História Snowstorm - Capítulo 4


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Categorias Justin Bieber, Kaya Scodelario, Liam Hemsworth, Romee Strijd
Personagens Justin Bieber, Romee Strijd
Tags Drama, Romance
Visualizações 86
Palavras 2.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU!
Me perdoem pela demora mas com as aulas de volta fica um pouco difícil pra postar mas prometo que vou tentar sem mais ativa!!
Leiam o capítulo e as notas finais, espero que gostem.

Capítulo 4 - You are unique.


Fanfic / Fanfiction Snowstorm - Capítulo 4 - You are unique.

"Não há outra maneira de descrever atração como um sentimento que se parece errado, confuso, sofrido, curioso e desejável mas ao mesmo tempo que todas as coisas gritam também há aquele sussurro dizendo o quando é certo."


Brianna’s POV – Seatle.

Quando eu finalmente acordo, me encontro desorientada por alguns segundos até me localizar sobre onde estou e logo as lembranças voltam de uma única vez me fazendo enfrentar a realidade de massa branca entorno do carro. Não se era possível enxergar nem mais um centímetro do asfalto pela janela o que indicava que a massa de neve estava bem espessa no chão.
Os finos flocos de neve ainda caiam sem cessar indicando que a neve ainda demoraria para se assentar e parar de cair.

Levanto minha cabeça sentindo o desconforto após uma péssima noite de sono e o esfrego tentando dissipar o desconforto abrindo bem os olhos e dando uma boa olhada em Justin que está bem a minha frente acordado em silêncio me encarando com a mão apoiada em minhas canelas para fora da manta.

– Bom dia! – sussurra com a voz rouca carregada pela sonolência despertando outras partes em mim.

– Bom dia Justin, conseguiu dormir bem? – pergunto soltando o cabelo do rabo de cavalo sentindo o conforto do meu couro cabeludo com os fios livres da amarração.

– O tanto quanto o possível... Com um pouco de dor pela posição, acredito eu.

– Digo o mesmo... Meu pescoço está me matando! – tiro as pernas do colo de Justin sentando numa posição de yoga tentando me alongar sem sucesso no banco traseiro do carro.

– Ajuda? – diz enquanto vira de costas em posição sentada e me estende os braços para trás para que eu possa estica-los.

Me alongo e logo seguro os braços de Justin sentindo a maciez de sua pele do antebraço com a camisa arregaçada até o cotovelo.

– Você é coberto de tatuagens? – pergunto curiosa analisando que também há uma na nuca e atrás de sua orelha.

– Sim, amo arte... Já disse. – sorri e balança os braços. – Sua vez!

– Oh não, tudo bem! – digo e me movo evitando uma careta de desconforto o que faz Justin rir.

– Vamos lá, só vou tentar fazer com que você continue respirando sem estralar a cada vez que faz isso.

– Ok... – digo e viro de costas sentindo suas mãos pressionarem contra o meio das minhas costas aliviando os nódulos até a parte superior da minha nuca apertando com a pressão exata me fazendo dar um leve grunhido baixo.

Ouço a respiração de Justin mais forte atrás de mim e percebo que talvez o barulho não tenha sido tão discreto o quanto imaginei mas não dava para ser tão inatingível à ele assim. As mãos quentes de Justin continuaram a pressão exata na minha nuca até entrarem contra os fios dos meus cabelos num cafuné gostoso e relaxante.

O silêncio dentro do carro era palpável e a tensão também, a temperatura parecia que tinha aumentado dentro do veículo. O que me fez arrepiar e soltar um suspiro e uma leve risadinha. 

– Justin...- o repreendi levemente o fazendo lentamente parar.

Escutei o pigarreio da sua garganta e depois uma risada breve e baixinha. 

– Oh Deus! 

Me virei para ele o encontrando encostado contra a porta do carro meio que rindo para mim.

– Eu sei, vamos começar um papo de vó logo antes que isso fique mais esquisito do que já está. – disse rindo colocando a manta em seu colo o percebendo segurar contra sua virilha.

