História Só Faltava Você! - Capítulo 116


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Categorias Backstreet Boys
Personagens AJ MacLean, Brian Littrell, Howie D, Kevin Richardson, Nick Carter, Personagens Originais
Tags Backstreet Boys, Comedia Romantica, Nick Carter, Romance, Songfic
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Palavras 6.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 116 - Chega de Sedativos!


Fanfic / Fanfiction Só Faltava Você! - Capítulo 116 - Chega de Sedativos!

Eu queria que tudo isso fosse um pesadelo e que eu acordaria no meu quarto, com a cortina do meu quarto aberta e o céu azul de um dia ensolarado, como todas as vezes que eu acordava, mas infelizmente não era um pesadelo, estava realmente acontecendo e a tensão que eu estava sentindo em todos os músculos do meu corpo me deixavam saber disso! Eu estava bastante tensa, nervosa e estressada, estava no meu limite emocional e psicológico. Como se já não bastasse ter que lidar com toda a tensão que Phillip me causava, ainda tinha a Sylvia, que obviamente não tinha ido para Los Angeles preocupada comigo e impedir Phillip de fazer alguma coisa, mas sim porque estava preocupada com ele e para ajudá-lo nessa loucura! Assim como Dylan tinha me dito em Miami, Sylvia era a ponte entre mim e Phillip. Ela era a fonte de informação para Phillip sobre mim e se ela chegasse até a mim, ela faria de novo o que fez comigo em Miami, ou pior! Eu tinha certeza que ela sabia de tudo o que ele fazia em Los Angeles nesses quatro anos, inclusive sobre o quarto secreto que ele tinha.
- Você não pode estar falando sério! – disse Nick pasmo quando eu contei a ele dessa minha suspeita. – Compactuar com ele uma coisa assim, é loucura! Saber que ele te perseguia, tirava fotos suas, seus amigos, a câmera e todo o resto e deixar? – Nick indagava chocado. – Não contar para ninguém?
- Nick, ela quer eu e o Phillip juntos tanto quanto ele quer! – eu disse e ele estava pasmo e inquieto. – Eu não me surpreenderia se ela o tiver ajudado esse tempo todo a fingir que mudou para todo mundo! Você a viu em Miami, você viu como ela agiu com você e foi ela quem avisou a ele para ir para a igreja no dia da missa de meu pai, se lembra disso? – o lembrei e Nick estava inquieto passando as mãos nos cabelos. – Eu tenho certeza que ela sabe sobre aquele quarto secreto e todas aquelas fotos. Lembra quando voltamos da estufa para a sala e eu disse a todos que eu estava na estufa? – perguntei e ele olhou para mim assentindo. – Se lembra do que ela disse?
- Claro que me lembro! Todos ficaram pasmos com ela dizendo aquilo!
- Ela mencionou uma foto, uma foto minha que ele tinha com os lírios atrás de mim na estufa.
- Eu me lembro dela falar isso. Ela disse que tinha certeza que ainda tinha essa foto em casa!
- Isso... mas eu não acho que ela tenha dito isso se referindo a casa dela.
- Está querendo dizer que...
- Ela se referia ao quarto secreto dele! Essa foto está em um tamanho muito maior do que as outras fotos daquele quarto e bem no meio! Phillip ama aquela foto! É a foto favorita dele e Sylvia sabe que eu me lembro muito bem do momento em que aquela foto foi tirada. Ele tirou essa foto minha logo depois de ele dizer para mim pela primeira vez que me amava!
- Mas lá você disse...
- É eu sei o que eu disse... mas eu não ia dizer a ela ali que eu me lembrava! Não se lembra dela irritada se levantando do sofá e vindo para cima de mim? – perguntei e Nick assentiu pasmo.
- Você a irritou por dizer que só se lembrava de coisas boas na estufa! – ele disse abismado.
- E mais uma coisa... Por que ela mencionou essa foto naquele dia? Ela não poderia se lembrar tanto assim de uma foto que foi tirada dez anos atrás! A governanta da casa dele me disse que ela é quem mais ia lá, com certeza ela sempre via aquela foto! – eu suspirei tentando relaxar, sem sucesso e Nick estava inquieto. Passou a mão no cabelo e coçou a nuca.
- Eu não consigo acreditar que ela sabia de tudo isso e deixou!
- Pior, ela deve ter ajudado ele nisso tudo! – eu baixei o olhar, olhando para as minhas mãos e Nick me olhou angustiado. – Eu estou mesmo começando a acreditar que a culpa de Phillip ter ficado assim é dela! – levantei o olhar, olhando para Nick que me olhava com compreensão. – Ela sempre o pressionou para que ele quisesse namorar comigo e depois que começamos a namorar, ela parou de pressionar ele para que isso acontecesse, mas pode muito bem ter feito a cabeça dele de outra maneira!
