História So Close But So Far - Capítulo 11


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Personagens Personagens Originais
Tags Longe, Perto, So Close But So Far, So Far, Tão Perto Mas Tão Longe
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, espero que gostem do novo capítulo e tenham uma ótima leitura. → AVISO: Novamente venho aqui dizer que as cenas a seguir não devem ser repetidas de modo algum, já que o spirit não permite que a história influêncie a cometer tais atos. Torturar alguém é errado e creio que todos sabem disso.

Capítulo 11 - Cold Cold Cold Parte 2


Fanfic / Fanfiction So Close But So Far - Capítulo 11 - Cold Cold Cold Parte 2

Já era manhã e havia se passado dois dias depois do ocorrido, estava dormindo até que mudei de posição e meu rosto ficou exposto a luz que entrava pela janela, então abri meus olhos e fiquei olhando a estante que haviam comprado a um dia atrás junto com minha cama, pena que não pude acompanhar os dois por causa do meu estado, pode ter sido algo chato, mas tudo que era chato, quando estávamos reunidos, a gente conseguia tornar aquilo divertido. 


Conseguimos mobiliar boa parte da casa, com nossas economias juntas dava um bom dinheiro, Bella era dona de uma balada bem famosa, a chamada Red door. E além disso os nosso pais trabalhavam na Walmart, minha mãe era dona da empresa e seus melhores sócios eram os tios do Andy e a mãe da Bella. Eu e o Andy ainda éramos dependentes dos nossos parentes mas estávamos pensando em abrir algum negócio como a Bella que além de dona da Red door era editora de livros. 


Resolvi me levantar e fazer minhas higienes e quando estava escovando meus dentes fitei o espelho, e minha aparência não havia melhorado muito assim como as dores no corpo que eu ainda sentia. Desci as escadas e olhei pro sofá onde estava a Bella, Andy e a Katherine pareciam estar meio aflitos com algo, então resolvi ir até eles e descobrir o que os preocupava tanto. 


|N| — Acordei muito tarde? Que caras são essas? — Falei com um pouco de medo e de receio. 


|K| — Amor… Olha pra mim — Ela disse segurando meu rosto, doeu um pouco mas seu toque fazia aliviar minhas feridas.— Não surta mas... O David não está mas na cadeia. 


Ninguém me segura agora


|N| — COMO É?! 


Ela então me abraçou. 


|K| — Por favor… Não faz nenhuma besteira, Nathalie não estraga tudo o que nós temos


|N| — Um psicopata, pedófilo e agressor por ai a solta? Katherine você vai ficar perto de mim por enquanto, não importa o que diga, você precisa ficar segura, entendeu? 


|K| — Ta, por mim tudo bem… vou dormir aqui com você — Ela desvencilhou do abraço. 


|N| — Agora eu preciso ligar pra uma amiga, eu já volto, é rápido! — Disse subindo as escadas. 


|K| — Que amiga?! — Gritou. 


|N| — Uma bem antiga — Gritei. 


Fechei a porta do meu quarto e deslizei sobre ela assim que havia trancado, estava cansada mas a vingança chamava por mim e eu agora iria chamar por uma velha amiga que sabia que iria me ajudar. 


Telephone Call:


|N| — Er…Oi, Lyn? — Falei um pouco trémula. 


Lyn era minha amiga que caçava pessoas más em troca de recompensas, ela era alguém que realmente sabia manipular e era muito boa com todo tipo de arma. 


|L| — Oi puta! Sabia que um dia iria me ligar, o que você quer? 


|N| — Sabe que eu adoro uma vingança mesmo ela sendo algo ruim que talvez não me leve a nada não é mesmo?


|L| — Hmm… Sei, e?


|N| — Daqui a uma semana me encontre na rua *** ******* na casa 2111 vou te explicar melhor. 


|L| — Certo.


Encerrei a ligação.