Foda. 

Me inclinei para o banco da frente implorando por não ter esquecido meu kit de higiene que eu sempre carregava na minha nécessaire com escova e creme dental acabando por encontra-la depois de fuçar por um tempo. Pelo menos isso!

– Então, vamos tomar café da manhã? – disse Justin pegando o pequeno pacote de torradas e garrafinha de leite lacrada em sua sacola de compras.

– Sim, mas antes eu preciso fazer xixi. – disse um pouco constrangida.

– Oh! – disse Justin olhando para fora da janela. – Se você for até atrás daquele pequeno arbusto ali acho que dá pra fazer. O problema vai ser sair daqui!

Continuei parada dentro do carro olhando pro local de onde ele falava notando que era mais distante da estrada já sendo o começo da vegetação fechada.

– Ok Bri, vamos dar um jeito! – disse Justin me olhando querendo praticamente rir da minha cara olhando pro nada segurando a vontade de ir ao banheiro sem ter e poder.

Percebi Justin abrindo o vidro da janela sentindo todo o frio entrando pra dentro do carro e logo me encolhi. 

– Olha! – disse apontando pra fora me fazendo chegar para perto onde ele se encontrava sentado para olhar. – Tem muita neve para abrir a porta! É melhor sair pela janela e não arriscar com a porta, certo? 

– Oh, Justin! Isso é humilhante... – grunhi alto com raiva. – Vou precisar de ajuda porque no mínimo eu vou me esborrachar no chão molhado assim que sair daqui.

– Tá, eu saio primeiro e aproveito e já uso nosso toilette logo. – suspirou e com agilidade colocou as pernas para fora da janela e empurrou o corpo saindo caindo de joelhos na neve ficando do lado de fora molhando a parte inferior de suas calças. – Ok, vem! 

Bufou com seu jeito autoritário dando olá novamente e sem retrucar coloquei as pernas para fora do carro assim como ele fez e com a ajuda das suas mãos firmando minhas pernas me impedindo de cair na neve como ele um pouco antes.

– Vai lá e depois eu vou... – disse me ajudando a andar pela grande quantidade de neve acumulada na parte próxima do acostamento.

Levei alguns bons 3 minutos atrás do arbusto tentando suportar o frio gelado na minha bunda e outras partes enquanto conseguia aliviar minha bexiga vigiando Justin por entre as folhas cobertas de gelo para ver se o mesmo não estava me espiando mas para minha surpresa ele ficou de costas o tempo todo.

Um verdadeiro cavalheiro mesmo.

Assim que saí de trás do arbusto ele se virou pelo barulho dos passos e foi próximo ao lugar em que eu estava. 

– Por favor não demora, minha bunda está congelada. – o repreendi trêmula. Devia estar no mínimo três graus aqui do lado de fora.

Não demorou até que Justin voltasse até mim reclamando que também deveria estar com partes congeladas me fazendo rir e om um pouco mais de dificuldades para entrar do que para sair conseguimos voltar para dentro do carro.

– Porra! – ele resmungou me fazendo o olhar o encontrando passando as luvas sobre a parte inferior de suas calças que se encontravam molhadas.

– Justin, você vai congelar assim! – disse observando imaginando o tanto de frio ele devia estar sentindo e por culpa da minha bexiga cheia. – Se enrola nisso aqui e tira a calça. – disse lhe dando a manta que estava entre nós dois.

– Brianna, eu realmente acho desrespeitoso! Você tem noivo e eu estou em um relacionamento e... – começou a dizer e fiquei sem entender.

– Quem está levando pro outro lado aqui é você! É isso ou você vai ficar aí morrendo de frio por nada, somos adultos. Qual é?! – disse jogando os fios de cabelo pra trás sem me importar muito com o fato. – Não é como se você estivesse pelado aí embaixo é? 

– Não. – bufou. – Não estou pelado. Droga, você é sempre assim? – perguntou e franzi o semblante sem entender o fazendo balançar a cabeça e rir. – Você é literalmente a mulher mais singular que já conheci.