- Para que ele nunca terminasse com você ou deixasse que você terminasse – Nick disse e eu assenti. – Ele nunca te disse nada sobre isso? – ele perguntou e eu neguei com a cabeça.
- Ele nunca se queixou para mim sobre nada disso, mas às vezes ele ficava aborrecido e irritado com ela. Eu perguntava o porque, mas ele nunca me dizia. Ele sempre falava que não tinha sido nada, que não queria falar disso, que quando estava comigo não queria ficar aborrecido e mudava de assunto.
- Como uma pessoa, uma mãe pode fazer isso com o filho?
- Talvez ela que tinha uma obsessão de nos ver juntos e acabou passando a obsessão para ele! – eu disse e Nick assentiu, surpreso. – Não é somente Phillip que tem que ser parado! Enquanto ela ficar do lado dele... ela sempre vai fazer a cabeça dele!
- Talvez por isso o tratamento que ele fez não tenha dado certo! – Nick disse compreendendo.
- Pior do que isso Nick... talvez esse tratamento tenha sido parte do plano dela e dele!
- Ela é completamente louca e passou a loucura para ele! – Nick disse aturdido e chocado.
- Ela é muito manipuladora! Eu mesma deixei ela me manipular muitas vezes quando intercedia por ele sempre que eu terminava o namoro! – disse e ri com ironia. – Ela cursou Psicologia em Harvard! – sorri e Nick me olhou pasmo. – Ela sabe muito bem como entrar na mente da pessoa!
- Isso é muito pior do que eu pensei! – ele disse boquiaberto e eu olhei para baixo desfazendo o sorriso. Eu nunca pensei que colocaria Nick em uma situação dessas. Na verdade, nenhum dos homens com quem namorei ou me relacionei. Eu nunca falava sobre Phillip com os rapazes que eu conhecia, eu sempre esperava para pegar intimidade e ver se era algo sério ou passageiro, mas mesmo assim eu não queria falar, eu sempre ficava tensa e achava que seria um problema para eles e que isso os espantaria. Os únicos que eu falei sobre o Phillip, foram o Nick e o Chris. E não por vontade própria, mas por que houve situações para que eu contasse a respeito dele. Mas para a minha sorte, Chris e Nick estavam dispostos a enfrentar isso comigo, mas eu não conseguia deixar de me sentir mal por colocá-lo nessa situação.
- Desculpa ter te colocado nessa situação – eu disse olhando para baixo. Nick me olhou sério e segurou em meu rosto levantando-o e me fazendo olhar para ele.
- Eu não quero que você me peça desculpas novamente por isso, certo? Você não tem que me pedir desculpas por nada disso! Nunca mais repita isso! – ele disse firme, me olhando nos olhos que já lacrimejavam e olhei para baixo. – Mel, olha para mim! – ele pediu e eu o olhei com uma lágrima caindo em meu rosto. – Nunca mais diga isso novamente! Ok? – ele disse e eu assenti baixando novamente o olhar. – Você não vai mais ter que passar por isso de novo! – ele deu um beijo na minha testa e soltou meu rosto sentando-se ao meu lado. Passou o braço pelos meus ombros me puxando para ele, colocando minha cabeça em seu ombro e me abraçou. – Nós vamos dar um jeito nisso! Você não vai precisar lidar com Phillip, Sylvia ou Richard. Eu e o Dylan cuidaremos disso! – disse com a cabeça encostada na minha e eu suspirei me sentindo tão protegida ali naquele abraço e com aquelas palavras, mas mesmo assim, eu não relaxei. Eu sentia cada parte do meu corpo tenso.
- Não tem problema em eu ver e falar com o Richard – eu disse e suspirei enxugando as lágrimas no meu rosto. – Ele sempre me tratou bem e mesmo o Phillip sendo filho dele, ele sempre fez o que era certo para me proteger. Além do mais, ele sempre foi como um segundo pai, um tio para mim. Agora que meu pai se foi... ele é o mais próximo do que eu tenho de uma figura paterna! É o mais próximo que eu tenho do meu pai! Eles eram grandes amigos! Se ele quiser me ver e falar comigo, ele pode vim, mas apenas ele! – olhei para Nick e ele me olhou. – Essa é a condição para ele me ver se ele quiser!
- Ok... Pode deixar que ele ficará sabendo disso! – Nick me abraçou mais apertado e percebeu o quanto eu ainda estava tensa. – Mel, você está muito tensa, não é melhor tomar um calmante?
- Não – balancei a cabeça desencostando do ombro dele. – Eu não quero mais calmante, nem sedativo – suspirei sentindo ânsia, todo esse estresse estava me deixando enjoada. – Esses remédios são fortes demais, não me dá mais sedativo, nem calmante. Eu não aguento mais levar agulhada no pescoço – pedi e respirei fundo. – Pelo menos não por enquanto.