[• Uma Semana Depois •] 


Era madrugada e eu estava esperando ela perto da janela do meu quarto, até que a vejo subir até ele. 


|L| — O que aconteceu… Nossa seu rosto está inchado pra caralho 


Então expliquei o ocorrido pra ela. 


|L| — Puta merda! — Ela perfurou a parede do meu quarto com uma de suas facas. — Vamos matar ele ou…


|N/L| — Torturar! 


|N| — Isso… Mas, não podemos ser presas não é? Então vamos torturar ele, apagar as evidências e, apagar a memória dele. Dei uma pesquisada e ele precisa ter uma uma concussão cerebral - a perda, de curta duração, da consciência. Iremos deixar tudo perfeitinho pra parecer que ele mesmo se feriu e só estávamos ajudando ele. 


|L| — Eu trouxe algumas coisinhas… 


|N| — Ótimo! Agora eu já rastreei onde ele está por meio dos lugares que ele foi recentemente, fui na casa dele que não fica muito longe daqui… Agora eu entendi porque ele disse " Tão perto mas tão longe" enfim… E peguei umas coisas úteis dele. 


Horas depois estávamos dentro da outra casa dele, e com muita cautela fizemos o mínimo de barulho possível. nos escondemos atrás de um armário que ficava no corredor, e pro nosso azar mais nem tanto, uma das lâminas da Lyn caiu, então David se aproximou mas o que ele não sabia era que em seguida eu iria atingir ela assim como fez comigo, só que com um taco de baseball.


David era fã de porões e passagens secretas, não foi difícil encontrar um porão ali, visto que uma parte do chão onde estávamos andando era oco. Então o levamos para o lugar e o prendi com alguns instrumentos que haviam no porão secreto dele, no caso, utilizando algumas algemas. Porém, nesse porão havia uma cama e bem resistente por sinal. Perfeito para prender o mesmo ali. 


|D| — O-o que eu estou?…


|N| — Fazendo aqui ou, o que iremos fazer com você? A resposta é simples David minha vadia, vamos ferrar com você 


|D| — Você não tem força pra isso… Quem é a garota gostosa do seu lado? — Disse ele bem calmo, pena que isso iria mudar. 


Lyn então abriu a camisa que ele estava usando bem no meio e o despiu totalmente, fazendo o mesmo com todas as outras peças de roupas, então colocou a ponta da lâmina de sua faca bem na pele que cobria a glande e arrastou para baixo, assim a abrindo aquela pele. E ele começou a se debater na cama. 


|N| — Pena que não poderão te escutar, David a diferença é que realmente não tem ninguém que se importa com você. — Me aproximei do rosto dele. — David, David… Eu avisei o que você iria fazer eu me tornar — Sorri. — Você não ouviu né? Não, não… Que garotinho malvado, agora eu digo, que comecem os jogos! . — Disse me afastando e colocando todos os instrumentos no chão.


David não podia se mover, havia prendido seus pés, seu pescoço, seus braços e sua cintura, utilizando cordas, e algemas muito resistentes. 


|L| — Quem começa? — Perguntou já com uma das facas em mãos. 


|N| — Por que não nós duas de uma vez? — Sorri. 


|L| — Perfeito! 


Com um taco de baseball comecei a bater sobre seu abdômen, dando pequenas pausas para que a Lyn pudesse arrancar o resto da pele que estava cobrindo o membro dele. 


|N| — Quem é minha vadia? Isso mesmo! Você David! — Gritei com empolgação enquanto comecei a bater quase que sem parar sobre o mesmo local, várias e várias vezes.  


Lyn colocou a mão sobre minha barriga e me deu um leve empurrão, dando sinal para que eu parasse. 


|N| — Vejamos o que temos aqui nesse porão, woah! Um piano, um piano David, nunca contei isso pra ninguém além dos meus melhores amigos mas sim! Eu sei tocar a merda de um piano… conheço uma música perfeita pra te acalmar e que fala sobre o que estou sentido agora, aprecie. 


