava calmo, os pássaros cantavam suavemente uma bela melodia, porém Bill continuava inquieto.

Tom reparava nas expressões do irmão. Ele não era um péssimo mentiroso, mas não funcionava com Tom; ele sabia exatamente quando Bill estava inquieto ou pensativo demais, e aqueles dias o gêmeo mais alto estava realmente estranho.

Quando Tom terminou de caçar um coelho guardou o arco perto da aljava, resolveu perguntar de uma vez o que era aquela preocupação toda de Bill. 

—Hey. O que está te encomodando? -falou calmo, se aproximando dele -que ao escutar a pergunta fez uma cara assustada e somente confirmou para Tom que algo não estava certo-.

—Nada, Tommy. -falou. Saindo um pouco do toque do outro. —Me diga Bill. Sabe que se eu não souber, não posso te ajudar.

—Não é nada, Tom! -frisou a mesma resposta de antes. Cruzando os braços totalmente emburrado.

—Tudo bem. Se não quer falar, tudo certo. -disse por fim. Passando a mão no rosto de forma derrotada, não suportava quando Bill estava preocupada com algo e não lhe contava. Outra Vez no mês passado foi porque cismou que o gêmeo estava costejando a mulher onde compravam couro; foi muito difícil para Tom descobrir o motivo daquele bico emburrado e arrogante que Bill fez pelo mês inteiro. Quando contou que estava apenas encomendado uma surpresa para o pai adotivo, Bill se sentiu horrível e quis consertar a situação que sua birra fez. Tom achou uma graça, mas a situação de agora era diferente; ele já conhecia agora face de ciúmes Bill, e aquela expressão não era de ciúmes ou suspeita. Tom temia ser de... Medo.

Bill sem dizer nada apenas abraçou o gêmeo com força escondendo o rosto no peito do outro soltando um gritinho abafado; queria muito contar tudo mas conhecia Tom e sabia a confusão que ele faria ao saber da situação.

—Só esquece isso ta bom?

—Mas como? Você ta assim já faz um bom tempo. Foi algo que eu fiz?- decidiu por fim perguntar, se soubesse pelo menos que o problema era algo que havia feito seria mais fácil escolher a abordagem

—Não foi nada que você fez Tom. Esquece isso- murmurou manhoso —Tem uma cachoeira aqui perto não? Vamos lá 

—Você é impossível!

Ambos riram em sincronia -com qual agora estavam acostumados- e começaram a caminhar rumo a cachoeira.

No caminho o gêmeo mais alto parecia um pouco menos preocupado e ia mais a frente dando pulos como se fosse uma criança ansiosa, enquanto Tom ficava lhe gritando pra que não se afastasse muito; e foi em um desses momentos que pode ver Bill ser acertado na cabeça por uma pedra que o fez cair ao chão

—Bill!- gritou preocupado correndo ao seu encontro, a cabeça do irmão sangrava minimamente, não era nada tão grave mas de uma coisa o viking tinha certeza; aquilo foi jogado de propósito —De onde veio isso?

—Tom... Deixa pra lá...

—Ora... Se não são os irmãos Kaulitz- uma voz surgiu em meio a mata, era um dos moradores da vila. Tom fechou a cara e se colocou em posição de luta no mesmo instante.

—Suma daqui Matthew! Antes que eu quebre sua cara

—Tom, até parece que não sabe; se esqueceu que a punição para incesto é apedrejamento?- sorriu sinico —No entanto eu só joguei uma pedra no seu precioso irmãozinho

—Vai morrer por isso- o agarrou pelo colarinho, seus olhos esbanjavam uma fúria que nunca tiveram antes. Quando o assunto era a segurança e seu Bill, virava uma fera.

—Tom; por favor- disse Bill —Por mim, esqueça isso. Se arrumar confusão por minha causa podem realmente decidir nos condenar, ou pior, me afastar de você! Tom por favor! Eu não quero isso- puxou o outro pelo braço e então finalmente o gêmeo menor soltou Matthew no chão o dando um chute nas costelas

—Você. Fique longe do meu Bill!

—Vou ficar. Não quero me contaminar com vocês dois! -falou se levantando com a mão nas costelas, e cuspiu na blusa de Tom antes de ir embora rindo um pouco.  

Até mesmo a floresta pareceu ter ficado em silêncio com aquele acontecimento. A raiva de Tom não durou muito, pois foi logo ao encontro de Bill -que estava sentado encostado a uma árvore- Tom não o viu indo até ali; ficara cego pela raiva por alguns minutos e se recriminou por isso. 

Bill tinha a testa sangrando e chegava a pingar o sangue, estava cabisbaixo, mas não chorava. O que Tom estranhou. Se sentando ao lado dele não disse nada, apenas o abraçou e beijou seus cabelos gentilmente. 

—Eu te amo. -disse como se fosse as únicas palavras que poderia dizer naquele momento; só depois de escutar essas palavras, Bill chorou. 

Ficaram ali abraçados até os solavancos dos ombros de Bill cessarem. 

—Vamos para casa Tom -disse depois de ficarem encostados naquela árvore por horas sem conta. 

—Vamos. -andaram para casa abraçados, Bill sussurrava que amava Tom e ele lhe afagava os cabelos que tanto amava dele.

Naquele dia não trocaram muitas palavras sobre o ocorrido na floresta.

Tom cuidou do ferimento da testa de Bill e dormiram abraçados; como se tivessem medo de perder um ao outro. 


Mais um mês se passou e eles não falaram a ninguém do que Matthew fizera. E Tom por sorte não se encontrou com ele mais depois daquilo -porque se o olhasse, aquele desgraçado iria conhecer a fúria que o Kaulitz nutria por ele-.

Tom por precaução não deixava Bill sair sozinho, porém o irmão não achava certo eles se esconderem de pessoas que faziam reais atrocidades.

Em um dia normal, quando Tom foi resolver alguns assuntos com Georg, a linha de Bill acabou; ele costurava muito bem, e já vendia algumas peças ocasionalmente pela vila. Ficou ponderando se iria até o centro da vila para comprar mais linha ou se esperava Tom voltar.

Depois de muito ponderar, decidiu por fim que deveria ir; tinha uma encomenda, e mesmo que o pagamento fosse pouco aquele dinheiro os ajudaria.

Fechou bem a casa e saiu em direção ao vilarejo; usava uma grande manta sobre si era sua tentativa de passar despercebido. A verdade é que quando estava com Tom ningem se atrevia a mexer com ele, mas quando estava sozinho a história era completamente diferente.

Para evitar problemas foi direto a barraca de linhas e tecidos, o velho senhor que lá vendia era sempre muito gentiu consigo. Comprou toda linha que precisava e logo começou seu caminho de volta, porém foi parado por Matthew; e dessa vez não estava sozinho, logo Bill percebeu que um pequeno grupo de dez pessoas o cercavam.

—O q-que querem comigo?

—Ah Bill- disse sinico se aproximando, só então ele notou que todos ali tinham pedras nas mãos —Vamos te punir segundo as leis do vilarejo

—Matthew me deixe em paz, eu não fiz nada!- tentou fugir dali porém foi jogado ao chão por um outro homem maior que si; antes que pudesse se levantar sentiu as pedras começarem a acertar seu corpo.

Uma dor lancinante o atingiu de certa forma que já não conseguia suportar.

Tom chegou em casa pouco antes do sol se por, logo estranhou o silêncio e o fato do irmão não ter o recebido na porta como sempre fazia; logo se pôs a procura-lo por toda a casa e não o encontrou. Sentiu uma dor estranha em seu peito e uma sensação de que deveria ir ao vilarejo.

Movido como que por outra pessoa, Tom correu em direção ao vilarejo, seu coração doía e batia forte. Bill estava em perigo. Ele sentia isso, Bill chamava por ele. 

Esbarrou em muitas pessoas e até recebeu xingamentos, mas não se importou. Rumou em direção a um lado mais afastado e menos movimentado da cidade; correu mais um pouco e o que viu fez todo o corpo de Tom paralisar por alguns instantes. 

Lá estava Bill. Agachado e protegendo a cabeça com seus braços finos e em sua volta, estavam Matthew e mais nove pessoas atirando muitas pedras em Bill -que chorava baixinho e pedia socorro-.

