História Só Mais Um Teste - Capítulo 4


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Personagens Originais, Shouto Todoroki, Uraraka Ochako (Uravity), Yagi Toshinori (All Might)
Tags Bnha, Tododeku, Villandeku
Visualizações 113
Palavras 1.315
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Adrenalina


4 Anos Atrás

 

   Midoriya anda pelos corredores dá escola com seu atual sorriso psicopata. Ele está empurrando um carrinho com algo pesado dentro. Um corpo, mas aos olhos dos outros onipresentes era apenas um carrinho coberto por um pano branco.

  Midoriya dava risadas baixas seguidas por múrmuros risonhos e alegres, mas de um modo totalmente amedrontador. Midoriya passava pelas pessoas as cumprimentando, mas depois do que o mesmo havia feito a meses atrás, a única coisa que as pessoas respondiam era uma face confusa e voltava a andar. Midoriya não sabia explicar por que adorava ver aqueles que tanto o esnobaram incapazes, mas o que mais gostava era de saber que ele era a própria causa daquilo.

  Alguns meses atrás. Midoriya como um dos seus primeiros experimentos fez uma bomba de gás. Uma bomba que quando jogada na escola transformaria os estudantes em um bando de cabeças de ventos (que Midoriya já os achava assim, pela falta de senso comum e como antes praticavam ato de superioridade. Midoriya já estava começando a achar que o sentimento e ato de “superioridade” era algo humano, mas quando viu que os animais também tinham uma “ordem” ou “classe”. Percebera que aquilo era algo natural. Se entristeceu por alguns minutos até notar que todos poderiam evoluir... Como ele evolui-o...?). Ao fazer isso todos esqueceram quem eram e o que eram, isso fez com tivessem perdidos. Midoriya acabou tendo uma ideia que sabia que causaria uma grande dor de cabeça. Os estudantes e profissionais do recinto eram cruciais para seu experimento, mas todos tinham família.

   Em um plano rápido transportou todos os “parvos” para o subsolo da escola. Lacrou todas as possíveis saídas. Sabia que em poucas horas perceberiam o sumiço de todos. Correndo criou corpos falsos com a mistura de materiais químicos. Demorou por volta de duas horas para terminar todos os corpos. Sabia que levaria suspeitas ser o único sobrevivente. Pediu desculpa mentalmente a sua mãe, mas em seu futuro ela o perdoaria... Era o que esperava... Depois correra ate a cozinha dá escola e iniciara o incêndio. Sem muito tempo e já vendo a fumaça. Midoriya pegou todos aqueles que estavam no subsolo e levara até o esgoto.

   Sem pensar duas vezes, com certa dificuldade, transportou através dos esgotos todos até o outro lado da cidade. Finalmente depois de um certo tempo chegara na parte onde o esgoto desabava em um grande rio. Não sabia mais onde ir.

  Midoriya por raiva e estresse começou a bater a própria cabeça contra a parede do esgoto. No momento pensou que tudo estava acabado

  Acabou! Isso que da não pensar nas frestas, nas pequenas aberturas. Estou perdido. Tudo que tenho agora são cápsulas de DNA (parvos). Estou perdido vou ser preso e todo meu trabalho, vai simplesmente acabar! Não poderei ajudar ninguém! Eles vão me culpar me julgar fazer o mal mesmo que eu pense que apenas quero fazer todos viverem em um mundo... Eu .... Eu ...

   Um dos parvos notou o fio de sangue caindo da testa e caminhou ate ele o fazendo parar. Midoriya o olhara incrédulo, como um parvo poderia saber o que ele estava fazendo? Se ele fizera os cálculos corretamente (como sempre fazia) ele não deveria saber de nada, teoricamente reduzira sua mente a de um bebe ... Era isso que ele esperava:

-Nah – O garoto resmungava sem saber o que falava. Midoriya continuava a olhar confuso

-O que esta tentando dizer? – Ele olhou para ele fixamente

-Nah no nha – O garoto apontava para própria mão depois para a testa de Midoriya que sangrava

-O que pensas que quer fazer?