- Tudo bem – ele puxou minha cabeça dando um beijo no topo da minha cabeça. – Acho que por enquanto você não vai ter nenhuma crise que precise de sedativo – disse e pensou no sedativo que sumiu pensando em me contar, mas achou melhor deixar para contar no dia seguinte, depois que eu estivesse mais relaxada. – Descanse um pouco, eu vou fazer alguma coisa para você comer – ele me soltou e ia sair da cama.
- Eu não quero comer nada – eu disse e ele me olhou.
- Mel, você precisa comer alguma coisa!
- Eu não vou conseguir comer nada Nick, nada vai parar no meu estômago!
- Está enjoada? – ele perguntou sabendo que sim e eu assenti.
- Todo esse estresse está me deixando enjoada de novo!
Nick me olhou com preocupação, ele sabia que meu enjoo por estresse era sinal de que estava no meu limite.
- Mel... você precisa se alimentar, amor, mesmo que seja algo líquido! Você está o dia inteiro sem comer nada.
- Nick...
- Dylan me disse que o médico do Cedars falou que você está abaixo do seu peso, que não tem se alimentado direito! Eu te acho linda e gostosa de qualquer jeito, mas você está mesmo mais magra – ele girou o corpo, virando de frente para mim. – Come alguma coisa para eu ficar mais tranquilo! Por favor! – pediu me olhando com  preocupação e eu suspirei. – Quer penne com molho branco? – ele perguntou com um sorriso leve e eu ri fraco.
- Apesar de eu amar o seu penne com molho branco...
- Você não vai conseguir mastigar e engolir – ele disse sabendo que sim e eu assenti. – Então que tal uma vitamina? Pode ser? – perguntou e eu suspirei assentindo derrotada. Ele não desistiria de me fazer comer alguma coisa e me alimentar. – Ótimo! Já é alguma coisa! – ele se inclinou para mim, me deu um beijo e saiu da cama. – Eu volto já! Deita um pouco e descansa!

Nick saiu do quarto e eu me ajeitei na cama me deitando. A minha cabeça estava um turbilhão, uma mistura de pensamentos e sem conseguir focar em apenas um e isso estava me deixando zonza, enjoada e com dor de cabeça. Passaram-se alguns minutos desde que Nick saiu do quarto e eu estava tão absorta nos pensamentos que não ouvi baterem na porta, então a porta se abriu e Dylan entrou no quarto, se aproximou da cama e sentou-se na beirada me olhando
- Ei – ele tocou em meu braço e eu o olhei.
- Oi – disse com tom de voz baixo e olhar vago.
- Como você está? – ele perguntou com semblante preocupado e pesaroso. Eu suspirei sem saber o que responder, eu estava sentindo tanta coisa ao mesmo tempo.
- Eu nem sei dizer Dy! – soltei o ar pela boca e abri a minha mão para ele, que a segurou. – Estou sentindo tanta coisa no momento que eu nem sei explicar! Estou muito abalada e triste. Estou com medo, apavorada, preocupada, nervosa, estressada... – suspirei. – Tem tantas coisas passando pela minha cabeça agora que está até me deixando zonza, enjoada e com dor de cabeça.
- Eu não deveria ter te deixado sozinha em casa – ele disse olhando para minha mão.
- Dy, para! Não se sinta culpado, eu mandei você ir! Não tinha como a gente saber que ele... – eu fechei os olhos, tensa me lembrando dele abrindo a porta e apertei a mão de Dylan com firmeza, como se eu soubesse que ali era a minha realidade, não o que eu estava lembrando.
- Que ele tinha a chave.
Eu abri os olhos e assenti olhando tensa para ele. Ergui meu corpo e me sentei na cama.
- Isso não me sai da cabeça – eu disse com meu corpo tenso e respirei fundo soltando forte o ar pela boca. – Saber que ele tinha a chave da minha casa... Está me apavorando mais do que saber daquele quarto secreto que ele tem e a câmera! Eu fico imaginando há quanto tempo ele tem essa chave e... – puxei o ar com dificuldade. – E que ele pode ter entrado lá enquanto eu dormia... e ficado lá me olhando dormir ou deitou ao meu lado, se me tocou enquanto eu dormia! – puxei o ar com força, meus músculos do corpo estavam rígidos.
- Mel, respira fundo... relaxa, não pensa nisso!