Se perguntassem para Tom o que ele fez exatamente depois de presenciar essa cena, ele não saberia explicar. Porém, o que fez foi inimaginável. 

Ele correu até os agressores e chegou acertando um soco na lateral da cabeça de Matthew que não o tinha notado até ser acertado. Caiu no chão e Tom não parou. O socou e socou, até que um dos caras maiores veio em sua direção, todo autoritário e pronto para bater no mesmo; porém quando viu seu olhar, aquele cara grande e forte resolveu recuar e ficar parado.

—Se aproxime e vai morrer! Seu maldito! - bradou em plena fúria e ódio para todos os presentes. 

Continuo surrando Matthew até que Bill se levantou com dificuldades e falou muito baixo.

—Chega, Tom...

Deu alguns passos e caiu novamente de joelhos soltando gemido de dor, no mesmo momento seu gêmeo soltou Matthew e foi o ajudar colocando os braços em volta de seu pescoço

—Oh meu amor... Calma, eu to aqui- ao ver Bill todo machucado a dor que Tom sentia em seu coração voltou e ainda mais forte, ver seu irmão naquele estado era horrível ainda mais sabendo que quem lhe fez aquilo sairia impune. Sem pensar duas vezes pegou o maior em seu colo e o levou até a casa de seu pai de consideração -Georg- afinal era mais perto e ele saberia o que fazer.

Os G's estavam no quarto quando ouviram batidas estrondosas na porta, e o mais velho da casa logo correu para atender encontrando Tom ofegante e Bill quase desmaiado em seus braços; podia ainda não concordar com aquele relacionamento porém não lhes negaria ajuda.

—Filho? O que aconteceu?

—O Matthew e os comparsas dele encurralaram o Bill e apedrejaram ele

—Céus entrem, entrem; ele precisa de cuidados imediatos 

O viking assentiu e logo foi entrando, colocando o irmão deitado no grande sofá onde Georg começou a cuidar de seus ferimentos.

Bill fazia caretas e chorava pela dor que sentia, Tom podia quase que sentir sua dor, ve-lo assim era a pior coisa do mundo; por mais que grande parte de si quisesse ir atrás de Matthew acertar as contas com ele, assim que o irmão tocou sua mão e pediu pra que ficasse ali sentiu como se não pudesse se mover.

—Ahh..- gemeu sentindo uma de suas feridas ser limpa

—Calma meu amor- beijou com carinho suas mãos tocando suavemente o local como se um toque errado pudesse o machucar ainda mais —Ah Bill eu te amo muito, porquê você é tão teimoso?- encostou suas testas enfim permitindo que as lágrimas caíssem —Eu te disse pra não sair de casa sem mim... Seu idiota! O que eu faria sem você? Bill eu morreria se algo pior tivesse te acontecido

—Desculpa... Huumm...- novamente gemeu apertando mão de Tom com mais força indicando que a dor havia sido pior agora —É que eu tinha que terminar uma encomenda e a linha acabou... No fim acabei perdendo a linha também... Eu não sirvo nem pra me defender sozinho. Não me surpreende que papai e mamãe tenham me trocado por sacos de trigo; eu sou um inútil- suspirou aliviado vendo que Georg tinha enfim terminado os curativos e os deixado sozinhos na sala.

—Bill não diga isso, você é um ótimo cozinheiro, e costura muito bem, você não é inútil- selou seus lábios num selinho demorado —Você é muito importante pra mim. Você é o amor da minha vida e além disso é meu irmão por isso eu te amo duas vezes e sendo assim você é duplamente importante- sorriu o ajeitando melhor sobre o sofá —Agora pare de pensar nisso e descanse, vou te fazer uma canja

—Com bastante batata?- o olhou com aqueles olhinhos pidões e brilhosos, era impossível negar um pedido seu.

—Isso; com bastante batata

Beijou novamente seus labios com carinho e se dirigiu a cozinha onde seu pai de consideração estava.

Georg o olhou como quando Tom aprontava na infância. Um olhar de repreensão mas que ao mesmo tempo entendia o motivo do filho ter se metido em confusão. 

—Tom. -iniciou de forma seria e calma fazendo o viking lhe olhar de lado. Tom começou a lavar mão na pia, os ossos de seu punho estavam machucados de tanto que bateu em Matthew. Seu pai suspirou por não ter obtido nenhuma resposta —sabe meu filho. -viu Tom entortar a expressão esperando o sermão que com certeza viria —Matar esses desgraçados não vai resolver em nada. Só vai trazer mais problemas para vocês dois. 

—Não estava pensando em matá-los, mas queria que sofressem cada ferimento que meu precioso Bill está sentindo. -falou com fúria no olhar dando um soco na pia fazendo sua mão sangrar mais ainda. 

—Mas sabe como são as pessoas; elas cometem erros piores e mesmo assim querem julgar os outros -falou para surpresa de Tom.

—Desde que o idiota do Ge abriu a boca, o Bill ficou diferente; eão demonstrava a confiança que tinha ao sair de casa, somente agora eu percebi que ele já sofria olhares e ameaças; só não me falava. -estava desabafando com o pai. —Sou tão inútil assim, pai?! Não consegui proteger a única pessoa que quis ao meu lado. E agora ele está com machucados pelo corpo e foi humilhado por uns idiotas! -soltou tudo em um único fôlego, e se sentiu melhor ao terminar de falar. 

—Tom; sabe bem como a vila é. As pessoas são desocupadas e adoram falar dos outros, quando começaram os boatos pelas ruas me preocupou muito; pois temia isso que aconteceu. 

—Você acha que eu não sei?! Se antes falavam da gente, agora então... -terminou a frase frustrado com toda a situação. 

—Meu filho, posso ver o amor que tem pelo Bill; então não piore a situação por causa de raiva. Cuide dele e o faça ficar bem novamente. -sorriu entregando curativos para os dedos de Tom, que lacrimejou os olhos e voltou para a sala. Bill estava com muitos curativos pelo corpo; ele tinha até mesmo um olho roxo, que fez Tom ferver de raiva, mas se acalmou por Bill.

Ao ver que o irmão dormia profundamente ficou um pouco mais tranquilo e voltou para a cozinha começando a fazer a canja -com bastante batata- assim como foi praticamente exigido por Bill. Alguns minutos depois Georg e Gustav desceram juntos, Tom ainda estava um pouco bravo com o amigo

—Tom... Meu pai disse o que aconteceu com o Bill... Eu sinto muito 

—Tomara que sinta mesmo porque a culpa é toda sua e dessa sua boca grande 

—Desculpa, mas Tom, eu tava bêbado cara...

—E agora o Bill ta machucado. Parabéns Georg.

—Cara, não foi porque eu queria que acontecesse isso com ele. Sabe que são minha família, Tom. -percebeu uma certa recaída no semblante sério de Tom,mas continuava bravo com Georg. —Você e o Bill são importantes para mim; nunca iria falar aquilo para prejudicar vocês. 

Tom não queria ter culpado o amigo, porém ele merecia ouvir aquelas palavras. 

—Tudo bem Ge, desculpe por isso. -se abraçaram amigavelmente e entraram de volta na sala onde Bill estava, agora já desperto.

Estava sentado com a mão em seu olho roxo -e fazia uma carinha adorável- 

—Meu olho doi

—Ta doendo muito amor?- sentou-se ao seu lado colocando em seu colo o prato com canja 

—Um pouquinho- disse todo manhoso fazendo o já conhecido drama.

Tom sorriu e começou a dar a canja em sua boca com carinho e o gesto foi aceito de bom grado.

—Viu só Ge? Você nunca fez isso comigo- reclamou Gustav fazendo bico

—Viu só o que você fez Tom? Inventou de virar romântico e quem pagou fui eu!

Bill foi dar risada da situação, mas logo sentiu uma pontada de dor nas costelas e fez um gemido e expressão dolorida. 

—Calma meu amor. Não se esforce. -falou carinhoso com Bill, e lançou um olhar repreensível para os dois -que abaixaram a cabeça como crianças levadas quando levam bronca dos pais-.

Depois de comer toda sua canja com muitas batatas Bill se deitou novamente e dormiu. Tom foi para a sala com os G's em seu encalço. 