    O garoto sorriu e colocou o indicador no machucado de Midoriya. O local ardeu como se fervesse por alguns segundos, ate que o local começara a se recuperar voltando ao normal parando o sangue. Midoriya o olhou incrédulo, aquilo abriu vários campos de pesquisa que precisava testa. A primeira nota que guardou com o ocorrido foi que o poder era algo físico não mental. Um grande erro anotar tal coisa e usa-la como base. Tanta coisa poderia ser evitada se ele não tivesse confiado em apenas um simples ocorrido, tantas mortes evitadas. Isso não importa agora. Lá embaixo passando não muito longe de onde o esgoto se dissipava um barco grande o bastante para levar todos estava indo em direção ao norte (O oposto da terra firme). Midoriya sorriu e se virou para o garoto que tinha guelras no pescoço. Conforme a luz bateu, um lado dos óculos de Midoriya foi refletido e apenas um olho dele apareceu para os estudantes e trabalhadores. Um sorriso macabro com um olhar animado de forma assustadora, junto a uma risada psicopatia:

-Vou precisar de sua ajuda- A voz de Midoriya sairá de forma baixa e rouca junto com algo que fez todos presentes se encolherem

 Voltando ao tempo atual. Midoriya corria pelos corredores ate chegar em uma sala, a primeira mão parecia um local de torturas, mas logo tirando os bisturis e artifícios de pesquisa, poderia se notar uma sala cheia de papeis escritas, um computador, uma mesa de raio X e microscópios. A sala em si ela limpa e iluminada, mas o que dava calafrios era o frio que fazia num lugar fechados pela falta de janelas e o brilho que se você olhasse constante mente provavelmente ficaria cego.

     Midoriya empurrar o corpo para mesa e da uma risada baixa. Adora profundamente fazer aquilo. Com um bisturi de ponta fina começa a fazer um fino corto no tórax. O saque começa a cair, mas pouco se importa. Ele vai ate a mesa e pega uma seringa e injeta adrenalina (Você pode pensar que injetar adrenalina em um corpo humano morto era loucura, mas se lembre estamos falando de um corpo que possui Q¨. Depois de algumas pesquisas notou que um elemento que havia em todos os outros corpos, mas o de si próprio não tinha nenhum).

   A garota tinha o poder de mudar de forma. Com a injeção de adrenalina no corpo dela, em poucos minutos seu corpo passará para de um jovem homem, logo uma velha senhora. Sem tempo Midoriya com uma seringa vazia apertou contra o pescoço da mesma logo sugando o sangue da mesma. Midoriya se afastou da mesma e sorriu, adorava ver os poderes se manifestando de maneira tão devastadora. Aquilo mostrava o quanto as pessoas ou melhor os poderes em grandiosos e magníficos. Caminhou ate uma maquina grande e em um pequeno buraco colocou o liquido. Logo dados no computador coerentes a tamanho idade gênero apareceram. Midoriya transferiu os dados ao campo Q¨ onde a maquina que inventara separaria toda substância. Caminhou ate a outra saída e dela colocou um frasco de tamanho mediu. Um liquido de cor roxeada saio da máquina. Midoriya sorriu levando o frasco ate a altura do rosto. Ate que o liquido começara a borbulhar voltando a cor avermelhada de sangue. Odiava como aquilo acontecia. Não importava quanto perto chegasse de achar um meio de separar as substancias do Q¨ nunca dava certo. Ou o fraco explodia, derretia ate mesmo virava pó ao tocar o liquido. Midoriya não suportava isso. Tudo que ele precisava demais informação ... Mais... Mais...

   Estressado Midoriya volta o corpo e se assusta ao ver que o mesmo estava com a sua forma física. Sorriu por um momento.

    Parece que temos um poder vingativo não é mesmo? O estranho e que vossa pessoa nunca me viu antes, se me viu não saberia que fui eu que a matei. Interessante, não é? Cada minuto me surpreendendo com essa capacidade essa individualidade... Incrível ... Quando eu tiver controle disso todos saberão como é ser especial, não haveriam únicos e superiores. O mundo será um lugar perfeito.

   Pensava enquanto apoiava a cabeça contra a mesa a observa o corpo na mesa. Deixou sua cabeça pensar contra seus braços cruzados sobre a mesma. Sorriu

Um lugar perfeito


Notas Finais


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