- Como eu não vou pensar Dylan?! – perguntei nervosa olhando para ele. – Como eu posso deixar de pensar nisso? Me diz! – soltei a mão dele e passei as mãos pelos cabelos. Dobrei as minhas pernas e abracei meus joelhos. – No dia em que chegamos do hospital e você dormiu comigo no meu quarto, eu acordei no meio da noite com uma sensação esquisita de ter alguém no quarto, eu tive a sensação de ter sido acariciada no cabelo e nos lábios! – disse nervosa e ele me olhou pasmo. – Sabe aquela sensação de cócegas nos lábios? – perguntei e ele assentiu. – Eu acordei com meus lábios coçando! – disse agitada e Dylan suspirou tenso. – Mas não tinha ninguém no quarto, você estava dormindo, o Nacho também... Eu achei que tinha sido só uma sensação e que eu mesma tinha tocado nos meus lábios dormindo, causando essa sensação de cócegas e voltei a dormir. Mas quando eu o vi abrindo a porta da minha casa...
- Você pensou nas vezes que ele possa ter entrado lá – ele disse e eu assenti tensa.
- Eu fico imaginando ele no meu quarto, me vendo dormir, sentado na poltrona do meu quarto, ou deitado ao meu lado. Mexendo nas minhas coisas... O pior é não saber há quanto tempo ele tem a chave e saber que ele teve tanto controle! Como ele teve tanto controle? Ele poderia ter feito qualquer coisa!
- Eu não acho que ele tenha essa chave há muito tempo.
- Por que não? – perguntei franzindo o cenho e olhando para Dylan.
- Justamente por ele ter o controle! Ele não teria tanto controle assim se tivesse essa chave por muito tempo! Talvez ele tenha essa chave apenas há alguns meses, ou semanas... O que eu não consigo entender é como ele conseguiu ter a chave, ou fazer uma cópia! Você já perdeu sua chave alguma vez? – ele perguntou pensativo e eu neguei. – E tia Sophie?
- Não... Eu acho que não!
- Além da Sarah mais alguém tem a chave?
- Não... Só a Sarah, e o Nick claro – respondi também pensativa. Dylan tinha razão, como ele tinha conseguido fazer uma cópia da chave? Eu nunca tinha perdido minha chave, minha tia também não.
- E quando vocês vieram para cá naquele ano? Tia Sophie deu alguma chave para vocês?
- Não... – respondi buscando na memória. – E mesmo que ela tivesse dado, a fechadura era outra... – disse ainda pensativa. – Eu não sei como ele conseguiu essa chave!
- Você não perdeu as chaves, nem tia Sophie... – Dylan disse pensativo. – Não é a mesma chave de quando vocês vieram para cá no passado... Só Nick e Sarah têm cópias da chave... Quando você deu a cópia da chave para Nick?
- Foi... – apertei os olhos tentando lembrar. – Depois que voltamos de Laguna – disse me lembrando e abri os olhos. – Nick dormiu lá em casa e de manhã ele ainda estava dormindo quando eu saí para trabalhar, então eu deixei uma chave para ele para ele fechar a porta quando saísse e ele não ter que deixar a chave no... – eu parei de falar ficando paralisada e eu soube. Eu sabia exatamente como e quando Phillip fez a cópia da chave de minha casa. – Oh meu Deus!
- O quê? – perguntou Dylan me olhando e eu estava petrificada. – Mel, o que foi?
- Eu sei como e quando ele fez a cópia da chave! – respondi olhando pasma para Dylan que esperou que eu dissesse. – Ele pegou no vasinho de flores... – eu disse em choque e Dylan me olhou sem entender. – Oh meu Deus – baixei a cabeça colocando as mãos na cabeça.
- O vaso de flores do lado de fora? – perguntou ele confuso e eu assenti ainda chocada.
- O Nick e o AJ tiveram que dormir um dia lá em casa, por que tinha muitos paparazzis na porta de minha casa... e pela manhã quando eu e a Rochelle saímos de casa, eu deixei um bilhete para eles, para fechar a porta e deixar a chave no vaso de flores – disse olhando pasma para Dylan.
- A chave sumiu?
- Não... Quando eu cheguei em casa, a chave estava no vaso de flores.
- Então...?
- Dylan... Não entende? Ele viu pela câmera Nick ou AJ colocar a chave no vaso! – eu disse em choque e Dylan compreendeu. – Ele viu, foi lá, pegou a chave, fez a cópia e colocou de volta no lugar!