—O que vai fazer agora Tom? -perguntou Gustav, que conhecia o amigo e sabia que ele planejava alguma coisa. 

—Vou ter que esperar para ver como as pessoas da vila vão agir conosco. Se continuar todos esses comentários, eu e Bill vamos embora daqui.

Foi um choque para os dois que se olhavam espantados e preocupados.

—Tom. Ficou doido? Não pode deixar a vila. -argumentou Gustav alarmado.

—E pra onde iria? -perguntou Georg surpreendendo o namorado e Tom; que o encarou para responder.

—Kattergart. Ouvi dizer que o Lord de lá não é um tirano e as pessoas da vila não são tão hipócritas como as daqui.

Georg percebeu que Tom tinha muitas informações sobre esse lugar e lhe veio outro pensamento a mente.

—Desde quando você está com essa idéia, Tom?

Demorou um pouco para responder. Por mais que parecessem idiotas na maioria do tempo, seus dois amigos eram espertos e o ainda conheciam muito bem.

—Desde que Bill ficou diferente... Que aliás, foi desde que você deu com a língua nos dentes naquela festa estúpida -falou normalmente; não tinha rancor do Ge, porém mesmo que estivesse mais carinhoso e romântico, Tom ainda era bruto ao falar com quem não fosse seu Bill.

Ge suspirou encarando o chão, percebeu logo que Tom o culparia a vida toda por ter falado muito naquela maldita festa

—Tom... Mas e a ferraria?

—Vou continuar trabalhando la

—Mas Kattergart fica a um dia de distância- disse Gustav Gustav preocupado com o amigo.

—Não importa- disse firme o encarando —Eu já estou decidido, se essas coisas continuarem acontecendo com Bill, irei pra lá.

—Tudo bem Tom. Pode contar conosco. -falou tentando amenizar o clima do ambiente —Não é amor? -perguntou pro namorado que parecia pensar demais no assunto, mas assentiu. Fazendo o amigo suspirar 

—TOM! 

Escutaram Bill gritar desesperado. Tom correu ao seu encontro e o viu dormindo chorava tentando acordar de um pesadelo; ele se debatia sobre o sofá gritando o nome do irmão completamente desesperado, e claro, logo o gêmeo passou a mão sobre seus cabelos, suavemente o acordando. Bill logo ao acordar se agarrou a Tom o abraçando com força.

—Amor calma

—T-Tom... Foi horrível e-eles vieram atrás de mim e me tiraram de você! Não deixa eles me levarem Tommy

—Meu anjo; calma, ninguém vai me tirar de você eu juro- se deitou ao seu lado o abraçando com carinho tentando o acalmar 

—Fica aqui comigo, não me deixa...

—Nunca amor, nunca

Bill ficou na casa de Georg -pai- por exatamente quatro dias. Nesse tempo todo, Tom não saiu mais do lado dele um minuto sequer; por isso contava com a ajuda dos Gs para saber como andavam as fofocas nas ruelas da vila.

Gustav e Georg relataram que estavam cada vez mais comentando sobre os irmãos Kaulitz, e que Matthew dizia aos quatro ventos que queria se vingar de Tom por ter lhe dado um surra. 

Tom havia contado para os pais adotivos de sua idéia de se mudar para a cidade vizinha, Kattergart, seu pai não gostou da idéia de ver o filho longe, mas o apoiou. Já sua mãe de criação chorou e chegou até mesmo a tacar uma bandeja em Tom, dizendo que não era para ele os abandonar. Mas logo após a situação catastrófica para os pais, ambos entenderam que era o melhor para os dois. 

Na noite do quinto dia, Bill já se sentia melhor. Seu olho não é estava mais tão roxo e inchado e seus ferimentos não doíam no simples movimento. Voltaram para a casa de Tom escoltados pelos Gs, que assim como tom também eram ótimos guerreiros; ao deixarem o casal em casa se retiraram depois de trocarem algumas palavras de conforto e confiança. 

Tom não tinha contado à Bill ainda sobre a mudança que iriam fazer, não sabia por que mas não se sentia confortável em falar sobre isso com ele; tinha medo da reação dele. E se Bill o achasse um covarde por estar fugindo do real problema? Não conseguia parar de pensar nisso.

Assim que os G's se foram, Bill logo começou a abrir as janelas deixando a luz do sol entrar

—Tom- o encarou seriamente —O que você ta me escondendo?

—Eu? Nada

—Não minta, eu sinto que tem algo que não me contou

Tom riu o abraçando com carinho acariciando os cabelos que já estavam um pouco maiores

—É só uma ideia, mas não estou totalmente certo sobre isso ainda - o deu um selinho —Como estão as dores?

—Menores...- o olhou com aqueles olhos pidões e Tom quase podia adivinhar o que queria —To com saudade de você

—Bill, lembra o que conversamos? Quero que você se recupere bem primeiro

—Tommy, estou ótimo e se você não me levar pra cama vou considerar que não me ama mais!- fiz bico e o gêmeo riu

—Sendo assim não posso negar- riu de forma safada deitando o irmão sobre a cama com todo carinho possível, Bill ainda tinha algumas marcas e Tom não queria o machucar de forma alguma.

O despiu cuidadosamente e lentamente, o provocando no processo. Quando tirou toda a roupa de Bill, seu coração pareceu falhar uma batida; ele era lindo demais para Tom. Com todo o carinho do mundo, Tom beijou cada marca roxa que ele tinha pelo corpo, cada resultado da agressão que sofreu; o cobriu de beijos para no final beijar Bill nos lábios apaixonadamente.

O maior sorriu movendo a língua de forma provocante rebolando fazendo seus corpos se friccionarem de forma gostosa

—Tommy- disse manhoso arranhando seu peito —Quero ficar por cima

—Tem certeza? Bill não quero que se esforce muito, você não está completamente bem

—Tom...

—Ta bem- os trocou gentilmente de posição deixando Bill sentado sobre sua barriga; o gêmeo sorriu como uma criança brincalhona e logo se pôs a provocar Tom. Colocou seu pênis junto ao dele fazendo movimentos suaves

Tom jogou a cabeça para trás e mordia o lábio de forma provocante. Bill sorria extremamente excitado por ter o controle da situação por enquanto; resolveu então deixar sua marca em Tom novamente, ficaram se transar todos esses dias, então seus chupões no pescoço de Tom estavam sumindo. 

Beijou fortemente o pescoço do mais baixo e logo ouviu os suspiros de prazer que tanto adorava quando Tom os fazia.

Depois de observar sua "arte", resolveu sussurrar no ouvido de Tom. 

—Eu vou te cavalgar loucamente agora.

—Isso é algo bom de se ouvir...- riu de canto mordendo o lábio em sincronia com Bill que fez a mesma coisa; seus lábios foram ao encontro dos de Tom num beijo selvagem que fez o irmão perder o fôlego -fôlego esse que nem pode ser recuperado já que Bill o fez entrar todo de uma só vez soltando um gemido abafado- 

Logo começou a se mover rapidamente em movimentos selvagens, realmente todo aquele tempo sem Tom o havia deixado muito libidinoso.

—Céus- Tom gemeu.

—Tommy- sorriu safado arqueando as costas movendo somente a cintura.

Bill rebolou de forma provocante e demorada, estava provocando Tom e isso o divertiu ao ver que a expressão do irmão; era como se fosse uma súplica para ele voltar com os movimentos mais ardilosos. 

Sorrindo abertamente, Bill jogou a cabeça para trás e colocou as mãos nos ombros de Tom;/começou a subir e descer de forma que tom o penetrava muito forte. 

Bill gemia alto que poderia ser ouvido do lado de fora da casa -agora se eles se importavam com isso era outra estória-.  

—Ahh! Tom! -falava descompassado cada vez que subia e descia. Logo logo iria gozar e por isso mordeu o ombro de Tom; este que adorava quando Bill fazia isso. Adorava sentir o sangue escorrer da mordida que levou; isso o excitava muito. Bill gemia lânguidamente e Tom já o conhecia para saber que estava quase no limite.

Não demorou muito e se desfez no interior do gêmeo ao mesmo momento em que ele mesmo se desfazia sujando suas barrigas.