Revirei os olhos o observando abrir o cós da calça e joguei a manta em seu colo percebendo Justin como mais um dos homens que costumavam me achar esquisita talvez pelo meu jeito.


❄❄❄

Logo depois que sugeri à Justin que o mesmo tirasse as calças pelo frio me arrependi mentalmente. Ele tinha razão no final de tudo porque eu realmente não conseguia desviar o olhar do ligeiro volume entre suas pernas abaixo da fina manta por mais que ele não estivesse exibindo ali para mim de propósito.

WTF? Qual era o meu problema? Não é como se eu nunca tivesse visto um pau na vida mas algo parecia atrair meus olhos e já estava começando a ficar constrangedor pelo fato de Justin ter percebidos dois rápidos olhares dada a expressão do seu rosto logo após o ocorrido.

– Pelo menos de fome a gente não vai morrer primeiro né.. – disse tomando da sua mão as duas torradas do pacote enquanto ele segurava as outras duas e comemos conversando sobre assuntos aleatórios para que a hora passasse mais rápido e fosse mais fácil de dissipar a sucessão de momentos embaraçosos.



Justin's POV - Seatle.

Acordar do lado de Brianna foi mais difícil do que pensei, por mais que eu quisesse meus pensamentos me levavam para os mesmos lugares. Era impossível desviar os olhos dos seus seios cobertos levemente subindo e descendo conforme sua respiração se seguia. Tentei me manter o mais imóvel possível para não acorda-la e pelo visto funcionou já que a mesma acordou sozinha e não por intervenção minha.
Tocar seus cabelos foi realmente o auge de todas essas horas de estar aqui com ela. Seu cheiro doce tão próximo, a quentura familiar do seu corpo exalando de encontro ao meu era demais para somente ignorar mas eu tinha que me esforçar. Havia mais que nossa libido sendo testada. Ela tinha um noivo e eu Francesca... Não acredito que houvesse amor incondicional, eu tinha amor mas parecia mais gratidão e costume do que qualquer outra coisa mas de fato ela não merecia uma traição.

Ninguém merecia na verdade mas a verdade é que eu não podia me controlar. A testosterona falava mais alto dentro de mim, o cheiro de Brianna invadia minhas narinas me provocando enquanto a mesma trocava olhares com meu pau coberto apenas pelo fino tecido da cueca e da manta.

Oh baby, eu sei que é como um imã.

A observei enquanto ela tentava fazer o celular funcionar sem sucesso.

– Desisto! – disse largando o celular no banco da frente e pegando a barrinha de cereal a quebrando no meio e me dando a outra metade sem ao menos me oferecer.

Ela era uma coisa, tinha uma independência e autonomia toda própria mas como uma certa fragilidade que me intrigava, assim como mais cedo quando me pediu para ir com ela até o lado de fora para que pudesse fazer xixi.

– No que está pensando? – perguntou mordendo a barrinha de banana e cereais me olhando virando-se para mim no banco se sentando sobre as pernas.

– Nada de importante... – desviei o rumo dos meus pensamentos. – Parece que estamos num globo de neve, né? Eu adorava quando era pequeno, na época de natal meu avô costumava me presentear com alguns para lembrar do tempo na cabana mas eu sempre quebrava.

– Acho que nunca tive um globo de neve. – disse pensando se recostando na porta do carro e abraçando as próprias pernas.

– Sério? – perguntei surpreso. – Certamente você deve ter tido, sabe, quando era criança. Só não deve se lembrar.

– Não, realmente não tive. A última lembrança que tenho do meu pai eu tinha sete anos. – disse embolando o plástico da barrinha e colocando na parte traseira do banco carona.

– O que houve com seus pais? – perguntei me fazendo confortável no banco notando o quanto ela alisava as pernas sobre a calça.

– Bom, minha mãe morreu no parto... a pressão subiu demais e enfim, era eu ou ela e meu pai teve que escolher. – diz me olhando e sorri de forma triste. – Louco né?

– Sinto muito... –digo assentindo com a cabeça a observando.