Eu estava atônita com a minha descoberta. Phillip tinha conseguido a chave da minha casa por minha causa. Eu poderia ter pedido para Nick e AJ deixarem a chave na casa do meu vizinho, ou pedir para ele levar na agência, ou ainda melhor, levar na minha casa quando eu saísse do trabalho e assim eu poderia o ver naquele dia. Mas não, eu pedi para deixarem no vaso de flores! Tantos anos sendo cautelosa e eu cometi um erro bobo que me levou aquele momento de mais pavor da minha vida, mas como eu poderia saber que Phillip estava em Los Angeles e ainda tinha uma câmera apontada para a minha casa, dando a oportunidade dele fazer uma cópia da chave da minha casa? Mesmo sabendo que Phillip tinha a chave há poucas semanas, me apavorava pensar nas vezes que ele entrou lá comigo dormindo sozinha naquela casa, pior ainda... Dormindo com Nick. Eu não conseguia imaginar a fúria dele e o controle que ele teve em não fazer nada, pois ele tinha algo planejado que foi interrompido por eu descobrir seu quarto secreto. Qual era o plano dele? Acreditar que ele tinha mesmo mudado e perdoá-lo, deixando que ele se aproximasse de mim de novo de forma amigável? Phillip estava com a mente mais perturbada do que eu pensava.
- Ele precisa de ajuda Dylan! – disse olhando para ele. – Esse comportamento dele... Aquele quarto secreto e esse controle que ele teve todo esse tempo, isso é atitude de psi...
- Psicopata? – perguntou ele chocado e eu assenti levemente e tensa.
- A obsessão dele está pior e passou a ser outra coisa... ele está doente! – eu disse e meus olhos marejaram. – Phillip está... – engoli em seco.
- Louco – Dylan disse me olhando com pesar e eu assenti com uma lágrima caindo no meu rosto.
- Ele precisa de ajuda!
- Mel... por mais que eu concorde com isso e também sofro com isso, mesmo tendo raiva dele, ele é nosso amigo de infância, mas Phillip não vai querer ser tratado! Ele não quer deixar de sentir o que ele sente por você!
- A gente precisa tentar Dy! Por ele!
- Mel...
- Dylan... é o nosso amigo! – disse o olhando entristecida.
- Eu sei Mel... Eu também queria poder ajudar ele! Mas como? Ele não vai querer ser tratado! Ele não se acha louco! Ele fica agressivo quando você diz isso! – ele disse e eu sabia que Dylan estava certo. Phillip não admitia ser chamado de louco. Ficava irritado e agressivo.
- Eu sei, mas podemos usar outra abordagem!
- Que outra abordagem? – ele perguntou e eu olhei para ele sugestiva. Dylan entendeu de imediato e ficou nervoso levantando-se da cama. – Não! Você não vai fazer isso! Você enlouqueceu?
- Dylan...
- Mel, não! De jeito nenhum eu vou deixar você se aproximar dele! Você perdeu o juízo? Ele apertou seu pescoço com força demais e está te faltando oxigênio no cérebro?! – ele disse nervoso e agitado. – Você chegar perto dele, você sabe o que ele vai fazer!
- Não se eu usar outra abordagem Dylan! Ele fica assim por que eu tenho medo dele e fujo dele! Mas se eu entrar na loucura dele e o tratar como...
- NÃO! – ele gritou e eu parei de falar. – Mel, para! Para de tentar achar um jeito de fazer o Phillip voltar a ser o que ele era! Você tentou tanto isso quando namoraram e não adiantou! Ele não vai voltar a ser quem ele foi um dia, nem mesmo se ele fizer um tratamento! Ele nunca mais será aquele rapaz de novo! – ele disse agitado e nervoso com a voz alterada e eu baixei a cabeça. Dylan respirou fundo me vendo enxugar o rosto e soltou o ar com força pela boca. Ele subiu novamente na cama e se aproximou de mim. – Eu sei o quanto você sofre por ele ter se tornado essa pessoa que ele é hoje... eu também sinto, mesmo com a raiva que eu sinto dele, mas põe isso na sua cabeça... você não é a cura de Phillip, você é a doença dele! – ele disse e eu o olhei com lágrimas nos olhos. – Mel... o que Phillip tem é como um vicio e você é a droga dele! Entende isso? – ele perguntou e eu assenti baixando o olhar e chorando. – Se você chegar perto dele, ele não vai agir amigável, ele quer você para ele e vai usar o sedativo! – ele disse nervoso e eu o olhei sem entender.
- Que sedativo? – perguntei e Dylan me olhou como se tivesse dito algo que não era para falar. – Dylan... que sedativo? – perguntei novamente desconfiada e tensa. Dylan fechou os lábios e engoliu em seco.
- Uma das seringas do sedativo sumiu... – ele respondeu me olhando tenso. – Eu e Nick temos certeza de que ele pegou um dos seus sedativos – ele disse tenso e eu o olhei atônita e paralisada. Eu senti meu rosto perder a cor e meu corpo gelar, então entrei em pânico pensando que ele usaria o sedativo em mim.
- Ele está com... com um dos meus sedativos? – perguntei alarmada e em choque.
- Mel, calma!
- Oh meu Deus... – me virei e saí agitada da cama. – Ele vai usar o sedativo em mim... ele vai usar... – puxei o ar com força pela boca.