—Ahh... Tommy... -mordeu o próprio lábio com certa força deitando sobre o peito do irmão cometamente ofegante

—Senti falta disso céus

—Eu também meu Bill- beijou sua testa

—Eu adoro isso- comentou deixando Tom confuso um pouco. 

—O que você adora?

—Quando você me chama de seu. Me sinto protegido e amado- explicou de forma carinhosa e meiga.

—Mas você é; muito muito amado- beijou seus lábios com carinho o passando toda segurança que precisava.

—Eu te amo Tom

—Também te amo e muito- acariciou suas costas o fazendo murmurar manhoso como se fosse um filhote de gato, logo seus olhos foram se fechando e ele dormiu profundamente.

Tom ficou ali por longos minutos, porém logo se lembrou que tinha que pegar lenha afinal a noite era sempre muito fria por ali. Beijou a testa do amado e saiu de casa com o machado em mãos.

Pegou lenha para pelo menos três dias e voltou pra casa, ao longe viu a porta aberta e estranhou, raramente a deixava aberta.

—Bill?- deixou a lenha próxima a mesa —BILL!- entrou no quarto não encontrando nada além de algumas coisas ao chão -o resultado de uma pequena briga ou até mesmo resistência- Tom não podia acreditar, seu amado tinha acabado de se recuperar e agora havia sido provavelmente raptado.

Se sentou na cama, estava tão nervoso que sentia como se não pudesse se mover, Bill era seu tudo o que faria?

Colocou sua blusa de pele e saiu sob a fina neve que começava a cair, não sabia onde procurar, o que fazer? Para onde afinal haviam levado seu Bill? Seu Bill não estava com ele. Não estava em canto algum daquela floresta. Não estava com ele, não estava em seus braços.  

Levaram o seu Bill. O tiraram dele. Mas quem? Por que? O que seu precioso e inofensivo Bill faria para sumir assim?

Tom sentia que iria morrer, ele sentia que Bill estava com medo e que chamava por ele, porém não sabia direito em que direção. 

Continuou correndo sem fazer barulho pela floresta, a neve lhe cortava o rosto de tão fria; não sabia onde estava, não estava com seu Bill e isso o estava deixando perturbado psicologicamente. 

Seus ouvidos captaram um ruído vindo do lado esquerdo, algumas vozes, que riam e provavelmente se aproveitavam de alguém. Seu coração se apossou de uma ira e também medo. Seria o seu amado irmãozinho ali com aquele grupo?

Se aproximou sagazmente e silenciosamente, até que o viu. Seu Bill estava amarrado pelos pulsos que sangravam por tentar se soltar da corda. Com um pano amarrado na boca e um cara atrás dele que o segurava pelo cabelo o forçando a abaixar o olhar.

—Olha só se não achamos você, Billy? -começou a falar de forma nojenta o mais alto que parecia ser o líder dos seis homens que carregavam tochas e espadas. —Pensou que poderia fugir de nós por muito tempo, belezinha?

Bill gritou -grito esse que foi abafado pelo pano em sua boca- ele de contorcia tentando se soltar seus olhos estavam cheios de lágrimas, deveria estar apavorado.

—Não se esqueça que pagamos por você pequeno Bill- sorriu um dos homens se aproximando perigosamente —Agora você é o nosso brinquedinho- sorriu de canto fazendo o estomago de Tom se revirar e seu coração apertar, não conseguia acreditar que seus pais haviam mesmo vendido Bill como escravo sexual.

Antes que algum deles pudesse tocar em sequer um fio de cabelo do seu irmão, Tom tomou sua espada e correu em direção ao maior deles enfiando a espada direto em sua barriga do grande homem, nem mesmo ele entendia de onde lhe veio aquela força mas só de imaginar que pudessem ter feito algo com seu amor; seu irmão; não havia gigante que o pudesse deter, mataria quem fosse necessário antes que Bill sofresse novamente -e foi exatamente o que fez- matou todos os homens nojentos que ali estavam e em seguida soltou Bill que o abraçou chorando

—T-Tom... E-eles... Eles- não conseguiu terminar a frase e logo começou a chorar como nunca sobre os braços acolhedores

—Calma... Calma

Tom estava coberto de sangue e tinha alguns cortes no braço, mas acolheu Bill como se fosse o que mais tinha de importante na vida -e ele era mesmo- Bill era sua vida; não deixaria nada lhe acontecer novamente. 

Bill chorava e tremia. Tom em nenhum momento lhe pareceu assustador ou amedrontador enquanto matava aqueles cretinos, ele só queria voltar para casa e esquecer que viu aquele rosto nojento do Magnus novamente. Era esse o nome do mercador de escravos que seu pai lhe vendeu. Bill não tinha certeza se seu pai sabia que Magnus na verdade era um mercador de escravos sexuais. Na noite em que Bill fugiu dele Bill estava prestes a ser violentado pelo maldito; porém

conseguiu lhe acertar na cabeça, e assim fugiu e encontrou Tom. Tinha muito medo daquele homem; mesmo agora que ele estava morto, ainda amedrontava Bill -que não parava de chorar e tremer de pavor-

Tom ficou com medo também. Não queria que seu Bill ficasse com traumas; por isso o beijou carinhosamente, mostrando que o pesadelo tinha acabado e que poderia se acalmar. 

Pegou Bill nos braços e começou a andar devagar para o regresso para casa; o irmão chorava ainda, com a cabeça enterrada no pescoço de Tom; que o carregava nos braços o segurando firme como se falasse pra si mesmo que não o iria perder.

Ao chegar em casa se sentou na cama com Bill em seu colo, ele ainda tremia e chorava, nunca sentiu tanto medo como naquele momento, realmente pensou que teria que aguentar os abusos que aqueles nojentos fariam consigo.

—Amanhã mesmo iremos partir daqui- disse Tom já decidido, nunca mais se daria ao luxo de perder seu amado

Bill nada respondeu continuou agarrado ao irmão chorando baixinho —Quer que eu prepare um chá? Vai te ajudar a se acalmar

—Não! Fica comigo... Fica- o apertou chorando ainda mais, e aquilo doeu em Tom, sabia que ele ficaria assim por um bom tempo.

Tom não dormiu naquela noite. Bill demorou muito para pegar no sono; só dormiu mesmo, quando não conseguia mais chorar e com os olhos tão vermelhos acabou adormecendo de cansaço e exaustão psicológica.

Tom o olhava dormir, as vezes soluçava por ter chorado muito. E Tom sem ninguém para lhe julgar, acabou derramando muitas lágrimas.

Ele poderia ter perdido seu Bill naquela noite. Chorou muito, apenas sentindo as lágrimas caírem silenciosas e queimarem seus olhos; balançou Bill nos braços, como se balança um bebê muito querido. 

Suas lágrimas cessaram quando notou que era manhã de outro dia.

Bill acordou assustado num solavanco mas se acalmou vendo o irmão ao seu lado acariciando seus cabelos

—Vamos mesmo sair daqui?- resolveu perguntar agora que estava mais calmo, e finalmente pode processar a informação direito —Mas pra onde vamos Tom?

—Kattergart- sorriu —Lá é uma vila menor e mais liberal pelo que entendi

—Vamos então!

—Ta falando sério?- arqueou as sombrancelhas

—Huhum... Quero ficar bem longe daqui- disse manhoso o abraçando, foi então delicadamente envolvido pelos braços do gêmeo que beijou sua testa com carinho 

—Conseguiu dormir bem?- Tom perguntou beijando sua testa.

—Mais ou menos, tive alguns pesadelos

—Quer tentar dormir mais?

—Não- se levantou —Vamos arrumar as coisas, não quero mesmo continuar aqui Tom. Quero ser feliz com você e me sentir bem e seguro na nossa casa...- suspirou fundo —Podemos morar perto de uma cachoeira? Eu vou gostar de dormir ouvindo o barulho da água- sorriu

Mesmo sendo um pouco irreal pelas circunstâncias, Tom riu. Bill estranhou esse comportamento do outro e logo pergunta. 

—P que é engraçado, Tom?

—Você é impossível! Como pode ser tão positivo desse jeito? -o puxou para um abraço e continuou —Te admiro por isso.

