História Só Mais Um Teste - Capítulo 22


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Personagens Originais, Shouto Todoroki, Uraraka Ochako (Uravity), Yagi Toshinori (All Might)
Tags Bnha, Tododeku, Villandeku
Visualizações 37
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 22 - Silêncio


Fanfic / Fanfiction Só Mais Um Teste - Capítulo 22 - Silêncio

 Enquanto caminhavam para a sala de guardas, Kirishima perguntava sobre o local e sempre que fosse algo relacionado ao plano Deku pedia que o ruivo fizesse silêncio. Algumas pessoas que passavam viam ambos juntos se questionavam sobre o novo guarda não registrado, porém como todos presentes, tinham total confiança em Midoriya.

A sala de guardas era uma sala larga com diversas beliches, o local era alto fazendo que alguns objetos fossem pendurados no teto. Midoriya caminhou até umas das comodas que ainda ficavam no chão, sentiu-se um tanto mal pelo fato de não estar fazendo nada com a super lotação do lugar; quase todos os dias vilões e alguns aspirantes de heróis fracassados se juntavam a liga, claro que antes passavam por um teste rigoroso de confiança e força, alguns morriam.

Pegou um par das roupas que os guardas usavam como uniforme e estendeu ao ruivo. Meio avoado pegou a roupa:

-A segunda porta ali é o banheiro geral, onde eles se trocam e tudo mais - Midoriya explicou - vá lá se trocar e não saia dessa sala até eu voltar.

-Claro Midori- se cortou -Doutor Midoriya - sorriu fazendo uma referencia de soldado.

-Vá - riu Izuku vendo o outro ir até a sala.

Midoriya começou a correr até ao seu quarto, onde deveria dormir. Entrou no local e juntou algumas roupas diferentes que usava. As levou até o banheiro e se olhou no espelho, ele parecia ter morrido e ressuscitado com tapas, grandes orelhas nos olhos influenciavam no seu aspecto principal, enquanto seu cabelo desarrumado garantia a medalha de relaxado do ano, e não poderíamos esquecer do seu jaleco branco que só era trocado quando um resíduo tóxico caia nele, resumindo, marcas de café e outros líquidos predominavam transformando o branco em um amarelado estranho.

Retirou sua roupa um tanto fedorenta e tomou um banho prolongado, qual foi a última vez que havia feito aquilo? Sentia que o mofo já havia dominado o seu sovaco. Quando saiu se sentiu mais leve, talvez fosse o peso da sujeira agindo em si. Colocou um terno preto e deixou o paleto de fora, ficando apenas com o colete. Pegou um par de luvas escuras e pois em seus dedos. Foi até o seu espelho e abriu pegando um pote de gel que sua mãe havia lhe dado, nunca havia aberto, nunca se importou com a aparência. Era algo fútil, idiota e quem liga? Algo confortável e útil e melhor que algo apertado e desnecessário, contudo agora era diferente. Havia um ranque a bater, e Dabi havia mais do que deixado claro em sua conversa que Midoriya parecia um fracote que se rende para qualquer coisa, que não inspirava medo. Por algum motivo aquilo afetou negativamente Izuku. Arrumou o cabelo para um único lado, o que menos parecia estranho para si. Viu os óculos sobre a pia, suspirou e os colocou nos bolsos. Foi até o armário e pegou um sobretudo branco, colocou sobre os ombros.

Se olhou no espelho e não se reconheceu, dera certo. Mesmo se sentindo estranho usando sapatos 'sociais' correu até o local dos guardas. Midoriya começava a pensar que no começo de tudo ele não conseguia correr por cinco minutos, todavia agora, se não fizesse isso, suas pernas doíam. Ele havia ganhado resistência, esplendido.

Chegou a sala dos guardas e viu Kirishima se encarando no espelho, fazendo armas com os dedos. Midoriya riu baixo e sem querer chamando a atenção do outro:

-Ah desculpa - falou coçando a nuca envergonhado.