- Mel, ele não vai usar!
- Ele vai sim! Ele vai... por que você não me disse isso antes? Eu aqui pensando em usar uma abordagem com ele, para ajudá-lo e ele está com um dos meus sedativos?! – disse nervosa e agitada andando de um lado pelo outro ao lado da cama, meu coração batia acelerado e meu corpo tremia. – Ele nem me deixaria falar nada, ele usaria o sedativo direto!
- Mel, calma! Ele não vai usar! – Dylan disse calmo e me virei para ele.
- Ele vai sim! Por acaso ele pegou de souvenir? – minha voz saiu elevada, em pânico. – De lembrança?! Ele pegou porque ele pretende usar!
- Sim, claro que ele pretende, mas ele não vai conseguir Mel!
- Oh meu Deus, se ele usar esse sedativo em mim, já era! – eu disse voltando a andar agitada e nervosa me tremendo, senti minhas pernas fracas. Eu estava em pânico pensando em todas as coisas que Phillip faria comigo sedada e eu estava apavorada. Eu sumiria para sempre, tinha certeza disso e Phillip conseguiria o que queria. Ele ia conseguir me ter para ele e me engravidar dele. Isso era o que eu mais temia na vida!
- Mel, se acalma, você vai ter um colapso se não parar e se acalmar! – Dylan pediu preocupado indo para a beirada da cama. Eu puxei o ar tentando respirar e não consegui.
- Eu não consigo... – eu parei olhando para Dylan e me abaixei, ficando de joelhos e com as mãos apoiadas no chão completamente sem forças e tentando respirar.
- Mel! – Dylan saiu apreensivo da cama e Nick abriu a porta do quarto segurando um copo grande na mão. Ele viu Dylan se abaixar na minha frente e já se alarmou.
- O que foi? – perguntou Nick preocupado fechando a porta.
- Respira Mel! – Dylan tocou em meu rosto e eu respirei fundo. Nick ficou apreensivo e se aproximou rapidamente de nós dois.
- O que aconteceu? – Nick perguntou colocando o copo na mesa de cabeceira da cama e se abaixou.
- Eu contei para ela do sedativo – Dylan respondeu e Nick olhou para ele pasmo e surpreso.
- Droga Dylan, eu ia contar só amanhã! – Nick segurou em meu rosto, me fazendo olhar para ele.
- Saiu sem querer! – Dylan disse aflito.
- Mel, respira! – Nick disse calmo me olhando e acariciando meu rosto com os polegares e eu respirei fundo olhando para ele e soltei o ar devagar. – Isso, controla, você já sabe como é! Respira fundo e solta! Vem cá, levanta, vem pra cama – os dois me ajudaram a me levantar e eu senti minha pressão baixar.
- Minha pressão está baixando – disse sentindo ficar sem cor e sem forças.
- Deita aqui! – disse Nick me pondo na cama e eu deitei. – Continua respirando fundo Mel!
- Ele vai usar o sedativo Nick! – disse olhando com medo para ele.
- Não, ele não vai Mel! Ele só vai usar se ele te pegar sozinha e isso não vai acontecer!
- Ele vai achar um jeito!
- Não, Mel, ele não vai! Não pensa nisso!
- Como eu não vou pensar nisso? Nick, depois de tudo o que te contei...
- Mel, olha para mim! – ele pediu segurando o meu rosto com firmeza e me olhando com determinação. – Ele não vai conseguir usar esse sedativo! Não interessa o quanto ele é determinado, eu também sou e eu estou dizendo que ele não vai conseguir usar esse sedativo em você! Ele só vai usar se te pegar sozinha, e você não vai ficar sozinha! Entendeu bem isso? – ele perguntou e eu assenti tensa. – Fica tranquila. Não vamos deixar que ele use esse sedativo em você! Respira fundo, se acalma e relaxa.
- Mas e se ele conseguir? – eu perguntei tensa. – Se ele conseguir ele vai conseguir o que ele quer... vai ser a primeira coisa que ele vai fazer! – eu disse apavorada imaginando Phillip em cima de mim, em um quarto trancado. – Ele vai em colocar em um quarto como aquele quarto secreto e...
- Não pensa nisso Mel – disse Dylan e eu olhei para ele.
- Mas eu tenho que pensar nisso Dylan! – disse nervosa. – Se ele conseguir usar, eu tenho que saber o que fazer!
- Ele não vai conseguir e se ele conseguir, nós vamos te achar! – Nick disse determinado e calmo.
- Nick... o tempo que vocês levariam para me achar... ele já teria conseguido fazer o que ele quer! E isso eu não vou suportar!