—Eu não sou positivo, sou exigente

—Então, ser perto de uma cachoeira é exigência?

—Sim- riu baixo

Tom riu mais ainda. Claro que Bill era positivo, tinha acabado de sofrer tudo o que sofreu e já estava pensando em uma exigência para mudar de vida; era realmente uma visão positiva. Bill o surpreendia cada vez mais.

—Para de rir de mim Tommy!- pediu emburrado mas o irmão não consegui conter a gargalhada, era ótimo ter seu irmão de volta e bem.

Após mais algumas conversas e birras -por parte de Bill- começaram a arrumar suas roupas numa grande sacola e começaram a caminhada em rumo a Kattergart, seria um dia inteiro de caminhada então levaram também cantis de agua e comida. Antes de irem definitivamente passaram na casa do pai de consideração de Tom, eles até o deram algum dinheiro -mesmo ele tendo negado de início- 

—Meus pés doem- reclamou Bill

—Quer parar?

—Huhum- sentou-se sobre uma pedra —O Ge ficou bem chateado com você né?

—Ele só acha ruim estarmos tão longe... Coisa de amigo eu acho- deu de ombros

—Você deveria ser mais gentil com ele Tom, vocês foram criados juntos, são irmãos de consideração e você é sempre grosso com ele

—Eu não faço por mal

—Eu sei- o abraçou —Mas quando eles vierem nos visitar seja gentiu certo?

—Vou pensar. -zombou da cara de Bill. Que logo começou a tagarelar sobre os modos de Tom. Ele apenas ignorou o contexto das palavras e sorria feito bobo ao olhar Bill gastar os argumentos com ele; amava demais o irmão gêmeo. 

Descansaram mais alguns minutos e começaram a andar novamente. Tom não queria morar no centro da vila de Kattergart, preferia um lugar afastado. Chegaram a tal vila e foram procurar um lugar para dormir, na manhã seguinte tom iria procurar um pequeno pedaço de terra para comprar.

Tinha trazido todas as suas economias de um homem solteiro; era uma grande quantia que juntou por todos esses anos que trabalhou e guerreou por seu Lord.

Se hospedaram em uma simples pensão que havia por ali, as donas do lugar eram duas mulheres jovens, em outros tempos provavelmente estaria as cortejando porém agora com o amor da sua vida só tinha olhos pra ele

—Querem quartos separados?- perguntou uma das moças claramente se insinuando para Tom; Bill fechou a cara e foi logo abraçando o irmão com força

—Não. Eu e meu namorado preferimos ficar juntos. Obrigado !

—Que nojo -murmurou a segunda mulher da direita. Nesse momento Tom arqueou a sobrancelha e abriu a boca para falar algo, mas simplesmente perdeu a fala ao olhar para cima e ver a expressão de puro desagrado de Bill. 

—O que disse? -perguntou de forma tão irritada e ofendida que tom ficou com pena da mulher -na verdade ficou com pena dela apenas por poucos segundos-.

—Eu disse: que nojo! -respondeu desaforada e de um jeito muito sereno e superior Bill respondeu.

—Escuta. Queremos um quarto e não duas putas, então guarde sua opinião para quando for trabalhar do lado de fora do estabelecimento recebendo seus clientes- terminou a fala fazendo seu bico arrogante.

—Ora, se vai me ofender prefiro que saia e vá procurar outra lugar pra ficar!- gritou a mulher completamente irritada fazendo Bill a encarar com fúria

—Posso saber o que está acontecendo aqui?- uma terceira mulher -mais velha- se aproximou 

—Mamãe, esses dois querem um quarto aqui, mas eles são amantes!- disse  —Esse lord é mesmo um tolo em permitir relações deste tipo

—Se eles vão pagar então que fiquem. A ordem do lord é que todas as pessoas sejam igualmente respeitadas- disse a senhora os olhando com um sorriso acolhedor —Perdoem as minhas filhas, por favor fiquem, lhes oferecerei nosso melhor quarto e o desjejum da manhã será por nossa conta

—Obrigado pela gentileza- disse Tom ja mais calmo

Acompanharam então a senhora até um quarto grande e confortável.

—Fiquem a vontade

—Obrigado novamente- sorriu Bill —A senhora é muito gentiu

—Imagine, sou só uma velha tola- lhe afagou o rosto saindo do quarto em seguida.

Quando ela saiu da vista de Tom logo cutucou Bill que o olhou.

—Não precisava ter xingado as moças. 

—Como não? Uma pessoa ousada igual ela deve aprender que não se deve sair falando o que bem entender dos outros. E não a defenda!

—Não defendi. -riu um pouco. Bill bravo era muito engraçada e fofo.

—Defendeu sim! Quer ela? Ótimo! Não me importo- cruzou os braços sentando na cama

—Bill...- se aproximou porem foi afastado

—Sai!

Bufou irritado se jogando sobre a cama, sempre foi muito cabeça quente e mesmo depois de tanto tempo não havia mudado nada naquele quesito.

—Claro que você quer ela, ela é linda, droga.

—Para com isso Bill

—Para nada Tom! -falou com a voz embargada de choro. 

—Bill. Meu amor. Olha pra mim. -pediu de forma meiga sentando na cama perto dele.

—Sai daqui Tom! -continuou com seu tom de voz irritado.

—Não saio. Nunca vou sair do seu lado. -disse sincero e pegando no tornozelo de Bill que estava deitado na cama virado de costas para Tom.

—Fala isso mas defende aquelas mulheres.

—Não defendi Bill! -falou sério. —Eu amo você. Não me importo com nenhuma mulher. Você é quem eu amo.

—Hum... Sei- murmurou irritado escondendo o rosto no travesseiro

—Sendo assim, vou te provar todo meu amor- disse serio não recebendo uma resposta do irmão. Tom se aproximou calmamente ficando com seu corpo por cima do de Bill, acariciando as laterais o ouvindo suspirar baixinho —Pensa um pouco Bill, se eu não te amasse, porque eu te tocaria assim com tanto carinho?- beijou sua nuca ouvindo-lhe murmurar manhoso —Agora para com essa besteira e me diz, quem é meu gatinho manhoso?- desceu os beijos para os ombros, vendo os pelinhos de Bill se arrepiarem

—Tommy... Para com isso

—Fala Bill; quem é o único que eu amo?- desceu os beijos agora para o meio das costas -levantando calmamente a blusa fina com que o irmão estava-

—Ah- gemeu manhoso sentindo um chupão —Sou eu?- perguntou de forma fofa como se duvidasse daquilo que dizia

—Claro que é você meu amor, só você me completa, ninguém mais- sorriu abaixando as calças de Bill num só movimento, e então começou a beijar-lhe as pernas —Eu vou beijar seu corpo todo, pra você entender que eu amo você todo- encheu então as duas pernas -e pés- do namorado com beijos e chupões e se viu tentado por aquela linda bundinha redonda -tentação essa que não foi nagada por Tom, que logo passou a beijar ali também.-

—Tommy- suspirou Bill deixando instintivamente a bunda mais empinada e sem nada dizer, o gêmeo menor começou a chupar sua entrada o fazendo estremecer -e gemer- como nunca. Era a primeira vez que faziam aquilo e duas coisas se passavam na cabeça de Bill -como Tom havia tido aquela ideia, e porque diabos nunca haviam feito isso antes.-

Bill delirava com aquele prazer. Era diferente de tudo o que sentiu. E como estava praticamente fora do seu corpo, não reparou quando Tom tirou suas calças, somente o fez quando o sentiu se apertar em sua entrada que estava bastante lubrificada de saliva. E facilitou para Tom deslizar para o interior apertado de Bill. 

—Ah! Eu adoro te sentir assim. -Tom disse com a voz rouca de prazer, fazendo questão de gemer alto. Coisa que não fazia muitas vezes. Ele queria que Bill soubesse com toda a certeza do mundo que ele, Tom Kaulitz, seu irmão gêmeo, era somente dele e tinha olhos apenas para ele.

—Ahh... Tom- gemeu manhoso rebolando contra o corpo do irmão o sentindo estocar mais rápido e forte que antes o fazendo senti-lo por inteiro, todo seu corpo estava quente, de desejo e amor que sentia por Tom

Tom estocava forte em Bill se inclinando para frente, colando seu peitoral nas costas dele e beijando e mordendo a nuca do mais alto. 