– Tudo bem, a parte mais difícil é com meu pai... Ele ficou doente, eu não entendia na época direito o que era e porque meu pai tinha que ficar no hospital e não comigo e ai ele se foi. Câncer. – diz dando com as mãos no ar como se não fosse nada demais. – Eu me lembro bem dele, de brincar e enfim, mas não consigo lembrar de ganhar um globo de neve. – ri baixinho.

Sorrio olhando a forma com que ela conduz a conversa e resolvo prolongar o assunto.

– Depois... Você era bem novinha, não é? Digo, com quem você ficou? Não me diga que foi parar em algum orfanato?

– Não! Por Deus, eu tinha a irmã da minha mãe... Por ela eu não acabei indo parar desses programas horríveis do país e consegui ter uma criação e educação adequada. Ela tinha condições e me criou. Sou extremamente grata mas como ela mesmo disse, não é minha mãe. Nós nunca fomos muito próximas, garanto que ela fez tudo que fez por amor a minha mãe.

– Isso é triste de ouvir, não consigo imaginar alguém convivendo com você e não se encantar com seu jeito maluco.  – digo ouvindo sua risada notando a cor rosada aparecer com força em suas bochechas. – Achei que essas bochechas rosadas tinha sido extintas.

– Oh, pare com isso! Ainda há provavelmente muito para você me fazer ficar vermelha. – ela diz rindo cobrindo o rosto e meus pensamentos me levam a imagens lindas de uma loira bela e vulnerável embaixo de mim toda corada e suada me fazendo dar uma leve risada e a observar dos pés a cabeça.

– Tá se esfregando toda, frio? – pergunto.

– Sim... – ela diz voltando a assumir o tom corado e penso no que eu daria para saber o que se passa em sua cabeça nesse momento.

– Sua calça ainda não secou. – diz desviando os olhos da calça molhada no banco em frente ao aquecedor ao meu colo coberto com a manta.

– Bri, você tem que escolher. O frio ou dividir um cobertor comigo mesmo que eu esteja seminu!

– Sim, justamente você está seminu e nenhum de nós dois aqui é idiota pra não perceber a tensão... – diz me surpreendendo por ser direta corando mais uma vez me encarando e suspirando. 

A combinação de Brianna forte e doce era uma completa maldição. Deus me ajude a comprir minhas próprias palavras.

– Não vou tocar em você, desde que prometa que vai fazer o mesmo por mim. Concordo! Não somos idiotas e estamos cientes do corpo um do outro – pigarreio. – Mas se cada um se conter nada vai acontecer! É só lembrar que fora desse carro temos uma vida.
Disse erguendo parte da manta estreita abrindo espaço ao meu lado para que ela se encostasse de certa forma em mim e dividisse o cobertor o qual ela fez.

– Ok. – disse se apoiando ao meu lado tentando evitar o toque de suas coxas com as minhas me dando a certeza do quanto seria difícil permanecer com Brianna par mais algumas horas.

– Assim que a neve parar um pouco vou tentar sair e procurar alguma ajuda... A gente não vai aguentar ficar aqui por muito mais tempo. – disse passando o braço por trás de seu pescoço tornando mais confortável e quente em ambos os sentidos para nós dois notando seu olhar no meu e o movimento do seu cabelo macio com seu assentimento.


Notas Finais


EAI?!!!
GOSTARAM DO CAPÍTULO?
Estou seguindo com a fic conforme acho que ela deve seguir, não sou do tipo de autora que gosta de atropelar tudo e fazer o casal casar no quinto capítulo ok? Então aguardem porque vocês realmente não devem ter ideia do que pode vir por aí!
O que será que vai acontecer com os dois picolézinhos? Será que vão se entregar? E os namoradinhos?
Digam o que estão achando pra eu ter um retorno de vocês e descobrir no que eu posso melhorar!!
Qualquer coisa chamem no @biebfiction e @Iatesrbaby

AHHH, E TENHO FIC NOVA VÃO LÁ DAR UMA OLHADA xo.


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