- Olha só – ele tocou em meu rosto, acariciando. – Isso é apenas uma possibilidade, mas ele não vai conseguir! Você sabe que ele tem um sedativo e não vai deixar ele se aproximar de você se houver uma chance de você ficar sozinha, não é? – ele perguntou e eu assenti com veemência. – Então fica tranquila, isso não vai acontecer, ele não vai conseguir usar!

Eu respirei fundo me acalmando, Nick tinha razão. Saber que Phillip tinha um sedativo me deixaria em alerta se ele se aproximasse de mim de novo, eu fugiria dele, além do mais, isso fez com que eu quisesse ficar sempre com alguém comigo, de jeito nenhum eu ficaria sozinha. Depois que eu me acalmei, Nick me fez tomar a vitamina que ele trouxe, eu ainda tinha muitas coisas passando na minha cabeça, uma delas era agora a certeza que Phillip tinha entrado na minha casa enquanto eu dormia, e uma outra era achar um jeito de ajudar Phillip a ser tratado, mas assim como Dylan disse, eu sabia que ele não aceitaria! Ele só ouvia apenas uma pessoa, e essa pessoa era a Sylvia.
- Ele precisa de ajuda – eu disse pensativa e olhei para Dylan e Nick na minha frente.
- Mel, para um pouco, você precisa descansar! – disse Nick. – Deixa para pensar nisso amanhã! Nós temos muita coisa para pensar daqui para frente. Você esta cansada!
- Na verdade, exausta! – suspirei. – Mas essas coisas não me saem da cabeça!
- Acho melhor você tomar um calmante – disse Dylan e eu recusei.
- Não quero calmante!
- É para você dormir melhor Mel!
- Dylan eu não quero calmante! Do jeito que eu estou exausta eu vou dormir sem calmante.
- Então vamos dormir – disse Nick sentando ao meu lado e Dylan se virou para sair da cama.
- Não – estiquei a mão segurando o braço de Dylan. – Fica aqui! Fica até eu dormir!
- Está bem, eu fico! – Dylan se virou novamente sentado na beirada da cama.
Eu deitei e Nick deitou-se ao meu lado. Com a minha cabeça no ombro de Nick, eu passei meu braço por cima dele e segurei a mão de Dylan, ele acendeu a luz do abajur e apagou a luz do quarto por um interruptor ao lado da cama. Os dois ficaram em silêncio e Nick acariciava o meu cabelo e mesmo eu estando com as duas pessoas que eu mais me sentia segura na vida, eu estava lutando contra o sono, sempre que eu fechava os olhos, Phillip vinha na minha mente.
- Estou com medo de fechar os olhos – eu admiti.
- Não precisa ter medo – disse Nick. – Nós dois estamos aqui!
- É, pode fechar os olhos Mel – Dylan me olhou carinhoso e apertou suavemente a minha mão.
Então Nick se lembrou de um momento parecido com esse, quando eu não conseguia dormir no dia em que meu pai faleceu e começou a cantar em voz baixa a mesma música que cantou naquele dia para eu dormir.
- People tell me, you stay where you belong... – (pessoas me falam, você fica onde você pertence...)
 Eu olhei para ele e ele me olhou com olhar sereno, cantando baixinho. Eu baixei novamente o olhar e a voz dele cantando baixinho funcionou como um calmante. Minhas pálpebras estavam tão pesadas e foram se fechando lentamente, e assim que eu fechei meus olhos, nada apareceu na minha mente, não estava pensando em nada, apenas a doce voz dele cantando baixinho. Imediatamente o sono me pegou e eu relaxei a mão na mão de Dylan, que olhou para a minha mão pasmo e depois para mim dormindo com Nick ainda cantando.
- Ela dormiu – ele sussurrou pasmo para Nick, que tentou olhar para mim ainda cantando. Minha mão relaxou completamente na mão de Dylan e meu corpo pesou do lado de Nick. Ele terminou de cantar e eu continuei imóvel, dormindo calmamente. – Caramba! – Dylan sussurrou me olhando pasmo e olhou para Nick que sorriu querendo rir da cara dele. Ele olhou novamente para mim sentindo uma angustia crescer.
- Espero que ela durma a noite toda! – disse Nick e Dylan assentiu.
- Mas com certeza ela vai ter algum pesadelo – ele disse me olhando e Nick me olhou suspirando. – Bom, vou dormir também! Se ela acordar de madrugada assustada com algum pesadelo e precisar de ajuda, me chama!
- Certo!
Dylan saiu do quarto, Nick apagou o abajur e também pegou no sono rapidamente.