—Você é meu Bill. Não duvide disso. -falou de forma provocante, fazendo Bill se arrepiar ainda mais e sentir mais prazer do que sempre sentia. 

Sabia que ele e Tom foram feitos um pro outro; não duvidaria mais disso. Não duvidaria mais do seu amado Tom.

Aniversárioozaram juntos com seus corpos conectados, Bill se sentiu completo e amado, seu ser se sentia cheio daquele sentimento gostoso que só Tom podia o proporcionar.

Suspirou abraçando o travesseiro e sorriu de forma inocente

—Te amo Tom

—E eu te amo mais Bill, você é meu namorado, meu gêmeo, eu te amo mais que tudo nessa vida, não duvide nunca disso

—Não vou. Me desculpe. -falou se encolhendo um pouco; Tom logo beijou sua bochecha, fazendo Bill rir.

—Não peça desculpas. Só acredite em mim. -Bill se emocionou e chorou, deixando Tom preocupado por ter dito alguma coisa errada. Mas em meio às lágrimas pode ver aquele sorriso quadrado que tanto amava, e assim soube que era somente a emoção que Bill sentia.

—Não chore hum?- beijou seus olhos lacrimosos o fazendo rir —Seu rostinho é lindo de mais pra chorar 

—Meu rosto não é lindo- fez careta

—Claro que é!

—Não. Meu rosto é mais que lindo! Tão perfeito que ainda não inventaram uma palavra pra difinir- riu todo convencido

—E eu pensando que você estava sendo modesto. -riu também, fazendo Bill gargalhar alto e de maneira adorável. 

Ficaram ali pelo resto da noite. Apenas aproveitando um ao outro, rindo, fazendo carícias e se elogiando. Até ambos dormirem tranquilos e felizes.

Quando Tom acordou no outro dia, o sol estava para nascer. Ele tinha que procurar um lote de terra para viverem. Poderia ser bem pequeno, ele e Bill dariam um jeito de ficarem com uma vida estável novamente.

Viu como seu amado dormia tranquilamente. Não queria acordá-lo, mas não podia sair sem lhe perguntar se queria ir junto. Não iria deixá-lo sozinho mais.

—Bill...-falou o sacudindo um pouco. Bill era terrível para acordar cedo. Na verdade, acordar em qualquer horário era uma luta para Tom conseguir despertá-lo. 

—O que foi, Tommy? Me deixa dormir! -falou totalmente irritado e manhoso de sono. Tom riu e falou perto do ouvido dele.

—Eu preciso resolver umas coisas. Quer ir comigo ou quer ficar aqui? -essa pergunta fez Bill despertar minimamente para dizer.

—Vai demorar? -piscou demoradamente os olhos. 

—Não sei. Mas provavelmente sim.

—Eu tô cansado Tom. Promete que volta para mim? -nada poderia contra o sono de Bill. Tom acenou de maneira positiva a cabeça, e selou os lábios nos de Bill. 

—Não arrume confusão, e não saia por aí. -falou autoritário e preocupado. Bill sorriu já de olhos fechados e Tom não soube dizer se ele o escutou ou não. 

Bill dormiu por mais três horas e acordou com dor de cabeça. Ao levantar chamou por Tom. Mas logo se lembrou da conversa que teve com ele e resolveu ir tomar seu café. 

Se vestiu e desceu as escadas que davam para um lugar onde era praticamente um bar. E encontrou por azar do destino a mesma moça que teve a desavença na noite anterior.

Ela o encarou de cima a baixo de uma forma completamente desgostosa ao ve-lo.

—Olá- sorriu forçado mas a moça apenas o ignorou completamente e foi para a cozinha.

Bill suspirou irritado se servindo com café forte, esperava que Tom não demorasse a voltar

—E seu namorado? Te largou? Se cansou de você

—Não seja idiota- sorriu de forma forçada —ele não me deixou

—Tem certeza disso?

—Absoluta

A garota sorriu de canto lhe mostrando um belo chupão no pescoço

—Vê isso? Foi seu namoradinho que deixou isso aqui, ontem a noite depois que você dormiu

Para a surpresa e desgosto da moça, Bill começou a dar risada.

—Você ganha mais por contar mentiras assim?-indagou totalmente debochado e seguro de si. A mulher ficou vermelha de raiva e iria falar alguma coisa, mas a senhora mais velha logo entrou na parte de trás do balcão. 

—O que está fazendo aqui Susan? Não disse que tinha que arrumar aqueles quartos? -era mais uma ordem do que uma pergunta o tom de voz poderoso da mulher. A tal Susan lançou mais um olhar cheio de ódio para Bill. Que acenou para ela como se fosse sua melhor amiga que estivesse indo embora.

—Me desculpe por ela. Sempre foi a mais problemática das filhas e não aceita perder. Mesmo quando não lhe diz respeito o assunto. -falou calmamente a senhora.

—Tudo bem- sorriu docemente —Eu não me importo, eu não me abalo com coisas desse tipo- sentou-se a mesa pegando um pão para si; viu Tom entrar sorridente pela porta e acenou para ele. O irmão sorriu e caminhou ate ele o dando um selinho

—Bom dia amor

—Bom dia! Comprou um lote?

—Huhum... Um belo lote, uma cabana com 5 comodos e... É perto de uma cachoeira

—SÉRIO!? AI TOM EU TE AMO!- pulou sobre seu colo o enchendo de beijos selvagens —EU TO TAO FELIZ!!

—EU TAMBÉM BILL! -se empolgou junto. E ambos se constrangiram ao ver a senhora pigarrear para fazerem menos barulho.

—Desculpe. -falou Bill sorrindo. E conquistando aquela senhora de expressão dura, que não resistiu ao sorriso envergonhado de Bill e sorriu também. 

Tomaram o café da manhã sorrindo de felicidades. Voltaram para o quarto que alugaram e arrumavam as coisas para já irem para a futura casa dos dois. Bill estava muito feliz com isso.

—Já arrumei tudo meu- sorriu o gêmeo mais alto 

—Também- riu —Podemos ir então?

—Sim por favor

Se despediram -obviamente só da senhora- e seguiram seu caminho para a nova casa, era um pouco afastada do centro e realmente bem próximo a uma cachoeira.

Antes de poderem entrar na casa Tom o carregou pra dentro o fazendo rir gostoso 

—Será que vamos ser felizes Tom?

—Já somos amor

A próxima semana se estendeu com os dois arrumando todas as suas coisas na casa e reparando o que estava quebrado ou não do agrado de Bill -que era bem exigente- Tom tinha conseguido um desconto com a casa por ser afastada do comércio movimentado da vila principal de Kattergart, mas o fato de ser afastada caiu como uma luva para os irmãos. No mês que veio Tom conseguiu um trabalho de ajudando em uma ferraria no caminho para a vila principal. E Bill ficava em casa arrumando tudo e esperando tom voltar. Certo dia enquanto fazia uma blusa para Tom que iria entregar de surpresa para o mesmo, uma mulher muito elegante e bonita se aproximou de Bill e pediu para ver a peça que ele estava fazendo. 

Ele estranhou é claro, mas a mulher que se apresentou ser Siggy, lhe elogiou e perguntou se ele não queria trabalhar na alfaiataria dela.

Bill ficou muito orgulhoso, nunca realmente havia feito sequer aulas e agora estava sendo convidado pra costurar em uma alfaiataria, claro que aceitou sem pensar duas vezes, e quando Tom chegou encontrou o namorado sorrindo ate para as folhas das árvores

—Que sorriso lindo- o beijou com carinho —Aconteceu algo bom?

—Sim! Algo ótimo! Eu estava costurando ali fora, ums moça viu me chamou pra trabalhar na alfaiataria dela! Não é incrível?

—Claro, você adora costurar e é ótimo nisso- beijou suas mãos —Parabéns amor

Com o novo trabalho de Bill a rotina e renda dos dois mudou. Bill fazia roupas o dia inteiro e quando chegava o fim da tarde tinha uma pilha de peças novas. Nos fins de semana ele entregava tudo a gentil Siggy. Tom voltava para casa quando sol se punha. E eles não poderiam estar mais feliz com a vida que levavam. 