Me levantei ignorando totalmente os gritos que ele estava dando naquele momento, junto com as lágrimas e suor que escorriam pelo seu corpo, apenas comecei a tocar as notas da música que por algum milagre foram com total perfeição. Até que chegou no refrão e…


|N| — Well it's cold, cold, cold, cold inside Darker in the day than the dead of night Cold, cold, cold, cold inside Doctor can you help me cause something don't feel right Something don't feel right 


|D| — Chega! O que vocês querem?! Falem! Quer a Katherine — Ele deu uma gargalhada.— Me matem ou nunca a deixarei em paz 


Bati no teclado do piano o que fez quebrar algumas das teclas. 


|N| — Ouviu isso Lyn?! Depois disso tudo ele ainda tem a coragem de rir 


E foi nesse momento que meu lado sombrio se despertou e o jeito que a Lyn me olhava, era como se ela estivesse com medo de mim mas o desejo que ela tinha de punir as pessoas a impedia de ir embora naquele instante. Me aproximei da cama e lentamente peguei uma das facas e comecei a cortar o rosto dele como se fosse nada, e depois prosegui para seu peitoral, não o deformei mas as gotas de sangue que ocasionalmente pararam em meu rosto me deixaram ainda mais com a aparência de uma psicopata. 


|N| — Opa! — Sorri e então perfurei a carne da coxa dele com a faca e a ali a deixei. — O que disse eu não consegui te ouvir 


|D| — Se quiser a Katherine vai ter que…me…matar — Ele parecia diferente, um pouco amedrontado provavelmente mas isso não impediu que meu ódio ultrapassasse as barreiras da "pena" que bem lá no fundo sentia por saber que isso que eu estava fazendo era errado.  


Sai do porão e minutos depois voltei com um balde com água e muito sal e algumas bebidas alcoólicas ali dentro, então joguei em cima dele e fiquei ouvindo os gritos de dor enquanto dialogava com a Lyn.


|L| — Merda Nathalie! Como vamos fazer parecer que ele mesmo que fez isso, huh?


|N| — Olha, eu levo a culpa se for preciso e você fica livre disso, não quero encrencar você


|L| — Ta, mas isso é o plano B vamos apenas continuar com o plano A... — Falou um pouco preocupada. 


Apenas concordei com a cabeça e peguei um taser e o liguei e comecei a eletrocutar o David enquanto ria daquilo, estava gostando de ver ele sofrendo bem na minha frente pena que tudo isso foi interrompido por uma chegada inesperada de um desconhecido que invadiu o local. 


|?| — Se acalmem, não irei chamar a polícia nem nada, mesmo que isso seria o certo a se fazer… 


Ele disse isso porque com a chegada eu e a Lyn levantamos as mãos. 


|?| — Tenho muitos assuntos a resolver com esse cara, e se não se importam, irei me responsabilizar por isso… Podem ir, e não se preocupem, vale a pena ir pra cadeia depois de ter feito esse desperdício de esperma sofrer.


|N| — Antes… Limpa os objetos e etc pra tirar nossa digital daí. E obrigado…


|L| — Se Apressa porque você só tem mais algumas horas até a polícia chegar. 


[• Horas depois •] 


Estava no meu quarto e naquele momento estava submersa, dentro da água da banheira, refletindo sobre o que eu havia feito enquanto o vermelho que estava no meu rosto se destacava no transparente da água por alguns segundos. 


|K| — Nathalie que merda você fez!… 


Logo voltei a me sentar e a encarei. 


|K| — Meu deus isso é… Sangue na água? Suas feridas abriram? 


Segurei nas duas mãos dela. E expliquei tudo a ela, menos os detalhes da tortura e ela ficou chateada mas em seguida tirou a roupa e entrou na banheira… 


Continua… 






Notas Finais


Essa é a versão em piano, da música do capítulo passado ↓

https://youtu.be/laHUtQy-Eok


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