História Só Mais Um Teste - Capítulo 20


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Ochako Uraraka (Uravity), Personagens Originais, Shouto Todoroki, Toshinori Yagi (All Might)
Tags Bnha, Tododeku, Villandeku
Visualizações 64
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.
Ouça: "grandson - Despicable"

Capítulo 20 - Quem deve temer


Fanfic / Fanfiction Só Mais Um Teste - Capítulo 20 - Quem deve temer

-Por que me juntaria a você? Lembro-me bem que disse que mataria All for one e se tornaria o vilão número 1 - pronunciou indiferente. 

-Tomura, até você sabe, All for one não tem mais tanto tempo - levantou os braços  e juntou as mãos. 

-Você realmente é muito estúpido - se afastou para ir embora. 

-Espere - pediu - eu tenho um plano,  sei que ele lhe agradara. 

-Que tipo?

-Descobri que você achou um cientista bem promissor - se aproximou do outro - e eu tenho um material de pesquisa muito útil, acredito que ele adoraria.

-Certo, o que você quer em troca? Que eu me revolte contra All for one? Um exercito? 

-Tomura, Tomura, não poderia apenas querer sua confiança? - perguntou. 

-O que faria com ela? - viu seu carro se aproximando para busca-lo.

-Você me devera algo -sorriu. 

-Bem - entregou o cartão para Overhaul - me encontre nesse lugar amanha, traga sua equipe e o 'material', se é para nos juntarmos venha estou colocando total confiança em você.

-Claro - acenou com a cabeça assistindo ele entrar no carro.

No carro Tomura sorria de modo cínico. Magne o olhou pelo retrovisor:

-Algo aconteceu? Onde esta o doutor? -  Sr. compress perguntou primeiro. 

-Kirogiri - responde colocando a mão que usava de volta no rosto.

-Não parece bem - Magne disse confusa.

-Eu só estou preste a eliminar a concorrência. 

-Espero que saiba o que esta fazendo. 

Em menos de uma hora chegaram até a ilha onde ficava o laboratório. Tomura se direcionou a sala de auto falantes e pediu que todos no local fossem para o pátio. Quando todos se juntaram naquele espaço, deixando um vão no local onde jazia um líquido colorido pegajoso vazio; Shigaraki subiu em um pequeno palanque para pronunciar-se:

-Amanha teremos um convidado especial - falou andando - alguns devem o conhecer por Overhaul, eu sei que havia pedido que se o vissem matasse ele, contudo as coisas mudaram - gesticulou com as mãos. - Ele durante um curto período de tempo, sera um colega - juntou as mãos - não o matem, isso é o que peço, não ataquem ninguém de seu grupo. 

Afirmou com a cabeça e acenou mostrando que as pessoas já podiam ir. Tomura viu Midoriya ao lado de Dabi e foi até eles:

-Doutor, tem algo que precisa que saiba - pediu vendo Dabi se afastar.

-Ah claro - Midoriya disse rígido. 

-Caminhe comigo - se direcionou ao lado oposto a que todos se dirigiam.

-Sobre o que queres falar? - questionou ereto. 

-Esse homem no qual iremos nos juntar tem algo para você - disse calmo.

-Sabe o que é? - continuou caminhando sem hesitação como costumava. 

-Não, contudo creio que é algo favorável para sua pesquisa. 

-Entendo, todavia pelo que me parece, ambos não se dão muito bem, tem certeza que pode confiar nele? - perguntou incerto.

-Ele não deveria confiar em mim - sorriu debaixo da mascara- quem deve temer quem, é ele, apenas ele. 

-Se tem certeza disso, esta ok - Izuku falou sem olha-lo.

-Mais uma coisa doutor, você poderia achar um local onde poderíamos levar o laboratório?

-Posso, mas qual seria a razão? -gesticulou confuso.

-O futuro que achas que vamos trilhar e totalmente o oposto do qual planejo - se virou para o outro.

-Certo, procurarei - murmurou - Quer que eu já planeja a mudança? 

-No momento deixe tudo em um papel, para que quando precisarmos sair daqui, seja o mais rápido possível. Se precisar construa algo.

-Irei - acenou com a cabeça  e se virou indo embora. 

Midoriya se dirigiu ao andar debaixo no subsolo. Algo que poderia levar armazenar todo o conteúdo do prédio de três andares e o subsolo. Entrou na pequena sala de criação e lembrou de uma garota que havia raptado a muito tempo. Correu até o seu laboratório pessoal e começou a misturar substancias. 