Nesse tempo recebiam mensagens por cartas ou por mensageiros que passavam por lá de seus familiares. Principalmente dos G's que marcaram de os visitar em breve. Já que fazia cerca de seis meses que Tom e Bill não os viam.

Em uma das cartas trocadas, Tom convidou os amigos para se juntarem a eles em uma tarde dessas e passarem a noite por lá -ja que realmente era bem longe- e foi o que aconteceu. Numa tarde normal de sábado os G's apareceram em sua porta, o que foi ótimo pois puderam conversar e matar as saudades.

O sol estava se pondo deixando o céu com uma bela cor alaranjada, Bill olhou pela janela e suspirou num suspiro um pouco melancólico de mais 

—Que foi amor?

—Nada... Ta tudo tao perfeito Tom... Eu só queria poder casar com você sabe? Poder te chamar de meu marido

—Pode me chamar assim, mesmo sem estarmos casados- disse simples se arrependendo ao ver a expressão de desgosto do irmão

—Assim não tem graça- bufou

—Se é tão importante assim, eu caso vocês- disse Georg rindo baixo, claramente fazendo uma de suas piadas. Porém Bill -doce e inocente Bill- não percebeu e o olhou sorrindo.

—Sério!? Ai Ge! Eu vou te amar pra sempre se fizer isso- Tom e Georg se olharam, quase que numa promessa muda de não estragar aquele sonho tão lindo que Bill tinha

—B-bom... Eu não sou padre mas... Posso fazer isso por vocês- corou coçando a cabeça, o gêmeo mais alto deu um grito estrondoso e puxou Gustav para o quarto, queria estar lindo em seu casamento, mesmo que fossem se casar no improviso. De dentro do quarto berrava ordens para Tom e Georg que as obedeciam sem hesitar.

No finzinho da tarde, Bill terminou de se arrumar, o amigo e seu amado o esperavam próximo a cachoeira, enquanto Gustav o condizia ate o "altar".

Usava uma roupa toda dourada e em seus cabelos negros havia uma flor vermelha que destacava sua pele, Tom sorriu. Realmente, seu Bill era lindo.

—Bom- disse Georg —Estamos nessa linda tarde reunidos na presença dos deuses para unir os gêmeos Tom e Bill Kaulitz em sagrado matrimônio- pigarreou tentando não chorar, já Bill não se continha —Que os deuses sempre abençoem essa linda união e que nada nunca mais os separe. Tom, aceita Bill como seu esposo?

—Sim! Claro

—Bill. Aceita Tom como seu esposo? 

—Sim!- sorriu soluçando

—Sendo assim, que pela bênção dos deuses tenham sempre saúde e felicidade. Assim seja! Bom... Beijem logo!

E eles se beijaram. Apaixonadamente e felizes. Georg e Gustav se beijaram tbm comovidos pelas alegria dos dois. E Tom animado logo grita:

—Vamos beber Precisamos comemorar! -Bill o repreendeu com o olhar, mas logo deu risada e até bebeu também. O que foi uma surpresa para todos. E outra surpresa foi o fato de Bill ter ficado bêbado com vinho no final daquela noite. 

Se ele sóbrio era uma pessoa Alegre e positiva, embriagado de vinho se tornava o que chamamos de "atirado" ficou secando Tom com os olhos por muito tempo, e falava o que lhe vinha a mente sem nem pensar duas vezes. 

—Hey Bill. Que cara é essa? -perguntou Gustav que era o mais sóbrio dos quatro na casa.

—Vontade de ter o Tom dentro de mim!- respondeu sincero abraçando o marido com força beijando seu pescoço de forma desajeitada, Tom não estava totalmente sóbrio mas ainda sim, estava mais são que Bill.

—Bill... Para com isso

—Mas é verdade Tom... Quero você em mim, estocando com força do jeito que eu gosto- disse todo manhoso

—Céus... Vou fingir que não ouvi isso- riu Georg tomando mais um gole generoso de cerveja, o gêmeo mais alto pulava sobre o sofá gritando o quanto queria ter Tom o possuído, realmente estava fora de si.

—Porque não vai fazer a vontade dele, Tom! Eu quero beber em paz com meu amado Gus, e Bill está muito barulhento. -falou Georg totalmente de forma brincalhona e ao mesmo tempo birrenta.

Tom apenas mandou Georg ir para aquele lugar e pegou Bill pelo pulso e o levou para o quarto. Fechando a porta.

—Finalmente, Tommy. -falou brincalhão e extremamente feliz. 

Começaram a se beijar e foram em direção a cama. Bill logo tirou sua roupa apressado e foi retirando a camisa de Tom, que ria bastante da afobação do outro. 

Beijou todos os músculos do peitoral definido de Tom e deitou na cama.

Tom o beijou novamente nos lábios e o masturbou com a mão fazendo Bill abrir a boca, tendo mais acesso para sua língua percorrer aquela amada boca.

Beijou o queixo e foi descendo até ter o rosto no pênis de Bill. Que arfava em expectativa.

—Isso isso, me toca! Me toca!- murmurou manhoso esfregando seu corpo no do irmão o fazendo arfar de desejo.

Bill teve seu corpo deitado sobre a cama e sorriu safado sentindo seu interior ser invadido pelos dedos de Tom -este que ao mesmo tempo o punhetava- o gêmeo mais alto sentia seu corpo esquentar muito, provavelmente um efeito da bebida, e sendo assim, não demorou a gozar nas mãos de Tom; e com um sorriso fofo nos lábio apenas adormeceu deixando o irmão excitado e na mão -literalmente-

—Porra, Bill. -resmungou caindo a ficha de que ele realmente estava dormindo. Começou a se tocar ali mesmo e depois de algum tempo gozou na própria mão, totalmente insatisfeito com a situação. 

Cobriu Bill com um cobertor e foi para a sala, onde Georg e Gustav apostavam algum jogo que Tom não se deu ao trabalho de saber qual era. 

—Ué! Que merda tá fazendo aqui tom? -começou Gustav, que teve a fala complementada pela voz do namorado:

—E com essa cara de bosta ainda. Que aconteceu? -falou brincando como sempre. Não melhorando o humor de Tom.

Ele apenas bufou e virou outro copo grande de cerveja murmurando coisas incompreensíveis.

—Vish...- riu Georg —Já vi que alguem ficou na mão

—CALA A BOCA GE!- gritou completamente irritado

—Amor deixa o Tom em paz- alertou Gustav já percebendo que aquilo não daria certo.

—É que é engraçado- riu baixo —Ele vai passar sozinho a noite de núpcias

—Vai se foder, Georg. -falou Tom tentando passar indiferença ao virar outro caneco de cerveja. Mas na realidade estava muito frustrado com a situação.

Georg riu de forma escandalosa e tom mostrou-lhe o dedo do meio e foi para o quarto novamente, levando o jarro com a bebida. 

Se sentou na beirada da cama e ficou admirando Bill dormir. E assim passou a sua "noite de núpcias"

No outro dia Bill acordou com uma dor de cabeça horrível, não se lembrava de nada da noite anterior. Tom estava ainda dormindo e ao seu lado tinha um jarro de bebida vazio

—Tommy...- o sacudiu ouvindo o irmão praguejar abrindo os olhos o encarando com certa raiva —To com dor...

—Também, bebeu muito vinho ontem. Deu nisso- respondeu indiferente e Bill fez bico ameaçando chorar, claro que Tom estava muito insatisfeito com a situação, mas ver o irmão quase chorar mexia consigo

—Hey... Não chore- se sentou num pulo o abraçando

—Por que tá bravo comigo? -perguntou segurando o choro.

—Não tô bravo não, Bill. -respondeu rapidamente, deitando o gêmeo na cama de novo.

—Vou cuidar de você. Tudo bem? -beijou-lhe a testa obtendo um sorriso como resposta. 

Saiu do quarto e cruzou com Georg que estava preparando algum tipo de pão.

—Nossa, que cara mais acabada para um recém casado em! -zombou, mas a carranca de Tom somente aumentou. Então resolveu manerar nas brincadeiras por enquanto.