Como Dylan bem sabia, eu tive mesmo um pesadelo. Um terrível pesadelo! Nele, eu estava em um quarto fechado sem janelas e assinava um papel, depois de assinar, eu colocava a mão esquerda na minha barriga, que estava enorme e tinha dois anéis no meu dedo anelar. Um se parecia uma aliança e o outro era um anel solitário, de noivado. Depois o sonho logo mudou passando para eu sentindo fortes dores na barriga e logo depois dando a luz a um bebê, no mesmo quarto sem janelas, eu peguei o recém-nascido, emocionada e feliz, então Phillip apareceu e pegou o bebê de mim olhando sorrindo para ele.
- Olha só amor, nosso filho! – ele disse sorrindo e me olhou. Minha emoção passou para espanto e medo. – Ele tem a sua boca – ele disse sorrindo me olhando. – Vamos ver se tem seus olhos! – ele olhou para o bebê novamente.
- Phillip, me dá meu filho! – pedi com medo esticando os braços e ele desfez o sorriso.
- Ah que pena! – ele me olhou. – Ele tem meus olhos azuis!
- Phillip!
- Quem sabe a gente tem sorte na próxima vez! – ele disse segurando o bebê e foi se afastando de mim.
- Phillip! Não! Me dá meu filho! – pedi em desespero com os braços esticados. Phillip abriu a porta do quarto e eu fui atrás desesperada. Ele fechou a porta e eu tentava abrir a porta, mas não conseguia. – Phillip! – gritei desesperada batendo na porta. – Me dá meu filho! Não! – gritei chorando batendo na porta desesperada, olhei para a fechadura e tinha senha, digitei alguns números, sem sucesso, eu não sabia a senha. – Phillip! – gritei a plenos pulmões chorando e acordei assustada, com a respiração ofegante. A primeira coisa que eu vi foi Nick dormindo e eu relaxei, respirando aliviada, mas pensando no pesadelo que tive. Eu me virei ficando de costas e Nick dormia profundamente. Eu não sabia por quanto tempo eu tinha dormido, mas com certeza eu não conseguiria dormir depois desse sonho. Eu me ergui com cuidado para não acordar Nick, ele estava tão cansado quanto eu e queria deixá-lo dormir. Eu fui para a beirada da cama e saí indo para o banheiro. Molhei o rosto, usei o sanitário e quando eu saí do banheiro, resolvi sair do quarto e arejar um pouco a cabeça, precisava beber um pouco de água. Andei pelo corredor do apartamento de Matt e o apartamento estava silencioso e com as luzes apagadas. Desci as escadas, passei pela sala e fui para a cozinha, acendi a luz, peguei um copo e enchi de água, depois que bebi, eu tinha me acalmado um pouco, mas eu ainda não conseguiria dormir, então eu resolvi esquentar um pouco de leite. Depois que esquentei um pouco de leite e misturei com um pouco de achocolatado, eu sentei em um dos banquinhos da bancada da cozinha e fiquei ali tomando meu achocolatado, pensativa. Eu estava absorta nos pensamentos e lembrando do sonho.
- Não consegue dormir? – alguém perguntou atrás de mim entrando na cozinha e eu me assustei. – Desculpa, eu te assustei? – ele perguntou e eu olhei para o meu lado. Matt passou me olhando e pegando um copo. Eu assenti levemente. – Desculpa!
- Tudo bem – disse com tom de voz baixo e tomei mais um gole do meu achocolatado. Ele encheu o copo com água e se virou encostando-se à bancada. – Achei que só eu estava acordada. Que horas são? – perguntei e olhei para ele que estava me olhando, então me lembrei dos hematomas e baixei o olhar.
- Uma da manhã – ele respondeu e pôs o copo na pia. – Você está bem? – ele perguntou me olhando e eu balancei a cabeça para os lados.
- Mas eu vou ficar – suspirei e olhei para ele que me olhou com cumplicidade.
- Vai sim! Vai ficar tudo bem! – ele se aproximou da bancada que eu estava. – Você pode ficar aqui o tempo que quiser! Aqui ele não vai entrar! Eu avisei na portaria para ninguém subir e o seu irmão passou a descrição dele. No prédio ele não entra!
- Obrigada Matt – sorri com os lábios fechados e tomei mais um gole do achocolatado.
- Tenta dormir um pouco, você precisa descansar! – ele disse e eu suspirei.
- Eu estava dormindo e tive um pesadelo. Não vou conseguir dormir agora.
- Quer contar o pesadelo? – ele perguntou e eu olhei para ele pensando se contaria ou não. – Contar ajuda a esquecer e relaxar!
- Não... está tudo bem! Prefiro falar de outra coisa. Me distrai um pouco!? – pedi e ele sorriu puxando um banquinho e ficamos conversando sobre outras coisas triviais e ele até me fez rir um pouco. Passamos uma hora conversando e eu tinha conseguido relaxar e senti sono novamente.  Saímos da cozinha, subimos e entrei no quarto. Deitei novamente me aninhando a Nick e peguei novamente no sono.



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