Ele pegou um livro grande que explicava como funcionava o cérebro. Leu diversas páginas até chegar na parte onde se tratava sobre memórias, nelas descrevia que a rede de neurônios cerebrais que dominavam especificamente a zona de lembranças. Essa transmissão de dados ocorria: que primeiro a informação era passada pelo banco  de dados do cérebro, chega a consciência do individuo e logo volta para ser armazenada no banco de dados. Lendo diversas vezes notou que essa reação química poderia ser parada com a proteína PKMzeta: que está envolvida com a passagem de sinais elétricos entre os neurônios. Pegou um pouco do seu armazém e colocou em uma seringa. O processo séria que, se funciona-se, no momento que ela visse Midoriya e se lembrasse dele, ele injetaria a proteína e neutralizaria sua memória dele, a apagando. 

Sabia que não podia simplesmente testar diretamente nela, caso isso ocorresse errado ela poderia esquecer tudo e sua utilidade acabaria. Subiu correndo para o segundo andar e foi em direção a sala 89, aquela era a sala onde ele deixava alguns animais para serem usados futuramente, pegou dois ratos e voltou a sua sala. Nele colocaram em uma chapa quente. Tocou dois som diferentes para eles, ambos ligavam a chapa e os queimava. Quando percebeu que ao tocar o som eles se amedrontavam, sabia que já haviam gravado o som em sua mente, logo tocou o segundo som e injetou a proteínas neles. Novamente tocou o primeiro, eles se assustavam e quando tocava o segundo, não faziam nada. Sabia que o sistema cerebral humano poderia ser diferente em diversos aspectos, porém colocou total confiança nisso.

Se dirigiu ao computador e procurou pela ficha dela:

Hatsume Mei:

Aniversário: 18 de Abril.

Idade: 16

Gênero:Feminino. 

Quirk: Zoom

Nota: Especialista em construções, onde o principiou de suas criações se encontram apenas em sua própria mente. Parece querer constantemente tentar fazer algo novo e revolucionário. 

Tipo sanguíneo: O

Dormitório/cela: 340 Bloco C primeiro andar. 

Largou o computador e fechou a tela. O tipo sanguíneo dela trazia a lembrança de algo. Coçou a cabeça tentando lembrar e logo a memória de Sero e Kirishima surgiu em sua mente. 

Meio desesperado correu a sala onde Kirishima e Sero deveriam estar. Abriu a porta contudo, estava ofegante por ter corrido até o local. Kirishima estava sentado olhando para o livro que lia. Logo o ruivo o notou ali e sorriu:

-Olá! Veio me levar para a cela - fechou o livro sorrindo. 

-Parece animado para voltar para lá - estranhou olhando o local. 

-Não! Eu realmente não quero voltar! Porém eu não tenho escolha -deu de ombro.

-Eu ordeno quando você pode voltar, se quiser ficar, fique -o ruivo sorriu animado e Izuku olhou em volta - sabe onde seu colega esta?

-Bem, você não é o clone então - colocou a mão no queixo.

-Não - se aproximou -o que ele fez? - falou sério. 

-Eu meio que fingi dormi, mas tenho cinquenta  e oito por cento de certeza que ele matou o cara do meu lado -falou fazendo uma careta.

-Ele matou o Sero! Eu sabia que ia dar errado - colocou as mãos na cabeça. 

-Sero? - a face do outro se entristeceu.

-Certo - falou baixo - eu e Sero planejamos um tipo de revolução contra esse lugar.

-Incrível - sorriu com seus dentes pontudos. 

-Contudo, ele não esta mais aqui, e eu preciso da sua ajuda, Sero deveria me ajudar a não matar mais pessoas, eu não sei como faríamos isso - suspirou -sei que é conseguirei pensar em algo. Então preciso que me diga se esta bem, eu deixarei você ficar aqui. 

-O que eu tenho que fazer? - balançou os punhos. 

-Se recuperar, quando estiver bem o bastante,  eu fingirei que apaguei sua memória e você se tornara um guarda pessoal meu, assim eles não poderão questionar minha decisão - falou calmo. 

-Por que você precisaria de proteção? - indagou confuso. 

-Vou dizer que me ajudara nas experiencias entende? 

-Sim.

-Agora tenho que ir.

-Certo - viu o outro se virar para ir embora - espera!

-O que? - sussurrou.

-Como esta Bakugou? - perguntou um pouco preocupado. 

-Deve esta bem, ainda não fui o ver. 

-Certo, me conte depois - sorriu amigável.

-Eu irei - sorriu fraco de volta. 

Saiu da sala e se direcionou ao quarto de Bakugou.


Notas Finais


espero que tenha gostado.


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