—Vai se foder Georg! Eu não to afim de perder tempo com você- fechou a cara irritado indo para a cozinha, e começou a fazer um chá para acalmar a dor de Bill.

Assim que terminou voltou ao quarto e deu a ele o chá na boca o acariciando.

—Pronto... Ja vai melhorar

—Desculpa

—Ta pedindo desculpas porque?

—Porque você ta bravo... Fiz algo ruim ontem né?

—Não meu amor. É só que bebi muito ontem. Sabe como fico de ressaca. -sorriu. Não queria preocupar Bill. 

—Deita aqui comigo? -pediu com seus olhos brilhantes que conseguiam tudo o que queriam. Tom se sentou ao seu lado o abraçando e beijando seus cabelos.

—To aqui agora- o deu um selinho demorado

—Não ta mesmo bravo?

—Não, eu juro; como ta a cabeça?

—Melhor... Mas ainda não lembro de nada da noite pesada, nunca mais bebo.

Tom não aguentou deu risada. Bill parecia um adolescente que acabou de descobrir o desencantos de bebidas alcoólicas, mas na realidade, era primeira ressaca de Bill, ele apenas não era um adolescente. 

Como era domingo os dois ficaram em casa abraçados a maior parte do tempo, de tarde Bill já tinha entendido o mau humor de Tom no início da manhã, e resolveu recompensa-lo na hora que foram tomar banho juntos. 

Quando saíram já de banho tomado os Gs estavam arrumando as coisas para partirem para casa.

—Bill. Como você grita em! Pelos deuses! -comentou Georg colocando um dedo no ouvido para enfatizar o que havia dito.

—Chega de gracinhas, amor. -repreendeu gus, e continuou: —Acho que o Ge lhes perturbou por todos os meses que não se viam. Por isso já estamos indo.

—Graças aos deuses!- disse Tom —Vão logo! Não aguento mais o Ge aqui!

—Tom- Bill o repreendeu —Lembra do que eu te disse?

—Ahh- revirou os olhou e deu um abraço apertado no irmão de consideração —Te amo cara

—Ele ta bem?- estranhou 

—Ta sim Ge- riu

Georg sorriu e retribuiu o agraço

—Também te amo...

—E eu amo vocês!- Gustav riu se juntando ao abraço

—E eu também! Não esqueçam de mim!- Bill riu os abraçando também —Vocês são a melhor família do mundo!

Depois da despedida calorosa de sentimentog tom e Bill se abraçaram e sorriram.

❄️❄️❄️❄️❄️❄️❄️❄️❄️❄️

Na semana seguinte, tom começou um comportamento estranho para Bill. Ele parecia pensativo e voltava para casa uma hora atrasado há exatamente sete dias. E isso colocou um pensamento de desconfianças no ciumento Bill.

O homem andava de um lado pro outro da casa já irritado, Tom não costumava se atrasar e agora isso acontecia todo dia, seu coração doía ao pensar que talvez estivesse sendo traído, só de pensar nisso seu coração apertava e tinha vontade de chorar.

Suspirou fundo colocando o jantar na mesa, esperou o irmão por no mínino uma hora mas este não chegou. Comeu então sozinho e chorou ali mesmo na mesa.

Ouviu a porta ser aberta mas continou ali a chorar, não podia acreditar que após tudo que tinham passado, agora isso!

—Bill? Amor? Que foi? Porque ta chorando?

—PORQUE SERA!?- gritou com raiva —eu tava aqui feito idiota, fiz o jantar te esperei e você tava fazendo não sei o que! Seu idiota!!

—Bill, não sei o que está pensando, mas não é nada disso, te garanto!- o abraçou com força —Eu não queria demorar, mas acabei ne enrolando... Sabe como é, nosso aniversário é amanha e eu queria te dar um presente...

—E que presente é esse que ocupa tanto seu tempo, Tom?! -falou muito magoado e ressentido, não queria que o irmão continuasse o abraçando daquele jeito, mas não conseguia o rejeitar.

—Era para ser uma surpresa, mas vou ter que te contar não é? -foi uma pergunta retórica, pois o bico arrogante de Bill já estava ali, que dizia que era melhor Tom começar a se explicar.

—No início dessa semana eu conheci um mercador que precisava de uma espada. Mas ele não tinha dinheiro o suficiente para me pagar. -começou explicando e Bill não parecia muito crente na história. Mas continuou mesmo assim. —Então, ele quis trocar por um filhote de cachorro, e eu ia todo dia vê-lo no final da tarde. Me desculpe.

—Um filhote?- arqueou as sombrancelhas dando um sorriso mínimo, por mais que não estivesse acreditando muito, se interessou pelo assunto. Sempre quis ter um cachorro, e obviamente nunca pode já que seus pais não tinham comida nem pra eles —Ta mesmo falando a verdade?

—Claro! Bill, porque eu mentiria pra você? Você é meu marido e eu te amo

—Eu quero ver esse cachorro- exigiu com uma pose mandona, Bill tinha o irmão em suas mãos e sempre conseguia o persuadir a obedece-lo e Tom; este nem percebia o que o irmão causava em si.

—Eu vou trazer ele amanha Bill- suspirou derrotado, odiava quando o amado desconfiava de si- —Olha, eu te amo; mas me ofende saber que a primeira coisa em que você pensa quando eu demoro, é que eu to te traindo.

—Você tem razão Tom, eu é que tenho que me desculpar

—Tudo bem... Bom, melhor você ir dormir, já esta tarde

—vVm também- o abraçou com força sussurrando —Eu te amo Tom... Eu só não quero te perder

—Você não vai, nunca. Você é o único nesse mundo que foi feito pra mim, desde o nascimento fomos predestinados Bill, tem algo mais bonito que isso?

—Não mesmo- sorriu de canto o dando um selinho demorado, e em um "sinal de paz" se amaram assim mesmo, no chão -deitados próximos a lareira-

No dia seguinte, para a surpresa de Tom, foi Biconhecio acordou. Já estava arrumapensando!isão de Tom ainda mais belo do que era no dia anterior. 

—Como você acordou cedo? E sozinho ainda por cima? -perguntou de forma brincalhona, se sentando no chão -onde dormiram- 

—Estou ansioso Tom! Quero ver o filhote. -falou animado e sorrindo muito. 

Como Tom nunca negava as vontades de Bill, no meio da manhã eles se encontravam na carroça do mercador que mostrava o filhote à Bill; que assim que pegou o pequeno e gorducho buldogue nas mãos, começou a chorar. Fazendo Tom e o próprio mercador se alarmarem e ficarem sem saber o que fazer. 

—Bill. O que foi meu amor? -perguntou. Tocando o rosto dele com o indicador. 

—E que ele vai ser como um filho nosso Tom. -falou em meio às lágrimas e abraçou o cachorrinho, fazendo a cena ser ainda mais bonita e fofa.

—E qual nome você vai dar à ele? 

—Pumba. -Tom não questionou de onde diabos Bill tirou aquele nome ou o por quê dele. Apenas sorriu muito feliz por ter deixado bill Alegre. 

—Feliz aniversário, Bill. -o beijou nos lábios, e o mercadoupenas olhando admirado o amor dos dois. 

—Feliz Aniversário, Tom. Eu te amo.  

—Eu te amo muito. Meu Bill.


"Todo sentimento precisa de um passado para existir. 

O amor não, ele cria como por encanto um passado que nos cerca.

Ele nos dá a consciência de havermos vivido anos a fio com alguém que há pouco era quase um estranho. 

Ele supre a falta de lembranças por uma espécie de mágia"



Notas Finais


Espero que gostem do desfecho e conclusão dessa fanfic tão especial.
Nos desculpem qualquer erro que passar despercebido, e nos vemos lá em baixo. -Bertie, meu amor todinho!- Boa leitura, xuxus do incesto.
- TiaJaeger.

Enfim, chegamos ao fim -rimou que bosta- rdrsrsee espero mesmo mesmo que gostem, e ate se emocionem.
Moonlight, minha namorada linda, meu akai ito; tu é muito o Tom do meu Bill, minha château todinha. Obrigada por ter aceitado escrever isso comigo e estar embarcando em novas aventuras. Te amo hoje e sempre 💕
E vocês, meus anjos

See ya!
- Bertie


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