-Não foi nada - sorriu.

-Nossa - Kirishima o olhou de cima abaixo e deu um assovio - o doutor agora parece aqueles vilões que ficam no topo de tudo, tipo os cara da máfia de poderoso chefão.

-Eu nunca vi esse filme, mas vou levar como um elogio - Midoriya se aproximou. - Precisamos ir.

-Certo - Ejiro acenou com a cabeça.

Desceram até o andar onde Mei estava. De longe viram ela comendo enquanto corria pela mesa desenhando em folhas, provavelmente seus futuros projetos. Logo quando entraram na sala Hatsume os viu e sorriu acenando:

-Hoho, companheiro - Mei começou - obrigado pela comida, e aquele guarda era um chato viu! Eu tentei conversa com ele e o cara me ignorou!

-Eu sei, acontece com os melhores - Izuku sorriu com que ouviu.

-Quem é esse? - Hatsume disse estendendo a mão para o guarda.

-Kirishima Ejiro - o ruivo disse apertando sua mão.

-Tenho a impressão que já te vi - ela fala coçando o queixo.

-Todos tem - Kirishima disse vendo Izuku o encarando.

-Claro, claro -ela balançou a mão - então o que faremos?

-Preciso que construa algo para me ajudar - Izuku começou, ele não precisava impor medo nem algo do tipo com Mei, então foi apenas ele mesmo.

-O que seria? - ela sorriu.

-Um submarino, contudo, que fosse grande o suficiente para caber esse prédio inteiro e mais - Midoriya disse balançando os braços.

-Incrível! Hoho, acho que nunca fiz algo com essa magnitude - os olhos dela brilhavam enquanto corria de volta a mesa - grande, confortável, espaçosos, com armazéns e laboratórios! - disse enquanto desenhava.

-Muito bem - Izuku sorriu se aproximando olhando para o papel - se precisar de ajuda ou qualquer coisa e só chamar.

-Claro, Chefe - Hatsune sorriu com uma mão se apoiando na mesa e a outra na cintura - termino em uma semana!

-Se precisar de qualquer material, suba e diga que precisa de tais itens, não esqueça de colocar no meu nome, os guardas iram de ajudar se precisar de algo - Midoriya sorriu para ela.

Ela acenou e Izuku se virou indo embora. Caminhou para lá se sentindo um tanto calmo em relação a tudo a sua volta. Caminhou com Kirishima ao seu lado, o mesmo não fazia perguntas entre as passadas por portas desconhecidas.

Chegando em uma sala de descanso de guardas, no qual Izuku deixaria por um tempo Kirishima, viu a maioria dos homens rindo e se divertindo se sentiu um tanto triste, contudo sorriu sabendo que Ejiro ficaria bem ali durante seus experimentos. Não poderia trabalhar com Kirishima no laboratório, em diversos casos de seus testes, suas cobaias tentavam o matar, não queria que Kirishima tivesse que passar por aquilo, estranhamente sentia que o ruivo era como um irmão que nunca tivera.

-Fique aqui com eles - Deku apontou para os homens que ainda se divertiam por não te-lo visto.

-Tem certeza? - Kirishima perguntou.

-Sim, consiga a confiança deles - sorriu e observou o ruivo entrar no local.

Enquanto observava de longe Kirishima se apresentando viu de fundo uma Tv, nela passava o jornal. Logo percebeu porquê os guardas riam e brindavam. No jornal passava um tão de assassinos de Heróis, nomeado assim talvez pelo próprio, o nome dele que também passava era Stain. Estranhamente Izuku sentia que já tinha escutado aquele nome.

"Apenas um dia depois desse Midoriya começou a se arrepender amargamente de ter permitido nomes. Como se fosse uma epidemia, infectou todos. Em poucos momentos aqueles que restavam vivos corriam até Midoriya aos gritos falando.

 

 

 

 

“Senhor Midoriya eu sou Stain!”"


Notas Finais


Espero que tenha gostado.


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